História Project Death - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Apocalipse, Justin Bieber, Zumbi
Exibições 344
Palavras 5.961
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Sci-Fi, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A parte dois chegou!
Demorei um pouquinho, bem pouquinho pra minha média de demora, mas estou aqui!
Espero que gostem <3

Boa leitura :3
Lembrem-se de que ainda temos a parte três!

Capítulo 10 - Higher Risks pt. 2


Creio que todos saibam...

Não é a queda que mata.

Por isso, não tenha medo dela. Tenha medo do que vem depois.

O impacto.

Por um único seguindo, um mísero segundo, eu desejei estar sonhando.

Sabe por que desejei estar sonhando por apenas um segundo?

Porque, se desejasse isso por mais tempo, me permitiria crer em algo que não era real.

E a realidade era óbvia.

E, a propósito, ela doía.

Eu me virei durante a queda, ficando de costas para o chão e trancando meus braços em volta de meu corpo, na parte da frente, vendo alguns fios de cabelo subirem, por causa do vento, vendo Patrick no topo do prédio...

Então tomando um tiro no cérebro e caindo logo depois de mim — só porque foi diretamente ao chão, não ao lixo. Não é uma cena que mereça descrição, mas creio que o corpo espatifado, sangue e órgãos para todos os lados, fosse o suficiente.

A batida veio com força, estourando a tampa da caixa de lixo enquanto eu afundava no fedor.

Puta merda. Era tudo escuro, o cheiro era forte e... Só...

Mordi minha boca com força, sentindo as lágrimas nos olhos enquanto sentia toda a dor subir por meu tronco.

Ouch.

Me virei, tentando sentir algo.

O problema era esse: eu sentia meu corpo todo.

E ele gritava de dor.

Fechei meus olhos, respirando fundo antes de soltar o braço direito de meu corpo, levantando-o até a parede do latão de lixo, puxando meu corpo para fora dele, me levantando. Me impulsionei para fora, caindo com força no chão, mordendo a gola do casaco do exército, a dor subindo mais forte, agora. Caralho. Eu tinha esquecido como doía um tipo de queda assim, era o inferno. Podia não te matar, dependendo onde você caía — como uma pilha de lixo fofinho, já que era orgânico —, mas...

Porra.

Não tenha quebrado nada, não tenha quebrado nada, por favor, não quebrei nada. Era tudo que eu pedia. Eu não podia me dar o luxo de ter algum osso quebrado naquele instante, seria pega pelos militares antes mesmo de sair do perímetro do RTP.

Me sentei no chão, me encostando na lata de lixo e vendo um maldito caco de vidro na perna esquerda.

Era o menor dos meus problemas. E eu nem podia tirar ele naquele instante, teria que sair com ele ali, já que podia ter pego em algum músculo e ao retirar apenas danificaria mais ainda o mesmo, fora meu sangue, que sairia muito mais rápido se eu tirasse o caco, porque aumentaria a área livre de saída e contato com o ar. Claro, cicatrizaria mais rápido se eu fizesse um curativo, mas curativos naquele momento eram um luxo que eu não podia me importar em ter. Não agora.

Respirei fundo, tentando mover meus braços.

Eu tinha quanto tempo agora? Dez segundos?

Cinco?

Tudo bem, ombro direito torcido, normal e esperado. Eu precisava pôr ele no lugar, não ia ser tão difícil, mas eu precisava encontrar um lugar seguro e afastado para fazer isso, porque podia não ser difícil, mas era doloroso. Eu tinha meu antebraço esquerdo com um corte do cotovelo ao pulso, provavelmente por causa de algum caco de vidro espalhado por ali, eu inclusive estava sentada em cima de alguns, e meu pulso estava torcido, mas de resto tudo normal.

Quando levantei do chão, mantendo meu braço direito colado em meu corpo e pegando a arma com a mão esquerda, senti a dor subir da ponta de meus pés ao meu cérebro em instantes.

Eu não tinha quebrado nada.

Tinha feito pior.

Distendido um músculo. Era o músculo da panturrilha da perna esquerda, a mesma que tinha um caco de vidro. Enquanto isso meu tornozelo da perna direita estava torcido.

Nada quebrado, afinal.

Eu devia ter pedido por “nada machucado muito seriamente” ao invés de quebrado, com certeza. A vida tinha um péssimo mau gosto para brincadeiras. Puta que...

Me arrumei, respirando fundo e encarando a escuridão.

O lado positivo de não ter nenhuma iluminação?

A vista da lua era ótima. Fora que ela servia de iluminação, também. Fraca, mas melhor que nada, absolutamente. Fora que ela era, realmente, linda. Fazia tempo que eu não via a lua mesmo, a real lua, tinha visto bem poucas vezes, na realidade, acho que nem haviam pontos nos EUA que permitiam a visão da lua, já que toda a iluminação pública apagava a visão das luzes naturais do espaço, das estrelas.

