História Professor Bieber - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Christian Collins, Justin Bieber, Sabrina Carpenter
Personagens Christian Collins, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Sabrina Carpenter
Tags Drama, Juslia, Lolita
Exibições 242
Palavras 11.735
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


IMPORTANTE!!!!!!!!!!!!!!
HEEY PIPOCAS, SIM! EU VOLTEI...(TUTS, TUTS U.U)
GENTE ME DESCULPEM PELA DEMORA, EU TIVE ALGUNS IMPREVISTOS, SINTO MUITO POR FICAR TRÊS SEMANAS SEM POSTAR! ESSA NUNCA FOI A MINHA INTENÇÃO...
TENTEI FAZER UM EP GRANDE PARA RECOMPENSAR VOCÊS, BOM, ESPERO QUE GOSTEM! DESCULPEM SE HOUVER ALGUM ERRO E BOA LEITURA

Capítulo 14 - Episode Thirteen: Justin e eu juntos nunca mais!


Fanfic / Fanfiction Professor Bieber - Capítulo 14 - Episode Thirteen: Justin e eu juntos nunca mais!

Bradley e eu éramos, ou melhor, somos muito diferentes, apesar de que com a convivência já mudamos um pouco. Bradley era do tipo enturmado sempre sorridente, popular com todos, lindo, pele clara cabelo castanho, músculos definidos pela academia praticada e natação desde criança, não era do tipo bombadão ele é mais do tipo forte e definido, olhos e cabelos castanhos, cabelo curto. Bradley passou no ano anterior raspando, e não estava muito bem no começo deste ano e o professor professor de biologia vulgo mesmo se chama Justin Bieber lançou um trabalho em que valeria 50% da nota do semestre e os outros 50 % seriam divididos entre 30% a prova final e 20% uma avaliação. O professor explicou o trabalho em geral e dizendo que seria em dupla os alunos já começaram um alvoroço, mas quando iam se levantando para formar as duplas veio a surpresa, ele iria forma-las sendo acompanhado de reclamações. Bradley e eu fomos escolhidos para formarmos uma das duplas e fomos chamados para anotarmos nosso tema.

 

 

O professor nos passou as informações do trabalho olhou bem para Bradley e disse: — Estarei avaliando não só o trabalho escrito e apresentado mas a participação da dupla também, caso eu veja que apenas um esta trabalhando será zerada a nota de quem esta encostando, falta de compromisso e de quem esta sendo encostado por permitir esse comportamento.

 

 

Pela primeira vez em minha vida acadêmica naquela aula contestei com o professor: — Isso não é justo — Digo bufando.

 

 

— Caso haja algum problema vocês deverão repassa-los para mim e eu tomarei as devidas providências.

 

 

Ajuntamos nossas carteiras para combinarmos como faríamos o trabalho, ficou combinado que nos encontraríamos em sua casa na próxima semana para discutirmos e elaborarmos a apresentação e divisão de tarefas combinamos de ler o texto dado pelo professor como inicio de pesquisa e informações gerais do tema mas só eu li enquanto Bradley conversava, ria e se divertia com os outros alunos. No fim da aula o professor disse quando Bradley passou por sua mesa: — Espero que tenha prestado a atenção no que eu disse, pois se continuar como eu vi aqui, teremos nota zerada.

 

 

Nos dias que se passaram continuamos como antes apenas nos cumprimentávamos, quando chegou o dia fui a sua casa, Bradley me recebeu sem camisa e com um short curto de futebol, fiquei meio sem jeito ele percebeu e disse: — Chega ai Ju, fique à vontade quer beber alguma coisa?

 

 

—  Não obrigado, onde vamos ficar?

 

 

— Pode ser no meu quarto, lá tem a escrivaninha e o note. Vem é por aqui. — Ele disse subindo as escadas — Não quer tirar essa camisa? Só estamos nós dois aqui pode relaxar ta mo calor.

 

 

— Tudo bem é melhor eu ficar assim mesmo, eu já pesquisei algumas coisas o que você encontrou?

 

 

— Na verdade, nada, achei que iríamos pesquisar hoje?!

 

 

— Já imaginava — falei baixo.

 

 

Pesquisamos e dividimos as partes do trabalho a ser digitado e combinamos de na próxima nos reunir para debatermos a apresentação na próxima semana. Trocamos mais algumas informações, e quando disse que ia embora, Bradley me perguntou se eu não poderia ajuda-lo, pois ele estava com os trabalhos das outras matérias atrasados e estava com dificuldades, como não tinha nada para fazer resolvi ajuda-lo porém quando percebi eram muito mais coisas do que eu pensava. Durante o auxilio seu cheiro parecia diferente e gostoso, ele parecia tão gentil coisa que eu não achava que ele era na escola principalmente comigo, me peguei algumas vezes admirando seu corpo o que ele não percebeu pois estava escrevendo os trabalhos mas aquilo estava me perturbando. 

 

 

Fui embora e durante a noite não parava de pensar em Bradley, nunca tinha acontecido isso comigo nunca tinha tido nenhuma atração por ele, apesar de sempre ter achado Bradley bonito nunca tinha tido nenhum desejo por ele. No outro dia Brad me cumprimentou e diferente das outras vezes não foi para um grupinho de amigos ficou conversando comigo, tirou algumas duvidas agradeceu pela minha ajuda e começou a conversar outras coisas, perguntar sobre mim, meus gostos, estava tão envolvida que só percebi que a aula já havia começado quando a professora me chamou a atenção mas nem me importei muito estava feliz com a inesperada amizade de Brad.

 

Passamos a conversar mais, e claro que eu passei a tomar mais cuidado com a aula e conversar apenas nos intervalos e em casa sempre estava acessando seu perfil na rede social vendo suas fotos e ele parecia também estar gostando de minha companhia, dizia que eu era diferente das outras garotas que nossos papos eram mais sérios menos bobagentos e que estava curtindo isso. No dia da reunião para discutirmos a apresentação cheguei em sua casa mas estava tudo fechado resolvi ir embora pois liguei para seu celular mas estava desligado, já estava na esquina de sua casa quando ouço alguém me gritando era Brad vindo correndo em sua bicicleta sem camisa todo suado de boné virado para traz.

 

 

— Pera ai Ju, me desculpe, minha mãe pediu para eu levar umas coisas pra minha tia e acabei enrolando lá, mas vamos fazer o trabalho. — Entramos em sua casa e já fomos para seu quarto. — Nossa, hoje esta quente parece que cada dia fica mais calor, tira essa camisa você deve estar cozinhando ai dentro.

 

 

— Não, esta calor mas eu não vou ficar apenas de top na sua frente.

 

 

— Ah, qual é? Você ainda ta com vergonha de mim? Anda tira logo essa camisa. — Ele disse com um sorrisão aberto.

 

 

— Não, estou de boa — Respondi.

 

 

— Nada disso, vai tirar agora — E sem aviso prévio ele veio para cima de mim arrancando minha blusa.

 

 

— Não, para...

 

 

— Para de besteira, esta tão calor que vou tirar ate está bermuda e ficar só de cueca, algum problema pra você? 

 

 

— Nenhum, você esta na sua casa.

 

 

Quando ele tirou seu short e deu uma "ajeitada" em seu membro meu coração deu uma disparada, mas me controlei e disse: — Melhor a gente estudar, o que você estava pensando sobre a apresentação.

 

 

— Sei lá, podemos fazer uns cartazes, eu falo uma parte e você fala outra, o que você esta olhando?

 

 

— Hã? Eu? Olhando o que? — Gaguejei com o olhar preso em seu corpo.

 

 

— É, você esta me olhando de um jeito, sei lá — Ele ri.

 

 

— Há não, é que eu tive uma ideia — Abaixo meu olhar — O que você acha da gente desenhar em seu corpo os órgão do sistema digestivo, vai ser o maior alvoroço e nos podemos ganhar pontos com a criatividade.

 

 

— Tai, gostei, e fora que ainda podemos ganhar uns pontinhos, eu com as minas e você com os caras, né? 

 

 

— Nós não, você, eu não vou ficar pelada na frente de ninguém. Eu pensei em pintar você, aí eu explico.

 

 

— Ah é? Só eu, porquê? O bonita, tem que ser nós dois! — Ele veio pro meu lado cutucando minha barriga

 

 

— Eu não, além de eu ter vergonha não tenho a barriga definidinha como a sua.

 

 

— Você acha minha barriga bonita é? — Ele começa a fazer cócegas em mim, rindo e arrancando várias risadas de mim.

 

 

— Acho, par-para, me larga.

 

 

Ele me deitou na cama e subiu em cima de mim continuando a fazer cócegas, eu para me defender parei de só tentar tirar suas mão de mim e parti para o ataque também, ficamos nessa brincadeira até ele cair de lado na cama morrendo de rir.

 

 

— Ai, você é muito mais divertida do que eu pensei. — Enquanto Bradley falava subi em cima dele e comecei a fazer cócegas nele.

 

 

— Divertida, inteligente, bonita, gostosa, e muito mais inteligente que você! Diga, vai.

 

 

Rindo e se defendendo Brad disse: — Inteligente até que sim, mas eu sou muito mais bonito e gostoso que você, diz você que eu sou mais, fala vai — Ele dá um sorriso de tirar o fôlego.

 

 

Com todo o movimento da brincadeira e como Brad estava só de cueca comecei sentir seu membro em minha bunda, e novamente seu cheiro invadiu meu nariz, ele suando eu também o calor de seu corpo. Acabei ficando excitada  e ele percebeu isso, fiquei sem graça, parei e tentei sair de cima dele, mas Brad me segurou pela barra do short.

