História Prohibited - Imagine Suho - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens D.O, Personagens Originais, Suho
Tags Exo, Gangster, Imagine, Normalizada, Suho
Exibições 97
Palavras 4.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAAAAAA PEOPLE ❤

TUDO BOM? TUDO BEM?
Caralho eu demorei dessa vez ne? Mas juro que a partir de agora não vou demorar tanto.
Em fim. Esse imagine tem uma continuação so fiz duas partes ahahahjdjsnsnsnsks.
Vou postar ela se vocês gostarem.
Sem enrolação porque vcs devem estar com raiva de mim.


UMA BOA LEITURA AMORAS ^-^

Capítulo 1 - The Begin


Fanfic / Fanfiction Prohibited - Imagine Suho - Capítulo 1 - The Begin

      Desci as imensas escadas de minha casa a caminho da sala de jantar, ainda não entendo o porque de papai querer uma casa tão grande para poucas pessoas. Chegando na sala, eu me sento cumprimentando meus pais dos quais já estavam sentados a minha espera para o café.

Nós nos servimos em silêncio o que não é uma grande novidade, não espero muito de meu pai, principalmente depois de saber sobre sua profissão.

–Então querida, como vai os estudos? –E lá vamos nós de novo, reviro os olhos mentalmente, meu pai sempre foi assim, preocupado sempre apenas com meus estudos, se eu ia mal na escola eu iria mal com meu pai em casa.

–Vai bem papai. –Respondo sem a mínima vontade.

–Acho bom, não seria bom para minha imagem ter uma filha que vai mal na escola, sendo que pago a melhor da cidade para a mesma.

–Pai, por favor não comece. –Suplico.

Ele apenas da de ombros demonstrando que na opinião dele, ele tem razão.

Minha mãe apenas nos observa em silêncio, coisa que não me surpreende da parte dela, ela era uma mulher calma com uma paciência invejável, o que a tornava completamente elegante aos olhos alheios.

Terminamos de comer e assim que as empregadas retiram a mesa, eu vou até meu quarto para ao menos descansar antes de ir até a escola. Como eu já estava uniformizada, apenas me joguei naquela maldita cama com um suspiro.

Pego meu celular conferindo as horas vendo que são pouco mais de 7:30, me levanto pegando minha bolsa e desço as malditas escadas novamente, meu pai deve ter saído, já minha mãe está na sala conversando com uma das empregadas.

–Quer que eu chame o motorista querida?

–Não mamãe, e o nome dele é Josh e não “motorista”. –Digo revirando meus olhos com a sua mania egoísta de não gravar os nomes de seus próprios empregados.

–Não me importa querida, não fale como se fosse minha obrigação gravar os nomes de todos que trabalham nesta casa. –Ela deu de ombros.

–Claro que é mãe! Você contratou eles, é de sua obrigação saber os nomes de todos eles. Agora com licença que tenho algo melhor para fazer.

Arrumo a alça de minha bolsa em meus ombros e caminho para fora do maldito lugar que eu sou quase obrigada a chamar de casa.

Pego meu celular e fones em minha bolsa e coloco em uma música qualquer enquanto ando a caminho de minha escola.

Depois de algum tempo que julguei ser muito pouco, chego há bendita escola. Adentro a mesma recebendo alguns olhares. Retiro os fones com um pequeno suspiro, guardando os mesmos em meu bolso.

–(S/n)!

Escuto meu nome ser pronunciado por alguém. Olho para o local que eu havia escutado meu nome encontrando ali abro um pequeno sorriso ao ver Soo ali.

–Hey D.O! –Dou um beijo em sua bochecha seguida de um abraço, ao fazer isso, eu me sinto observada por alguém, mas ignoro tal pensamento quando me separo de D.O.

–Ok senhorita, vai me contar o por que de estar faltando tanto? Até o diretor reparou nisso e veio me perguntar se você havia saído.

Olho para aqueles olhos naturalmente arregalados que eu achava tão fofo no mesmo e acaricio suas bochechas. É claro que eu não irei contar a ele o real motivo de eu estar faltando tanto, não irei colocar meu melhor amigo no meio disso tudo.

–Peguei uma gripe forte. –Respondo o olhando.