Comecei a caminhar nesse instante, mancando com os dois pés, intercalando qual deles ia sentir a dor naquele instante, sem olhar para cima, já que sabia que me encaravam do sexto andar. Já que Jason me encarava do sexto andar. Jason estava de pé na janela estilhaçada, já que era ele, provavelmente, que havia matado Patrick.

Senti o sangue escorrer de meu rosto enquanto eu caminhava por trás do prédio B, lembrando do tiro de raspão que era para ser um tiro certeiro em meu cérebro. Limpei o rosto, vendo o sangue em minha mão direita, espelhando o sangue que eu já tinha na palma por causa do estilhaço de vidro retirado do braço esquerdo. Nada mal, só faltava a mão esquerda pra fechar as mãos molhadas no sangue derramado.

Não era nada perto do número de pessoas que eu tinha causado a morte. Eu estava coberta de sangue...

E sangue de inocentes.

Só faltava um machucado na barriga pra terminar de machucar meu corpo todo.

Quem sabe o próximo não fosse um tiro? Abri um sorriso fraco para essa, me encostando na parede e olhando em volta, procurando por algo.

Mortos não atiravam, então eu não precisava me preocupar com aquilo no momento. Precisaria me preocupar no momento que ouvisse os soldados, então seria um grande problema. Além de ter que me preocupar em ser seguida, tinha que me preocupar em não tomar um tiro no cérebro por me confundirem com um morto-vivo, fora que eu tinha que tomar muito cuidado com os mortos-vivos. Não podia arriscar.

Nada podia ser arriscado, não mais.

Acalmei minha respiração antes de focalizar onde eu estava. Eu teria que dar a volta naquele prédio para chegar ao estacionamento, então teria que torcer para encontrar um carro bom o suficiente para chegar à casa de Sean. No carro, eu me trancaria e colocaria as coisas no lugar. Isso incluía meu ombro. Depois disso, seguiria até a casa de Sean, tiraria ele de lá e então...

Voltaria para LA.

Eu não tinha nenhum problema com nenhuma parte do plano, afinal, tinha acabado de matar um igual, um militar, um soldado, por ele tentar me matar, menos de cinco minutos atrás. Matar mortos-vivos tinha passado a ser meu menor problema.

Meu maior problema?

Ouvi o rádio apitar em meu braço, comigo fazendo uma careta, ouvindo a mensagem.

Era esse:

Oall, temos um problema.

Qual? — Perguntou do outro lado, comigo sorrindo ao pensar na imagem de Jason falando isso para seu chefe (a última coisa que Oall queria ouvir era o que Jason ia dizer, afinal). A resposta de Oall veio com interferência, mas ao menos veio, afinal.

Eu abria minha mochila enquanto ouvia meu rádio em meu braço.

Coloquei a mão na mochila, pegando o equipamento de radiação, trocando o adesivo do governo novamente, então abrindo a parte de trás do mesmo e avaliando-o, estreitando os olhos por causa do escuro.

Scarlett fugiu.

Eu ainda tinha alguns segundos.

Uns trinta, mas tinha.

Você está brincando, não é?

Não, senhor. Sinto muito. Ela foi atrás de Sean, o colega da equipe científica.

Arranquei o rastreador com força do equipamento de radiação, jogando-o no chão e pisando em cima dele. Era a única coisa que eu sabia que eles podiam usar para me rastrear, já que meu celular estava ferrado — e não havia mais sinal —, e o rádio era de baixa frequência, as ondas de rádio não passavam localização.

Oall bufou do outro lado, então respirando fundo. Pude ouvir ele mexer em algo antes de falar.

Dois F-15E — caças —, A-10 — suporte aéreo para equipes em terra em caso de guerra — pra garantir qualquer ataque, três AH-64 Apache — ataque de solo — lotados de equipes de rastreamento e dois UH-60 Black Hawk — utilitário, tinha várias funções — com equipes em terra. — Levantei as sobrancelhas, então notando. Meus trinta segundos tinham se tornado um minuto, mas era aquilo.

Meu tempo tinha acabado.

Voltei a caminhar, quase correndo enquanto dava a volta no prédio, agora pelo outro lado.

Quantos soldados você tem com você, Major? — Eu estava certa, afinal. Grande novidade. Major Jason Laehn. Previsível. Eles deviam trabalhar melhor nessa de insígnias, sério, estava ficando feio mentir assim descaradamente.

Eu e Scorpion. — O nome dele era Scorpion? Quem diabos colocava o nome do filho de escorpião? Os outros desertaram. — É, depois de tentarem matar quem deveriam levar viva pra base, sabe como é. Como diria um deles: só mais um dia comum no escritório. Revirei os olhos para esse pensamento.