 

 

—  Não vai fugir não, começou agora continua —  E na tentativa de fugir acabei ficando apenas de top e calcinha, Brad puxou com tanta força que fez meu short rasgar. Fiquei vermelha, azul, verde, mudei de cor morrendo de vergonha além de quase pelada estava excitada.

 

 

Morrendo de rir Bradley disse: Que corpão é esse em Julia?

 

 

— Para Brad, me empresta uma roupa.

 

 

— Que isso Ju, com esse corpo que você tem, deveria ter orgulho e ficar se exibindo.

 

 

— Anda Brad, para de brincadeira.

 

 

Escondendo uma de suas blusas nas costas ele saiu correndo pelo quarto, e eu corria logo atrás. — Te  da o quê, você quer e isso aqui?

 

 

Ele me mostrava por alguns segundos, balançava em minha frente e corria. — Eu quero isso agora, me da logo anda.

 

 

— Isso o que? isso aqui ou isso — Ele apontou para seu membro totalmente duro.

 

 

— Para Brad! — Falei, ou melhor sussurrei parando de correr. — Não somos mais crianças, me entrega o que eu quero agora.

 

 

— Então não somos mais crianças, e você quer isso agora? Tudo bem, eu já vou te dar!

 

 

Brad veio para meu lado e quando chegou perto, jogou sua blusa longe. Virei indo pegar, e ele me pegou pela cintura, me puxando de encontro a seu corpo, senti seu corpo suado e quente em minhas costas, seu membro duro encostando-se na minha bunda me deixando arrepiada, com a boca em meu ouvido ele disse: — Vem aqui, porque o que você quer esta aqui!

 

 

— Para Brad, eu não gosto desse tipo de brincadeira não! Pa-ra...papa...para...

 

 

— Não gosta? Então porque esta tão excitada assim hein? – Falou pegando no meu cabelo e me enconchando, ele começou a morder minha orelha e foi me levando para cama. Me jogou na cama subiu em cima de mim, ficou esfregando seu corpo no meu — Fala que não quer agora, fala, que não ficou o tempo todo olhando pro meu corpo, anda, diz que não gosta quando eu chupo seu pescoço assim — Ele chupa dando mordidinha no meu pescoço —  Fala que não quer sentir meu pau entrando nessa sua buceta, hã? Fala que eu quero ouvir.

 

 

— Quer saber, que se dane, me come logo de uma vez e se você disser pra todo mundo quem vai perder mais é você mesmo — Eu disse segurando em seu pescoço.

 

 

—  Quem disse que alguém vai ficar sabendo? Eles só vão saber se você contar.

 

 

Pegou uma camisinha  no criado mudo, colocou em seu membro enquanto eu tirava o resto da minha roupa. Abri minhas pernas e ele começou a enfiar os dedos em minha entrada. Seu dedo entrando e saindo me dava uma sensação tão gostosa e eu so gemia, ele logo enfiou a cabeça do seu membro na minha intimidade e aos poucos até se encontrar totalmente dento de mim. Ele me abraçou e ficou um tempo parado esperando eu me acostumasse. O calor do seu corpo e seus beijos no meu pescoço me ajudaram, logo eu já estava rebolando em seu membro, percebendo isso Brad começou um movimento meio descompensado  que aos poucos foi se tornando ritmado me dando mais prazer, ficamos um bom tempo nessa posição, pedi para mudar e sentei em seu membro começando a cavalgar, ele passou a gemer mais alto, senti seu membro inchar, Brad  tinha gozado.

 

[..] DIAS ATUAIS... 

 

 

— Você não cansa de perder não é?! — O menino ria enquanto dava um gole em sua cerveja.

 

 

— Para, você se acha demais Bieber! 

 

 

— Não não me acho, eu sou Ryan! Não é atoa que todas as garotas caem matando em cima de mim — Justin se gaba levantando para ir até a cozinha.

 

 

— Certo, agora vamos falar de uma garota específica...Julia Collins 

 

 

— O que tem? 

 

 

— Como assim, "o que tem?" — Ele revira os olhos — Já aceitou seus sentimentos em relação a ela? 

 

 

— Não começa com essa história, Ryan...—  Justin dá um suspiro completamente derrotado.

 

 

— Vai Justin, você sabe que eu tenho razão! Você está apaixonado pela baixinha, todas as nossas conversas provam isso. Sempre que a gente conversa você em algum momento cita o nome dela! Vai Bieber, repita comigo, eu estou apaixonado pela minha aluna...— Ryan dizia olhando nos olhos de Justin.

 

 

— Eu estou apaixonado pela minha aluna — Justin diz sorrindo — Eu estou apaixonado pela Julia...

 

DIA SEGUINTE...

 

 

— Julia, eu preciso te perguntar uma coisa, mas antes olha, eu sei que deveria ser de outra maneira e não tão simples, sei que deveria ser especial e principalmente fora de uma mera sala de aula, mas saiba que é de coração...— O menino põem as mãos nos bolsos de sua calça enquanto olha a ponta de seus sapatos.

 

 

— O que você tem pra me dizer? — A jovem menina perguntou sorrindo.

 

 

— O que você quer ouvir primeiro? Que eu te amo ou que eu quero namorar com você? — O menino diz se ajoelhando — Eu escolheria você. Se me dessem um último pedido, eu escolheria você. Se a vida acabasse hoje ou daqui mil anos, eu escolheria você. Eu te peço perdão por te amar de repente, do exaspero das lágrimas, a fascinação das promessas. Desde o primeiro dia em que te vi, senti que havia encontrado alguém que iria me completar. Alguém que sempre sonhei em ter ao meu lado, alguém que nas minhas horas de tristeza pudesse me amparar. Alguém que pudesse me compreender e me fazer feliz. Hoje posso dizer que tudo que vi em você é verdadeiro, e isso faz eu me apaixonar mais ainda por você. Eu senti que realmente você é tudo que faltava em minha vida, é a minha razão de viver. Quero que seja meu hoje, o meu amanhã e sempre. Julia, você aceita namorar comigo?? 

 

[...] ALGUNS MESES DEPOIS...

 

 

— Nem sei o que dizer sobre esta semana, parece um sonho. 

 

 

— Se for um sonho quero ficar assim pra sempre, dormindo e sonhando com você. — Ele sorri me abraçando e beijando meu pescoço.

 

 

Estávamos sentados na areia, eu entre suas pernas e ninguém na praia, o céu azul o mar calmo, poucas ondas, a areia branquinha. 

 

 

— Vamos tomar um banho de mar, vem amor! 

 

 

Justin se levantou e saiu correndo para o mar me chamando e eu fui atrás. Consegui alcança-lo, nos beijamos e sorrimos, mas o mar começou a ficar agitado as ondas ficando mais fortes, nos afastando de repente, logo já me via longe de Justin, eu o chamava e tentava ir a seu encontro e ele do meu, mas a força do mar era maior que a nossa e nos afastava mais e mais, eu gritava seu nome.

 

 

— Justin, Justiiiiiiiin, não, não, nãooooooo!!!!

 

 

Abri os olhos, com o coração disparado, gritando. — Calma, eu estou aqui, já passou, calma, foi apenas um pesadelo. Estou aqui! —  Abracei forte o braço de Justin, eu estava tremendo, suando frio. 

 

 

— Me desculpa.

 

 

— Não há o que se desculpar, na verdade, eu que tenho que lhe pedir desculpas. 

 

 

— Por que? 

 

 

— Esta na minha hora, tenho que ir, mas acredite vou com o coração apertado te deixando assim.

 

 

— Eu estou bem, serio, pode ir. 

 

 

— Sabe como é, não posso deixar de dar aula hoje, mas você pode ficar aqui se quiser, sua turma não vai ter aula mesmo, logo estarei de volta.

 

 

— Sei bem como é isso, se você não for a diretora vai dar um ataque. 

 

 

— Esta bem mesmo? 

 

 

— Sim, estou te dizendo, pode ir. 

 

 

Ele sela nossos lábios em um breve selinho, mas logo para assim que fica perto da porta — Sabe, já tem alguns dias que quero te dizer algo, minha família está pensando em vim pra cá essa semana, bem, eu estava pensando, nós podíamos dormir algumas noites jutos afinal estamos oficialmente namorando às escondidas, o que acha? 

 

 

— Deixe me ver se entendi, você está pensando em me apresentar para sua família? — Abro um sorriso vendo ele concordar com a cabeça — Tudo bem, acho que esta certo, meu pai viaja amanhã, meu irmão está passando um tempo com a nossa tia...

 

 

— Então a princesa vai ficar sozinha? 

 

 

— Não exatamente, Ennie ficara responsável por mim. Falando nela, gostaria que você a conhecesse, o que acha? 

 

 

— Acho que já esta na hora, então sim, tenho certeza que será um grande prazer! 

 

 

Sorri me despedindo de Justin, já estávamos na porta do "nosso" apartamento quando resolvo perguntar: — Quando vamos nos ver novamente? 

 

 

— Mais provável daqui a quatro horas, mas tentarei vir mais cedo — Nos beijamos, ele acariciou meu rosto e disse: — Se cuida certo? Qualquer coisa me mande uma mensagem no celular. 

 

 

— Tudo bem, você também — Abro a porta e vendo Justin passar pela mesma indo embora. 

 

 

Eu volto para a cama até ouvir alguém bater na porta — Que carinha de sono é essa?

 

 

— Entra, bom dia tudo bem?

 

 

— Bom dia, olha o que eu trouxe para você — Ele sorri — Bolo de cenoura com cobertura de chocolate, seu favorito!

 

 

— Nossa que delicia, fofuxo. 

