História Proibido Para Menores (Alisper) - Capítulo 38


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza, Saga Crepúsculo
Personagens Alec, Alice Cullen, Angela Weber, Aro Volturi, Bella Swan, Benjamin, Billy Black, Carlisle Cullen, Carmen Denali, Charlie Swan, Claire Young, Edward Cullen, Eleazar Denali, Embry Call, Emily Young, Emmett Cullen, Eric Yorkie, Esme Cullen, Felix, Garrett, Gianna, Heidi, Irina Denali, J Jenks, Jacob Black, James, Jane, Jasper Hale, Jessica Stanley, Kate Denali, Laurent, Leah Clearwater, Marcus Volturi, Maria, Mike Newton, Paul Lahote, Quil Ateara, Rachel Black, Rebecca Black, Renata, Renée Dwyer, Renesmee Cullen, Riley Biers, Rosalie Hale, Royce King II, Sam Uley, Sarah Black, Senna, Sue Clearwater, Tânya Denali, Victoria, Vladmir
Tags 50 Tons De Cinza, Alice, Alisper, Bella, Carlisle, Edward, Emmett, Esme, Jacob, Jalice, Jasper, Renesmee, Rosalie, Saga Crepúsculo, Sexo
Visualizações 126
Palavras 2.648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAH CHEGUEI A TEMPO!

VIU! AINDA É HJ( O DIA QUE FALEI Q IA VOLTAR ONTEM) KAKAKAKA

OBG PELOS 4 COMENTÁRIOS ❤

● BOA LEITURAAAA

Capítulo 38 - Assassino


Pdv Jasper


— Hey — Olhei para Rosalie que estava sentada de frente para mim. — O que foi?


— Estou irritado!


— Vai contar a ela?


— Eu não sei… Apesar que sei que devo e que vai ser complicado, mas se eu ainda a quiser esse vai ser o unico jeito.


— Como assim?


— Os meus sucessores das filiais nos questionaram quando daríamos um herdeiro a empresa e ela respondeu que ainda não nos conhecemos direito. — respondi.


— Ah meu Deus! Realmente é a sua única opção. — concordei. — Converse com ela aos poucos.


— Tentarei. É bastante complicado!


—Sim… — suspirei.


— Não quero perdê-la. Sinto que a salvei pra mim.


— Com certeza!— Ela riu. — Gosto dela e vejo o quanto ela te faz bem, mesmo que tenhamos parado com nossos joguinhos, mas… foi por um bom motivo. — sorri.


— Uma hora ou outra teríamos que parar. Não poderíamos viver assim pro resto de nossas vidas.


— Sei que um dia ela entrará nisso tudo e gostará bastante. — garantiu a mim.


Ela  realmente não conhecia  a minha Alice...


— Não quero que ela faça isso. — neguei. — É desnecessário.


— E engraçado!


— Por que?


— Porque seu ciúmes por ela é tão grande que você perde totalmente o tesão de tanta raiva que fica. — acabei concordando.


— Não gosto que outros a toquem. Vejo que ela fica muito assustada. Não gosto de vê-la assim.


— Acha que é algum trauma pelo qual ela já passou?


— Talvez sim.


— O que sabe sobre ela que ela não sabe?


— Sobre o massacre. — concordou.— Familiares eu não faço a menor ideia de onde estão.


— Depois que ela descobriu que era adotada ela questionou sobre isso?


— Não, para a minha sorte ou eu nem saberia o que fazer. — suspirei. — O que faço agora?


— Quer que eu te ajude a  contar? — neguei.


— Não quero te meter em problemas.


— Ele nos colocou no problema. Eu já estou dentro disso Jasper e não posso sair. — ela disse a mim tomando mais um pouco de whisky. — Eu vou te ajudar. Quanto mais segurarmos isso mais sufocados ficaremos.


Ela estava certa! As perguntas e desconfianças de Alice me deixavam maluco e desorientado, já que eu não fazia ideia de como responder.


— Primeiramente não se culpe pelo que fez, pois não foi culpa sua.


— Foi sim! Por que eu falhei. Deveria o ter matado antes. — ralhei. — Mas não… continue permitindo que fizesse aquilo.


— Você estava com medo, nós estávamos com medo então não temos culpa. — ela se sentou ao meu lado. —Caramba! Se contar dessa forma à ela ai que ela lhe culpará e com isso você se culpará mais ainda.


— E o que posso fazer?


— Olhe para mim. — a encarei. — Primeiro tire essa culpa de você. Segundo, quando fizer isso converse com ela sobre isso.