–Aish! ______ posso saber o por que de não me ligar? Eu poderia ir até sua casa cuidar de você.

–Não era preciso de tudo isso Soo foi só uma gripe, não se preocupe.

Ele abaixa o olhar suspirando, ele sabia que eu não iria lhe contar tudo, ele me conhece o bastante para dizer que eu estava escondendo algo, e eu realmente estava.

Ouvimos o sinal bater para a primeira aula mas continuamos ali, enquanto os outros corriam para suas respectivas salas.

–Eu preciso ir há diretoria resolver alguns problemas, você pode ir na frente?

–Claro que sim, resolva tudo, eu vou estar na sala.

Vejo eu andar caminho contrário ao meu e sinto uma pequena vontade de chorar. Eu não posso esconder tudo, um dia ele vai descobrir e essa pessoa que irá contar sobre tudo serei eu, mesmo com receio, medo eu terei que conta-lo e o deixar a par de tudo que está acontecendo na minha vida. Soo não é idiota, ele sabe que tem algo errado, algo errado comigo.

Me viro para chegar em minha sala, caminho em pequenos passos naquele corredor vazio.

Continuo caminhando preguiçosamente até que sinto meu braço ser puxado e minhas costas se chocarem contra a parede, eu iria gritar mas uma mão em minha boca me impede de fazer tal ato.

Olho para a pessoa que fez isso comigo e quase reviro os olhos ao fazer isso. Empurro a mão estava em minha boca me impedindo de falar e olho para ele com uma sobrancelha elevada.

–O que está fazendo aqui JunMyeon?

Ele da um sorriso malicioso me olhando, eu continuo o olhando indiferente.

–Pensei que gostaria da pequena visita de seu namorado.

Ergo minhas sobrancelhas e o olho com desdém, quase bufo na frente dele mas me seguro para não fazer isso.

–Namorado? Você sabe que tudo acabou naquele dia Suho, não me venha com essa sua conversinha pro meu lado, saia daqui que eu já estou atrasada para minha aula.

Eu iria sair dali mas ele me impede puxando meu braço e me prensando contra a parede novamente.

–Me solta Kim!

–Acabou? Tudo acabou? Você não dizia isso enquanto gemia meu nome loucamente, ou dizia?

–Suho, você tem que entender que a partir do momento do qual eu disse que acabou, tudo o que aconteceu antes disso virarão pequenas lembranças.

Suho me olhou balançando a cabeça negativamente.

–Acha mesmo que eu vou deixar você acabar com tudo que tivemos assim? Do nada?

Você é um criminoso JunMyeon. O que seria de nós se eu continuasse com você?

–Eu iria te proteger, como sempre fiz. Mas ao invés de ficar comigo você escolheu me trocar? Você vai se arrepender amargamente por isso.

–Do que você tá’ falando?

Ele ignora minha pergunta esse abaixa me pegando pelas coxas e me jogando sobre o ombro dele. Eu solto um pequeno grito de surpresa.

–Me solta seu idiota! –Eu soco suas costas. –Ao contrário de você, eu tenho aulas para repor.

–Eu não ligo.

Suho continua caminhando comigo até o estacionamento da escola, durante o caminho eu ainda me debatia tentando me soltar.

Ele pega a chave de seu carro no bolso traseiro de sua calça jeans preta e destrava o carro, ele abre a porta do passageiro e me joga lá dentro como um saco de batata.

Ele entra rapidamente e liga o carro em um piscar de olhos, e foi só naquele momento que eu reparei no quanto ele estava lindo, com uma calça jeans preta que continha alguns rasgados nos joelhos, uma blusa cinza com uma frase escrita da qual não prestei atenção ao ler e uma jaqueta preta por cima.

–Vou te levar para minha casa. –Saio de meus devaneios ao ouvir sua fala.

–Eu não vou pra sua casa.

–Sinto muito, mas no momento você não tem poder de escolher ou decidir nada por aqui.

Bufo altamente cruzando meus braços abaixo de meus seios.

–Não fique brava, você sabe o porque de eu estar fazendo isso.

Reviro meus olhos antes de olha-lo, a sorte que eu tinha ao tê-lo apenas para mim era enorme, mas eu tinha que abandona-lo querendo ou não.