 

 

Dou espaço para que Ryan entre, caminho até a cozinha sendo seguida pelo mesmo —  Eai, como vão as coisas? Encontrei com o Justin lá em baixo, esta tudo bem com vocês?

 

 

— Sim esta bem, bom as vezes sinto falta de sair um pouco sabe — Suspiro. 

 

 

— Conversa com ele.

 

 

— Vou tentar mais, mas sei la não queria ser imposta, sabe?

 

 

— Mas tem um motivo para ele não querer sair?

 

 

— Acho que é porque nós temos que ficar escolhendo cuidadosamente os lugares onde vamos.

 

 

— Isso tudo é por causa do seu pai, não é? 

 

 

— Sim, ele e um pouco cabeça dura.

 

 

— E os pesadelos, voltaram?

 

 

— É voltaram, mas vão sumir.

 

 

— Você ainda não contou pro Justin sobre o que são os pesadelos? 

 

 

— Sabe, a Ennie adoraria saber a receita desse seu bolo — Contorno o assunto comendo um pedaço do bolo.

 

 

— Não foi isso que eu perguntei.

 

 

— Não, e você também não vai contar.

 

 

— Claro que não, mas você sabe não tem culpa nenhuma disso, certo? São apenas pesadelos, algo que você não consegue e nem pode controlar, ele vai entender, Ju. — Ele acaricia minha bochecha — Ele te ama.

 

 

[...] ALGUMAS HORAS MAIS TARDE...

 

 

Justin e eu estávamos prestes a assistir um filme de terror, ele veio da cozinha com uma bacia cheia de pipoca usando apenas uma cueca e sentou ao meu lado, eu estava apenas com uma regata e uma calcinha.

 

 

— Justin, o que acha de sairmos esta noite? 

 

 

— Não prefere ficar aqui juntinho comigo, amor? — Ele sorri beijando meu pescoço. 

 

 

— Você sabe que eu adoraria, mas quase não saímos juntos, eu sinto falta disso as vezes. 

 

 

— Me desculpe, eu sei que você sempre quis um relacionamento perfeito, mas você sabe que é perigoso. Às vezes esqueço que você ainda é uma adolescente que quer ver o mundo. 

 

 

— Falando assim, parece até que você é um velho. Temos uma diferença de idade sim, mas isso até hoje nunca atrapalhou em nada.

 

 

— Quer dizer que o velhote aqui não deixa a desejar, quer dizer que eu dou conta do recado? — Justin diz colocando a bacia de pipoca no chão e vindo me fazer cócegas.

 

 

— Talvez — Respondo  rindo.

 

 

Justin tirou minha roupa e beijou todo meu corpo, chupou meu pescoço, sentei em seu colo encaixando seu membro em minha entrada e "cavalguei" subindo e descendo usando seus ombros como apoio, depois de um tempo assim ele se levantou e eu fiquei de joelhos no sofá segurando no encosto do mesmo, Justin me penetrou mais algumas vezes até gozarmos juntos. 

 

 

Depois de nossa "rapidinha" nós fomos tomar banho eu disse a Justin: — Viu? Quanta disposição em meu velhote...

 

 

— Estou exausto.

 

 

— Eu também estou exausta, você não tem noção do quanto, mas estou muito satisfeita.

 

 

— Fico muito feliz em saber que estou te fazendo feliz, quem sabe um dia eu consigo de vez tirar todo esse peso de cima da gente, aí nós poderemos "viver felizes para sempre"  —  Apenas abaixei a cabeça sorrindo e me virei de costas para Justin, pedi para que ele a ensaboasse.

 

 

[...] ALGUNS DIAS DEPOIS...

 

 

Mais uma vez o celular de Justin estava dando desligado, as mensagem são enviadas, mas não são recebidas. Dois dias e nem um sinal dele, algo que me faz começar a ficar preocupada. Era sexta feira a tarde ja não tinha mais clientes e fui para a casa de Ryan  desabafar. 

 

 

— Calma Julia, talvez ele so esteja com muito trabalho. 

 

 

— Mas ele não poderia me responder com pelo menos um "estou ocupado"? 

 

 

— Eu sei, é complicado ficar sem noticias, mas já pensou em ir na casa dele? 

 

 

— Foi uma das primeiras coisas que me veio à cabeça, mas eu desisti.   

 

 

— Por quê? 

 

 

— Medo, medo de ele brigar comigo, não quero que ele pense que eu sou uma descontrolada, Ry. 

 

 

— Não acho que ele vá brigar com você por se preocupar! 

 

 

— Eu sei, mas estou insegura, tudo bem! Pra mim é difícil saber que tem pessoas que podem destruir o nosso amor, eu tenho esse medo e não adianta tentar me explicar ou convencer, na verdade o medo nem é tanto dos outros, mas da minha própria pessoa, sabe? Eu fico insegura, começo a suar, penso que tudo pode dar errado. 

 

 

 

— Nossa que tenso Julia, e como isso tudo aconteceu? 

 

 

— Eu me apaixonei pelo Justin, desde o primeiro momento em que botei meus olhos nele. Eu ficava admirando o jeito dele falar, explicar, os métodos que ele usava para convencer os alunos que biologia é a melhor coisa do mundo me fascina, ele é tão inteligente, tem um jeito tão especial — Olhei para Ryan e o mesmo estava com o rosto apoiado sobre as mãos me olhando de um jeito estranho. — Por que esta me olhando assim Ryan? 

 

 

— Quando você está falando do Justin, seus olhos chegam a brilhar. Você até vive tendo sonhos com ele, não sei o por que de querer esconde-los dele.

 

 

— Porque são pesadelos! Você sabe que são horríveis. 

 

 

— Certo, certo, me desculpe! Mas vai conta o resto. 

 

 

— Não, nem quero mais.

 

 

— Ah vai logo, não vai me deixar curioso. 

 

 

— Tudo bem, ele era todo desinibido e articulado com os outros alunos, já comigo explicava as coisas do trabalho, perto dele eu ficava meio tímida, às vezes chegava até a gaguejar. Às vezes parecia que ele estava me olhando, mas quando eu olhava, ele disfarçava e quando não conseguia e eu perguntava ele dizia estar me avaliando. Depois de um tempo eu acabei chegando muito atrasada pra aula dele e ele me levou até a diretora, lá a bruxa velha disse que eu teria que ser ajudante dele por um mês, e no meu primeiro dia de castigo aconteceu nosso primeiro beijo. 

 

 

— Ai que lindo Ju!! — Ele afina a voz e logo em seguida dá um gritinho.

 

 

— Depois do beijo eu não parei de pensar nele.

 

 

— Serio?

 

 

—  Sim, depois disso veio nossa " primeira vez" e logo nossa primeira briga, e foi por causa dessa briga que eu lhe conheci senhor Butler. Eu passei por alguns pequenos problemas e seu amigo tentou ao máximo me ajudar, e o resto você já sabe. Ele me pediu em namoro e agora nós estamos tentando achar um jeito de ficarmos juntos pro resto da vida! — Digo sorrindo. 

 

 

— Nossa que historia linda Ju, fico imaginando e tentando entender o porquê que de tudo ainda estar assim, com um rumo incerto.

 

 

Abaixei a cabeça, uma tristeza me invadiu e suspirando fundo eu disse: — Eu também, eu tenho medo que ele se vá, Ryan.

 

 

Ryan me abraçou. Meu telefone apitou avisando o recebimento de uma nova mensagem, enxuguei uma lágrima que insistiu em descer, olhei no visor e era Justin.

 

Mensagem 

Eu te amo - Justin. 

 

 

— Viu, você não precisa se preocupar, o Justin não vai a lugar algum, ele ainda esta aqui. — Ele balançou a cabeça sorrindo.

 

 

[...] ALGUNS DIAS DEPOIS...

 

 

Justin chegou quarta-feira a noite na minha casa com uma caixa de bombons e um delicioso vinho pedindo mil desculpas. Disse que me recompensaria de alguma forma, que sabia que tinha me deixado um pouco de lado, mas foi em razão de compromissos e alguns problemas no trabalho, mas não queria entrar em detalhes, pois já tinha passado e foram momentos difíceis. Eu disse que ele não precisava passar por aquilo sozinho que eu estava ali para ajuda-lo seja em que fosse. Justin  me abraçou e me beijou e acabamos transando ali mesmo na sala. 

 

 

Mais tarde já indo embora Justin me diz: — Acho que lhe recompensarei antes do que você imagina, que tal um fim de semana todo nosso?

 

 

— Seria maravilhoso, nós nunca podemos ficar mais que algumas horas juntos.

 

 

— Ainda tenho que acertar alguns detalhes, mas creio que em breve poderemos curtir juntinhos um final de semana completo.

 

 

— Tudo bem aguardo ansiosa Sr. Misterioso. Vai ser no próximo fim de semana? 

 

 

— Claro! Não tenho nenhum mistério, apenas não quero te encher de esperanças e depois não poder cumprir, creio que já fiz o suficiente disso com você. — Ele diz alisando meu rosto. 

 

 

Não quis prolongar sobre a citação de Justin e apenas disse: — Espero sua mensagem de confirmação, beijo! 

 

 

Ele sela nossos lábios me puxando o mais próximo do seu corpo possível como se quisesse me colocar dentro dele. — Se eu pudesse te levava comigo.

 

 

— Que tal ficar mais um pouco? 

 

 

— Você sabe que eu não posso, mas saiba que já estou com saudade. 

 

 

[...] NO OUTRO DIA...

 

 

— Hum e ai Ju, soube que o Justin esteve ontem na sua casa, eai se acertaram?

