História Professor mandão - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Capitão Killian "Gancho" Jones, David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Captain Swan, Colifer, Colin, Hot, Jen, Muito Hot
Visualizações 80
Palavras 2.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoaas, boa leitura <3

Capítulo 5 - Garota imbecil


— Por essa você não esperava não é?

— Com certeza não... – mordo minha bochecha internamente com força – Você disse para alguém? Ele abusou de você?

— Sai do meu quarto!

— Jennifer isso é algo sério, me fale, eu posso te ajudar.

— SAI DO MEU QUARTO!

Ao ouvi-la gritar me afasto em direção à porta.

— Jennifer eu sei que começamos com o pé esquerdo, sei que você confundiu as coisas em relação a mim e seu pai, mas...

— Mas nada. – ela começa a rir em meio às lágrimas – você acha que é verdade? Você acha que meu próprio pai teria coragem de fazer isso comigo? – seus dedos enxugam seus olhos – Claro que não. Eu menti. Mais uma vez consegui o que queria... Seu arrependimento... Você veio até aqui todo arrependido pedindo desculpas...

— Você é maluca! – abro a porta e a fecho com força voltando para o meu quarto.

Essa garota é completamente maluca. Não acredito que acreditei nela. Parecia tão real, ela é uma ótima atriz, mas não caio nessa novamente.
Garota imbecil! Isso não é algo para se brincar ou pregar uma peça, é um assunto sério, eu realmente acreditei e senti vontade de me punir por ter a feito passar por isso. Sou um idiota. Mas um idiota que não cairá mais nos jogos daquela mal criada.

(...)

Depois do ocorrido anteontem com o professor de natação, o cara nem ao menos olha na minha cara, toda vez que estamos no mesmo corredor ele faz questão de se manter o mais longe possível de mim. Não tive culpa.
Como saberia que aquela gostosa era casada?

Decidi dar um tempo da Casa 69, pois posso encontrar Helen ou dar errado novamente meu possível sexo. Não posso correr o risco de não gozar novamente, pois isso me deixa enfurecido e eu já disse isso.

— Quer algo? – a garçonete da lanchonete ao lado do colégio indaga.

— Um sanduíche de frango e suco natural de laranja.

— Trago daqui alguns minutos.

Confirmo com a cabeça e há viro um pouco para o lado olhando sua bunda redondinha e empinada. Quero ela.

— Professor, o senhor por aqui? – Meghan diz com o tom mais sínico do mundo.

— A senhorita não deveria estar na aula? Que eu saiba não é fim de semana.

— Há, eu matei algumas aulinhas hoje – ela se senta sem nem ao menos ser convidada – nada de mais.

— Vou fingir que não te vi por aqui – sorrio.

— O senhor poderia fingir que sou mais velha e...

— Meghan isso foge dos meus princípios.

— Há fala sério, o senhor deve estar doido por uma mulher. É solteiro não é?

— Sou sim, mas garanto minha diversão na cama.

Ela revira os olhos e só agora que sua boca toca o canudo, noto que está com um copo de refrigerante.
Meu pedido é posto a mesa e me certifico e dar mais uma olhada para a garçonete.

— Hein professor... Posso ser uma aula melhor na cama – a safada chupa o canudo de propósito e esse efeito atinge meu pau em cheio.

Pego o sanduíche e dou uma mordida para evitar olha-la. Ela não vai desistir, posso ver isso em seus olhos. Não posso fugir dos meus princípios, ela é só uma criança.

— Você é só uma criança.

— Uma criança que sabe satisfazer um homem na cama...

— Meghan, Meghan...

— Colin, Colin... – ela sorri.

Dou um único gole no suco de laranja e jogo sobre a mesa a quantia mais que necessária. Me levanto e faço um sinal para que ela me siga. Vou até meu carro e encosto-me no mesmo com as mãos nos bolsos.

— Vai ser no carro?

— Prefiro uma cama, mas não tenho cara para entrar com uma garota em um motel uma hora dessas...

— No carro é ótimo.

— Tenho regras.

— Pode dizer.

— Não conte isso a ninguém. Estou falando sério, eu posso ir para cadeia. Passe no meu quarto mais tarde para pegar a pílula... Odeio camisinha.

— Tudo bem.

— E não haja diferente comigo. Fora do colégio tudo bem, mas lá dentro somos apenas professor e aluna.

— Certo senhor regras – Srta. Ory se aproxima afrouxando a gravata que decidi colocar hoje.

— Vamos entrar – sorrio e abro a porta do carro.

Será atrás, pois temos mais espaço. A deito no banco e fecho a porta. Ela começa a tirar sua blusa e me surpreendo com seus seios grandes para a idade. Ela é uma boa menina, está sem sutiã.

— Gostou?

— Gostei de mais – enfio meus dedos entre seus fios e os puxo tomando seus lábios – nossa.

Seu beijo é selvagem. Gosto disso. Essa garota beija muito bem, tenho certeza de que já deu seu primeiro beijo há muito tempo.
Tiro minha camisa e sinto suas mãos abrirem meu cinto de couro. Logo estou com a calça e a cueca abaixada. Ela é rápida e está faminta.

