História Promessa entre irmãos: uma lenda medieval! - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 30 - Triginta


Horas depois, os viajantes pararam em uma pequena campina. Havia pedras e grandes pedregulhos, e várias árvores, com e sem folhas, espalhadas. Chris e Eiden começaram treinando juntos, Feanor também acompanhou, enquanto Clare e Penny treinavam suas magias. Depois de certo momento, Eiden ficou sem camisa, e começou a beber água.

- Você não está com frio!? Só de olhar para você fico angustiada! – Disse Penny, encolhida em baixo de uma árvore.

- Como já disse, eu não sinto muito frio. Eu estou até com calor agora... – Disse Eiden, fechando seu cantil.

- Deve ser suas chamas, mas não comece a andar sem roupas pelo caminho. – Brincou Feanor, que estava treinando seu saque rápido de flechas.

- Hum...Onde está o Chris? Nós vamos treinar combate juntos... – Disse Clare, confusa.

- Ah sim, ele est-

- Ele está bem ali! Atrás daquele pedregulho cinza! Ele me pediu para lhe avisar que está lhe esperando! – Disse Penny, tapando a boca de Feanor rapidamente.

- Hum...Ele não está ocupado? – Perguntou Clare, desconfiada.

Penny lançou um olhar mortal para Eiden, que ficou bem nervoso.

- Não...Ele está livre, pode ir. – Disse Eiden, nervoso.

- Tudo bem, obrigada. – Disse Clare, indo ao encontro do rapaz.

- Por que fez isso!? Você sabe que ele não está livre! – Disse Feanor, afastando a fada.

- Há há há! Não sejam tão cegos! Temos que dar uma ajuda para as coisas acontecerem! Vamos ver! – Disse Penny, rindo.

Penny, Feanor e Eiden se esconderam atrás do pedregulho. Clare já estava lá e levou um grande susto ao ver Chris sem camisa. O rapaz, que estava treinando com sua espada, ficou bem assustado ao ver Clare também.

- DESCULPA! – Disse Clare, muito envergonhada e tapando os olhos.

- Não! T-tudo bem! Já vou colocar a camisa! – Disse Chris, nervoso e também muito envergonhado.

Penny estava se segurando muito para não rir alto, Feanor e Eiden ficaram impressionados com a esperteza da fada.

- Foi para isso que me fez mentir para a Clare? – Sussurrou Eiden. – Admito que foi esperta...

- Anos de experiência, e você usa para ser cupido desses dois? – Sussurrou Feanor, suspirando.

- Entenderam, certo? Os amigos têm um grande papel no amor também! Além disso, se depender destes dois somente, nada vai acontecer. – Sussurrou Penny, orgulhosa.

Após Chris colocar sua camisa outra vez, ele e Clare ficaram frente a frente.

- Desculpe, mesmo com esse frio, eu gosto de tirar um pouco as placas de metal. Ah sim, eu as tirei agora para o treinamento, não se preocupe! – Disse Chris, apontando para suas proteções metálicas no chão.

- Tudo bem, eu é que peço desculpas! Não sabia que ainda estava ocupado... – Disse Clare, ainda envergonhada.

- Ei, isso foi ideia de vocês né!? – Gritou Chris, olhando para o pedregulho.

Penny, Feanor e Eiden surgiram, e se encostaram na grande pedra.

- Ideia dela. – Disseram Feanor e Eiden, apontando para Penny.

- Um dia vão me agradecer! – Disse Penny, mostrando a língua para Chris.

- Bom, enfim! Vamos começar Clare, primeiro me mostre o que você já sabe. Quero ver a sua força primeiro. – Disse Chris.

- Certo...mas como faço isso? – Perguntou Clare, nervosa.

- Me dê um golpe, com toda sua força. Assim poderei saber como prosseguir. – Disse Chris, apontando para sua barriga. – Não se preocupe comigo!

- Mas... – Disse Clare, hesitando.

- Prometemos que iriamos com tudo! Senão não poderei lhe ajudar. – Disse Chris, sério.

- Entendi! Então lá vai! – Disse Clare, se preparando para atacar.

Clare desferiu um soco veloz e muito forte na barriga de Chris, o rapaz caiu no chão de joelhos, com muita dor, sem conseguir falar e nem sair do lugar. Os três amigos do rapaz começaram a rir como nunca, e Clare ficou preocupada com o amigo.

- Há há há! Isso sim...foi impagável! – Disse Feanor, chorando de rir.

- Bem que você pediu! – Disse Penny, rindo muito.

- Quem diria...Clare colocou Chris no chão e de joelhos! – Disse Eiden, rindo.

- Hum...Como eu fui? – Perguntou Clare, preocupada.

Chris levantou a mão e fez um sinal de positivo com o polegar para Clare. Em seguida ele se levantou devagar e, com a mão ainda na barriga, suspirou de surpresa.

