História Projeto: Die - Capítulo 1


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Categorias EXO, F(x), Girls' Generation, Lu Han
Personagens Jessica, Krystal Jung, Lu Han
Tags Drama, Girls' Generation, Hunhan, Jessica, Kaistal, Krystal, Luhan
Exibições 14
Palavras 656
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - O fim do que era para ser um começo


Fanfic / Fanfiction Projeto: Die - Capítulo 1 - O fim do que era para ser um começo

"Nós somos uma geração sem peso nenhum na história."

Clube da Luta.

A menina de cabelos em um tom castanho escuro e olhos também nesse mesmo tom nos quais davam para notar explicitamente o seu pedido por socorro. Krystal estava sentada em uma das cadeiras da recepção do local onde se encontrava o reitor da tão nomeada universidade. Os seus olhos estavam cheios de lágrimas não chegavam a transbordar, odiaria ser vista dessa forma, também acreditava que Kai odiaria vê-la assim. Seus lábios quase sem cor e secos pelo nervosismo, enquanto policiais nesse momento revistavam o seu dormitório e o reitor que conversava com o chefe do departamento de segurança da universidade.

Provavelmente perderia a sua vaga na universidade, mas a menina estava se fudendo para isso, se importar com isso seria o mesmo de deixar todos aqueles dias de aprendizado em vão. O que realmente havia acontecido de pior já passou e foi na noite passada, àquela lembrança iria persistir na sua mente até o fim dos seus dias já contados. Suas mãos gélidas permaneciam sobre a sua calça jeans, o teclado barulhento da secretaria que permanecia sem parar no qual acompanhava as batidas do coração da menina.

A enorme porta de madeira abria e de lá aparecia o reitor, assim que ele chama a mesma caminha em direção a sua sala sem abaixar a cabeça. Foram horas e horas de questionamento, ela não havia dedurado ninguém, isso é um fato e nem faria isso não importa o que fizessem, afinal era uma das regras. Quando tudo acabou foi dispensada para o seu quarto, claro, para arrumar as suas malas.

Durante o caminho a menina recebe uma mensagem do seu pai, sua pele ficava ainda mais gelada ao notar que não sentia mais a Terra como o seu verdadeiro lar, deixa o celular cair da sua mão como se não tivesse mais força para segurar aquilo, quando eu digo força não quis dizer algo físico, mas sim do próprio espírito. Seus passos se tornam mais rápidos e assim que chega ao dormitório, sobe as escadas até chegar ao telhado do antigo prédio.

A menina fica próximo ao fim daquele telhado, observava quase o campus inteiro, era uma vista lindo, o céu estava nublado um daqueles típicos dias de ficar o dia todo deitado na cama. Mas mesmo sendo desejo de muitos, o fim do semestre não deixava, na verdade nunca deixa. Duas ou três pessoas caminhavam próximas aos dois prédios de dormitórios. Krystal admirava a Terra, mesmo com a maldade humana que acabava com a sua forma natural todos os dias, ela ainda fornecia dias e noites lindas para nós. Porém ela sentia que não tinha mais essa força.

Ficou de costas para aquela vista, queria morrer olhando para o céu, era um dos momentos favorito do seu dia. Será que ainda vale à pena lutar por eles? Pensou olhando para o céu, provavelmente a resposta dele seria um “sim”, queria morrer imaginando aquele belo sorriso, Krystal deixa o peso do corpo ir para trás. Minutos que pareciam horas, ao olhar o céu o mesmo parecia se despedir dela.

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        – Nós se tornamos amigos em apenas um ano, mas foi à amizade mais pura e verdadeira da minha vida... – Luhan fala se abaixando colocando as rosas sobre o seu tumulo.

        Jessica e Luhan olhavam para aquelas flores como se fossem a própria, se vestiam com roupas pretas, mas o luto é muito mais que isso. Não puderam ir ao enterro da própria amiga, passaram a ser vistos de uma forma ruim, apenas no dia seguinte quando ninguém os impediriam eles puderam se despedir da amiga. Chovia muito forte, Jessica não parava de chorar, as lágrimas se misturavam junto com os pingos de chuva.

        – Me pergunto... Quando tudo começou a desmoronar... – Jessica fala com um tom de voz serio enquanto lia o nome de sua amiga em um lugar onde não deveria estar.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3


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