História Progam Boy. |Vhope/TaeSeok| - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bottom!hoseok, Bts, Hopev, Hoseok!bottom, Taehyung!tops, Taeseok, Top!taehyung, Vhope
Visualizações 121
Palavras 919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá bbs!
55 FAVORITOS? EU TÔ TENDO UM ENFARTE AQUI,SCRR. Me diz como que vocês gostam disso hein? Me digam! Muito obrigada,mesmo. (mds,eu só agradeço. Mas,como não agradecer essas coisas lindas,vulgo meus bbs?)


Uma explicação básica aqui: Quando tiver,por exemplo,o nome do TaeHyung quem narra é "ele" ou se tiver tipo "autora" ou "narradora" sou eu. Caso o contrário,quem narra é o Hobi. :) |podem me perguntar que eu tento explicar melhor|

Esse é o especial,sim.



Boa leitura!

Capítulo 6 - Chapter 6


Flashback On


Eu estava me preparando para falar minha sexualidade para o meu Appa e minha Omma. Era complicado falar algo desse tipo. Mas era bem melhor do que esconder. Uma hora eu seria obrigado a falar.

[...]

Era a hora do jantar. Estávamos todos à mesa,comendo felizes,ou quase isso. Eu queria falar.

Eu iria falar.

"Omma,Appa...bem..."

Eles se entreolharam e assentiram.

"Continue,HoSeok." falava minha omma tão calma,enquanto meu pai não tirava os olhos da comida.

"Eu descobri isso a um tempo...e...eu sou...Eu...Eu sou gay."

Meu pai quase se afogou com a comida. Minha mãe não tinha reação. Mas depois de pouquíssimo tempo ela sorriu.

"Oh,tudo bem,Seok bebê. Nós te aceitamos assim como..." Meu pai interrompeu minha mãe,levantando-se bruscamente de sua cadeira.

"O quê!? Você está brincando,não é mesmo!?" Ele perguntava. Parecia que ele queria ouvir que era tudo uma brincadeira,ou coisa de sua cabeça.

"Por que eu brincaria com algo tão sério assim?" Perguntei pausadamente.

Ele abria e fechava a boca,procurando talvez alguma resposta.

"Eu não te criei para ser um bichinha,um veadinho que gosta de um pau. Não mesmo! Pessoas como você tem que morrer." Ele deu uma pausa. Seus gritos acertaram em cheio o meu coração. Doeu muito ouvir aquilo. Meus olhos estavam lacrimejando. "Você...Você sabe o quanto vai sujar o nome da nossa,ou melhor,da minha família? Porque você não faz mais parte da minha. Eu quero que você saia daqui amanhã,mas me fale antes de ir. Quero fazer algo com você."

O desespero se alastrou em meu corpo. O que ele faria comigo? Eu chorava,sentado na cadeira. Meu appa discutia com a minha omma. Ele levando a mão para dar um tapa nela,mas eu fui mais rápido e fiquei em sua frente.

Acabei por levar um tapa forte em meu rosto.

"Meu filho,não precisava fazer isso." Fala a omma.

"Quem realmente é o problema aqui sou eu. Não é você que é gay." Falava baixinho com ela.

"Não use o método da covardia,ainda mais contra uma mulher. O gay aqui sou eu. Não ela,então,não a encoste um dedo que seja."

"Ah,olha só,o viadinho quer defender a sua omma." Falava em escárnio.

"Cala a sua boca suja pra falar do meu filho." Dava para ver o ódio nos olhos dela.

"Omma,não o provoque." falava tão baixinho para que só ela escutasse.

"Fica quieta mulher! Eu não perguntei nada pra você."

[...]

Ontem eu só me dei o único trabalho de chorar e chorar. Por culpa minha,minha omma apanhou. Meu appa conseguiu fazer com que ela saísse de casa e fosse para bem longe daqui.

Estava encerrado no quarto em posição fetal em cima da cama,gritando e soltando grunhidos pela boca. Meu peito doía. Doía de não ser aceito. Doía ver tanto preconceito dentro da minha própria casa. Doía de não ser visto igual a uma pessoa normal igual às outras.

Doía muito.

Escutei batidas na porta. Tais batidas que me fizeram tremer.

Eu me levantei. Estava mergulhado em desespero. Eu andava tão devagar. Que,provavelmente,quem estivesse batendo na porta pensaria que eu estava para brincadeiras.

"Quem...É?" Dizia hesitante de abrir a porta.

"Abre essa porta agora,HoSeok." Meu pai gritou do lado de fora do quarto.

Destranquei a porta.

"Ah,espero que tenha feito suas malas."

Ele me empurrou pra dentro do quarto.

"Levanta a blusa." Eu fiquei estático. Ele queria me estuprar? Não,acho que não. Ele tem ódio de gays.

"Vamos garoto,levanta a blusa agora." Ele gritou.

Levantei a blusa. Tremendo muito por expor alguma parte do meu corpo sem ao menos saber o que iria ser feito para ou contra ele. Mas era arriscado demais me negar a fazer algo.

Eu sentia frio. Muito frio.

Levantei a blusa a uma altura razoável. Ela estava um pouco abaixo dos ombros.

"Fique como está,gayzinho do caralho." O mais comum que ele fazia era me xingar. Até mesmo antes de saber minha sexualidade. Ele me xingava porque,aos olhos dele,eu era afeminado por eu gostar de rosa,coisas de pelúcia,ter medo de quase tudo.

Por eu achar as roupas femininas mais bonitas do que as masculinas.

Senti algo queimar em minhas costas. Eu gemi de dor. Eu não sabia o que era. Não mesmo.

Mais uma vez aquela coisa ardente em minhas costas.

Até que o cheiro se espalhava pelo cômodo da casa. Aquele cheiro ruim e irritante. Estava na cara que eu estava sendo queimado por um cigarro.

"Viu!? É isso que gays como você merecem." Ele dava risada. Parecia que ele gostava de me ver sentindo dor. Mas aquela dor nem se comparava com o que meu coração sentia. Eu sentia desprezo de mim. Eu sentia desprezo do Appa.

Ele continuou queimando minhas costas de um jeito para que não ficassem marcas.

[...]

“Deu por hoje. Pegue suas malas e dê um fora.” Ele falava. Eu não sabia se pegava as minhas malas ou se fazia um escândalo. Não sabia mesmo.

[...]

Eu estava caminhando a um bom tempo. Eu queria tanto ter a minha casa de volta,eu precisava tanto.

Eu queria um abrigo,eu precisava.

Então eu vi uma placa com um brilho nítido.

Fui mais para perto da tal placa e nela dizia que as pessoas que trabalhavam lá eram bem remuneradas. E aquilo me interessou. E,para melhorar,eu ganhava moradia. Eu queria entrar lá.

Eu precisava entrar lá.

[...]

Depois de ter conversado com Ravi,eu estava trabalhando oficialmente lá naquele cabaré.

Assim que eu entrei,eu quis voltar. Mas se,por acaso,eu voltasse,estaria na rua há algumas horas atrás. Eu não gostei de lá. Mas eu queria um trabalho.

Precisava de um trabalho.

Eu sei,que,agora não tem mais volta.









Não tem mais saída. 




 




Notas Finais


E foi essa porcaria aí. Sim,essa bosta é o especial. Uau hein Aléxia,tá bem merda mesmo.

Muito obrigada por todos esses favs. :)


Kissus,fiquem com Rikudou e não usem drogas. 💗


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