História Procura-se por Eadlyn Schreave! - Capítulo 11


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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Carter Woodwork, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave
Exibições 56
Palavras 1.227
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Capítulo 10


–Você? - Eadlyn falou, seu cenho se franzindo inteiro enquanto olhava desconfiada para o cara diante dela.

Henri sorriu um pouco menos confiante que antes. Tirou alguma poeira inexistente da camiseta e então colocou uma mão casualmente em cima do balcão da cafeteria.

–Bem, pelo o menos você se lembra de mim.

Ela concordou com a cabeça, pensando em dar alguma resposta ácida a ele, mas desistindo em seguida; não era culpa de Henri o seu mal humor de hoje. Eadlyn acabou ssuspirando e abriu um sorriso sem mostrar os dentes pro rapaz.

–Como você sabia onde eu estava? - A jovem quis ssaber ao erguer uma sobrancelha e pegar uma xícara de dentro do armário de vidro.

–Você não estava atendendo as minhas ligações, e além do mais, não aceitou o meu convite pra passear.

Eadlyn virou-se para ele novamente, colocando dentro do recipiente azul escuro um pó cheiroso.

–No caso, você me convidou pra beber cerveja. - Sua voz ao responder era um misto de divertimento e reprovação.

Henri corou um pouco.

–Péssima ideia? - Indagou, meio chateado consigo mesmo.

Eadlyn deu de ombros.

–Ah, sei lá...

–Por favor, me diga a verdade.

–Foi horrível, e eu nem bebo.

Henri espalmou uma mão na testa, causando um splash mais alto e dolorido que o esperado.

–Você bebeu aquele dia.

–Pois é, eu não bebo cerveja - explicou, dando alguns passos para o lado e enchendo a xícara com ccapuccino de canela. Quando voltou, ela escorregou a caneca para Henri e se debruçou sobre o balcão. -Mas então, você não me respondeu. Quem te falou onde eu estava?

Henri acabou abrindo um sorriso sem querer.

–Você deve saber.

–Samara tem uma boca enorme, você não acha? - Resmungou mais para si mesma, do que para o garoto.

Henri preferiu ficar calado sobre o assunto, não queria escorregar no patê novamente.

–Hmm... Mas então, e isso aqui? - Questionou enquanto olhava sugestivamente para o café a sua frente.

Eadlyn passou sua língua pelo o canto dos lábios e arqueou as duas sobrancelhas.

–Capuccino.

–Entendi. Mas pra quem?

–Você, ué.

Ele ficou um pouco confuso. Mas isso não era incomum, mulheres geralmente o deixavam confuso.

–Não me lembro de ter pedido.

A garota soprou um fio de cabelo escuro da testa.

–Você acha mesmo que eu posso ficar no meu horário de expediente conversando com homens sem ao menos fazer eles gastarem um tostão sequer? - Indagou, sua voz transmitindo estar falando seríssimo, embora por dentro estivesse achando engraçado.

Henri engoliu em seco.

–Você está certa.

–Concordo.

–Mas bem que você poderia sair comigo... - Enquanto ele falava, Eadlyn lhe lançou um olhar inquisitivo, e ele logo tratou de continuar o convite, - pra a gente comer... Sei lá... Sushi?

–Gosto é de arroz e feijão e tomates.

–Você está brincando comigo? - Henri quis saber, meio desconfiado.

Ela riu.

–Pior que não.


Naquele mesmo dia, às 16:00h, ainda na cafeteria.

 

Eadlyn limpou as mãos no avental azul que usava. Revirou os olhos e estourou uma bolha de chiclete. Cruzou os braços e revirou os olhos só mais uma vez, pois era um hábito que ela não conseguia largar.

Jared colou as palmas das duas mãos uma na outra e fez uma expressão de gatinho sem dono.

–Samara vai me matar se eu der o número de tefone dela pra um cara que ela já deu um toco uma vez e que, pelas circunstâncias, não está a fim de conhecer melhor - ponderou ela ao por as mãos dentro dos bolsos da calça jeans preta e rasgada que usava.

–É que ela não me deu a oportunidade de fazer ela se apaixonar.

