História Professional Relationship - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Dimitry, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Exibições 63
Palavras 1.516
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hellou, people!
Estou postando e já sentindo o climinha de férias. U.u
Esse ficou meio curto,mas espero que gostem.
Boa leitura

Capítulo 8 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Professional Relationship - Capítulo 8 - Capítulo 7

POV’s Castiel ON

-Finalmente!- o loiro exclamou, arrancando o paletó. -Sei que você precisa de armas no estoque, mas tantas assim?

-Prevenção sempre.- Kentin disse. Notando que essa frase acabou por ter um duplo sentido, rimos.

-Esse foi o último.- falei, fechando o container.

-O próximo carregamento só chegará daqui duas semanas.- Lysandre anotou algo em seu celular.

-Agora é voltar para a vida chata naquele prédio.- revirei os olhos.

-Você escolheu isso, não pode evitar.- cruzou os braços. -Ande logo, já está amanhecendo.- entrou no seu carro.

__//__

Entrei no meu apartamento, logo arrancando a camisa.

Minhas roupas estavam um trapo. Cheias de sangue e rasgados. Arranquei tudo e joguei no chão. Minha empregada arrumaria tudo depois. Fui ao banheiro e tomei um bom banho. Enquanto a água escorria pelo meu corpo, eu refletia.

“É hoje que aquela morena anã vai lá para pegar a vaga de secretária.”- pensei. “Tenho certeza de que ela sairá correndo quando souber.”-abri um sorriso de orelha a orelha, convencido com a minha ideia.

Terminei o banho e me sequei, indo ao closet. Apenas uma simples calça preta, camisa branca, gravata preta e blazer preto, assim como os sapatos. Arrumei os cabelos para trás, deixando-os fixos naquela posição. Olhei para o relógio em meu pulso e vi que já eram 8h15min. Peguei minha arma e a guardei no cós da calça, saindo dali.

Eu sempre tomava café na empresa, até porque somente o café de Arlette poderia me animar.

Demorei uns vinte minutos para chegar, considerando que eu vim numa velocidade absurda, ignorando todas as leis de trânsito.

Saí do carro, fechando o semblante, para passar a imagem de “sério”. Passei pelas portas automáticas e encontrei um bando de pessoas conversando. Claro que, quando entrei, todos se calaram e voltaram aos seus postos. Passei pelo saguão, notando os olhares cobiçadores de umas piranhas que estavam no balcão da recepção. Resolvi dar um agrado a elas e dei um sorriso, fazendo-as suspirar. Entrei no elevador , apertando o botão em seguida.

Ele parou em três andares aleatórios.  25, 34 e 46. Foi onde os meus três parceiros entraram.   

-Mais um dia tediosos se inicia.- o loiro falou. Ele possuía olheiras embaixo dos olhos. O elevador se abriu e nós entramos naquele corredor.

-Quais os compromissos para hoje?-Lysandre indagou, enquanto andávamos.

-Arlette refez a minha agenda, então tenho de verificar com ela.- respondi.

-Por favor, que não tenha alguma reunião demorada e chata com um daqueles vel...- ele se interrompeu, parando de andar. Olhava atentamente para um ponto, na direção da mesa de Arlette, para ser mais exato

-O que tanto olha, ô loir...- até eu mesmo travei.

Ela estava ali parada, olhando algumas pastas em cima da mesa. A camisa branca estava dobrada até os cotovelos e enfiada por dentro da saia, que delineava seu quadril e a parte traseira. Mesmo nos saltos, ela ainda continuava sendo uma anã. Mas por céus... Como ela está de pé em cima daquilo? Os cabelos longos e escuros escondiam os brincos grandes que ela usava. Aqueles olhos verdes estavam com um delineado longo, mas não grosso. Os lábios já haviam perdido o tom rosado; ela devia de estar mordendo-os a tempos, pois estavam extremamente vermelhos.

Ela é estilosa sem esforço

-Quatorze... Quatorze...- desviava o olhar por entre as pastas. -Devem de estar no arquivo.- puxou uma das pastas da mesa e saiu andando, entrando numa sala a poucos metros dali. Enquanto ela andava, não pude não notar o movimento de seus quadris ou de sua bunda.

Porque ela anda como uma chefe

Porque ela trabalha como uma chefe

-Oh, Deus! Agora sim! Meu dia mal começou e já ‘tá completo.- o loiro ao meu lado comemorou.

-Cale a boca.- revirei meus olhos.

-Ora, por que está todo estressadinho?- ele provocou.

-Ela ainda está aqui.- falei, cruzando os braços. -A essas horas, já era para ela estar a léguas de distância.-ela voltou da sala, segurando outras três pastas.

-Você realmente não consegue aceitar que Arlette precisa se aposentar, não é?-Lysandre falou.

-Ela estava bem aqui, apenas isso.- disse. -Vou resolver isso aqui.

-Vai contar a ela? Assim? Na lata?- Kentin questionou.

-Alguém tem de fazer isso.- andei até a morena, que estava concentrada em organizar os papéis dentro das pastas. Coloquei uma de minhas mãos sobre a mesa, me apoiando, e me inclinei na direção dela. Notando a minha mão na mesa, ela ergueu seu olhar, tomando um susto.

-Céus...- colocou a mão sobre o peito. Ri internamente. -O que quer?