Eu sentia as centelhas de traição surgindo, sentia os detalhes aparecendo, pequenas cenas, pequenas frases. Alguém estava tramando, e tramando algo grande.

Como um golpe de Estado.

Nada contra o exército, mas eles eram a instituição mais forte para derrubar o chefe de Estado — o presidente — atualmente.

E quando se trata de poder, os homens se cegam para conquistá-lo.

Ok. — Oall respondeu. — Equipes partindo em trinta segundos, previsão de chegada em dois minutos para os caças. Helicópteros em cinco minutos, avião em vinte.

Oall queria me encontrar com todas as forças dele, Jason estava certo.

Oall era quem precisava falar comigo sem o Sec. Def., notei. Meu superior de todos precisava de mim para alguma coisa.

A força aérea estava mais do que em peso.

Eles tinham pelo menos cinquenta homens se movendo para minha busca.

Que pena.

Eles não iam me encontrar.

Eu era uma ótima oficial, sabia muito bem como agir em situações, sabia atirar, correr, lutar, fazer qualquer tipo de coisa, mas eu também sabia me esconder, e me escondia muito bem.

Eu estava cansada de ser a maldita mensageira.

Queriam resolver seus próprios problemas? Danem-se, eu tinha os meus, e ninguém se importava com eles. Eles, problemas, era uma tradução para Sean.

Olhei em volta, vendo que não havia nenhum morto-vivo por perto, então vendo um dos carros na saída do prédio, logo na reta. Ainda tinha uma grande fila na saída, a maioria dos carros havia sido deixada para trás, coisa que dispensava comentários do porque haviam feito isso.

Ok, Scarlett. É agora ou nunca.

Comecei a correr, virando a quebrada do prédio para isso.

No instante que meu pé tocou o chão, quase gritei de dor, mas continuei meu caminho. Bati na porta do carro com o lado direito do corpo, perdendo o equilíbrio e sentindo a dor subir por meu braço direito, puxando a porta com força e entrando, então fechando as janelas antes de respirar fundo, conferindo o carro. Nada de mais, era um carro normal, não tinha nada. Nada no banco de trás, nada nos bancos da frente.

Ele só tinha uma coisa que ia me poupar muito trabalho: tinha as chaves. Era meu dia de sorte — dependendo o ponto de vista, claramente.

O lado positivo? Era só ligar o carro e sair.

O lado negativo? Eu precisava colocar ao menos meu ombro no lugar.

Empurrei o banco para trás, me dando um espaço máximo, então segurei minha mão direita no volante, respirando fundo e girando meu tronco com velocidade, ouvindo o estalo, comigo mordendo com força a gola da camisa, por causa da dor, abaixando a cabeça contra o volante enquanto puxava o ar.

Inferno. Eu devia ter respirado fundo antes. Não é brincadeira quando antes de fazer algo doloroso no hospital te pedem pra respirar fundo.

É sério.

Muito sério.

Respirei fundo naquele instante, então girando a chave do carro e desligando todas as luzes nele, deixando apenas a do painel acesa, feliz pelo tanque de gasolina estar quase completamente cheio.

Passei por cima da grama, então acelerando enquanto saía da via principal de carros, ouvindo alguns caças sobrevoarem o local, comigo freando com tudo em baixo de uma árvore grande como resposta ao som, respirando fundo e me mantendo em silêncio. Eles passavam com velocidade, sobrevoando as proximidades enquanto eu olhava para baixo. Eu precisava encontrar Sean.

Custe o que custar — com uma única exceção: minha vida. Não faria sentido salvá-lo se eu fosse me perder. Eu só me sacrificaria se tivesse certeza absoluta de que isso salvaria sua vida.

Era o único porém do meu custe o que custar.

Abri minha mochila, procurando pelas bandagens. Encontrei a pequena caixa médica que eu tinha comigo, pegando uma de minhas blusas, enrolando-a em minha mão esquerda e puxando o caco com força, sentindo meus olhos enxerem-se de lágrimas. Puxei o ar, então limpando o ferimento antes de enrolar com força a bandagem, trancando-a com o esparadrapo e então seguindo para meu braço. Limpei o machucado, então enrolando outra bandagem e trancando o esparadrapo. Respirei fundo, concordando com a cabeça antes de levantar meu pé, tirando minha bota e enrolando esparadrapo em meu tornozelo torcido, apertando com força o mesmo, sentindo ele latejar. Tentei mexer ele, sem ter sucesso, concordando. Tranquei com esparadrapo, também, então colocando a bota. Enrolei meu pulso esquerdo também, trancando-o com esparadrapo, então conferindo o corte em meu braço, cobrindo-o com um curativo melhor, já que não fazia sentido enrolar meu braço todo, mas enrolei por segurança para manter os esparadrapos no lugar que deveriam ficar, já que meu dia poderia se mostrar bem mais perigoso do que eu poderia prever, então não havia saída senão tomar cuidado extremo.