"Bem que essa garota tá merecendo, deu o endereço daqui pro Henri. Posso me vingar fazendo a mesma coisa... Mas aí eu me pergunto, será que o gosto da vingança vai ser bom o suficiente? Porque tipo, ela provavelmente vai querer me matar... Mas a Samis merece, acho que vou dar... Mas ou mesmo tempo não quero que o amigo de Kile tenha contato com a minha amiga, porque eu não quero contato nenhum com o Kile. Eu acho....", pensava ela ao olhar para além dos ombros de Jared, com um ar desligado. O garoto estalou um dedo diante do rosto dela, fazebdo-a focar, finalmente, os olhos nos dele.

–Bem.... - ela começou.

–Espera aí, posso te contar porque eu quero encontrar Samara? - Ele perguntou, sabendo que aquela era a sua cartada final.

Eadlyn franziu a testa.

–Diga.

Jared limpou a garganta.

–Eu acredito em uma lenda japonesa, a Akai Ito, que fala sobre almas gêmeas. A história conta que quando nascemos, os deuses amarram um fio vermelho do destino no tornozelos daquelas pessoas destinadas a ficarem juntas. Não importa o quão longe essas duas pessoas tenham nascido uma da outra, elas estão destinadas a se conhecer e a se apaixonar. Durante a vida, podem ter muitos amores falsos, e esses amores falsos fazem nó no fio vermelho, e quanto mais longo estiver o fio, mas triste as pessoas em questão vão estar... Mas pelo o contrário, quanto mais curto, mais próximos e felizes eles estão e, quando finalmente se encontram, todos os nós anteriores se desatam.

Sem querer, Eadlyn acabou suspirando e abrindo um sorriso. Ela definitivamente não acreditou em nada do que ele falou, mas a ideia em si era, de certa forma, reconfortante.

–Você me convenceu...

Jared respirou aliviado, estava começando a achar que suas tentativas não renderiam frutos.

–Mas... - ela continuou, abrindo gradativamente um sorrisinho malicioso de lado. - Vai ter que comprar um Capuccino, duas torradas e um Waffle. Combinados?

–Nossa, isso se chama extorsão, sabia?

–Na vida tudo tem seu preço, e o preço de você estar me fazendo perder tempo conversando aqui, é comprar alguma coisa.

Jared estreitou os olhos.

–Garota esperta.

–Nasci assim.

Nesse instante, o sino dourado que ficava pendurado acima da grande porta de vidro do Coffe soou, fazendo com que a menina voltasse os olhos para a entrada e visse ele entrando.

O Kile, trazendo consigo um cheiro de sabonete e perfume amaideirado. Seus cabelos caóticos emolduravam o seu rosto e, enquanto ele tirava os óculos escuros que usava e corria os olhos pelo o local pra procurar o seu amigo, Eadlyn sentiu seu rosto esquentar.

–Tá, e aí? É pegar ou largar - avisou, já sem paciência e ansiosa por sumir dali logo.

Jared faz uma careta.

–Você é bem agressiva, garota. Calma, paz.

Ealdyn lhe lançou um sorriso sacana.

–Eu sou fácil comparada a Samara. É bom já se acostumar.

Jared fechou a expressão e colocou a sua carteira em cima do balcão. Eadlyn sorriu agora triunfante. Ela iria dar o número de Samara mesmo que ele não comprasse nada, somente para se vingar da amiga. Mas ele não precisava saber disso.

–Vou preparar o seu lanche, voltarei em breve - murmurou com uma pescadinha antes de sair apressada em direção a cozinha, caminho oposto ao que Kile estava fazendo. Quando entrou no ambiente cheiroso e quente, a gerente do Coffe lhe comentou, em tom divertido:

–Se você continuar atraindo clientes assim, vamos renovar o seu contrato!

A menina sorriu vagamente. Ela não pretendo ficar ali até o final do contrato, quem dirá renová-lo?

Sua mente estava a mil. E seu coração também. Mal podia esperar pra se livrar daquilo tudo.


Notas Finais


Voltei rápido dessa vez, né non? U.U


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