 

 

— Sim, ele me pediu mil desculpas me trouxe presentes.

 

 

— Explicou o motivo do sumiço?

 

 

— Explicou e não explicou, disse umas coisas meio vagas, ai disse que foram compromissos, e problemas no trabalho, mas isso não é desculpa para não me mandar uma mensagem ou dar uma ligadinha que seja né? Não estou nem falando de vir, mas uma mensagenzinha? Quanto tempo ele demora para escrever uma mensagem?

 

 

— Há Julia, homem não é como mulher que faz mil e uma coisas ao mesmo tempo, vai ver ele nem lembrou.

 

 

— Ryan?! 

 

 

— Não estou dizendo que ele não lembrou de você, estou dizendo que ele nem deve ter percebido que não te deu noticias.

 

 

— É, realmente ele disse isso.

 

 

— Esta vendo? Sei bem como é isso, tenho um histórico de culpa.

 

 

— Ele disse estar planejando um final de semana todo nosso.

 

 

— Hum que surpresa! Quando? 

 

 

— Então, isso ele não disse, falou apenas que sera em breve.

 

 

— Menos mal, talvez vocês saiam, ele te leve para algum lugar.

 

 

— Pela forma como ele disse estou esperando algo deste tipo.

 

 

[...] ALGUMAS HORAS DEPOIS...

 

 

— Que ótimo Justin e quando vamos vim pra cá? Sexta à noite?

 

 

— Nada disso, você vai ir lá pra minha casa e passaremos o final de semana lá, mal posso esperar para poder dormir abraçadinho e acordar ao seu lado no outro dia sem ter que me preocupar em ir embora.

 

 

— Na sua casa?

 

 

— Sim, algum problema?

 

 

—Não, será ótimo! Mas uma pergunta, porque isso? Porque na sua casa e não aqui? Você tem tanto medo que as pessoas descubram sobre nós, se algum vizinho nos ver?

 

 

— Bom Julia, sabe...Sou um homem muito discreto, não sou mais uma criança, eu tenho que pensar nas consequências dos meus atos, muitos veem isso como uma encenação, fingimento, eu vejo como um modo de vida, uma forma de não me machucar mais que o necessário. Eu tenho um trabalho, onde muitos dos meus "colegas" que se soubessem que eu estou namorando com a minha aluna, eles não exitariam em me denunciar pra polícia. Ter parentes e amigos me julgando além de toda a sociedade por algo que acontece apenas no sigilo de um quarto na minha idade não é algo que quero e nem preciso no momento e por mais que eu saiba que você quer mais, quer sair por ai e não vê nada de mais, realmente, podemos sair e sairemos, mas por tudo isso eu preciso me sentir seguro em uma relação e você esta me fazendo me sentir assim e é por isso que vou abrir as portas da minha casa para você mais uma vez, como estou abrindo as portas do meu coração .

 

 

— Nossa!

 

 

— Veja isso como um pequeno passo, um voto de confiança e logo poderemos dar mais um e outro e quem sabe todos estes medos um dia acabem e eu me sinta tão seguro ao seu lado que a opinião dos outros não interfiram mais em nossa relação.

 

 

— Nem sei o que dizer, só espero poder retribuir todo esse carinho.

 

 

— E você está, e por isso que quero que este final de semana seja algo diferente, você sempre me pede para sairmos e passearmos em outro lugar, conhecer um pouco mais de mim e faremos isso em uma tacada só.

 

 

— Bom, tecnicamente não iremos sair, ficaremos novamente dentro de casa só que será uma outra casa e não aqui, mas tudo bem como você disse já é um começo e sim vou conhecer um pouco mais do misterioso “Sr. Justin”.

 

 

— Nossa “Sr. Justin” me senti um velho agora! 

 

 

Lacei com meus braços o pescoço de Justin, o beijei e disse: — Foi apenas uma forma de falar meu lindo. Sabe que você é perfeito para mim não sabe?

 

 

— Assim espero.

 

 

Depois de mais alguns beijos. — Cadê a pipoca? Já fez ou quer que o mestre cuca das pipocas aqui faça?

 

 

— O Fogão é todo seu mestre.

 

 

— Hummm ai sim, nada dessas pipocas de micro-ondas, isso aqui é pipoca de verdade me da só uns minutinhos e vai comer a melhor pipoca de sua vida!

 

 

Mais uma noite, filme, pipoca, carinhos e sexo em nosso apartamento. Justin era um homem muito carinhoso e tirando os momentos em que atendia o celular, algumas vezes ate indo para o banheiro para que eu não ouvisse a conversa parecia realmente querer estar comigo e era disso que eu precisava alguém que me quisesse alguém que pudesse amar por nos dois para que eu pudesse finalmente esquecer meus "problemas", criar coragem de uma vez por todas e me entregar por inteira para uma relação.

 

 

[...] ALGUNS DIAS DEPOIS...

 

 

— E então esta pronta, Julia? 

 

 

Diz Justin ao chegar na sexta a noite para me buscar para irmos a sua casa, me beija e da um cheiro em meu pescoço, me elogiando dizendo que estou muito cheirosa. 

 

 

— Sim só vou pegar minha necessaire com minhas coisas pessoais.

 

 

Chegamos à casa de Justin, como seu carro tem os vidros fume creio que ninguém percebeu que eu estava la dentro Justin abriu a garagem e só sai do carro la dentro. Simples e aconchegante, mas tinha algo que não se encaixava, talvez fosse apenas por eu estar pela primeira vez me sentindo deslocada ali.

 

 

— E então, preparada pro nosso final de semana especial? — Justin pergunta me abraçando por trás, ao fechar a porta ele distribui beijos em meu pescoço.

 

 

— Hum, estou! Você não tem noção de quanto eu estava esperando por isso — Sorrio acariciando uma de suas mãos.

 

 

Justin me abraçou e logo selou nossos lábios, assim começamos um beijo — Vamos pro quarto?

 

 

— Vou só tomar uma água.

 

 

— Vou te levar a cozinha...

 

 

— Vou tirar essa roupa e ficar mais a vontade, posso? 

 

 

— Claro, vou terminar a água e vou ao banheiro, já te encontro lá em cima — Ele diz assim que termino minha água. — Tem um banheiro pra você trocar de roupa lá em cima mesmo, fica no corredor a primeira porta. 

 

 

Sorri e caminhei até a escada, achei o banheiro e aproveitei para novamente escovar os dentes, e logo já estava indo ao encontro de Justin. Estava seguindo em frente pelo corredor quando me deparei com três portas escolhi uma e antes que minha mão tocasse a maçaneta para abri la.

 

 

— NÃO! Esta porta não, O que pensa que esta fazendo?

 

 

Achei estranho Justin gritar daquele jeito comigo, um tom de autoridade que nunca tinha usado antes. Me senti como se fosse um ladrão sendo apanhado no ato do furto. E como um ladrão me virei com cara de assustada e com as mãos abertas para cima.

 

 

— Talvez não tenha sido uma boa ideia eu ter vindo. — Digo abaixando os braços, me virando para o lado que eu tinha vindo e saindo com agilidade. Justin vem e segura a minha mão me impedindo de continuar a andar me viro para contestar e puxo meu braço o que ele me impede.

 

 

— Desculpa é que este era o quarto dela, da minha mãe sabe. Este aqui é o meu o qual você já conhece, este é o dos meus irmãos. 

 

 

Puxo meu braço e desta vez ele me solta. — Acha realmente que precisava de todo este escândalo por conta disso? 

 

 

— Não, me desculpa, olha, esta sendo um sonho ter você aqui, saiba que você é especial demais. Eu quero que tudo dê certo, imagina como estou nervoso.

 

 

— Certo, tudo bem. — Respondi com os braços cruzados segurando minhas coisas. 

 

 

Justin veio para mais perto colocou a mão em minha cintura por trás e me trouxe para a frente da porta de seu quarto — Agora  a única coisa que eu quero é você!

 

 

Ele me abraçou me dando beijos no pescoço, me cheirando, mordendo minha orelha, me virou me deu um beijo demorado e carinhoso. — Não sabe o quanto esperei por este momento, te ter aqui nesta casa novamente, sonhei muito com isso. 

 

 

— Esta na hora do sonho virar realidade. 

 

 

Vagarosamente Justin foi tirando minha roupa, me dando vários beijos em cada parte que era descoberta, tirou a sua me deitou na cama e me cobriu de beijos, ele se encaixou entre minas pernas, me penetrou mexendo sua cintura fazendo movimentos de vai e vem, depois disse que queria gozar olhando meu rosto para guardar para sempre aquele momento na memória, ele segurou minha cintura com força indo cada vez mais rápido, gozei primeiro em seguida Justin que deitou sobre mim e ficamos assim ate nossas respirações voltarem ao normal. Dormi com ele acariciando meu corpo e meus cabelos. 

 

[...] ALGUNS MINUTOS DEPOIS...

 

 

— Não... não... nãaaaaooooooo!!!!!!! 

 

 

— Calma meu amor, eu estou aqui, você esta protegida, vem cá —  Justin me puxa de encontro ao seu peito e me abraça forte me acalentando.

 

 

— Desculpa eu não queria...

 

 

— Eu sei, eu sei, calma já passou. — Ele acaricia meus cabelos —Bom tirando esses últimos momentos de pesadelo você conseguiu dormir ao menos um pouquinho bem?

 

 

— Sim amor, e você? — Respondi retribuindo um selinho. 

 

 

— Na verdade não dormi direito, fiquei te admirando por toda a noite, mas no final acabei dando um leve cochilo.

 

 

— Foi uma das melhores noites da minha vida tendo você cheiroso assim aqui do meu lado. 