Conferi meu rosto, limpando ele, mas não ia conseguir fazer um curativo, não tinha luz o suficiente, então apenas passei o esparadrapo, fazendo uma careta e conferindo se tinha acertado o corte.

É, tudo certo.

Os caças já tinham se afastado, mas agora eu já ouvia os helicópteros. Me abaixei no carro, engolindo em seco.

Era mais fácil me esconder sem um carro, mas era muito mais lento, então eles teriam a velocidade em favor deles, coisa que eu não podia permitir. Eu também precisava de velocidade.

Ouvi eles se afastarem com velocidade, como sempre, o rádio em um completo silêncio, já. Agora só faltava o avião aparecer por ali, mas... Esse eu não esperaria pra ver.

Desviei meu caminho, não indo pelo óbvio, correndo de carro pela grama, tentando sempre seguir perto de árvores, mantendo minha camuflagem ao máximo que eu conseguiria.

O carro deu um solavanco quando passei por um buraco fundo de mais, mas continuei meu caminho, sentindo meu corpo doer.

Em Los Angeles, agora já deviam ser aproximadamente uma da manhã — meu horário de chegada previsto se eu não tivesse decidido brincar de voar. Em CN, Raleigh, no caso, já deveria ser quatro da manhã.

Eu tinha ao menos uma hora antes do amanhecer, então precisava usar a camuflagem que a noite me propunha até essa hora.

Após isso, era só eu e a sorte.

Bom, não realmente.

Eu gostava de crer que era só eu e meu cérebro, era o suficiente, sempre fora. Eram as únicas coisas que eu precisava, meu corpo e minha mente.

Eu tinha pego um caminho mais longo para Sean, mas ao menos era mais seguro do que o caminho esperado, que era o que os caças tinham seguido.

O rádio continuava em silêncio.

O problema de eu ter seguido por aquele caminho? Eu teria que cortar o centro da cidade inteira. Se eu tivesse seguido pelo mais curto, teria que cortar só metade.

Quando entrei na estadual, vendo um homem caminhar, solitário, então acenando para mim, desesperado — um homem vivo, não um morto-vivo, mas eu não podia parar, não agora, não podia ajudar assim, isso poderia prejudicar todo o meu objetivo. Me sentia culpada, mas não havia bem o que fazer, e eu não podia simplesmente confiar em qualquer como se todas as pessoas no mundo se tornassem automaticamente boas só porque o mundo estava ferrado (por minha causa) —, notei que tinha um problema. Não era um problema planejado ou que pudesse ser previsto, já que pelo noticiário, um dia atrás, eu tinha visto uma coisa bem diferente.

A estadual estava trancada com carros que haviam tentado entrar e sair da cidade, uns loucos querendo entrar, outros desesperados querendo sair. Infelizmente ambos os grupos acabaram pegos.

Eu ia ter que passar pela cidade a pé. Mesmo que eu pudesse desviar, teria que desviar por dentro e não pelo centro, de carro seria mais longo, mas não faria tanta diferença. A pé, o melhor caminho era passar sem desvios, diminuiria em uma hora meu trajeto caso o trajeto o fosse pelo menos usual.

O problema de tudo?

Eu estava machucada, então caminhar mais tempo não era uma boa escolha, fora que ficar na rua por tanto tempo também não era bom, ainda mais quando tempo estava bem distante de estar ao meu lado.

Desviar de carro não era uma escolha: todas as entradas estavam bloqueadas.

Saí do carro, desconfiada, mantendo minha mochila em meus ombros enquanto conferia minha M4. Mantive a M4 em uma mão, enrolando o apoio em meu braço, mesmo que eu a soltasse, ela ainda era possível de ser segurada pelo braço, e a arma pequena em outra, com meus olhos extremamente focados. Olhei em volta antes de tentar empurrar uns carros, então notando que não eram apenas um ou dois bloqueando, era no mínimo dez.

Merda, eu não ia ter força o suficiente, não tão machucada.

Olhei para o carro, então abrindo um sorriso brincalhão. Eu podia não ter o carro ao meu favor, mas tinha algo nele que poderia ser de utilidade, ainda mais caso eu me encontrasse em uma emergência.

Abri o capô dele, olhando em volta antes de arrancar a garrafa de água do motor, virando a mesma no chão, deixando a água cair. Arranquei um dos canos do motor, então virando-o na entrada de gasolina, na parte traseira do carro. Puxei com força o tubo, fazendo sucção com a boca para que a gasolina voltasse, então sentindo o gosto ruim na boca, colocando então o tubo na garrafa, cuspindo o pouco de gasolina que foi para minha boca no chão, vendo a garrafa encher.