- Nossa...Não esperava por essa...O Luke lhe ensinou muito bem... – Disse Chris, sem graça.

- Obrigada...Ele já lutou uma vez, por isso me ensinou uma coisa ou outra. Desculpe pelo golpe... – Disse Clare, também sem graça.

- Não, está ótima! Agora sei que posso treinar com tudo com você! – Disse Chris, contente.

Assim, Clare e Chris começaram a treinar combates corpo a corpo. Isso rendeu muita diversão para os três “espectadores” e fez com que os dois jovens ficassem mais próximos ainda. Após os treinos, a viagem prosseguiu. Já estava ficando tarde, e Eiden parecia olhar muito para todos os lados.

- Algum problema? – Perguntou Chris, curioso.

- É que...eu gostaria de algum ponto de referência, só tem ruinas por aqui... – Disse Eiden.

- Quer dizer que estamos perdidos!? – Disse Penny, chocada.

- Não, sabemos onde estamos, mas não o quão longe estamos. – Disse Feanor. – Com certeza estamos no caminho certo, mas se quisermos ir até o mar, precisamos saber nossa posição.

- Como acharemos um ponto de referência? – Perguntou Clare, preocupada.

- Não conseguem se lembrar de nada por aqui!? – Disse Chris.

- Não...mas ao longo do caminho eu creio que acharemos alguma coisa, só não gostaria que fosse muito tarde. – Disse Eiden.

Enquanto falavam, os viajantes sentiram um pequeno abalo. Ao olharem para o chão, viram que ele estava bem fofo, e parecia ceder. Antes que pudessem dizer ou fazer qualquer coisa, todos caíram; o chão desabou, trazendo todos para uma caverna misteriosa.

- Ai...Estão todos bem? – Perguntou Chris, se levantando.

- Sim... – Responderam todos.

- Caramba, caímos de muito alto! – Disse Clare, olhando para cima, de onde caíram.

- É melhor subirmos de volta? Posso levar um de cada vez... – Disse Penny.

- Espere...Estamos em uma caverna. – Disse Feanor, olhando o lugar.

- Sim, dá para ver. – Disse Eiden.

- Esse lugar me é familiar, vamos seguir por aqui. – Disse Feanor, seguindo em frente.

Com Clare na frente usando suas chamas, os viajantes seguiram adentro da caverna misteriosa. Depois de passarem certo tempo andando por um túnel escuro, Chris e seus amigos se depararam com uma paisagem surpreendente: uma ruina. Ela era magnifica, muitas construções belas e detalhadas, um grande lago de água cristalina no centro, muitas flores em volta e, bem a cima, uma grande abertura para a superfície. De frente para os viajantes, bem perto do lago, havia duas grandes estátuas brancas, que não estavam perfeitas, mas sua beleza ainda era incrível.

- Que lugar lindo... – Disseram Chris, Penny, Clare e Eiden, surpresos.

- Não creio...Estamos em uma ruina élfica! – Disse Feanor, surpreso e contente. – Eu lembro um pouco daqui...Vim aqui há muito tempo, quando criança ainda.

- Nossa...Então aquelas estátuas são dois elfos? – Perguntou Chris, apontando para as grandes estátuas.

- Sim, são os dois primeiros reis elfos do mundo. São sagrados para o meu povo, esse lugar todo era... – Respondeu Feanor. – Fico contente em ver que o tempo não apagou este lugar.

- Então era um tipo de templo élfico subterrâneo? – Disse Eiden.

- Incrível que a guerra não tenha acabado totalmente com este lugar também... – Disse Clare, tocando nas flores do chão.

- Flores! Há quanto tempo! – Disse Penny, deitando-se em meio às flores.

- É isso mesmo. Acabamos entrando por acidente aqui, mas existe outra entrada secreta e outra saída também. Agora sei bem onde estamos. Se seguirmos pela saída certa, acabaremos bem perto do Reino de Vernance. – Disse Feanor. – Hoje podemos ficar aqui, este lugar é protegido até hoje pela magia sagrada dos elfos do passado, por isso ele ainda está inteiro assim.

- VIVA! – Disse Chris, contente. – Vamos para a água!

Então, a primeira coisa que fizeram, foi tomar um bom banho. Apesar da água gelada, todos decidiram se lavar bem. Após isso, já de noite, e bem agasalhados, todos comeram bem em volta da pequena fogueira que fizeram. O local era bem iluminado, o céu noturno estava repleto de estrelas e a meia-lua estava alta. Todos já estavam com sono, mas Chris fingia que não, pois não queria voltar a dormir e ver todas aquelas coisas terríveis outra vez. Então, ele decidiu começar um assunto.

- Clare, gostaria que nos ajudasse com algo. Se não souber nada, não vamos te culpar. – Disse Chris, sério.

