História Proibido para mim - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Feia Mais Bela
Personagens Erasmo Padilla, Fernando Mendiola, Julieta Solís de Padilla, Letícia "Lety" Padilha Solís, Márcia Vilarroel, Omar Carvarral
Visualizações 113
Palavras 1.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Incesto, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - O acampamento



QUATRO MESES DEPOIS

Como prometido, estou me comportando feito uma leide. Na verdade ainda estou magoada com o que meu tio me disse, por isso dei esse tempo, para eu ver realmente o que sinto por ele. E cheguei a uma conclusão.

Eu realmente o amo, e não é um capricho meu.

Após o que aconteceu na minha festa, fiquei um mês sem lhe dirigir a palavra, nem se quer um bom dia lhe dava.

Depois de um mês ele se sentiu incomodado e veio falar comigo e me pediu desculpas, por ter me tratado e falado daquela maneira. Nós voltamos a conversar, e eu sempre me mantendo afastada e indiferente.

Na semana seguinte ao meu aniversário comecei namorar com um rapaz que era louco por mim, mas não deu muito certo com um mês de namoro ele queria transar, eu até tentei dar uns amassos nele, e sinceramente! Não senti nada. Fiquei seca igual ao deserto do Saara.

Foi nesse momento que eu percebi, que realmente amava meu tio. Então terminei o namoro.

E hoje é sexta-feira! Estamos indo acampar na chapada dos veadeiros em Alto Paraíso-GO. Amo acampar e o lugar é espetacular, lá tem uns lugares de camping muito bom e com muitas cachoeiras.

E minha maior alegria não é só essa, é que meu tio vai com a gente e eu estou doida para ver aquele tesudo só de sunga, minha boca chega à salivar só de pensar.

Infelizmente não fomos no mesmo carro, meu tio comprou um para ele.

Estou feliz que ele tenha se adaptado tão bem em Brasília, para uma pessoa que morava no interior do Goiás. Ele morava e cuidou da minha avó até os últimos dias da sua vida e isso admirável. Ele parou a faculdade para se dedicar a ela até sua morte. Quando descobriram a doença ela estava em fase avançada. Na época do acontecido eu não morava com meus pais, estava fazendo um intercâmbio de um ano na Califórnia.

Quando ela morreu meu pai fez questão de que ele retornasse a faculdade e vir morar com a gente e estou feliz por ele está se dando bem na faculdade e no trabalho.

Assim que chegamos montamos o acampamento e organizamos tudo e para minha alegria vi o carro dele chegando. Ele desce e vai ao porta malas pegar algumas coisa o Omar desce em seguida acompanhado da... Não acredito essa vaca veio! Porque ele trouxe ela?

- Mamãe você sabia que o Tio Fernando ia trazer a namorada dele? – Vou na direção da minha mãe perguntando.

- Sim meu bebê, ele perguntou para o seu pai se podia e ele disse que sim. Eu gostei dele ter trago a Márcia, ela é um amor de pessoa. – Ela sai me deixando reclamando sozinha e vai cumprimentar a Vacamarcia. QUE ÓDIO!

Meu feriado acabou! Saio e vou para umas pedras afastadas do acampamento, me sento para curtir a paisagem.

Ouço um Barulho e vejo meu tio se aproximando, se sentando ao meu lado.

- O que você quer aqui? – Pergunto ríspida. Sem olhar para ele

- Eu vi que você ficou chateada quando viu a Márcia. Eu não queria traze-la...

- Então porque trouxe? – Pergunto com sarcasmo olhando-o nos olhos.

- Ela insistiu e disse que ama acampar. – Falou dando de ombros.

- Você poderia pelo menos ter pensado nos meus sentimentos e em como iria me sentir. – Digo me levantando e limpando meu short.

- Mas é só nisso que eu penso! Em você. – Ele coloca os cotovelos na perna e as mãos na cabeça.

E nesses quatro meses de sofrimento, dei meu primeiro sorriso de verdade, sem ser forçadamente e o que ele disse, me deu uma injeção de ânimo.

- Porque você tenta tanto se enganar? achando que não sente nada por mim? – Continuo em pé com um sorriso bobo no rosto olhando para ele.

Ele dá um pulo das pedras onde estava sentado.