 

 

— Vou comprar um pão fresquinho para nós, vai querer mais alguma coisa?

 

 

— Não, não costumo comer muito de manhã.

 

 

— Dizem que o café da manhã é a refeição mais importante do dia.

 

 

— É eu sei, mas vou ficar só no pãozinho e café mesmo.

 

 

Justin se aproxima grudando nossos lábios em um selinho demorado seguido de um beijo em minha testa, me fazendo um carinho no rosto ele pergunta: — Vai ficar mais um pouquinho ai na cama?

 

 

— Vou ficar mais um pouquinho, quando chegar me chama? 

 

 

— Claro — Ele sorri.

 

 

Justin já vestido foi comprar o pão, fiquei mais um tempinho na cama e me levantei, peguei minhas coisas e fui ao banheiro, ao sair passei pela porta do quarto misterioso da mãe de Justin e fiquei parada  na porta tentado a abri-la. Parada diante daquela porta onde na noite anterior eu tinha sido repreendida novamente eu estava. 

 

 Um misto de sentimentos tomava conta de mim, curiosidade para saber o que tinha la dentro e medo de ser surpreendida e novamente ser chamada a atenção como se eu fosse uma menininha. Estendi minha mão e quando ia pegar na maçaneta percebi que não era certo, Justin estava me dando um voto de confiança e eu não deveria quebrar por tão pouco. Pensando assim voltei para o quarto de frente ao espelho penteando meus cabelos acabei me perdendo em pensamentos do passado e tendo um flash, vi como se estivesse vendo em um filme as cenas de minha própria vida:

 

 

Eu estava na lanchonete era sábado iria fazer um plantão e tinha chegado mais cedo para verificar algumas coisas, estava sozinha quando Ryan chega, ele me vê e abre um belo sorriso pergunta se tinha chegado mais alguém digo que Mel tinha aberto para mim, mas tinha ido comprar um café para nos. 

 

 

— Hum, uma pena.

 

 

— Pena por quê?

 

 

— Porque acabei de passar na padaria e trouxe esse pão quentinho olha só chega a sair fumaça e olha como esta crocante. — Ele diz mordendo um pedaço do pão. — Até trouxe um para você, mas já que você vai comer o que a Mel vai trazer... eu como os dois! 

 

 

— Então ta, até ia te chamar para sair mais tarde, me falaram de um barzinho que parece ser muito bom com musica ao vivo, mas acho que vou convidar a Mel para conhecer comigo.

 

 

— Tudo bem um pão por uma saída e ainda ganha um café de brinde e.... — Ryan olhou para um lado e depois para o outro e me deu um beijo na boca.

 

 

— Seu louco, quer me mandar embora é?

 

 

— Louco sim, você esta fazendo isso comigo e embora só se for para uma casa nossa. Já pensou nos dois tomando um café da manhã juntinhos sozinhos na nossa casa... 

 

 

Aquele sorriso lindo de Ryan some tão rápido quanto o flash ao ouvir a voz de Justin dizendo que chegou e me chamando para tomar café. Vou para a cozinha e ele já esta fazendo o café vou preparando meu pão passando manteiga Justin conversando comigo de repente olho para ele trazendo a garrafa de café para a mesa e vejo a imagem de Ryan sorrindo com a garrafa de café na mão me assusto e acabo deixando a faca cair.

 

 

— Julia, esta tudo bem?

 

 

— Sim, sim estou bem.

 

 

Olho novamente para Justin e o vejo normalmente, o que estaria acontecendo comigo? — É emoção né? Eu também estou gostando muito de te ter aqui ate estamos parecendo...— Neste momento a voz de Justin se mistura com a de Ryan em minha cabeça. — Marido e mulher.

 

 

 Voltei para a realidade e tudo estava normal. Tomamos café da manhã e conversamos sobre varias coisas, depois fomos para o sofá e ficamos assistindo tv, depois Justin me trouxe um álbum de fotos, tinham poucas fotos, mas pude vê lo pequeno, adolescente, rapazinho, vi a sua mãe. Ele me contou varias historias de quando era criança rimos muito. A noite chegou eu estava meio que dormindo na sala deitada no peito de Justin que assistia tv quando ele me pergunta: — Ei Ju, já quer jantar?

 

 

— Estava meio que cochilando aqui, mas sim, estou com fome preparou algo?

 

 

— Não, vou comprar.

 

 

— Que tal irmos a algum lugar? Conheço um barzinho com musica ao vivo que serve umas porções deliciosas e...

 

 

— Na verdade estava pensando em comermos aqui mesmo.

 

 

— Hum sei...

 

 

— É que eu queria passar mais tempo com você assim só nos dois, mas podemos marcar para outro dia esse barzinho. Bom tem um restaurante chamado “cantina” aqui perto que é uma delicia quer que eu traga algo ou prefere pizza?

 

 

— Você que sabe, esta como anfitrião hoje me faça uma surpresa.

 

 

— Certo, volto já!

 

 

 Ele me dando um beijo na testa, se levantou e foi ao quarto vestir uma roupa, pois estava apenas usando uma cueca e eu fiquei no sofá. Quando Justin saiu me levantei e fui andar pela casa, a cozinha parecia não ser muito usada realmente, a despensa muito pão de forma, alguns enlatados, a geladeira muitos embutidos, salsichas, hambúrgueres, linguiça calabresa, molhos, realmente batia com o que ele tinha me dito, dele e os amigos comerem mais lanches.

 

Quando subi as escadas me deparei com a porta misteriosa novamente, olhei para o rumo da sala pensei e decidi tentar abrir a porta, mas ao girar a maçaneta que surpresa, ela estava trancada. Provavelmente Justin a trancou após me ver no primeiro dia em frente a ela. Fiquei um tanto frustrada tentei olhar pela fechadura, mas nada consegui ver. Quando eu abri a porta da cozinha para ver o quintal escuto o carro de Justin voltando, fechei a porta e corri para a sala, pois não queria que ele pensasse que eu estava bisbilhotando sua casa. O mesmo trouxe duas pizzas achei exagerado, mas comemos bem, sobrou alguns pedaços e nós guardamos, ele disse que gostava muito de pizza no café da manha. 

 

Assistimos um pouco mais de tv. Justin começou a me acariciar, beijar meu pescoço e logo estávamos na cama, ele por cima de mim metendo gostoso, naquele momento eu não pensava em nada e ele realmente era atencioso.  Exaustos deitamos um ao lado do outro depois de um descanso tomamos banho e dormimos. Nesta noite dormi mais tranquila e desta vez não tive pesadelos. Acordei com beijos e caricias no rosto feitas por Justin que estava com um belo sorriso nos lábios dizendo para eu acordar e me chamando de dorminhoca. 

 

No café da manha comemos pizza eu esquentei a minha no micro-ondas e Justin comeu a sua fria mesmo com café. No restante do dia tentei livrar minha cabeça de todos os pensamentos de ontem e acabou dando certo, Justin parecia realmente feliz por minha presença, mas depois do almoço continuamente ele olhava no relógio, e a cada barulho pensava ser seu celular ou o telefone fixo achei por bem ir embora e ele me levou em pra casa e acabou ficando ate mais tarde comigo ate que recebeu uma ligação eu estava na cozinha e ele com um tom de voz meio baixo respondeu:

 

 

— Tudo bem já estou indo buscar vocês.

 

 

Justin me chamou e disse já ter que ir, me abraçou, beijou e disse: — Nossa, como o tempo voou, nem vi passar estava tão feliz com você em minha casa do meu lado.

 

 

— Ainda estou do seu lado.

 

 

—  É, mas agora você já esta aqui em sua casa e amanha não te terei ao lado na cama quando acordar.

 

 

—  É quem sabe um dia ne?

 

 

Justin me abraçou forte me deu muitos beijos e se despediu. No outro dia na minha casa  Ryan super curioso me pergunta como foi meu fim de semana.

 

— Foi bom.

 

 

— Nossa, que entusiasmo.

 

 

— Não era bem isso que eu esperava quando ele disse que iriamos ter um final de semana só nosso você sabe.

 

 

— Como assim, não foi bom?

 

 

— Há Ryan foi bom, vou te contar. No começo eu achei que faríamos algo diferente sabe, mas não era nada daquilo que eu imaginava.

 

 

—  Como assim? Para onde o ele te levou?

 

 

— Me levou para a casa dele, acredita?

 

 

— Ual que evolução e onde mais?

 

 

 

— Lugar nenhum, ficamos lá da mesma forma que lá no apê,  só que na casa dele.

 

 

Ryan riu — Mas pelo menos vocês “saíram” e como foi la? 

 

 

— Não foi muita coisa! Aí fofuxo, desde que voltei da casa do Justin que estou descalça e não encontro meu chinelo. — Contorno o assunto.

 

 

— Já procurou no guarda roupa, debaixo da cama, atrás do sofá? 

 

 

— Sim Ryan, em todo lugar e não encontro só posso ter deixado na casa do Justin. 

 

 

— Hummm, ja ta deixando as coisas lá é? Começa assim um chinelo hoje, um casaco amanhã logo ja ganha uma gaveta, dias depois ja estão morando juntos e seu velho chamando dele de genrinho querido. 

 

 

— Quem dera, mas desta vez juro que não era essa a intenção. O pior é que ele não me responde as mensagens, não me atende e nem retorna minhas ligações. 

 

 

— O que não é uma novidade, mas já não faz mais de duas semanas isso?

 

 

— Sim.

 

 

— E ele não deu sinal de vida depois disso?

 

 

— Nenhuma mensagem se quer.