— Tudo bem, e o que falarei a ela?


— A verdade.


[...]


Cheguei no aeroporto e após descer liguei para Alice, mas ela não atendeu.  Liguei mais uma  vez, mas nada. Liguei para a casa, mas nada! Liguei para o apartamento e ninguém atendeu também.


Mas que porra havia acontecido?


—  Caius rastreei a Alice. —  ordenei.


— Está no apartamento senhor.  


—  Tudo bem. — agradeci entrando em meu carro.


— Quer que eu vá com você para contarmos um pouco do que aconteceu? —  Rosalie perguntou a mim e concordei.


—  Acha que é o momento certo? Já são sete da noite.


— Melhor agora, ainda mais que tenho certeza que ela lhe encherá de perguntas  e você não saberá responder sem aparavora-la. —  comecei a rir.


— Tudo bem, vamos logo. —   a mesma entrou no carro.


—  Não vejo a hora de ver Emmett. —  Rosalie disse pegando seu telefone.


—Isso tudo é desespero para trepar? — concordou rindo. —  Avise a ele que  lhe levo depois que conversarmos com a Alice.


—  Tudo bem. Ele vai ser compreensível, sabe que é um pouco complexo tudo isso.


—  Como foi contar a ele?


—  Emmett sabia que eu escondia algo e após contar foi como se um peso saísse das minhas costas. Óbvio que ele ficou um pouco assustado e calado por algumas horas. Jamais esperaria isso de mim. Na verdade de nós dois. Ele não fazia ideia do que havia ocorrido com a gente, mas soube lidar com isso. Acho que é por isso que estamos juntos até hoje apesar das brigas.


—  Estão brigando um pouco menos há um bom tempo.


—  Evito já que não posso ficar  indo para sua casa. Então… —  começamos a rir. —  Alice me motivou bastante para que eu ficasse menos tempo brigando com Emmett. Creio que agora dá para casarmos.


—  Com certeza!


—  As coisas mudaram tão rápido! —  concordei  virando a primeira esquina. —  E pensar que a gente nunca fosse sair dessa. —   Segurei em sua mão. — Acabamos conseguindo, se não fosse pela Alice.


—  Se não fosse pela Alice. —  concordei.  —  Devemos muito a ela.


—  Sim. —  Minha irmã concordou. —  Vamos tentar resolver isso logo. —  


Poucos minutos depois cheguei a meu apartamento. Assim que parei o carro no estacionamento do edifício,descemos e seguimos em direção ao elevador.


—  Esqueci meu telefone. —  resmunguei não o achando em meu bolso.


—  Pode ir subindo, o levo para você. —  concordei entrando no elevador.


Apertei o número do andar onde ficava meu apartamento. Quando chegou procurei pela chave do apartamento e após achá-la destranquei a porta.


— Alice? — a chamei, mas não houve respostas.


Ela não estava no hall ou na cozinha do apartamento. Segui em direção a sala e a encontrei lá. Fui até o sofá onde ela estava sentada de costas para mim. Ao tentar me aproximar dela a TV foi ligada. A encarei e olhei surpreso.


Era a foto de uma mulher, ao lado estava uma foto de uma criança e logo depois uma de Alice.


Me aproximei mais um pouco e olhei para ela que continuou sentada encarando o nada enquanto seu rosto estava com manchas vermelhas e seus olhos marejados.


Ela havia descoberto!


— Alice…


— Calado. —  foi fria e grossa.


Senti uma dor no meu peito. Eu havia a magoado e aquilo era horrível! Ela havia descoberto tudo. O que ela deveria estar pensando naquele momento? Obviamente não eram coisas boas.


— Jasper, seu telefone estava no banco de trás.— Rose encarou a TV e logo depois me olhou. — Eu vou deixar…


— Caius a porta. — Alice ordenou fazendo a porta se fechar.


A mesma se levantou e nos encarou. Seu semblante estava péssimo, ela parecia chorar há dias. Apesar que eu havia conversado com ela ontem e tudo parecia bem.


Olhei para minha irmã que foi para o meu lado enquanto ela nos encarava com um olhar furioso.


— Alice…


— Calado. —  apontou uma arma em minha direção. Segurei minha respiração me assustando com aquilo. Ela estava pirando? —  Quando vai me estuprar e matar também? —  questionou.


—  O que? Claro que não Alice. De onde tirou isso? Está maluca?—  dei um passo para frente, mas rapidamente recuei junto a Rosalie assim que Alice apontou a arma em nossa direção.


