História Procura-se Uma Namorada Para o Meu Pai - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce, Nina Dobrev
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Filhos, Filhos Casamenteiros, Nathaniel, Pais, Pais Solteiros, Procura-se, Tentativa Falha De Fluffy, Trollei
Visualizações 108
Palavras 1.863
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Fluffy, Poesias, Romance e Novela, Visual Novel
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi os povo

enton galeros, me desculpem pela demora. Não tinha assim um motivo por de trás mesmo, o capítulo já estava pronto já faz um tempo e era só preguiça minha mesmo de abrir uma aba aqui e vir postar.
Mas cá estou eu com o capítulo novo, glorifiquemos'.

Eu mesma betei o capítulo, qualquer coisa me avisem, por favor.

Capítulo 6 - Totó


Capítulo Seis – Totó.

 

Um fato sobre a minha madrinha: Ela consegue ser tão atacada quanto uma criança de cinco anos pedindo por doce. Então não foi surpresa ao vê-la em estado de revolta, ativando o seu modo Totó quando a sua unhazinha perfeita, pintada de rosa choque quebrou quando ela foi inventar de se aventurar no fogão.

Lembrete: Nunca deixem Melody pilotar um fogão – Eu disse “nunca”, mas vocês podem quebrar esssa regra se quiserem uma morte beeeem lenta e dolorosa ao pé do seu estômago sagrado, morcegão.

Mas quem ser Totó? Vocês devem estar se perguntando.

Totó é o cara que causou uma santa discórdia na minha vida, mas também é o cara que fez grandes milagres na mesma acontecer.

Que Deus o tenha, amém.

Tudo aconteceu a cinco anos atrás, quando eu tinha os meus sete anos de idade. Era aniversário de Adelaide, minha avó paterna, então tanto eu quanto meu pai e o resto de toooooda a família tínhamos que comparecer a festinha da minha vovó idosa. Detalhe, ela nem é tão veeeeelha assim, só gosto de chamá-la desse jeito para fazer raiva.

Muito rebelde, sou.

Outro lembrete: Vovó Adelaide não gosta de que a chamem de idosa, mas a chamem, é legal.

Então tudo bem, me arrumei para o encontro. Estava toda bonitinha em um vestido amarelo cheio de babados e de marias-chiquinhas (tava parecendo a LaLa dos Telettubies, mas tudo bem), completamente preparada para me esbaldar na comida e voltar para casa parecendo um porco. Mas teve a parte triste em que vovó Adelaide não me deixou beliscar nada enquanto não fosse a hora, então eu tive que me contentar em apenas brincar com os meus primos, que não, não eram filhos da minha tia Ambre. Tia Ambre está bem longe daqui, mas ela não está morta, provavelmente gastando dinheiro em alguma loja chique em Paris.

Comi muito – depois de insistir pra chuchu, vovó Adeláide finalmente me deixou comer – e brinquei pra caramba. Mas vamos dizer que em uma parte da brincadeira eu acabei que espancando um dos meus primos com uma bola de futebol, porque ele não me deixou brincar juntos com os outros meninos, já que futebol não é coisa para meninas. Mas eu juro que foi de leve! Ficou um olho roxo, mas depois sarou, hoje em dia está vivo.

Quando tudo terminou era por volta de umas nove e meia da noite e eu e papai já estávamos prontos para dar no pé, quando ele recebeu uma ligação de emergência de um dos seus clientes.

De acordo com o que eu consegui ouvir e ele me disse rapidamente, sem querer se enrolando entre as palavras, que mais parecia uma gralha, entendi que o indivíduo se meteu em uma encrenca muito louca e precisava urgentemente do meu pai comparecendo à delegacia.

Ele ligou para Rachel e pediu para que ela viesse me buscar e me levar para casa, mesmo minha avó insistindo para que eu ficasse, mas eu tinha aula no dia seguinte e precisava fazer o dever para depois ir dormir. Ela concordou e dentro de uns trinta minutinhos, Rachel já estava na porta me esperando.

Peguei minhas coisas e entrei dentro do carro. Rachel falava umas coisas engraçadas e eu morria de rir lá no banco de trás. Mas em toda essa diversão quase que acabamos causando um acidente.