Nada mal, Scarlett.

Física básica.

Olhei em volta enquanto enchia a garrafa, então arrumando o cano, deixando a garrafa ser enchida enquanto abria outro motor, pegando a garrafa daquele.

Quando a minha encheu, deixei aquela ali enchendo, então fechando a minha e colocando dentro da mochila.

Ficou mais pesada, mas não era impossível carregar.

Eu sabia que podia ser de utilidade. E não era pra um motor de carro.

De uma coisa eu tinha certeza: eu amava bombas caseiras.

Deixei aquela enchendo para quem quisesse, seguindo caminhando pela estadual, então parando ao ver a placa de aviso “Você está entrando no centro de Raleigh, capital de Carolina do Norte, seja bem vindo e aproveite sua estadia!”.

Respirei fundo, encarando os prédios e mais prédios subirem pela minha frente.

Ok. Aproximadamente duas horas de caminhada, uma hora e meia no centro, mais meia hora até a casa de Sean.

Você já fez pior, Scar.

Eu quase conseguia ouvir a música tema de Resident Evil. Quase.

Dy ficaria orgulhoso.

Abri um sorriso para isso, respirando fundo uma última vez antes de seguir meu caminho, começando a andar. M4 em uma mão, arma pequena em outra, era uma Beretta, mas era a M9, não a 92, que era a que Scorpion e Jason usavam. Eu não gostava da 92, nunca tinha gostado, preferia a M9, achava ela mais leve e prática. A 92 era muito dura, muito... Masculina. Ah, sei lá, só preferia a M9, era mais eu.

Arrumei minha mochila em meus ombros, olhando em volta enquanto passava a esquina. Não havia nada. Tinha alguém vagando duas ruas de distância, mas não me viu, já que passei lentamente, sem nenhum movimento brusco. Era a chave, notei. Eu tinha que andar o mais devagar possível, e eu apostava que meu cheiro podre devia ajudar a afastá-los, já que eu com certeza não estava cheirando bem, qual é, eu tinha mergulhado no lixo.

Um desodorante cairia muito bem.

Ou uma limpeza geral com direito a um banho de desinfecção promovido pelo RTP.

Eu preferia a segunda opção, promovia uma melhor limpeza.

Continuei seguindo meu caminho tranquilamente, caminhando pelas ruas de Raleigh. Nada mal, a cidade parecia uma cidade fantasma. Quem sabe Silent Hill. Abri um sorriso para essa, parando em uma esquina, olhando em volta, preocupada. Ninguém me seguia, mas também não havia muitos deles na rua — mas e dentro dos prédios? Casas? Como estava?

Me escondi em baixo de um ponto de ônibus bem a tempo, me abaixando em forma de bola, ouvindo os caças se aproximarem com velocidade, sobrevoando o centro.

Quando eles se distanciaram, voltei a andar rapidamente, atravessando a rua correndo.

Um morto-vivo me viu, então me seguindo, mas ele estava à duas quadras de distância na minha esquerda. Virei na direita seguinte, então mesmo que ele virasse para me procurar, não encontraria nada, então virei novamente para a esquerda, seguindo em linha reta.

Me escondi com tudo atrás de uma coluna de mármore de uma loja, vendo dois mortos-vivos. Algo bateu no vidro atrás de mim, comigo vendo uma mulher tentar me alcançar pelo vidro. Mantive meus olhos bem abertos, mas ela não quebraria aquele vidro, apesar de parecer bem confiante de que dois átomos poderiam ocupar o mesmo lugar no espaço.

Revirei os olhos para essa. Muito boa a ideia de desenvolver o cérebro humano, Scarlett, da próxima tente regredir pra ver se consegue realizar o efeito contrário uma seg...

Segunda vez.

Regredir. Será...? Franzi o cenho, pensativa. Talvez.

Tudo bem... Esperei um pouco, então espiando. Os dois zumbis (ou mortos-vivos, indiferente o termo utilizado, tem o mesmo significado, honestamente falando — apesar de que eu nunca realmente tinha parado para estudar e entender a definição do termo “zumbi”, notei) que estavam naquela rua agora estavam de costas para mim, seguindo por algum caminho. Notei um zumbi me encarar de dentro de um carro, preso entre as ferragens de um acidente. Acenei para ele, piscando. Coloquei minha M4 de volta em meu pescoço, levantando minha bota, pegando a faca. Eu não podia atirar, ia chamar vários deles, independentemente de quantos estivessem na cidade, então a melhor solução era uma arma silenciosa...

Mas ainda assim muito letal.