—  Maluca eu? Acho que não. —  riu. —  Por quanto tempo achou que se esconderia de mim  Jasper?  Você estuprava e matava pessoas? Fez isso com quantas mulheres até chegar em  minha mãe? Ainda faz isso?


— Alice… eu…


— EU MANDEI VOCÊ CALAR A BOCA. — gritou se aproximando e mim com a arma. — Você não vai fazer isso comigo. Achou que eu era idiota? Achou que eu não veria isso?


Apertou o controle dando play na TV.


— “ Qual o nome dessa mulher?”

— Jessica Sishi

— Droga!

— Algum problema senhor.

— Acho que  matei a mãe de Alice”


O vídeo foi pausado.


— Eu posso explicar.  Tudo que quiser. Não é o que está pensando.—  ergui minhas mãos tentando me aproximar dela.


— Você matou minha mãe Jasper?Você a estuprou? — perguntou chorando dessa vez segurando a arma com as duas mãos.

— Alice eu...


— SAIA. — gritou se afastando. — VOCÊ É UM MONSTRO JASPER. —  Jogou a arma no sofá e passou correndo por mim. — VOCÊ VAI PRA CADEIA.


— Alice. — Rose correu atrás dela e fui logo depois.


— SAIAM DAQUI, MENTIROSOS!— entrou no elevador enquanto eu e Rosalie descemos pela escada.


Ela havia entendido da forma mais errada possível!


Tentei me apressar ao máximo, mas eram 10 andares de escada. Assim que chegamos no térreo Alice já estava na calçada.


— ALICE. — gritamos e ela se virou enquanto choravam completamente desorientada.


— VOCÊ É UM ASSASSINO! — gritou.


— Alice por favor, me escute. — me aproximei dela que se afastou.


— SAIA.


Apenas escutei o barulho de algo freando.  Fechei os olhos e apenas ouvi o som de uma buzina. Depois de alguns segundos escutei os gritos de Rosalie e abri os olhos. Olhei para Alice que  caiu a alguns metros de nós e  o motoqueiro que fugiu.Corri até ela que estava jogada no chão e começava a sangrar basante.


— Alice? — a chamei, mas não houve resposta.— Por favor Alice. — a chamei novamente e apenas vi o sangue escorrer de seu nariz. — Que merda!


Acariciei seu rosto sujando minha mão de sangue. O que eu havia feito?

A abracei tomando cuidado para movê-la demais.


— Eu vou buscar o carro. — Rosalie correu até a entrada do edifício.


— Não, ligue para o hospital.—  segurei sua cabeça em meu colo enquanto vários curiosos encaravam. — Por favor Alice, seja forte. Me perdoe. — olhei para ela que sangrava bastante pois estava muito machucada.  — Eu te amo.


Acabei ficando sentado com ela na rua o que causou grande alvoroço.Poucos minutos depois uma equipe de primeiros socorros apareceu, a colocaram em um balão de oxigênio e na maca.


— Precisamos levá-la. — um dos paramédicos disse a mim.


Soltei a mão de Alice e encarei Rosalie que estava atrás de mim. Segui com ela para dentro do condomínio e peguei um carro. Logo depois  segui atrás da ambulância que acabou indo mais rápido do que eu fazendo com que eu chegasse quase cinco minutos depois.


Corri até a recepção e me informaram que ela estava na sala de emergência. Corri junto a minha irmã que ligava para nossos pais, que já estavam quase lá, seguindo as instruções das placas coladas na parede. Quando cheguei rapidamente a encontrei sendo   ligada a aparelhos. Senti minhas pernas bambearem. O que eu havia feito?


Os médicos não paravam um segundo enquanto a examinavam sem parar. Pareciam correr contra o tempo.  Por um momento os aparelhos começaram a apitar e me assustei.


— O senhor poderia se retirar.  —  um dos médicos que entravam no quarto pediu.


— Não. —  respondi avistando um dos médicos pegar um desfibrilador.— O que estão fazendo com ela?


—  Senhor Hale, por favor. — insistiu.


—  NÃO, EU NÃO VOU SAIR DE PERTO DELA. — deixei bem claro a ele.


—  Jasper vamos. —  Rose me puxou.


—  EU NÃO VOU SAIR.


— Jasper mantenha a calma. — Olhei para trás e meu pai me puxava para fora da sala enquanto seu corpo se debatia na mesa. — Daqui a pouco você volta. — segurou em meu braço me tirando dali junto a minha irmã.


— O que aconteceu? — Minha mãe perguntou assustada.