–Meu pai descobriu. –Eu segredo o fazendo olhar para mim.

–O que? O que quer dizer com isso?

–O que mais você acha? Ele descobriu sobre tudo, nossos encontros, beijos, sobre você, tudo, exatamente tudo.

Ele volta a olhar para frente passando a mão no cabelo o bagunçando, devo confessar que aquilo o deixa extremamente sexy.

–Não se preocupe, eu vou resolver tudo.

–Resolver tudo? Eu já resolvi tudo sozinha.

–Nos afastar um do outro é resolver algo? Acho que não. Eu vou resolver isso do jeito certo, que no final acabemos juntos.

Eu me calo, pois sei que ele tinha razão, se fosse para resolver, pelo menos eu poderia resolver do jeito certo.

O resto do caminho foi totalmente silencioso, era um silêncio certamente desconfortável apesar de tudo. Eu me perguntava o que deu na minha cabeça ao me apaixonar pelo cara que praticamente comandava a máfia em Seul, balanceia cabeça negativamente afastando tais pensamentos, eu não poderia fazer nada agora, não depois que tudo aconteceu entre a gente.

–Quem era ele? –Ouço ele dizer ao meu lado.

–O que quer dizer com isso?

Observo ele apertar o volante entre os dedos.

–Vou perguntar mais uma vez. Quem era o cara que estava conversando antes de eu chegar?

–Se você estiver falando do Kyungsoo, ele é o meu melhor amigo.

Ele me olha de rabo de olho.

–Ainda temos muito o que conversar... Principalmente sobre esse seu melhor amigo. –Ele diz.

Sinto um pequeno frio na barriga, pois sei que esse “conversar” dele, não é nada positivo, pelo menos não para mim.

Chegamos em frente a casa de Suho, os seus seguranças abrem o portão para ele que adentra o jardim da casa passando pelo mesmo.

Saio do carro em um pulo e caminho até a porta de sua casa, abro a porta e adentro a mesma pisando forte, retiro os sapatos e os coloco no canto da casa e continuo andando, jogo minha bolsa no sofá e me sento ao lado dela, fecho meus olhos jogando minha cabeça para trás até que sinto o estofado ao meu lado ser abaixado, como se estivesse avisando que alguém se sentou ali.

Ouço-o suspirar ao meu lado, abro os meus olhos ainda com o olhar focado no teto branco daquela casa, até que respirando fundo, eu olho para Suho que até o momento, me observava em silêncio.

–Eu pedi desculpas anteriormente pelo que aconteceu, eu lhe prometi que nunca, jamais algo daquilo iria acontecer. –Ele diz depois de poucos minutos nos encarando.

–Eu sei JunMyeon, mas como você iria me proteger sempre? Me responda. Aquela não foi a primeira vez, e aposto que não iria ser a última se eu não seguisse o concelho de meu pai e me afastasse de você.

Enquanto eu e Suho ainda estávamos namorando, digamos assim que tentaram me matar, e quase conseguiram. Eles haviam me sequestrado e me levado à um lugar podre e imundo, me deixaram trancada ali durante horas e horas, até que JunMyeon me tirou de lá depois do mesmo me procurar em basicamente cada canto daquela cidade.

As pessoas que fizeram tudo isso comigo foi uma gangue rival a de Suho, e claro, como eles queriam atingir ele de qualquer modo, eles decidiram me usar para tal ato. Não havia sido a primeira vez que isso acontecera, haviam outras estórias me envolvendo, apenas por namora-lo.

E como se não bastasse tudo isso ainda tinham as “ex-ficantes” de Suho. Era completamente irritante o modo que elas ficavam furiosas apenas por eu ter conquistado o Senhor Coração de Mármore, elas tentavam nos separar de qualquer jeito, e isso me irritava ao extremo.

Suho se aproxima fazendo assim que nossas pernas se encostem naquele sofá, e com que fiquemos cara a cara um do outro. Ele leva uma de suas mãos ao meu rosto e acaricia minha bochecha.

–Eu prometi sempre cuidar de você não prometi? Eu irei cumprir com minha palavra, nem que eu tenha que me sacrificar para isso.