Ela freou de repente, eu dei um impulso para frente e voltei com tudo para o banco de trás. Minha cabeça ficou girando por uns vinte segundos quem sabe antes d’eu ver a mulher sair depressa do carro e correr para a sua frente, mais especificamente para pegar algo no chão.

Curiosa, saí dali também e fiquei com uma óbvia cara de “que que tá ‘conteceno” quando a vi pegar um cachorro nos braços se lamentando.

Sério, ela estava chorando. Daí eu não sabia se eu naquela idade era muito coração de pedra ou ela que era muito trouxinha.

Mas vale lembrar que com o passar do tempo eu me tornei uma pessoa mais empática, tudo bem?

Eu sou monstro! – Ela disse, segurando parte do corpo do bicho (ele ainda estava inteiro) enquanto que com outra mão enxugava as lágrimas nos cantos dos olhos.

Até eu estava ficando com pena e quase me ajoelhei ali para acender uma velinha para o pequeno dog quando de repente, por milagre do destino e da vida, ele se levantou e começou a andar normalmente, latindo para Rachel e eu só o imaginei a xingando.

“Como assim?”, eu pensei, dando de conta como tudo aquilo era louco, mas no final acabei entrando na ondinha de felicidade de Rach e gritamos em alegria pelo cachorro ainda estar vivo.

Até ela ter a ideia de levar o cachorro junto com a gente. E eu? Óbvio que aceitei! Eu amo cachorros!

De acordo com ela era uma maneira de se redimir dos seus pecados, cuidando do cão, lhe dando teto e comida. Mas eu sabia que era só mais um desculpa para levá-lo para casa. Rach é bem mais emotiva do que Kentin quando o assunto é animal. Por dúvidas do destino, não sei como ela não montou um zoológico em sua casa.

Não podíamos levar o cãozinho para a minha casa e de meu pai, ele ficaria uma fera, principalmente por ele não gostar de cachorros e nós já tínhamos a Lady, – uma gata de pelagem branca. Que Deus a tenha – então a casa da minha madrinha era a única opção.

Voltamos para casa, Rach com aquele sorriso rasga rosto estilo coringa de mil novecentos e bolinhas, o cachorro no meu colo, manchando meu vestido de barro. Talvez meu pai nem brigasse pela roupa cara estar danificada, eu apostava mais nas broncas do porquê d’eu estar fedendo a esgoto.

Ao chegarmos na casa – diferente da minha era casa mesmo, chão, terra, solo, subsolo com grama por cima – Rachel estacionou o seu carro dentro as garagem. Levamos o cachorro para dentro de casa e trancamos a casa para caso ele resolvesse fugir.

Mas assim que eu coloquei o bicho no chão senti como se fosse a pior coisa que eu poderia ter feito naquilo dia.

Eu não sei extamente o que aconteceu, parecia que uma força malígna do além havia dominado o pequeno chiwawa, que tremia mais do que latia, enquanto olhava para os nossos rostos com uma expressão que eu julguei como “Hehehe, eu vou matar você, au au!”.

Tudo bem, não fomos atacados, mas o o carpete foi. O bicho agarrou com vontade a pelugem do carpete, dando umas puxadas ao ponto de rasgar. Eu e Rachel o encarávamos horrorizadas, eu me pergunta como um bichinho daquele tamanho poderia rasgar um carpete e a mulher ao meu lado parecia quase ter infarto, com direito a mãozinha no peito.

– Meu bebê... – Ela falou se referindo ao carpete agora só aos trapos.

– Eu não queria dizer isso, mas eu falei que comprar essa parada felpuda não ia dar certo. – Falei cruzando os braços enquanto balançava meu corpo para frente e para trás.

– O coitadinho deve estar com fome, vamos procurar algo para ele comer. – Ela disse, pegando o cachorrro com um pouco de esforço e o levando até a cozinha.

Eu fiquei um tempinho brincando com o cachorro ainda sem nome enquanto Rachel procurava pelos armários alguma comida para dar a ele. Mas não tinha uma ração ou algo para cachorro e acabou por optando para um pouco de arroz com um resto de carne que tinha na geladeira, mas aparentemente ele não era muito fã de arroz com carne e uma manga esquecida dentro da geladeira pareceu mais atrativa, já que ele enfiou o fucinho lá dentro e saiu com a fruta dentro da boca, se acomodando no carpete a mandando ver.