Chris e seus amigos contaram para Clare sobre Deysmon ter um plano grande, de não saberem a respeito e de suspeitarem que Teresa fosse parte crucial do plano.

- Depois das palavras daquele ogro...é mais que certo que minha irmã é importante para aquele demônio, mas não sabemos exatamente para que... – Disse Chris.

- Sabe de algo? Qualquer coisa? – Perguntou Penny, sem muita esperança.

- Na verdade...eu sei sim. – Disse Clare, pensativa. – Antes não fazia sentido para mim, mas agora entendo...

- SÉRIO!? – Disseram todos, surpresos.

- Sim! Meus pais deixaram memórias em mim com magia, para que soubesse quem eu era...mas enviaram algumas memórias deles também! Nelas eles discutem com outros magos sobre o plano de Deysmon. – Disse Clare, séria.

- Por favor, Clare, conte-nos tudo! – Pediu Chris, sério.

- Bem, primeiro...Vocês conhecem a história de como entramos em uma era de paz, certo? Aquela que é uma lenda... – Disse Clare.

- Sobre as raças das deusas e dos demônios... – Disse Eiden. – Eu ouvi uma vez.

- Eu também! – Disse Penny.

- Hum...Acho que peguei um livro sobre isso uma vez... – Disse Chris, tentando se lembrar.

- Há eras atrás, quando existiam mais seres místicos do que humanos, duas raças surgiram neste mundo misteriosamente: a raça das deusas e a dos demônios. As deusas eram gentis e se adaptaram muito bem neste mundo, criando laços com ele e com todos os seus habitantes. Por outro lado, os demônios eram seres terríveis, odiavam a paz e gostavam de praticar todas as atrocidades possíveis. Então, a fim de proteger este mundo e os que nele viviam, as deusas entraram em guerra contra os demônios. Porém, os demônios eram em maior número e com um poder assustador, muitos morreram nessa guerra, parecia que tudo estava perdido. Mas então, as deusas abençoaram todos os seus guerreiros, humanos ou não, e só assim a guerra começou a virar para o lado delas. Ao fim da batalha, as deusas, todas unidas, usaram seu poder para mandar as criaturas demoníacas de volta para seu lugar de origem e lá as selaram. As deusas ficaram no nosso mundo, o protegendo, enquanto os demônios foram selados para sempre. – Contou Feanor.

- Um deles não foi selado...O Deysmon escapou disso. – Disse Chris, nervoso.

- Pois então, o plano dele é trazer para cá os outros demônios. Ele planeja abrir o portal que as deusas selaram. Nas minhas memórias...os magos estão muito nervosos e apavorados com isso. – Disse Clare.

- Trazer os demônios de volta!? Mas...se essas coisas voltarem... – Disse Eiden, assustado.

- Será o fim...Não temos mais as deusas conosco! Sem o poder delas, não poderemos nem sequer lutar! – Disse Penny, assustada.

- Não só o nosso continente será perdido, mas o mundo inteiro será dos demônios... – Disse Feanor, preocupado. – Droga, agora entendo melhor por que meu pai tinha tantas preocupações em relação ao Deysmon.

- Minha família também...mas por que não sabíamos disso!? – Disse Eiden.

- Talvez eles quisessem nos proteger, por sermos os mais jovens de cada raça, respectivamente. Eu sabia que havia um plano, mas não sabia que era algo assim... – Disse Penny.

- Não sei mais nada sobre isso...Também não sei por que ninguém mais sabe deste plano. – Disse Clare.

- Mas onde a Teresa entra nessa história!? E...se os demônios foram selados, e só foram derrotados pelas bênçãos das deusas, como vamos poder vencer o Deysmon!? – Disse Chris, nervoso.

- É por isso que todos dizem que somos loucos, pelo menos a maioria... – Disse Eiden.

- Sim, mas agora que estamos colocando todas as cartas na mesa... – Disse Feanor, olhando para Chris. – Você já pode parar com todo o teatro.

- Hã? – Disse Chris, confuso.

- Não se faça de idiota. Já faz dias que está estranho, você tem acordado muito assustado, e sinto você mais distante. O que aconteceu? Mais pesadelos? – Disse Feanor.

- Eu também percebi, pode nos contar o problema Chris. – Disse Eiden.

- E-eu...Eu...não posso contar... – Disse Chris, nervoso.

- E por que não? – Disse Penny.

- Não é da conta de vocês! Isso é problema meu! – Disse Chris, se levantando. – E eu vou resolver! Eu estou bem, entenderam!?

Chris saiu de perto de seus amigos, e foi na direção do lago. Clare e Penny ficaram preocupadas, Feanor e Eiden acharam melhor deixar o rapaz sozinho. Então, quando os quatro foram se deitar em meio às flores para dormir, Clare abriu os olhos e viu que Chris ainda estava perto do lago, em cima de partes do templo. A garota se levantou e foi até o rapaz, ao chegar perto ela percebeu que Chris olhava para o céu estrelado e estava cantando uma música, a mesma de sempre:

“...O que tu desejou?

