História Problemas Temporais - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Asui Tsuyu, Personagens Originais
Tags Investigação, Tsuyu, Viagem No Tempo
Visualizações 6
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção Científica, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Heterossexualidade, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoal!
Provavelmente o único capítulo com capa... Não sei hein xD
Mas enfim... CAPÍTULO TRÊS PRONTO!
Aproveite!

Capítulo 3 - III: Fissura?


Fanfic / Fanfiction Problemas Temporais - Capítulo 3 - III: Fissura?

 

 

Em sua mente, curiosidades dominavam-na. Tsuyu tomava um banho na área dimensional, pois havia salas de todo tipo por lá, inclusive banheiros. Ela pensava como seria difícil ter que abandonar os amigos e família por um tempo que ela mesma desconhecia, imagine se fosse mais de três anos nessa missão? Seria péssimo para ela, mas que ela aguentaria o que der e vier sim senhor!

Afinal, era por uma boa causa, certo?

“Não dá pra saber quanto tempo vai ser Tsuyu... Não tire conclusões precipitadas.” – dizia sua consciência diante de seus pensamentos. “Se bobear, pode ser menos que uma semana, ou um ano” – seus pensamentos atacaram novamente.

De todas as sensações e desejos, Tsuyu queria apenas relaxar como sempre fazia, mas por incrível que parecia não funcionava agora. Após o banho, enxugou se, vestiu a toalha e foi para um dos quartos. Mas notou algo de diferente; suas roupas não estavam mais por ali onde deixara, e sem sinal de roupa alguma, ela pensou em dizer algo, mas de repente um pacote entrou por debaixo da porta. Logo depois, Tsuyu pegou o pacote – que aumentou de tamanho ao sair de debaixo da porta – e olhou o que tinha ali. Era simples: um terno, com gravata e tudo.

- Um... T-terno? – gaguejou diante da confusão.

- Exatamente – a voz de Damon era reconhecível-, você vai usar isto, pois para onde vai, não existem “heróis”, se é que me entende. – disse Damon atrás da porta. – apresse-se, você vai partir daqui a alguns minutos.

- A-ALGUNS MINUTOS? ISSO NÃO DÁ PRA NADA! –exclamou uma Tsuyu exacerbada.

- É o que temos. Sem mais nem menos. – Damon foi embora, deixando Tsuyu falando sozinha. Pois é, ele tinha uma falta de educação daquelas.

- Esse idiota não sabe nem tratar alguém direito. Acorda, ô! – gritou Tsuyu, fazendo Damon ouvir, mas dar de ombro em ombro.  Tsuyu não tinha opções, então vestiu o terno, que era branco com gravata preta – devido aos padrões de vestimenta de uma época passada – e partiu para sua jornada.

Isto será interessante, pensou.

O clima estava frio. Já era mais ou menos uma hora da madrugada, sendo predominante um clima extremamente frio ali. Tsuyu estava seguindo James – o qual ela nem sabia o nome –, passando as mãos nos braços devido ao frio. Como já era acostumado com aquilo, James riu.

- Qual é a graça?

- Você.

- Só porque eu sinto frio?

- É que nós já estamos acostumados com este clima, e pra nós é apenas uma brisa quente. Nada demais.

Tsuyu ficou calada, pois não pensou em uma boa resposta para aquilo. Depois de uma longa caminhada até uma sala nos fundos do edifício extremamente gigante, a garota se perguntava pra onde estava indo, mas chegara numa sala completamente privada, fechada com seis cadeados diferentes. James ordenou que ela tapasse os olhos para não ver a combinação, foi o que ela fez.

“Querem ajuda, mas não me mostram seus segredinhos... Que interessante.”

Alguns segundos se passaram e James abriu, ordenando que ela abrisse os olhos. Tsuyu viu que era uma longa escadaria, que levaria para algum lugar esquisito ali. Em seguida, desceram escadaria a baixo, e realmente era uma LONGA escadaria.

- Quem construiu esse lugar? – indagou Tsuyu.

- Ninguém sabe. Teorias dos nossos cientistas indicam que pode ter sido o próprio Deus criador do universo que fez este lugar todo.

- Entendo. – concluiu Tsuyu, satisfeita com a resposta.

Depois de dois minutos descendo escadas, eles chegaram ao lugar. Era um espaço escuro sem qualquer sinal de qualquer coisa, como se quem entrasse tivesse um efeito de cegueira. A heroína ficou paralisada por um instante, até James puxar ela pelo braço até o lugar certo, onde havia uma luz.

- Você deve estar se perguntando: como não vimos esta luz? É simples, as partículas negras estão em tanta quantidade que se torna impossível de enxergar uma coloração contrária. Por isso encontramos isto só agora. – explicou.

- Eu não perguntei, mas tudo bem. – este era um de seus defeitos: ela era MUITO direta!

Depois do diálogo, Tsuyu focalizou sua visão no que havia dentro da luz. Era um recipiente esférico de amplo tamanho, suficiente para uma pessoa caber dentro.

- Entre. – ordenou James.

- Assim tão de repente? Não vai me dar nenhum manual de como usar isso? Porque se eu morrer aqui vai se—

James empurrou Tsuyu para dentro de uma vez, perdendo a paciência. Tsuyu se estressou, mas quando tentou sair, o comandante fechou a porta.

- Ei calma ai, não vai me explicar nada?