 

 

— Nossa! Olha pensei que isso melhoraria afinal vocês se estranharam a pouco tempo por isso. 

 

 

— Acho que o Justin esta pensando que esta com muito saldo positivo por ter me levado na casa dele, mas serio, isso dele me atender quando ele bem quiser já esta mais que me irritando.

 

 

— Vai na casa dele, nem é tão longe. Pega seus chinelos aproveita e já conversa com ele.

 

 

— É melhor não, já combinamos que eu não iria sem avisar. 

 

 

— Mas se ele não te atende no celular, já tentou o fixo? 

 

 

— Não tenho. 

 

 

— Não tem? Nem vou perguntar o porquê...— Ele me olha fazendo cara feia e colocando a mão na cintura. — Vem, vamos ligar pra ele.

 

— Você tem razão. 

 

LIGAÇÃO...

 

— Alô? 

 

— Alô quem fala? — Me atendeu uma voz feminina. 

 

— Meu nome é Julia, trabalho com o Justin ele esta? 

 

— Sim vou chama lo. 

 

— Alô... — Ele atendeu e fez silêncio.

 

Então eu chamei — Justin...

 

Como que esperado que alguém saísse da sala com uma voz meio que cochichando ao mesmo tempo forte com tom de zangado e autoridade de quem esta dando uma bronca em alguém Justin  responde: — Você esta maluca? Ligando aqui? O que combinamos? O que pode ser tão urgente assim? 

 

— Ei calma, não precisa disso tudo não. 

 

— Há não precisa? — Perguntou com tom de ironia e continuou voltando com a voz de bronca: — Já ligou, agora fala logo o que quer! —  Irritada com sua atitude nem o respondo, apenas desliguei o telefone batendo o fone no gancho com muita raiva. 

 

 

— Quem ele pensa que é para falar assim comigo? 

 

 

— O que foi? O que aconteceu? 

 

 

— Grosso, o Justin foi um grosso, gritou comigo. Nem parecia a mesma pessoa, Ryan já é a segunda vez que ele usa esse tom comigo, a primeira na casa dele quando sem querer ia abrindo uma porta que não podia, e agora isso. Estou começando a achar que tem algo mais além dessa historia toda. 

 

 

— Essa parte você não tinha me contado.

 

 

— Achei melhor deixar para la.

 

 

— Agora fiquei com a consciência pesada.

 

 

— Deixa disso Ry.

 

 

— Você ainda me alertou, mas meu sangue subiu, ai só faço besteira ne? Não queria que vocês brigassem queria que se resolvessem.

 

 

— Eu sei.

 

 

— Talvez  ele esteja cansado, pode ter acontecido algo no colégio ou já pensou, algum vizinho te viu ou...

 

 

— E daí Ryan? E por conta disso ele tem que descontar a raiva dele em mim? Não estou te entendendo agora a pouco disse para eu não aceitar agora já esta dizendo que eu tenho que aceitar ele gritar comigo daquela forma?

 

 

— Não Julia, não estou falando para aceitar ele te tratar mal. Entenda que tudo há um limite. Estou pedindo para você ter um pouco de calma, conversa com ele depois tenta ouvir o lado dele descobrir o porque ele falou assim com você e explique como se sentiu. 

 

 

— Sinceramente? Não sei se estou muito afim de ter essa conversa não. Do jeito que ele me tratou se quer merece que eu olhe na cara dele novamente. Vou mandar uma mensagem dizendo que acabou e para ele não me procurar mais e pronto.

 

 

— Amor, uma vida a dois é mais que momentos de carinho, sexo e concordância, existem momentos de raiva, de tristeza de angustia e de falta de paciência e quando gostamos temos que saber relevar algumas coisas deixar a poeira abaixar e conversar sobre o que ocorreu acertar a coisas para poder continuar, sabe o porque de hoje haver tantos divórcios e namoros que não duram uma semana? Porque na primeira discussão, no primeiro impasse já se separa, não se conversa, não se propõe acordos e não é assim que se mantem um relacionamento maduro e estável.

 

 

— Obrigado Ryan, vou pensar no que disse, mais que um amigo para mim, você sabe, não poderia ter alguém melhor para me aconselhar. — Digo o abraçando.

 

 

— Eu estou aqui, sempre! Eu sei que esta nervosa agora e te compreendo, mas pensa com calma no que te falei.

 

 

— Vou pensar...

 

 [...] DOIS  MESES DEPOIS...

 

 

Dois meses, a exatamente dois meses eu não tenho mais notícias de Justin. Nesse tempo muita coisa mudou, não trabalho mais na lanchonete no Phill, agora eu trabalho em uma revendedora. Levantei, tomei meu banho, meu café e no celular dezenas de ligações e mensagens de Brad que apaguei sem ler e não retornei. Assim que viro a esquina escuto um cachorro latindo, quando olho para trás um doberman preto, muito bonito, vindo em disparada para meu lado. A recomendação é não correr, mas quem consegue ficar parado com um cachorrão daqueles correndo em sua direção? Acelerei, corri o máximo que pude, ouvi o dono do cachorro o chamando, mas quem disse que ele ouvia estava perto do cruzamento ia ter que parar ou poderia ser atropelada e agora? Arriscava virar panqueca ou comida de cachorro? Foi quando um carro atravessou em minha frente o motorista me viu correndo e o cachorro atrás abriu a porta e gritou: — Entra! 

 

 

Com a adrenalina do cachorro correndo atrás de mim e o sol em minha frente não consegui ver o rosto do motorista e sinceramente naquele momento isso pouco importava. Acelerei o máximo que pude e praticamente pulei dentro do carro e fechei a porta bamm o cachorro bateu na porta do carro ainda bem que o vidro estava fechado. Foi por pouco, meu coração pulando quase saindo pela boca. 

 

 

— Você esta bem? 

 

 

— Estou, muito, muitíssimo obrigado. 

 

 

Disse eu com a cabeça no encosto do carro, olhos fechados tentando me recompor buscando o ar. — Menina, menina desculpa, não aconteceu nada não né? — Disse o dono do cachorro colocando a coleira no doberman. 

 

 

Balancei a cabeça negativamente e quase sem fôlego disse: — Tirando o fato de quase ter virado ração? 

 

 

— Desculpa, eu estava chegando, ele fica sempre preso la no fundo o portão aberto para eu entrar com o carro, mas desta vez ele, eu  não sei como se soltou. Nossa menina que susto ainda bem que não aconteceu nada desculpa mesmo. 

 

 

— Certo agora esta tudo bem, só leva ele daqui e prende bem. 

 

 

— Ok, mais uma vez desculpa. 

 

 

— Você esta bem mesmo? Que susto hem? Esta indo para o trabalho? 

 

 

— Estou e obri.... 

 

 

Quando senti algo estranho como se eu conhecesse aquela voz, mas quando eu finalmente olhei para o motorista não acreditei. Meu coração que já estava desacelerando volta a disparar chega a doer meu peito, minhas pernas bambeiam por alguns segundos, minha boca volta a secar, olho novamente para o motorista e quase morro, mas desta vez de infarto.

 

 

— Ju... Justin?!!! — Volto a encostar a cabeça no banco e a fechar os olhos — Não, isso só pode ser coisa da minha cabeça isso não pode ser real! Ai será que eu morri e essa é uma versão terrestre moderna da gondola do pos vida e o barqueiro esta com a cara do Justin?

 

 

—  Não meu amor sou eu de verdade, voltei meu amor não esta fel... — Pa!!! Estalei um tapa na cara dele e fui saindo do carro, a raiva era tanta que custei a abrir a porta.  — Certo eu mereço por ter te deixado daquela forma, mas espera eu te levo pro trabalho .... 

 

 

— Não, obrigado vou a pe mesmo! 

 

 

— Acabei de salvar sua vida. 

 

 

— Obrigado — Disse batendo a porta. 

 

 

— Só uma carona. 

 

 

— Não, Não e NÃO!!!!!  — Fui andando e Justin com o carro bem devagar me seguindo. — Se continuar me seguindo eu chamo a policia!

 

 

Ele acelerou o carro e eu o passo. Cheguei furiosa no trabalho, tremendo, toda suada e quase amassei o copo d'água. — O que aconteceu? Foi assaltada? 

 

 

— Não Mel, quase virei comida de doberman. 

 

 

— Porque não voltou pra casa? Você mora pertinho. 

 

 

— Fiquei desnorteada, além disso vi um.... fantasma. — Disse fantasma baixo praticamente sussurrando. 

 

 

— Fantasma? Credo menina! — Disse ela fazendo o sinal da cruz.

 

 

— Esquece Mel, bom posso ir em casa me trocar? 

 

 

— Esta louca? Hoje tem reunião e você já esta atrasada. Se quiser pode usar uma roupa que tenho de reserva para não atrasar mais a reunião e bom... Não quero estragar a surpresa. 

 

 

— Mel acha que uma roupa sua daria certo em mim? 

 

 

— Não sua boba, é uma daquelas roupas com o logo da empresa que o Sr. Valter mandou fazer para vocês irem nos feirões lembra? 

 

 

— Há sim, mas eu precisava de um banho né? Estou todo suada. 

 

 

— Toma no vestiário e olha aqui tenho de pronta entrega.

 

 

— Delicia que perfume cheiroso Mel, quanto? 

 

 

— Há faço baratinho para você, mas anda que o senhor Valter vai ficar uma fera se você atrasar ainda mais hoje. 

 

 

— Ha não, to pro clima hoje de noticias trágicas. 

 

 

— Calma, acho que você vai gostar, mas enquanto você se apronta vou avisar ao Sr. Valter que você já chegou e explico o motivo do atraso.