Então ele me beija afoitamente, eu retribuo aquele beijo com a maior vontade desse mundo. Era um beijo cheio de saudade e malícia.

Ele sentia minha falta, assim como eu a dele, coloco a mão em sua nuca e o puxo para mim aprofundando o beijo. Sinto a língua áspera dele em contato com meus lábios, e então os abro logo sentindo sua língua tocar na minha, e a partir daquele momento nos esquecemos de tudo; que havia um pai em minha casa nos proibindo, uma gangue querendo nos matar, mulheres loucas querendo nos separar. Esquecemos de tudo e nos concentramos apenas naquele momento.

Empurro seu ombro com a mão livre e subo em cima de seu colo, as mãos deles vão diretamente para minhas coxas desnudas pela saia do uniforme. Ainda nos beijávamos quando retirei a jaqueta de couro dos ombros dele a jogando no chão. Tenho um pequeno delírio ao senti-lo morder meu lábio inferior e o puxar com vontade.

Arranho sua nuca e sei que cada pelo de seu corpo se arrepiou com minha atitude. Suas mãos saem de minhas coxas e caminham para minha bunda, onde a puxa para si me fazendo sentir sua ereção abaixo de mim, solto um suspiro durante o beijo com o contato repentino.

Separo nosso beijo ofegante e olho para o belo rosto de Suho, ele assim como eu, ofegava em busca de ar. E por Deus! Como eu pude abandona-lo assim? Sem mais nem menos?

Minha boca vai até seu pescoço e ali eu começo a trabalhar, beijo, chupo, mordo, faço de tudo para marcar aquele pele tão branquinha e sedosa.

Levo minhas mãos até a barra de sua camisa preta e a puxo de seu corpo, ele me ajuda levantando os braços.

–Ah meu bem. Se você soubesse o quanto você faz falta nesses momentos. –Seus dedos adentram minha saia e pegam em minha bunda a apertando, solto um arfar ao sentir seus dedos gelados ali. –Vejo que também sentiu minha falta. Você se tocava igual à mim? Gemia meu nome como gemia antes? Hein? –Ele da uma mordida em meu pescoço seguida de um chupão, sinto todo o meu corpo se arrepiar com isso. –A minha vontade é de te foder tanto que você nem vai andar depois de tudo, mas que mesmo assim vai implorar por mais, vai implorar pra eu me enterrar em você de novo, de novo e de novo.

Ele apertava minhas nádegas com tanta força que eu não duvido que depois de tudo eu iria ficar com ela inteiramente vermelha.

Ele retira a parte de cima de meu uniforme e beija cada parte de meu corpo, de frente para ele, ainda em seu colo eu estava apenas com um sutiã mas ainda com a saia. Suho se abaixa e beija delicadamente a região acima de meu umbigo, para logo depois, usando a língua, ele a arrasta até chegar a parte da frente de meu sutiã. Ele morde ambas as partes descobertas que estão do lado de fora do sutiã me fazendo dar um leve tremida e sentir a umidade entre minhas pernas aumentar cada vez mais.

Poderíamos fazer uma lista grande dos defeitos de Suho, mas que o desgraçado era bom de cama ele era.

Não aguentando mais aquela tortura, eu mesma desfaço o fecho do sutiã e o retiro de meu corpo o jogando em qualquer lugar daquela sala, olho para ele que sorria sacana para mim.

É impossível segurar o gemido alto que escapa por entre meus lábios ao sentir a língua de Suho rodear meu mamilo.

Prendo meus dedos em seus fios escuros e o puxo mais ainda. Vejo ele morder a ponta e puxa-la lentamente, me provocando com extremo sucesso. Ele o chupa e depois roda a língua em volta olhando em meus olhos, sinto minha vagina pulsar, eu poderia gozar apenas com aquele olhar que ele dirigiu a mim.

E para provoca-lo e assim pagar na mesma moeda, eu rebolo vagarosamente em sua ereção seguindo uma música inexistente no cômodo. As mãos de Suho vai até minha cintura e a pressiona para baixo, fazendo com que eu sinta ainda mais o seu pênis duro em minha intimidade, solto um gemido com vontade de senti-lo dentro de mim, então desabotoo sua calça e desço o zíper olhando seu rosto, para logo depois segurar suas bochechas em minhas mãos o puxando para um beijo.