Puxo seu mamilo entre meus lábios sentindo aquele gosto de pele quente. O gosto dela é bom. 
Sua bunda também não deixa a desejar, minhas mãos se encaixam perfeitamente, sinto que posso esmaga-las por serem tão macias.
Minha boca busca a dela, mas Meghan está ocupada de mais chupando meu pescoço e acariciando meu pau de uma maneira gostosa. Ela aperta. Ela movimenta. Sinto que posso sentir isso para sempre e morreria feliz. Gostaria de saber onde ela adquiriu toda essa habilidade. Tenho certeza de que não foi com os garotos daquele colégio.

— Meghan? – ouço uma voz familiar. Jennifer.

— Você trouxe seus amigos para cá?

— Não, droga! Eu disse pra eles esperarem no carro.

— O que?

— Eu ,Sean, Jen, Bex e Jake matamos aula para dar uma volta... Eu vim pegar um lanche e te vi. Eles deviam ter ficado no carro.

— Se essa garota me ver estou ferrado.

— Eu saio e você mete o pé.

— O que?

Ela abre a porta vestindo a blusa e puxa Jennifer para dentro do estabelecimento. 
Pulo para o banco da frente e quando vou dar partida o grupo de matadores de aula aparece bem na frente do meu carro sorrindo e conversando.

— Olha lá é o professor Geoffrey? – Jake aponta e sorri.

— É ele mesmo, vamos dar um oi.

— Você tá maluco? Estamos matando aula.

— Ele é tranquilo... Né professor? – Sean apoia os braços no vidro, mas por sorte não olha para baixo, pois veria algo muito peculiar...

— É... Preciso ir meninos, nos vemos amanhã.

— O que você está fazendo aqui? – Jennifer vem em direção ao carro – sem camisa? – ela se aproxima e olha para baixo vendo meu... – A MEU DEUS! VOCÊ ESTAVA TRANSANDO COM A MEGHAN?

— Jen vem aqui – Meghan a puxa para longe.

Vejo suas caras e bocas enquanto Meghan conversa com ela. Os garotos ficam apenas escutando e rindo. Pego minhas roupas no banco de trás e me visto o mais rápido possível.
Abro a porta do carro e caminho em direção a eles.

— Garotos, precisamos conversar, mas longe daqui, o colégio está próximo de mais e vocês estão matando aula.

— Rebecca teve essa ideia idiota de nos arriscarmos por aqui – Diz Jake.

— Entrem no meu carro eu conheço um lugar.

— Não vamos a lugar nenhum com você – Morrison diz.

— Vamos pessoal – Sean pega a mão da loira. – rapidinho, só para ele conversar com a gente... Se não estamos ferrados loirinha.

— Tudo bem.

Abro a porta de trás e eles se sentam da maneira que da. Jennifer teve que se sentar no colo de Rebecca. Meghan foi para o banco do passageiro na frente. 
Vou levar eles até um restaurante mexicano que ainda não fui, mas Robert diz ser o melhor por aqui. Eu amo comida mexicana.

— Vamos almoçar em um restaurante mexicano.

— Já comemos.

— Mas eu não.

— Não comemos Jennifer, Meghan demorou de mais e não trouxe os sanduíches.

Ela revira os olhos.
O caminho permanece em extremo silêncio. Assovio algumas vezes, mas não passa disso. Tive que sentir meus olhos queimarem pelos olhos de Morrison me encarando pelo retrovisor. Ela deve querer me matar. Maluca. Não sou quem fica por aí insinuando coisas sobre meu pai abusar de mim.

— Chegamos crianças – estaciono na vaga para deficientes, pois o local estava cheio.

— Não pode estacionar aqui.

— Não pode matar aula e vocês mataram – desço.

— Quem vai pagar? Esse lugar parece caro.

— Rachamos a conta – digo.

Entramos no restaurante e um garçom loiro e alto nos leva até a mesa do lado de fora. Nos sentamos e Sean faz questão de entrelaçar seus dedos com os da Jennifer em cima da mesa.

— Vocês estão namorando? – indago.

— Sim – ele responde.

— Estamos? – ela olha para ele confusa.

— Quer namorar comigo?

— Todo mundo sabe que você é mulherengo.

— Mas com você não vou ser...

— Será que dá para vocês conversarem sobre isso depois? – Rebecca diz – o professor tem uma história para explicar.

— Vocês não podem contar de maneira alguma entendido? O que falarmos aqui, irá morrer aqui.

Todos confirmam com a cabeça.

— Nós estamos apaixonados – Meghan diz e olha para mim.

Que? Meu primeiro pensamento depois daquelas palavras. Ela só pode estar maluca. As garotas daquele colégio têm sérios problemas.

— Estamos? – Franzo o cenho

— Sim... Nós íamos transar e eu percebo seus olhares Colin. Pode admitir.