- É claro que vou isso se você ficar quieta ai dentro! – brigou um comandante sem paciência. Tsuyu arregalou os olhos, por perceber que por trás daquele rosto calmo, havia uma fera.

- Claro claro... – suspirou, sentando ali dentro e prestando atenção nele, pondo o dedo contra a boca.

- Esta nave foi feita anos atrás pelos nossos cientistas, foi desenvolvida justamente com este propósito, de concertar alguma fissura no tempo-espaço que pudesse ocorrer em alguma parte do tempo. Todos os botões estão nomeados, exceto o botão amarelo e o verde. Estes dois botões tem propósitos diferentes: O amarelo serve para identificar em que época do tempo foi originado o problema no tempo, e o verde serve para um caso de alteração fatal na linha do tempo. Faz com que o viajante retorne para o momento em que a máquina foi criada para destruí-la ou alterar algum ponto defeituoso na mesma, assim cortando qualquer alteração feita pela máquina.

De repente o lugar ficou claro. Foram revelados vários soldados, comandantes, líderes e cientistas, todos pronunciando ao mesmo tempo:

- Boa sorte, e que o tempo esteja ao seu lado.

Tsuyu ficou sem palavras. Era muito peso nas costas!

- Tenha uma boa viagem. – todos disseram, e de repente Tsuyu desapareceu do lugar dentro da máquina.

Num piscar de olhos, Tsuyu já estava em outro lugar. Era como o espaço, parado e sem som algum.

- Acho que não sou a pessoa certa pra isso...

Em seguida, os olhos piscaram, e ela estava passando por uma trajetória pelo infinito em uma velocidade espantosa, fazendo seu cabelo bagunçar e os olhos arregalarem por causa da extrema velocidade. Tsuyu começou a gritar MUITO alto, alto mesmo. Aquilo era capaz de explodir um tímpano, sem nenhuma brincadeira. Continuou gritando até doerem os ouvidos, e quando piscou novamente, a velocidade começou a diminuir. Até que finalmente ela percebeu a nave parar e começar a descer do céu e pousar em algum lugar.

Estava enjoada.

Tsuyu saiu de dentro da nave tonta, quase desmaiou ali mesmo, mas resistiu à vontade já que isto poderia acabar com toda a missão.

- Meu Deus do céu... Meu... Deus... – ofegou ela, se apoiando na parede da nave. – Se for toda vez assim... Eu acho que... Acho que eu não... Vou aguentar... Vou vomitar...

Olhou em volta para ver se tinha algum lugar por ali para fazer isto, e se tocou de onde estava. Era uma área florestal, situada perto de um parque logo à direita. Então dirigiu se à uma moita e fez o que tinha que fazer.

- Eu NUNCA deveria ter aceitado isso... – disse ela, terminando de colocar tudo pra fora. Pelo menos ela já se sentia aliviada, afinal. – Ok, a situação melhorou um pouco, eu acho.

De repente, se lembrou de que estava com o terno.

- Droga...

Para sua sorte, Tsuyu retirou apenas a parte de cima do terno, deixando a blusa verde que ainda estava limpa por baixo. Era sua única roupa ali, não tinha muitas opções a se tomar.

- Asui Tsuyu, tenho um lembrete do comandante Damon.  – uma voz soou por ali, dando um baita espanto na garota.  Era a máquina.

- E-espera, você sabe falar?

-É claro que eu sei, sou uma máquina super desenvolvida e...

-Blá, blá, blá! Dá logo o recado. – sorriu Tsuyu irônica.

- Damon informou que a máquina não te mandou para o ano de 1900, mas sim para o ano de 1700.

-O QUÊ?!  -questionou Tsuyu aflita.

- Não entendemos a causa deste fator, mas se você foi mandada para esta época, então a fissura começou ai. Ache o problema, e volte antes que seja tarde demais.

- Entendido. – a garota fez a pose de um general de exército, mão na testa, testa na mão (kkkk eu tive que rir). – Tá, mas e você? Se ficar aqui as pessoas podem te ver...

- Não se preocupe, eu tenho economia de energia. Até em breve. – a máquina ficou invisível de repente. Foi estranho, mas Asui deu de ombros.

- Tanto faz então.

 

Foi uma longa caminhada. Tsuyu andou até encontrar algum lugar com muita gente, já que chegara ali bem cedo, por volta de 9 horas da noite. Será que não tem nenhum festival ou coisa do tipo? Pensou. Até que depois de um bom tempo, ela achou algo.

Estava acontecendo um torneio de um jogo chamado “A Xícara Maldita”, que consistia em um jogo de luta com dois personagens xícaras em que a arma é o café com leite junto com biscoitos de chocolate. Você usava a cabeça do personagem para atirar café, e as mãos para lanças biscoitos infinitos. Era bem divertido, visto que o torneio era apenas em duelo cooperativo, dois contra dois.

Você se pergunta: Um jogo bem feito assim em 1700 não fez o menor sentido! Pois é, é um mistério.

Mas havia um detalhe sobre Asui: ela era ótima em videogames. Mas Tsuyu percebeu que aquele jogo foi fabricado nos anos 2000, então como era possível estar presente em 1700? Trezentos anos antes? A heroína cogitou que era apenas uma coincidência, mas logo concluiu: aquela era a fissura.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


https://www.youtube.com/watch?v=8DyziWtkfBw
Música que curto muito. Será que é a fissura?
Até o próximo!
Eu pediria para vocês comentarem, mas o Spirit não permite xD então façam por si sós!


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