Caminhei lentamente e cuidadosamente até a esquina, vendo que havia um zumbi sentado num banco de rua, parecendo pensar. Bom, se eles pensassem, é claro. Eles sentavam, isso era uma descoberta. Ele levantou os olhos quando me viu, se levantando devagar. Apenas segui meu caminho, então ouvindo porque os dois zumbis seguiam algum som.

Era um miado.

Não.

Scarlett, não.

Você usa coelhinhos para testes. (Usava).

Não volte por um miado de um gatinho inocente no meio de um apocalipse.

Não volte.

Parei, empacada no meio de uma esquina, com um zumbi vindo em minha direção.

Ah, foda-se, minha irmã ia ganhar um presente caso eu voltasse para casa — ou Sean, ele adorava filhotinhos de gato.

É, aquele ia para Sean.

Segui os dois zumbis, firme. Peguei um por trás, cravando a faca em seu cérebro e a arrancando com força, sentindo meu ombro direito doer, já que eu tinha usado a mão direita, que eu tinha mais força. O outro zumbi virou para mim, me encarando, vindo até mim. Segurei seu pescoço, sentindo a pele estranha, parecia meio áspera — morta —, com suas mãos — também mortas — tentando me alcançar. A faca cravou em seu cérebro também, sendo arrancada com força. Segui o som assustado, virando numa esquina e vendo cinco zumbis tentarem alcançar um filhote de gato dentro de uma lixeira de rua, era uma daquelas de cimento fundas, então o gato tinha muita sorte pelos zumbis estarem digladiando — com seus braços ao invés de espadas — entre si para ver quem teria o pequeno pedaço de carne.

Maldito seja o desgraçado que colocou aquele filhote indefeso ali dentro.

Coloquei a faca no cérebro do mais longe dos outros, tirando-a rapidamente e fazendo isso no segundo, mas não consegui arrancar a faca a tempo, trancando-a no cérebro do zumbi. Mirei a arma no cérebro de um deles, atirando. Atirei nos outros dois, olhando em volta enquanto pegava minha faca, trancando-a em meu casaco, logo ao lado do rádio. Eu não podia arriscar tentar arrancar a faca do cérebro de um ou gastar meu tempo pegando outra faca, então era necessário apertar o gatilho, infelizmente para meu plano de passar despercebida.

Então voltei meus olhos para o filhote. Ele era branco com os olhos com pelo preto por volta, e devia ter no máximo dois meses, com sorte.

— Sh... — Falei, baixinho, mexendo meus dedos na frente dele. Ele parou de miar, focando os olhos animados por uma brincadeira em meus dedos. Desci os dedos, olhando em volta enquanto fazia isso, procurando por perigo. Peguei o gato com tudo, sentindo ele arranhar meus dedos, assustado, mas apenas coloquei ele contra meu peito, encostando meu rosto no pelo, acalmando-o, meus olhos focados em tudo à minha volta, preocupada com possíveis mortos-vivos. Ele parou logo em seguida, comigo encarando ele, a arma em minha mão direita, ele em minha mão esquerda. — E aí, amigão? — Olhei seu sexo, era uma menina. — Amigona. — Corrigi. A gatinha piscou para mim, confusa. — Você acha que consegue ser uma heroína? — Ela me encarava, ainda confusa.

Abri a parte de cima do casaco, colocando a gata no bolso interno e fazendo um furo com a faca no casaco, pouco acima da altura de onde a gata estava, deixando o ar passar enquanto eu fechava ele, assim ela poderia respirar sem problemas. Ela ficou meio apertada, mas se arrumou ali dentro, espiando pelo buraco que passava duas unhas suas. Voltei a caminhar, vendo agora um grupo de dez zumbis vir até mim, caminhando da minha direita. Um grupo de uns quinze vinha da esquerda, e cinco vinham da minha frente. Olhei para trás, vendo... Não sabia quantos eram, mas eram mais de vinte.

Maldita seja essa filhote. Bela ideia usar a arma, Scarlett, porque da próxima não traz uma bazuca? Chama mais atenção.

Coração mole, Scarlett, você é uma puta coração mole.

Pra ajudar, a gata miou.

Revirei os olhos para isso, caminhando até o grupo na minha reta, levantando a M4.

— Vieram pra festa, garotos? — Abri um sorriso falso, preparando o gatilho e atirando.

Atirei em cada um deles, derrubando pelo menos vinte antes de seguir caminhando rapidamente, quase correndo. Desviei pela minha esquerda, voltando para a via principal que tinha entrado, então correndo. Me abaixei com tudo ao ver o braço vir em minha direção, escorregando e tentando não esmagar a filhote com a queda, vendo um zumbi vir pra cima de mim. Estourei seu cérebro por baixo, fazendo o sangue vir em meu rosto. Limpei meus olhos, continuando a correr. Entrei em uma loja rapidamente, conferindo se tinha algo ali, batendo nas paredes freneticamente depois de trancar a porta.