Saio de cima de seu colo o deixando levemente confuso, até que eu retiro minha saia ficando só com uma calcinha rendada na sua frente, ao me ver ele me puxa de volta para ele com uma rapidez incrível. Me solto dele e me abaixo em sua frente seguindo direto para seu abdômen, rodeo minha língua em um de seus mamilos escutando um suspiro sair da boca acima de mim. As mãos dele estavam em minha cintura, e acariciava ali como um intuito para eu poder continuar, e assim eu fiz, parti paro o outro mamilo e o chupei enquanto arranhava sua barriga, minhas unhas passavam por cada gominho de seu abdômen deixando um rastro vermelho para trás.

Desço os beijos para seu abdômen e ali eu mordo e chupo deixando marcas de chupões e mordidas por cima dos vergões que minhas unhas deixaram. Chego ao cós de sua calça jeans e a tiro com pressa do corpo dele, o deixando apenas com uma boxer verde da qual continha um grande volume na mesma.

Ainda por cima do tecido, eu coloco sua ereção em minha boca para depois de solta-la eu passar a língua por cima da mesma. Sinto a mão de Suho se entrelaçar aos cabelos de minha nuca e levantar minha cabeça para cima selando meus lábios.

–Sei que você é ótima com a boca, já tive o prazer de senti-la imensas vezes em variadas situações e locais, mas a única coisa que eu quero agora, é me enterrar em você.

Ele me puxa pra cima me beijando afoitamente, aquela sala estava bem mais quente que o normal para os nossos corpos. Suho me leva de volta até seu colo, não sem antes retirar minha calcinha e joga-la pelo ombro.

Com as mãos em minha cintura, ele me faz sentar em seu membro até o fim, quando ele já está completamente dentro de minha vagina, ambos soltamos um suspiro alto de alívio. E foi naquele momento que eu vi o quanto ele fazia falta para mim, o quanto ele era importante na minha vida, mas como dizem por ai, as vezes temos que fazer certos sacrifícios.

As mãos de Suho se dirigem até minhas nádegas onde deposita ali um tapa estalado em minha nádega direita, me contraio de surpresa tirando um gemido da boca de JunMyeon.

Ergo meu quadril e começo a subir e a descer em seu membro, os olhos de Suho estavam focalizados na entrada e saída de seu pau de dentro de mim, eu mordia o lábio segurando certos gemidos mais altos que sairiam da mesma. Tudo falho. Suho levanta a cintura enquanto eu me abaixava fazendo assim a penetração se fortificar, forçando minha bunda para baixo e o sentia todo dentro de mim, entrando e saindo trazendo um prazer indescritível.

Então, eu começo a comandar a penetração, eu subo e desço rapidamente em alguns momentos, eu rebolava enquanto descia lentamente, o engolindo completa e prazerosamente.

–Você me faz tanta falta meu amor. –Ele diz com certa dificuldade graças aos gemidos.

O cheiro de sexo predominava o ambiente, o meu cheiro se misturava com o dele deixando tudo ainda mais excitante. Os gemidos se completavam com o barulho de nossos corpos se chocando graças a intensidade das estocadas e movimentos.

–Suho... –Eu gemo em alto e bom som. –I...Isso! Mais, eu quero mais.

–I-isso, gema meu nome, mostre a todos que você tem um dono, e que ele te fode melhor que qualquer outro.

Com isso, ele aumenta a velocidade em uma rapidez incrível, ele estava acabando comigo.

–Isso mesmo, assim. Oh meu Deus...

Suho desferia tapas e arranhões com suas mãos grandes e unhas pequenas em minha bunda e coxas, e tudo isso me deixava ainda mais excitada.

Sinto minha vagina se contrair e sei que meu orgasmo está cada vez mais próximo, Suho percebendo o mesmo, ele troca nossas posições me deixando abaixo dele.