- Pode parar! – Diz entre dentes. – Pode ir tirando essas ideias dessa sua cabecinha maluca. Eu só vim falar com você, para poder não ficar um clima chato nesses dias e te pedir para tentar conhece-la melhor. Você me prometeu que ia se comportar e espero que cumpra o prometido. Letícia eu não sinto nada por você como homem. Eu tenho carinho e preocupação como tio e nada mais. Eu estou apaixonado pela Márcia. – Assim que ele termina seu falso discurso, que não me convenceu em nada passa por mim em direção ao acampamento.

- Fernando. – O chamo – ele para mas não se vira para mim. Vou em sua direção o puxo pelo braço para que ele se vire e me olhe. Coloco minha mão no seu peito e sinto sua respiração acelerando.

- Não tente se enganar, eu sei que é horrível beijar uma pessoa pensando em outra. – Ele tira minha mão.

- Você acha que eu beijo a Márcia pensando em você? Olha aqui garota mimada eu não beijo ela pensando em você, vê se coloca isso na sua cabeça dura. – Ele fala isso batendo o dedo indicador na minha cabeça. Puxo a mão dele e seguro entrelaçando-as.

- Eu comecei a namorar um carinha uma semana depois do que ouve entre a gente. Com um mês de namoro ele queria transar comigo eu até...

- E cadê esse seu namoradinho invisível? – Ele pergunta com sarcasmo, puxando sua mão da minha.

- Eu tentei transar com ele, só que não parava de pensar em você e estava me sentido muito mal com isso, então terminei o namoro. Por isso que eu te disse que eu sei pelo que você está passando. – Ele ri com sarcasmo.

- Você se acha né menina! Eu não beijo a Márcia pensando em você. Ela é uma mulher e não uma menina mimada que encucou com o próprio tio.

- Tudo bem! Se você quer continuar se enganando problema é seu. – Dou de ombros e começo a andar em direção a uma trilha que leva a uma das cachoeiras. O sinto me seguindo, ele me puxa pelo braço e me prensa em uma arvore.

- Eu sei que você não arrumou namorado nenhum. Até parece que você iria perder a oportunidade de querer...

Ele não termina a frase por que começo a beija-lo no pescoço o provocando e lambendo sua pele saborosa.

- Para com isso menina! - Ele me adverte fechando os olhos. – Você pode acabar se queimando.

- Então me queima... Me marca toda!

Ele segura minha cabeça e me beija com intensidade, explorando minha boca com sua língua experiente. Puxo seus cabelos em meus dedos, sentindo sua textura, o puxando para aprofundar nosso beijo. Enquanto ele esfrega seu pau na minha buceta, apalpando minha bunda fazendo-me entrelaçar minhas pernas na sua cintura levando-me para umas pedras enquanto dou vários beijos no seu queixo e pescoço.

Ele me coloca sentada entre as pedras, encostando minhas costas nelas. Na posição que estávamos ficamos escondido entre elas.

Meu tio puxa a alcinha da minha blusa expondo meus seios os sugando e mordendo me fazendo dar gemidos de prazer.

O empurro um pouco, o colocando na posição que eu estava e monto nele, então comecei a dar mordidinhas no seu queixo, dei um selinho nele e fui até a orelha dando alguns beijinhos e mordendo de leve, ele permanecia imóvel, desci um pouco e notei que ele observava cada movimento meu, levantei cuidadosamente a cabeça dele para deixar a mostra seu pomo-de-Adão, comecei dando beijos abaixo dele, mas depois comecei a lamber, ouvindo seu gemido de prazer.

Fui descendo beijando e chupando seus mamilos, continuei descendo com beijos molhados, passei minha mão pelo seu pau que já estava duro, desci mais um pouco e acariciei as coxas dele, vendo-o arrepiar todo.

Abri o zíper do seu short, deixando à mostra o grande volume que existia dentro daquela boxe preta, seu membro estava sufocado lá dentro. Puxei a boxe, e seu pau pulou para fora, e que pau lindo! branco com a cabeça rosada, grosso e grande. E imediatamente me deu água na boca.

Não pensei duas vezes o coloquei na boca para provar seu sabor e que sabor, era viciante. – Ele solta um gemido grotesco.

Nunca fiz um boca, com os lábios indo e vindo até onde dava.

- Fernando... Fernando! - Ouvimos alguém chamando. Ele me olha e puxa seu pau da minha boca. E foi como se tivessem roubado meu pirulito favorito.

CONTINUA



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...