Soltei um suspiro aliviado ao não ver nada, me encostando numa coluna e ficando de pé, vendo um grupo deles passar por ali, provavelmente seguindo o caminho que imaginavam que eu tivesse seguido. Imaginavam ou supunham ou o que diabos se passava pelo cérebro assassino deles. Assassino e... Bom, zumbi? Qual era a definição daquilo?

Soltei um suspiro aliviado ao notar que tinham seguido para um local que eu não estava.

Foi quando senti uma mão em meu ombro.

Virei e atirei com tudo no cérebro do adolescente-zumbi, então abrindo as portas, correndo, já que a horda tinha ouvido o barulho. Com certeza tinha ouvido, já que mais de cinquenta zumbis me encaravam. Eu tinha perdido as contas no vigésimo, mas era quase previsível imaginar um número triplicado, já que eles eram muitos.

Malditas sejam essas armas automáticas sem silenciadores.

— Vocês são tão ingratos. — Comentei para uma horda que estava a uma distância segura. — Eu criei vocês e vocês reagem assim? É feio. — Fiz uma careta, andando rapidamente e desviando de um grupo, seguindo por outra esquina.

Senti meu sangue gelar.

Eu estava cercada.

Uma horda vinha por outro lado. Eu estava em uma esquina, e tinha exatos dois segundos para escolher um caminho para seguir, mas vários deles já andavam de modo à quase fechar as ruas, mesmo gastando munição, eu poderia não acertar todos e então continuar cercada.

Olhei em volta, vendo um prédio alto, mas não chegaria a tempo nele, a horda chegaria antes, mesmo que eu corresse. Tinha um prédio do lado, menor e com um terraço livre.

Era o melhor que eu ia conseguir.

Corri até esse prédio, desviando de um casal de zumbis, fechando as portas com força e travando-as, com sorte ia segurar eles. Comecei a subir as escadas de dois em dois degraus. Enquanto isso a gata parecia dormir em meu peito, porque tremia e ronronava.

Sério? Eu estava salvando a vida dela e ela agradecia dormindo?

Ouvi uma porta ser arrombada quando eu estava no segundo andar, arregalando os olhos e subindo mais rapidamente as escadas, apoiando minha mão esquerda no corrimão enquanto a mão direita segurava a arma, com a M4 pendurada em meu pescoço, batendo na mochila conforme eu encostava o chão.

O que me deixava sã numa situação dessas era simples.

Eu era capaz de derrubar cada um deles de maneiras inimagináveis, mas, enquanto isso, a única maneira deles me derrubarem era me alcançando — e isso não ia acontecer.

Quando cheguei ao quarto andar, meus pés doíam tanto que eu sentia meus olhos lacrimejarem. Aquilo era como pisar em farpas. Talvez agulhas.

Só mais... Dois andares?

Três? Cinco?

Sean. Lembre-se de Sean.

Você não vai morrer numa escada de um prédio, Scarlett, não ouse.

Continuei subindo as escadas de dois em dois degraus, descobrindo que o prédio tinha apenas seis andares mais o terraço.

Fechei a porta do terraço com força, tentando travá-la, mas não tinha nada para segurá-la, e logo iam me encontrar.

Fui até um dos cantos do terraço, olhando o prédio na frente. Ele tinha janelas de vidro amplas, provavelmente um prédio com apartamentos, já que eu via um quarto. Ah, era um prédio misto, notei pelas salas mais acima.

Observei a distância, concordando.

É, eu ia ter que pular de novo.

Eu estava começando a odiar a ideia de tentar voar.

Podia ser nadar, ia ser bem mais divertido — e menos doloroso.

Voltei até perto da porta, ouvindo os sons já próximos.

Nada bom.

Encarei a janela, concordando enquanto levantava a arma de minha cintura, mirando nas janelas e atirando duas vezes, estilhaçando-as. Tranquei a arma em minha cintura enquanto corria, pulando com toda a força que ainda me restava do terraço de um prédio para um quarto de outro.

Rolei com força no chão, tentando não esmagar a carga que eu tinha comigo — a gata —, caindo e ficando ali, sentindo meu corpo latejar.

Eu encarava o teto quando vi o zumbi vir para cima de mim, comigo correndo para tirar a faca do braço, cravando-a em seu cérebro assim que ele deitou sobre meu corpo.

Empurrei-o para o lado, me sentando e me encostando na parede, respirando fundo enquanto sentia meu corpo doer. Conferi a gata, vendo ela piscar, me encarando sonolenta.

A vida estava tão fácil pra ela.

Encostei a cabeça na parede, suspirando, aliviada.