 

 

— Você é um anjo Mel! Mas sobre a surpresa, o que é, me adianta ai vai. 

 

 

— Não! vai la se trocar e volta linda e cheirosa como você faz todos os dias. 

 

— Ok. 

 

 

— E não demora hem, olha a reunião! 

 

 

Tomei um banho rápido no banheiro do escritório e quando sai do reservado quem vejo no sanitário vertical. — Só pode ser brincadeira! 

 

 

— Parece que o tempo só te fez bem hem? 

 

 

— Por favor não fale comigo. 

 

 

— Acho que sera difícil agora porque.... Bom não vou estragar a surpresa.

 

 

— Ainda tem mais? Não basta essa palhaçada de você ter voltado la dos quintos dos infernos para me atazanar?

 

 

— É assim que você me agradece depois de eu ter praticamente salvo sua vida? 

 

 

—  Se eu soubesse que você estava naquele carro tenha certeza que preferia ter lutado com o cachorro. E quer fazer o favor de guardar essa coisa ai! — Reviro os  para Justin que falava comigo ainda com seu membro de fora, ele olhou para baixo olhou para mim deu um sorrisinho safado e depois de uma balançada o guardou.

 

 

— Desculpe acabei me desconcentrando com sua beleza, pronto já esta guardado, mas quando quiser ver novamente é só pedir. E só para constar eu estava no Brasil e não no inferno. 

 

 

— Pois deveria ter continuado la.

 

 

— Não havia nada que me prendia mais la. — Ele diz desfazendo seu sorriso e abaixando a cabeça.

 

 

— Isso não me interessa, agora sai que preciso me vestir, já estou atrasada para a reunião.

 

 

— Por mim tudo bem, nunca tive problemas em ver você nua, alias, parece que melhorou ainda mais, andou praticando com o Ryan?

 

 

— Justin acho que você não intendeu, você me deixou, me abandonou sem uma noticia, sem uma explicação, sem nada e agora acha que pode voltar como se nada tivesse acontecido fazendo piadas gracinhas e eu vou voltar para os teus braços te chamando de meu amor?

 

 

— Desculpa Ju...

 

 

— Julia! Meu nome é Julia. E eu não quero saber das suas desculpas.

 

 

— Julia eu vou me explicar, mas nos encontramos por acaso e novamente agora e temos uma reunião que alias estamos muitíssimos atrasados, mas se você quiser te conto tudo agora é que...

 

 

— Quer saber? Por alguns dias eu queria saber o que aconteceu, queria uma explicação sua, mas agora te vendo aqui na minha frente eu percebo que não importa, não importa porque você me deixou, esta claro que você só queria se divertir e eu fui uma aventura para você, algo diferente que você ainda não tinha experimentado e depois que se fartou foi embora.

 

 

— Não é nada disso Julia, eu te amo!

 

 

— Amor? Que amor é esse? Que tipo de amor é esse que some me deixa preocupada pensando mil e uma coisas, que tinha acontecido algo com você ou que eu tinha feito algo e não conseguia me dar conta do que era eu quase entrei em depressão se não fosse o Ryan, o Sr. Valter eu nem sei o que teria sido de mim.

 

 

— Me desculpa e-u-eu devia ter falado com você, ter te procurado mas não consegui, se eu tivesse te visto eu sabia que eu não iria conseguir entrar naquele avião e se eu não tivesse feito provavelmente eu iria me culpar pro resto da vida...

 

 

— Chega eu não quero saber, sai daqui que eu tenho que me trocar sai! — Disse me aproximando e empurrando Justin, mas ele me segurou os braços e olhou fundo dos meus olhos. — Me solta Justin, me solta!

 

 

Segurando em meus braços me imobilizando ele aproxima seu rosto do meu e me beija, tento me esquivar, não quero aceitar o beijo, tento me afastar mas sentir seu perfume, seu calor sua pegada, seus lábios de encontro com os meus, seu gosto, não resisto, perco a concentração por um segundo e me entrego a um beijo ardente. Abro minha boca e a língua de Justin me invade, meus braços perdem a força e com isso as mãos dele já não me seguram mais não tem mais razão para isso, agora suas mãos acariciam meus braços, minhas costas ainda meio molhada, a toalha que esta em minha cintura cai, a mão de Justin que esta em minhas costas vai descendo ate encontrar minha bunda que é carinhosamente acariciada me deixando toda arrepiada enquanto meus lábios chupão os dele. Estávamos ali no banheiro entregues a um beijo cheio de caricias perdidos naquele momento quando batidas na porta nos despertam para a realidade.

 

 

— Julia, Juliaaaa esta tudo bem ai? O Sr.Valter esta querendo começar a reunião.

 

 

— Já, hum! Já estou indo Mel, estou me vestindo, peça para ele so mais um momento.

 

 

— Ok, e você viu o... quer dizer, tem mais alguém ai com você?

 

 

— Não! — Grito assustada — Quer dizer, não, não tem ninguém aqui Mel, só estou terminando de me vestir.

 

 

— Tudo bem já estou indo para a sala de reuniões e depressinha.

 

 

Empurro Justin e ele vai saindo, eu então o seguro e digo sussurrando. — Não! Seu louco, ela ainda esta praticamente na porta se você sair agora vai dar de cara com ela, espera mais um pouco.

 

 

Justin olha para mim, desce o olho e vê que estou sem roupa.  — Eu sabia que você não ia se afastar de mim.

 

 

Ele veio para me abraçar novamente. — Sai de perto de mim, agora é serio Justin, se você se aproximar de novo eu chamo o Sr. Valter!

 

 

— Ok, então vou ficar só admirando.

 

 

Visto minha roupa então digo para Justin ir que eu iria logo atrás. Ele foi saindo e antes de sair pela porta olhou para mim e deu uma piscada. Passei meu novo perfume, respirei fundo e fui para a reunião. Entro na sala de reuniões com cara de poucos amigos. 

 

 

— A Mel já me informou do seu imprevisto, você esta bem? 

 

 

— Não Sr.Valter, nada bem e as coisas só estão piorando. 

 

 

— Desculpem o atraso. 

 

 

Sr.Valter olhou para Justin e para mim e disse: — Bom, acho que você já deve ter encontrado com o Justin, eu queria que tivesse sido uma surpresa, mas... 

 

 

— Acredite Sr. foi uma surpresa!

 

 

— Na verdade Sr.Valter nos encontramos antes de chegar aqui, se não fosse eu nossa Julia aqui já seria ração. — Diz  Justin colocando a mão em meu ombro que eu retirei rapidamente. 

 

 

— Então muito obrigado Justin, pois você salvou não só uma nobre amiga como um ótima funcionária e  a peça fundamental na nossa nova estratégia de mercado. Para quem não conhece, acho que poucos aqui, este é Justin Bieber, ele já trabalhou comigo há alguns anos atrás, mas atualmente esta trabalhando como professor, que não por acaso foi ideia dele. Mas a volta de Justin neste momento que para nos esta complicado, espero eu será de grande valia, infelizmente tivemos corte no pessoal vocês sabem devido a atual crise no mercado, porem ele aqui também estava em uma crise e conseguiu ótimos resultados e trouxe varias ideias para utilizarmos aqui e superarmos estas dificuldades. 

 

 

— Pensei que eu fosse encabeçar esse projeto. 

 

 

— E vai Julia, vocês dois vão. O Justin e você. 

 

 

Cruzei os braços e não consegui disfarçar minha cara de indignação. — Bom pessoal eu reuni vocês aqui  para duas coisas, a primeira é apresentar ou reapresentar a vocês o Justin que fara a partir de agora parte do nosso time, e para tranquiliza-los que pelo menos aqui na IBT não terá novas demissões, eu vou precisar do apoio de cada um de vocês, pois vocês são os melhores do ramo. Dispensados e boas vedas! 

 

[...] ALGUMAS HORAS DEPOIS...

 

 

— Mas o que você sentiu quando viu ele de novo assim na sua frente?

 

 

— Susto, foi o maior susto da minha vida, depois raiva muita raiva eu dei um tapa na cara dele.

 

 

— Um tapa? — Ryan tampa a boca com um sorriso misturado com espanto.

 

 

— Deveria ter dado um soco, mas... Não consegui.

 

 

— Você sabe porque né?

 

 

— Não começa Ryan!

 

 

— Mas você não sentiu mais nada sei lá...Alegria, amor, felicidade afinal de contas ele não esta morto como pensava, ele esta vivo.

 

 

— Se eu dissesse que não senti nem um pouco de alegria e que queria pular no pescoço dele e abraça lo estaria mentindo, mas a raiva que estou dele... A Ryan ele me deixou sem dizer por que, me deixou aqui pensando um monte de coisa o que eu tinha feito de errado, porque ele tinha ido embora, se ele estava vivo ou não e todos os planos que tínhamos sonhado para nos....

 

 

— Eu sei amor, eu sei, eu estava aqui. — Ryan diz passando a mão delicadamente em meu rosto, afagando meus cabelos. — E não fez a ele essas perguntas?

 

 

— Não, quando eu o vi ali diante de mim parece que essas perguntas não haviam mais sentido sabe? Ele parecia bem, carro novo e pelo que o Sr.Valter disse parece que ele é sócio não sei bem, estava muito nervosa com tudo isso.

 

 

— Realmente da para entender seu nervosismo, eu também estaria uma pilha de nervos, mas acho que você precisa dessas respostas se não para voltar com o Justin pelo menos para seguir em frente.

 

 

— Eu fiquei tão nervosa com a situação, o Justin e ate com o Sr. Valter que pedi demissão...