— Eles descutiram e ela atravessou a rua, não viu a moto e….— Me sentei na cadeira encostada na parede.


— A culpa foi minha. — apoiei os cotovelos em minha perna. —  A culpa foi minha. — voltei a chorar.


— Não foi querido. — minha mãe veio até mim e me abraçou se sentando ao meu lado.


Encostei a cabeça no seu ombro. Eu realmente era um assassino!


—  Por que brigaram?


— Jasper não contou a ela sobre seu passado e ela descobriu, mas está confusa.


—  Por que não inventou algo Jasper?


— Porque ela está no meio de tudo isso. —  respondi.


—  Ela…


—  Sim.  —  a cortei. —  Eu deveria ter a contado há mais tempo, mas não tive coragem. Alice nunca reage bem a esse  tipo de coisa então me senti inseguro e não contei e agora olha o que fiz…


—  Você não fez nada. Quando ela acordar tente conversar com ela.


Concordei recebendo um abraço apertado dela.  


— Por incrível que pareça, está tudo bem com ela. Deve melhorar nas próximas horas.— um dos médicos informou.  Mas ela havia acabado de ter uma parada cardíaca… — Vamos levá-la daqui alguns minutos para fazer uma radiografia e ver se não fraturou nada ou deu algum traumatismo.


Suspirei aliviado.


— Vai ficar na sala de observação, mas depois  a passamos para o quarto. — concordei. — Pode vê-la.


— Por favor a coloque no melhor quarto desse hospital.


— Sim senhor.


Me levantei e segui junto a minha mãe. Assim que cheguei a mesma estava bastante suja de sangue o que me fez sentir ainda mais culpa.


[...]



Acabei passando a noite no hospital, mas ela não acordou. Após seu quadro melhorar a levaram para um quarto, onde fiquei mais tranquilo. Às duas da manhã Maria e Carmen chegaram no hospital. Todas as duas apavoradas.


— Ela atravessou de frente a uma moto,  estava de cabeça quente. — expliquei a elas.


Sua mãe a olhou e acariciou seu rosto que já estava limpo, já que as enfermeiras haviam a limpado. Olhei para Maria que me encarava com um olhar desafiador. Ela sabia que havia algo há mais.


— Nós mantêm informadas?


— Sim senhora. Não se preocupe, está tudo sob controle.— assentiu. — Qualquer  alteração no quadro dela eu as informo.


— Muito obrigada querido. — a abracei. — Me disponho a passar a próxima noite com ela.


— Não se preocupe. Eu ficarei.


— Talvez seja melhor, ela realmente iria querer sua companhia. Você faz muito bem  a ela. — sorri, mesmo sabendo que aquilo era mentira. — Já vou indo. — concordei.


— Pode ir na frente mamãe, Jasper ainda não tem meu novo número de telefone.


— Tudo bem. — ela sorriu se retirando.


Assim que a porta foi fechada ela olhou para mim.


— Sei que a culpa é sua. — cochichou. — Não tente me enganar porque nunca vai conseguir. Sei que tem algo há mais.


— Sim, há. E não é da sua conta. — ela riu.


— Sempre escondendo as coisas das pessoas. Sua máscara irá cair cedo ou tarde. — avisou a mim.


— Por que está assim tão irritada? — questionei me sentando no sofá. — Por que não conseguiu o que Alice tem? Eu? Sei que ainda gosta de mim. Mas não irá conseguir.


— Sei que depois de tudo isso ela não voltará para você. E ficará sozinho novamente e quando me quiser não estarei mais aqui.


— Se ela quiser ir é um direito dela, não vou a segurar. — avisei. — Saia daqui.


— Eu sabia que faria mal a ela. — passou por mim. — Você não vale nada do que todas essas outras mulheres que são fissuradas em você imaginam. — concordei.


— Que bom! A porta é por ali. — sinalizei para ela que saiu nervosa.


Respirei fundo  e me levantei trancando o local. Respirei fundo mais uma vez e olhei para Alice.


— Espero que me perdoe, mesmo que não fique comigo. — segurei em sua mão enquanto ela dormia e respirava com a ajuda de um oxigênio. — Sei que não mereço você e se me largar que encontre algo melhor que realmente te faça feliz. — beijei  sua mão.  — Se algo acontecer com você eu jamais irei me perdoar. Eu deveria ter te contado querida, mas… eu falhei. Falhei mais uma vez com você. 


Notas Finais


HIHIHIHI

ATÉ AMANHÃ ❤❤❤❤❤


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