Conferi aquele apartamento, tomando um pouco de água e usando o banheiro, então lavando meu rosto, fazendo um curativo melhor no corte de bala, vendo que ele tinha sido mais superficial do que eu tinha imaginado.

O apartamento era pequeno, mas era confortável, e inclusive parecia seguro, sem haver ninguém por ali. Só aquele zumbi que obviamente devia morar sozinho e tinha se trancado após ser mordido, pela enorme cicatriz que eu podia ver em seu braço. A chave virada do outro lado da porta era óbvia.

Solucei, sentindo as lágrimas escorrerem, sentindo meu corpo inteiro doer, eu só queria desmaiar de exaustão.

Só isso.

Respirei fundo, encarando um ponto fixo na minha frente.

Não hoje. Eu não desistiria.

Eu não desistia.

Eu tinha uma missão, e, honestamente...

Eu não ia desistir dela.

Me levantei, analisando a gatinha.

— Pronta para mais emoção na sua vida? — Pelo menos ela ronronava, eu não estava tão sozinha nessa.

Tudo bem, Scarlett.

Conferi o pente da M4, notando que só tinha mais duas balas. Conferi então o pente da M9, vendo ainda três balas. Coloquei pentes novos, guardando os utilizados. Soltei meu cabelo, amarrando-o novamente e mais firme, então estalando minhas costas, suspirando.

Nesses tipos de momento eu me perguntava: se Deus existia, onde ele estava?

Abri um sorriso falso para essa, abrindo a porta, vendo três zumbis me encararem no corredor.

E outros dez surgirem logo em seguida.

Puta que...

Corri para as escadas, subindo. Descer me parecia ruim, principalmente com o que eu sabia que encontraria no térreo.

Quando cheguei no andar acima, o oitavo, vi um casal e uma garotinha. A garotinha devia ter no máximo seis anos, a mulher tentava acordar o homem, que estava caído.

— Ele foi mordido? Atacado? — A mulher me encarou, tomando um susto e então negando.

Concordei, olhando para trás.

— Ok... — Peguei uma perna e um braço do homem, com a mulher segurando minhas mãos. — Estou salvando a vida dele, licença. — Olhei para sua mão num gesto óbvio. Ela tirou a mão de mim, comigo levantando o homem com força, colocando-o em meus ombros, minha perna direita cedendo com a força, comigo respirando fundo.

Eu sempre colocarei a missão em primeiro lugar.

Um.

Eu nunca aceitarei a derrota.

Dois.

Eu nunca desistirei.

Três.

Eu nunca deixarei para trás um camarada caído.

Levantei o homem com tudo, com a mulher olhando em volta.

O ethos do guerreiro. Nossos costumes e hábitos fundamentais, a todos que juramos.

— Para... — Meu corpo vacilou ao falar, tentando ceder novamente. — Onde? — Puxei o ar, com ela olhando em volta.

— Ali. — Apontou para uma sala na nossa esquerda, a porta parecia de metal. Ela foi na frente, colocando a filha em seus braços. Parecia a filha, ao menos.

Ela abriu a porta, concordando, comigo vendo mais de dez subirem as escadas, vindo até nós.

Entrei ali, soltando o corpo no chão antes de me encostar com força na porta, segurando-a, sentindo uma batida forte.

E outra.

E mais outra.

O que eu estava pensando?

A mulher me encarava, em choque.

— Você veio salvar a gente?

Neguei com a cabeça, batendo a porta novamente com força, sentindo eles tentarem abri-la.

— Eu vim me salvar. — Dei de ombros. — Encontrei vocês no meio do caminho. — O     que eu estava pensando? — E aqui estamos.

Bati a porta com força, apoiando minha cabeça nela, fechando meus olhos e respirando fundo, vendo a mulher me encarar. A filha se agarrava na sua perna, chorando.

A porta bateu novamente.

A mulher levantou a filha, abraçando-a, com meus olhos voltando para o homem caído.

Tudo bem, Scarlett, lembra daquilo de morrer epicamente? Agora não é a hora, ok? Ok.

A porta bateu, comigo empurrando-a de volta, usando toda a minha força, vendo a mulher abraçando a filha, escondendo seu rosto em seu ombro.

Eu tinha três civis, inferno, eu tinha três malditos civis.

Fazia parte do juramento proteger deles, eles estavam na constituição americana e eu tinha prometido defendê-la.

Ok. Oitavo andar. Sem chance de saída. Uma única janela na sala. A porta estava sendo forçada.

Fiz uma careta.

Os mortos-vivos do outro lado da porta discordavam da ideia de que não era a hora de morrer.

Aparentemente para eles, a refeição fora servida, eles estavam morrendo de fome...

E eu apostava que o prato de entrada se chamava Scarlett Delilah Clarke.


Notas Finais


Espero que estejam gostando :3

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