Rachel ficou encarando-o com cara de tacho e eu só imaginando a desgraça que iria vir depois, e acertei! Minutos depois, a manga não pareceu ter feito um bom resultado e Totó – inclusive, esse foi o nome em que lhe batizamos – acabou soltando o barroso no meio do carpete limpinho da sala.

Definitivamente, Rachel teria que jogar fora aquele negócio amanhã de manhã.

Eu já via o arrependimento de Rachel bater em seu rosto a partir do momento em que o Totó se apossou da sua cama, não deixando ninguém mais se aproximar, e quem tentasse levava uma mordida. Eu tentei, e não foi muito legal.

– Eu vou ligar pro meu pai vir me bus... – Eu disse isso em uma parte da noite. Devia ser quase umas onze da noite e definitivamente eu não poderia me abrigar no mesmo lugar que aquela criaturazinha peluda.

– Você não vai me deixar sozinha com esse animal! – Ela disse alto, apontando o dedo para o cachorro.

Poderia ser simples, a gente só pegava ele e devolvia para a rua, mas os nossos corações moles não deixavam, e por fim, acabamos dormindo na sala, com o carpete já retirado dali, óbvio, e depois de uma faxina básica pra tirar o cheiro de catinga.

Rachel ligou para o meu pai e disse que eu ficaria com ela essa noite, mas ele nem se preocupou. Talvez os assuntos com o cliente haviam sido mais demorado que o imaginado.

Sonhei com um campo de sorvete. Tinha sorvete pra tudo que é canto, e eu realmente não queria acordar, até sentir uma coisa molhada na minha cara e um bafo de onça hor-ro-ro-so.

Eu dei um grito quando vi Totó em cima de mim, acordando no mesmo instante Rachel, que caiu do colchão, que estava no chão, espatifando a cara na madeira.

Eu comecei a espernear e o bicho deve ter achado que eu estava bricando, pois começou a pular ao meu lado e Rachel demorou uns trinta segundos para saber o que estava acontecendo e levantar e mais dez para retirar o bicho de cima de mim.

Rachel é bem lenta pela manhã.

Depois que retiramos o mini filhote de cruz credo de cima de mim, acordamos de vez para ir poder tomar café, e estava tudo bem até ali, até o pequeno the mônio resolver que tem uma monstruosa atração por gélea de morango.

Ele acabou com todo o conteúdo do pote e ainda veio para cima de mim se limpar.

Sofri bastante e voltei para casa parecendo um zumbi.

Contei toda a história pro meu pai de dentro do banheiro enquanto me arrumava para ir para escola. Ele ouvia tudo lá da cozinha e de vez em quando soltava um “Eu avisei que pegar bicho abadonado na rua não ia dar boa coisa!”. Mas quem ia imaginar, que um bichinho tão inofensivo ia fazer um estrago daqueles?

Detalhe: O cachorro não sobreviveu até a segunda semana. Morreu atropelado.

Fizemos um velório digno: Meu pai, o padre, Kentin, o coveiro e eu a moça que chorava desamparada em cima do caixão – caixa de sapato –, e bem, com Rachel, omitimos para ela sobre o fato do cachorro morrer e falamos que ele havia fugido.

Era bem mais fácil contar uma mentira fajuto do que aturar o surtos dela por causa da nossa irresponsabilidade com um dog puro e inocente que não tinha culpa de nada.


Notas Finais


O capítulo sete pode demorar um pouquinho. Eu ainda nem cheguei a metade com ele e pretendia terminá-lo para finalmente poder postar o seis, mas resolvi não vacilar com vocês.

Playlist da fanfic: https://www.youtube.com/playlist?list=PLhU6SVRN1vHbHfG3gozTxEsmmFGTmEzZr
Ordinary Life, com o Lysandre: https://spiritfanfics.com/historia/ordinary-life-6678585
Jornal da fanfic: https://spiritfanfics.com/jornais/previa-marota--pnp-9416682

Espero que tenham gostado, qualquer opinião me digam, é show de bola lê-las.

Butijões


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