-Isso são modos de tratar alguém?- endireitei meu corpo, cruzando os braços.

-Oh, perdão.- ela largou as pastas, colocou ambas as mãos, juntas, na frente do corpo, e olhou para cima. -Bom dia, senhor. Em que posso ajudá-lo?- senti a ironia na sua voz.

-Menos ironia na voz.- revirei os olhos.

-Sei como ser educada e como falar de forma polida.- cruzou os braços. -Só não sou assim com você.

Ela tem seu próprio jeito

-Você sabe com quem está falando?- arqueei uma sobrancelha.

-Um dos líderes da Máfia Russa?- ela indagou.

-Isso, um dos líderes da Máfia Russa.- assenti. -Espera um pouco... Como você...

Ela joga como uma chefe

-Arlette me disse.- deu de ombros, analisando uma folha. Em seguida a guardou em outra pasta.

-E você não saiu correndo?- eu estava incrédulo.

-Fiquei assustada, confesso.- suspirou. -Mas Arlette me assegurou que eu vou ficar bem.

-E eu não poderia, sei lá, te matar?-vi ela engolir em seco.

-Se você fosse tão violento, já teria colocado essa arma que está no cós da sua calça na minha têmpora e estourado meus miolos.-olhou-me nos olhos. -Mas, quem sou eu pra dizer o que você é, certo?- colocou as pastas uma em cima da outra, alinhando-as perfeitamente. -Mais algo?

Fiquei segundos em silêncio.

-Arlette...- falei.

-Ela saiu, foi resolver alguns assuntos da aposentadoria. Voltará em duas ou três horas, no mais tardar.- falou, indiferente.

Fala como uma chefe

-Ela deixou o meu café?- indaguei.

-Café preto com um pouco de creme, correto?-  me entregou um copo térmico, que ela retirou do além.

-Sim.-peguei o copo.

-Cavalheiros.- chamou a atenção dos demais. -Ela me disse que não sabia se iriam tomar café aqui, mas deixou aqueles comes e bebes ali da mesa.- apontou uma mesa no canto. -E ela me disse que você tem uma reunião com o Senhor Gouverment daqui a...- olhou no relógio. -Quarenta e cinco minutos. Ah, na sala de reuniões número 4.- virou-se e pegou quatro outras pastas. -Claro, o senhor irá acompanhado de seus outros três parceiros.-entregou uma pasta para cada um. -E o assunto da reunião...-abriu a agenda. -O senhor Gouverment quer começar a comercializar drogas e armas na área 64.-fechou o caderno. -Nas pastas estão os acordos que a própria Arlette digitou. Sugiro que dêem uma olhada.

-E depois da reunião?- eu ainda estava um tanto impressionado. Ela estava ali a menos de quarenta minutos e já estava a par de tudo.

-Responder e enviar e-mails aos outros líderes e assinar a pilha de contratos que se encontra na sua sala.-foi para atrás da mesa.

-Qual o tamanho, mais ou menos?- perguntei e ela indicou algo um pouco mais alto que ela. -Nem é tão grande.- ela revirou os olhos.

-Se não tem mais nada construtivo a falar, vou voltar ao que eu estava fazendo.- alisou a parte de trás da saia e se sentou. Olhou para a tela do computador , começando a digitar rapidamente.

Faz o que uma chefe faz

-Estarei aguardando a chegada do homem.- disse simplesmente.

-Eu anunciarei a sua chegada e o conduzirei até a sala de reuniões.- respondeu, sem olhar para mim.

Os outros pegaram algo para comer e me seguiram. Todos entramos na minha sala e eu fechei a porta.

-Ela é boa.- Kentin se sentou num sofá que eu tinha ali.

-Muito boa.- Nathaniel e Lysandre disseram ao mesmo tempo.

-Boa até de mais.- me sentei na cadeira e juntei ambas as mãos perto do queixo.

-O que quer dizer com isso?- Lysandre indagou.

-Não é estranho o fato de ela lidar com tanta naturalidade esse assunto?- meus olhos estavam opacos. -Pra alguém que acabou de chegar no país, ela está lidando muito fácil com o assunto “trabalhar com mafiosos”.

-Muitas pessoas, para afastar o perigo, agem naturalmente. Mas ela está com todos os sentimentos dentro de si. Todo o medo, no caso.-Kentin se pronunciou. - É um mecanismo de defesa natural. Algo automático, como desviar de algo que foi lançado contra você, por exemplo.

-Mas ainda... Não consigo engolir essa história.- neguei com a cabeça.

-E o que pretende fazer? Passar um pente fino na vida dela?-Nathaniel indagou.

-É uma boa ideia.- sorri.

-Você não vai fazer isso, Castiel.- Lysandre negou com a cabeça.

-Preciso saber mais de meus funcionários, interagir com eles.- sorri de escárnio.

-Você que sabe. Mas está nessa sozinho.- deu de ombros, se retirando da sala. Peguei o telefone e disquei uns poucos números. Logo, estava em chamada.

-Alô? Dakota? Preciso de um favor seu...

Não consigo adivinhar, há alguma coisa sobre ela

POV’s Castiel OFF 


Notas Finais


Música utilizada: Miss Independent - Ne-Yo.
Uh...Qual será o papel do nosso "querido" Dake, agora? *risada maléfica*
Só no próximo!
Espero que tenham gostado.
Kissus, ~StrangeDemigod


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