 

 

— Você o que? Ficou louca e seu apartamento, o carro, que você tanto queria? Você não pode sair assim! 

 

 

— Foi exatamente o que o Sr. Valter disse e acabou me convencendo a ficar ou pelo menos a tentar ficar, mas não sei Ryan... Como eu vou ir trabalhar todos os dias e olhar para ele? Como eu vou estar pertinho dele sem saber se devo soca lo ou beija lo? Não quero voltar para ele, mas ver o Justin me faz lembrar tudo o que vivemos como foi bom e como foi horrível quando ele partiu e me deixou. Como posso voltar com alguém assim? Que fez o que fez comigo?

 

 

— Não pode, primeiro tem ao menos que lhe dar uma explicação e uma boa explicação além disso você ainda está namorando com ele, não se esqueça!  

 

 

— Quer parar com isso, eu não penso no Justin  dessa forma eu... eu...

 

 

— Pensa, pensa sim Julia! Para de se enganar isso só piora as coisas. Você ama o Justin. Esta com raiva só isso e sabe disso. 

 

 

Dou um beijo na testa de Ryan e vou para minha casa. Ligo o som tiro a roupa tomo duas taças de suco vou para o banheiro ligo o chuveiro e deixo a água cair sobre mim, flashs  do que aconteceu hoje bombardeiam minha cabeça, o cachorro, eu andando, correndo, Justin, o beijo. Fecho o registro, mas acabo abrindo novamente e descido que irei ficar mais alguns minutos. Mais tarde após um banho e comer algo resolvo ir caminhar um pouco, na volta a avenida estava um pouco movimentada, mas a rua em que teria que passar estava deserta e naquele quarteirão devido as arvores um tanto escuro. Finalmente consigo chegar ao final da rua,  uma moto se aproxima com dois caras, um desce enquanto o outro fica acelerando a moto.

 

 

— Passa o celular e a carteira! — Diz um cara com o rosto coberto pelo capacete e com as mãos no bolso como se estivesse armado, na duvida não iria querer descobrir se estava realmente ou não, mas com o susto deixei o litro cair e levantei as mãos tremendo começo a abaixar a para pegar o que ele pediu então o outro diz: — Mãos para cima, mãos para cima! Seu idiota vai la pegar as coisas! — Ele grita com o outro.

 

 

Levanto novamente as mãos e o que esta em pé vem em minha direção mas escutamos uma sirene e um carro se aproximando. O cara sobe na moto e somem acelerados na moto. O Carro se aproxima e então de la de dentro uma voz conhecida pergunta: — Tudo bem ai menina? 

 

 

— Você?

 

 

— Ju? Julia, é você?

 

 

— Sim, sou eu, o que esta fazendo aqui?

 

 

— Aparentemente salvando sua vida pela segunda vez hoje. — Balanço a cabeça passo a mão no rosto me restabelecendo do susto, me abaixo para pegar o galão então Justin diz: — Se diz: Muito obrigado Justin, você é meu herói o que posso fazer para lhe agradecer? Que é onde eu digo que não foi nada, mas aceito beber algo em sua casa.

 

 

— Eu não bebo.

 

 

— Nem eu, na verdade, eu bebo, mas pode ser um refrigerante um suco ou só mesmo ter a sua companhia por alguns minutos para que eu possa me explicar e...

 

 

— Obrigado Justin, pelas duas vezes hoje em que me salvou e me desculpe se eu não o agradeci antes é porque meu dia como você pode perceber não foi e ainda não esta sendo muito fácil. 

 

 

— Viu? Não foi tão difícil assim — Ele diz passando a mão suavemente em meu rosto, então segurei sua mão a retirando de mim. — Nossa você esta tremendo, vem aqui. — Em um movimento rápido ele me abraçou, ate tentei resistir, mas naquele momento eu estava precisando daquilo de um carinho de me sentir protegida e seu cheiro estava tão bom, o calor do seu corpo. Com a cabeça em seu peito eu podia ouvir seu coração acelerado. — Eu estou aqui, nada de mal vai acontecer com você. — ele sussurra acariciando minhas costas e dando um beijo em minha cabeça.

 

 

— Esperei tanto por este momento, estar junto de você de novo. — Me soltei do seu abraço e me afastei. — Se não tivesse sumido talvez estivéssemos juntos, mas agora isso não vai mais acontecer. Não, não vou te convidar para minha casa, não vou beber nada com você e por ultimo que sirene foi aquela?

 

 

— Bom apesar desse toco que acabei de levar, eu responderei. Foi um presente que ganhei, é uma buzina personalizada que tem vários toques, instalei neste carro ontem por sorte gostou?

 

 

— A quanto tempo você esta aqui?

 

 

— Olha sem querer forçar qualquer coisa, acho que esta meio perigoso ficar aqui no meio dessa rua escura conversando com você, e já que você não quer ir para o nosso apartamento que tal se fossemos para o meu...— Deixo Justin falando sozinho e começo a andar em direção à minha casa, então Justin que tinha parado de falar diz: — Ok, entra, eu te levo.

 

 

— Não! 

 

 

— Na verdade vou te levar sim, e só pra deixar claro, eu estou voltando, de onde eu nunca deveria ter saído... do seu lado.

 

 

Subo as escadas furiosa, o Justin esta mexendo comigo. É uma mistura de sentimentos. Ao mesmo tempo em que tenho raiva e quero pular no pescoço dele para esgana lo eu quero abraça lo e beija lo. Me livro de minhas roupas abro o chuveiro e deixo a agua cair sobre meu corpo, tomo um banho me seco e deito na cama tentando dormir, mas só consigo pensar em Justin, ele me salvando e o beijo que demos no banheiro, o caloroso abraço...

 

[...] DIA SEGUINTE...

 

— Eu não acredito nisso, aqui no bairro? Nossa onde vamos parar com essa insegurança?

 

 

— Pois é Ry, se não fosse o Justin...

 

 

— O Justin? Vocês estavam juntos?

 

 

— Claro que não Ryan, ele apareceu do nada e de certa forma ainda bem, pois se não fosse ele com aquela sirene nem sei o que teria acontecido, provavelmente eu estaria sem meus documentos, celular... 

 

 

— Mas eles estavam mesmo armados?

 

 

— Não sei fofuxo, talvez, não mostraram, mas mesmo se não estivessem eu não iria reagir ne?

 

 

— Não, claro que não, fez bem. E o Justin? 

 

 

— O que tem ele?

 

 

— Como assim, "o que tem ele?" O que ele estava fazendo na rua daqui do condomínio àquelas horas? Ele falou com você e hoje no trabalho como foi? Ele veio te perguntar alguma coisa?

 

 

— Não sei, bom eu ate que perguntei sobre a buzina de sirene, quanto tempo ele estava aqui, mas me respondeu só que tinha sido um presente e queria que eu fosse com ele para o nosso apartamento para “conversar” sobre o restante e se explicar.

 

 

— Buzina? Tanta coisa para você perguntar você foi perguntar sobre buzina de sirene, Julia?

 

 

— Ryan, eu tinha acabado de ser ameaçada por dois assaltantes.

 

 

— Tudo bem, fui insensível, mas você não acha isso estranho ele aqui por perto.

 

 

— Acha o que? Que ele armou isso?

 

 

— Claro que não, Ju.

 

 

— Você tem razão não tinha pensado nisso.

 

 

— Mas então o que ele estava fazendo aqui na rua?

 

 

— Quer saber minha opinião? Quando o Chaz estava namorando e por alguma coisa ele e a namorada brigavam, eles ficavam sem se falar por uns dias, mas se ela quisesse vê-lo era só ela ir para a janela, naquela época morávamos em uma casa que não tinha muros e a janela do quarto dela dava para a rua, o Chaz ficava passando toda hora la na rua, as vezes a pé, outras vezes de bicicleta, as vezes ele ficava na esquina olhando para a casa dela com aquela carinha de cachorro sem dono, mas ela não ia atrás dele. Então ele ia atrás dela, eles conversavam e sempre  voltavam! 

 

 

— Certo e....

 

 

— Ele esta fazendo a mesma coisa que o Chaz, passando aqui para tentar te ver, tentando arrumar coragem para vim falar com você.

 

 

— Mas isso não vai acontecer, Justin e eu juntos nunca mais!

 

Continua?

 

NO PRÓXIMO EPISÓDIO...

 

Sabe, é difícil passar por cima desse meu orgulho, abaixar a cabeça e mostrar o verdadeiro lado que tá doendo por sua falta. E metade dele é ciúmes, junto com medo de te perder e o peso na consciência de não ser “desse jeito”. De não poder te abraçar toda noite e dizer o que eu sinto de verdade, de não poder te beijar, de não poder te tocar. Desculpa amor… por te amar tanto e depender tanto de ti, desculpa esse meu jeito idiota de ser, de garoto mimado e bobo. Mas saiba antes de tudo que eu não desisti, que pode ter um novo começo; um novo “nós”. Me permite ser só teu, seu príncipe, ser o motivo do teu sorriso. Me permite, entrar na sua de novo e nunca mais sair? Eu te amo! 

 


Notas Finais


Bom amores e amoras, espero que tenham gostado do episódio e que vocês também gostem dos próximos, se gostaram, não esqueçam de favoritar ela para mim, é só subir e clicar no botãozinho amarelo escrito "Favoritar fanfic" e se puderem não esqueçam de comentar, mesmo que seja apenas um "Continua". Isso já ajuda bastante!!!
Comentários e favoritos além de me deixar super feliz me incentivam a continuar escrevendo e a melhorar cada vez mais a fanfic para vocês. Bom é apenas isso, beijos e até o próximo ep...


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