Ele se retira apenas deixando sua cabeça dentro de mim e coloca tudo de uma vez, me fazendo arquear minhas costas. Uma de suas mãos vai até meu cabelo o prendendo na mão e o puxando causando em mim uma dor excitante. A outra caminha pela minha barriga chegando até meu clitóris onde massageou ali com movimentos circulares, e tudo isso, enquanto metia rápido e fundo dentro de mim.

Eu já não controlava meus gemidos mais, esses que já se transformavam em gritos altos. Meu corpo ia para frente e para trás, graças a força das estocadas.

–Vamos lá querida, grite, em alto e bom som.

Minhas mãos se apoiavam em suas costas onde ali eu fazia uma real “festa”, não vou duvidar que elas estavam completamente vermelhas.

Eu revirava os olhos de tanto prazer que estava sentindo, era incrível o modo que tudo em JunMyeon me excitava, cada pedaço ou defeito me levava a loucura.

Eu via seu quadril se mover, eu via seu membro entrar e saindo de dentro de mim, meu Deus como aquilo poderia ser real?

–JunMyeon... –Gemo jogando a cabeça para trás para ele logo puxar meu cabelo me fazendo olha-lo.

Já não suportando mais, eu me libero em um orgasmo avassalador em um grito de prazer, suas mãos me apertam ao chegar em seu ápice com um rugido rouco.

Sinto o meu líquido e o de Suho sair de mim e escorrer pelas minhas coxas, finalizando sua corrida ao manchar o sofá.

Suho se deita em cima de mim respirando ofegante –Não muito diferente de mim – sinto uma de suas mãos acariciar meu cabelo.

Levantando um pouco o rosto ele me olha com um sorriso mínimo em seus lábios. Ele se levanta saindo de dentro de mim e busca sua boxer a vestindo junto com a calça mas sem abotoa-la, ele pega sua camiseta e a joga para mim, entendendo o pedido mudo eu a visto com certa dificuldade graças ao desconforto entre minhas pernas, pego minha calcinha também a vestindo. Me sento no sofá em posição de “índio” e o olho.

Vejo Suho de costas para mim e foi ai que percebo o quanto aquela foi a das melhores que já tivemos. Suas costas estavam com vergões avermelhados, era possível ver também que saía sangue de alguns arranhões.

–Você está bem? –Pergunto e ele na mesma hora se vira para mim bagunçando o cabelo, seu olhar confuso cai sobre mim. –Quero dizer... Suas costas, elas estão doendo?

Ele me olha com um sorriso de lado como se se orgulhasse daquelas marcas.

–Eu deveria lhe perguntar o mesmo. –O olho erguendo uma sobrancelha. –O que? Acha mesmo que foi só eu que sai com marcas? Experimente se olhar no espelho mas principalmente seu pescoço e sua belíssima bunda.

Coro levemente com seu comentário e olho para baixo. Com essa minha ação eu ouço uma risada sair da boca de JunMyeon. O vejo andar até mim e levantar o meu queixo me fazendo olha-lo.

–É incrível o modo do qual você muda na cama mas fica tímida com uma frase simples.

Dou um pequeno sorriso para ele e dou de ombros. De repente seu olhar fica sério.

–Me prometa que nunca irá me abandonar, nunca mais. Eu sei que essa ação minha é egoísta demais, mas eu sou assim e não irei aceitar te ver com outro, só esse pensamento me dá raiva.

–Eu prometo. –Puxando meu queixo mais uma vez com os dedos ele me puxa para um beijo, mas desta vez esse beijo era lento, queríamos aproveitar a presença um do outro.

–Venha, você precisa comer algo depois de todo esse nosso “exercício”, vou te levar para casa depois disso. –Ele diz me puxando.

[...]

Chego em casa com um suspiro cansado, meu pensamento fica decepcionado ao me lembrar que teria que voltar a ser a “Filhinha Perfeita”. Quase que arrastando os pés eu me encaminho até a sala, onde estranhamente encontrei meus pais ali sentados em silêncio.

O olhar repreensor de meu pai cai sobre mim e é nesse momento que eu sei que coisa boa pela frente não vem.

–Então querida, a sua tarde na escola foi boa? –Ele me pergunta retoricamente. Eu engulo em seco o olhando, ele sabia. 


Notas Finais


Eai? Dahsinsjaja acham que merece continuação? Falem para mim seus lindos ^^


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