— Meu Deus, não acredito – Diz Jake revirando com olhos com raiva.

— Eu não estou apaixonado por você. Você é só uma garota e eu não me apaixono. Nós íamos apenas transar porque você insistiu de mais... Não resisti. Você é gostosa pra cacete.

— Ela só tem quinze anos. Você tem trinta e sete. De jeito nenhum vocês podem transar. – diz Jennifer.

— Um pouco de sexo não faz mal a ninguém. Aposto que você também adora. Me diz aí, Sean é bom de cama?

— Idiota!

— Não transamos professor – Sean sorri – ainda.

— Há, mas a Jennifer é do tipo safada não é? – sorrio olhando para ela que mantém o olhar sobre a mesa.

— Você não pode dizer isso. Fala sério, você é nosso professor – Jake levanta após dizer.

— Aqui fora sou só o amigo de vocês. Amigos falam qualquer coisa não?

— Colin, eu... Gosto de você.

— Meghan desencana – sorrio – só sexo tá bom? Ultrapassei minha própria lei para estar fazendo isso com você – lhe dou um selinho.

Olho para frente e vejo que Jake se sentou novamente. Eles olham para mim como se fosse um bicho de sete cabeças.

— É estranho.

— Muito estranho.

— Ele é um idiota – Morrison ergue o olhar – você não nos trouxe aqui para comer? Estou com fome.

Faço um sinal e o garçom aparece. Peço três porções de tacos e o molho tradicional da casa. Iria pedir refrigerante, mas vi que eles atualizaram o cardápio, vinho foi minha escolha.

— Você vai dar bebida para nós?

— Shiu – coloco o indicador na boca – eu disse que vocês têm dezoito.

— Legal – Sean estica a mão para eu fazer o famoso toque dos homens. O faço.

— Vou ao banheiro já volto.

— Vou com você Jen – Bex a segue.

Logo os tacos chegam e nós atacamos. Não era só eu que estava morrendo de fome. Sean por ser atleta, tem um tremendo apetite. Provavelmente terei que pedir outra porção. O vinho está quase no fim. Acho que Jake nunca havia bebido e adorou. As garotas ainda não voltaram e se demorar mais vão ficar sem tacos.

— Nossa essas garotas demoram.

— Vai lá ver o que elas tanto faz – digo.

— Eu não – Sean sorri – estou ocupado.

— Vai lá Meghan

— Estou comendo. Elas devem estar só conversando, daqui a pouco chegam.

— Vocês são um bando de preguiçosos.

Me levanto e vou em direção ao banheiro feminino. Entro, pois acho uma tremenda frescura isso de que homens devem se manter longe.
Elas estão na pia passando sei lá o que nos cílios.

— Vocês não vem?

— Que merda você tá fazendo aqui?

— Os tacos irão acabar.

— Esse é o banheiro feminino professor! – diz Rebecca.

— Nós já vamos. Sai.

Cruzo os braços.

— Vamos Jen – Rebecca guarda algo no bolso do jeans e sai.

— Vai ficar aí passando isso nos cílios até quando?

— Se chama rímel e eu estou quase acabando. Sai daqui.

Me aproximo.

— Acha que eu vou fazer o quê com você?

— Não chega perto de mim – ela fecha o negócio preto e guarda no jeans.

— Por quê? Há, me lembrei. Você irá gritar e depois inventar algo sobre seu pai ou talvez seu tio ter feito algo de errado com você.

— Idiota.

Paro na sua frente. Ela cruza os braços e revira os olhos. 
Mal criada! Mas não posso negar que é bonitinha.

— Vai dar sua crise falsa se eu disser algumas coisinhas? – ela não diz nada. Apenas me encara. – o que acharia da minha mão no seu braço? – a coloco em seu braço e fico acariciando – e se ela descesse até sua coxa? – tiro minha mão e aproximo minha boca do seu ouvido – já imaginou senti-la entre suas pernas? Apertando sua coxa e raspando os dedos na virilha? Algo úmido apareceria não? – posso ouvir sua respiração pesada – e minha mão tomaria vida e pararia no seu clitóris... Sabe o que é o clitóris? Bom, acho que deve conhecer o próprio corpo. Ela iria acariciar ali até que escorregaria para dentro da sua calcinha... E adivinha? – seus pelos se arrepiam – você sentiria meu dedo dentro de você. Na sua entrada apertada e molhadinha. Ele escorregaria para dentro e para fora e você só conseguiria gemer. Mas acho que minhas palavras fariam mais efeito na sua bucetinha apertada não é? Eu poderia puxar seu cabelo e dizer: tá gostoso putinha? Sua bucetinha molhada está gostando do meu dedo? Que tal meu pau estar aí dentro? Te rasgaria todinha não é?

Afasto minha boca do seu ouvir e vejo suas pernas cruzadas. Ela deve estar apertando as coxas. Suas pupilas estão dilatadas. Consegui.

— Acho que tenho um ponto no placar não? Senhorita Morrison. – sorrio e saio do banheiro voltando para mesa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, xoxo (^^)


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