O que eu desejei...

A voz que sobrou foi de dor

Enquanto eu pensava em ti...

E por ti, agora, eu canto sozinho...”

- Que linda... – Disse Clare.

- Ah! Não vi que estava aqui... – Disse Chris, olhando para Clare.

- Essa é a música que ouvi falar tanto aqui...Você canta muito bem Chris. – Disse Clare, sorrindo. – Apesar de ser bonita, a letra é um pouco triste...

- É...Quando canto sem a Teresa, a letra fica sem sentido. – Disse Chris. – Obrigado pelo elogio, mesmo que eu ache que não canto bem.

- Posso subir aí? – Perguntou Clare, apontando para as pedras onde Chris estava sentado.

- Claro... – Disse Chris.

Após ficar ao lado de Chris, Clare ficou, como ele, em silêncio e observando o céu cheio de estrelas.

- Não vai insistir naquele assunto? – Disse Chris, finalmente.

- Se isso te machucar, não irei...Apesar de estar preocupada com você. – Disse Clare. – Eu consigo ver que você está sofrendo muito agora...Sei dizer por que meu irmão era como você, quando ele escondia coisas de mim, ele demonstrava esse olhar triste e sofrido.

- Droga...Não é que eu não confie em vocês, mas... – Disse Chris.

- Tudo bem, se tem algo que você me ensinou é que, mesmo com tanta dor e problemas em volta, as coisas sempre têm uma luz no final. Vai dar tudo certo. – Disse Clare, segurando a mão de Chris.

- Eu...já perdi tanto...A ideia de perder a Teresa, que era tudo que eu tinha, não entrava na minha cabeça. Mas agora...eu não posso acabar perdendo mais coisas, não só ela, mas vocês também... – Disse Chris, tristemente. – É tanta coisa para pensar...Sempre digo a mim mesmo que tudo vai ficar bem, mas às vezes...é muito difícil continuar a crer nisso.

- Mas você consegue. Eu sei que consegue. Todos aqui já perdemos muito...e justamente por que não queremos perder mais nada, é que estamos lutando. – Disse Clare. – Quando dissemos que seguiríamos você até o fim, queríamos dizer também que, não importa o que aconteça, estaremos juntos! Se está feliz, compartilhe conosco, se está triste, compartilhe conosco, e se está sofrendo...compartilhe também.

Depois de passar alguns segundos em silêncio, Chris começou a contar seus pesadelos para Clare. Enquanto contava, Chris segurava a mão da garota com força, e a cada palavra que saia de sua boca ele parecia sofrer. Clare escutou tudo em silêncio até o fim.

- Eu fiquei com medo o tempo todo...Não pude fazer nada por ninguém...todas às vezes... – Disse Chris, deixando escapar algumas lágrimas. – Eu sinto no fundo que...posso lutar contra o Deysmon...mas será que posso mesmo? Já não sei mais de nada...

Clare usou suas duas mãos para virar o rosto de Chris para ela, os dois ficaram olhando olhos nos olhos, com Clare segurando o rosto do rapaz.

- Escute bem: você consegue! Se existe um homem neste mundo em que tenho total fé é você! Não importa o passado, não importa se tudo parecer difícil...Nós daremos um jeito! Conseguiremos! Juntos! – Disse Clare, firmemente, e chorando um pouco também. – Ter medo é normal, já perdi a conta de quantas vezes senti medo nesta jornada. Tenho certeza de que isso vale para os outros também. Se você acha que falhou da última vez...é só não falhar agora! Antes você estava sozinho, mas agora não está mais! Nós estamos com você...E eu sempre estarei com você!

Feanor, Eiden e Penny estavam ali perto, e ouviram tudo. Penny estava chorando em silêncio, enquanto Eiden e Feanor permaneciam sérios.

- Vamos dormir...Está tudo bem agora. – Sussurrou Feanor, se afastando.

- Mas... – Sussurrou Penny, limpando as lágrimas.

- Vamos lá... – Sussurrou Eiden, arrastando a fada de volta.

Chris e Clare ficaram se encarando, olhando nos olhos um do outro, por pouco tempo, que pareceu muito para ambos. O rapaz pegou as duas mãos da garota e, gentilmente, a beijou. Os lábios dos dois permaneceram juntos por algum tempo. Chris nunca havia se sentido tão vivo antes, assim como Clare. Depois, os lábios dos dois se separaram e, ao olharem um para o outro, começaram a rir baixinho. Os dois ficaram no mesmo lugar, se deitaram, olhando para o céu, e permaneceram de mãos dadas, com um sorriso radiante cada um.



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