História Promessas - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Amor à Vida
Personagens Personagens Originais
Tags Eliane Giardini
Exibições 34
Palavras 1.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Espero que gostem,deixem sugestões e seus comentários!

Capítulo 5 - Ligação


Pov Pedro Powell


Sua Voz de surpresa era nítida aí telefone,talvez tenha se assustado com a minha ligação,até porque já estava um pouco tarde para telefonar mas não pude evitar já que tinha um assunto pendente a tratar com ela,alguns papéis que deveriam ficar comigo para a última olhada em um dos projetos que estão sendo comandados por nós,daria os últimos ajustes no que ainda faltava,porém os deixei na pasta de Cecília na hora do almoço,então precisei telefonar.

Pedro: Sim Cecilia,desculpe o Horário mas os papéis que seriam para ser analisados por mim acabaram ficando com você! (Disse com um tom calmo e sereno)

Cecilia: Aí Meu Deus! Olha fazemos assim,como está muito tarde para vir buscar eu mesma irei analisa-los  e darei os últimos ajustes. ( respondeu em tom de tranquilidade e aqueto).

Pedro: Tudo bem,desculpa a Hora Cecilia,tenha uma boa Noite ( disse sorrindo)

Desliguei o telefone,subi as escadas e me sentei na escrivaninha que eu tinha em meu quarto e comecei a fazer algumas anotações,passaram-se  algumas horas terminei o que estava a fazer ,peguei a toalha e fui tomar o meu banho,logo depois me vesti e me deitei,peguei o celular e já marcava 22:30 estava um pouco tarde,resolvi dormir,mas algo impedia que meu sono vinhesse,aquela manhã vivida com Cecilia tomou conta dos meus pensamentos,como ela consegue ser tão maravilhosa,e ao mesmo tempo tão dura,nesse almoço percebi grandes qualidades dela e também alguns defeitos,não que eu seja psicólogo,longe de mim,mas por ser uma mulher transparente fica fácil todo o seu jeito.
Em meio a devaneios peguei no sono.


Casa de Pedro, 07:00 da manhã.


Me levantei,quase em cima da hora ,fui as pressas para o banho e fiz toda a minha higiene Matinal,me vesti,optei por uma calça Jeans e uma camisa de Manga mas voltada para o lado social de cor azul Marinho,arrumei o meu cabelo e mais que depressa desci as escadas e fui direto a cozinha,preparei um café Forte e o tomei,terminado segui para o estacionamento de minha casa,entrei em meu carro e segui até a Construtora Davies,Cecilia só chegaria depois das Oito pois está resolvendo os últimos detalhes de sua nova vida aqui no Brasil.
Cheguei na Construtora depois de alguns minutos,por sorte o Trânsito não estava tão agitado  como nos últimos dias,estacionei o carro e segui até a secretaria para examinar a minha agenda,o dia seria calmo ,precisaria apenas  confirmar com um cliente o projeto que teríamos neste dia,depois de tudo confirmado peguei o meu Notbook e fui terminar um projeto que teria de ser mostrado a outro cliente daqui a uma semana,ficou tudo conforme o planejado.


Narrado por Cecilia


Acordei,o sol irradiava o meu quarto e a luz embelezava  ainda mais os mínimos detalhes colocados por mim,me levantei e fui direto ao banheiro,fiz toda a minha higiene Matinal ,logo depois escolhi a minha roupa,todas as minhas roupas mudaram totalmente pelo fato da mudança de País,confesso que venho sentindo muita falta do frio de Londres e do Conforto da Cidade,não que o Rio de Janeiro não tenha suas maravilhas,porque é uma cidade encantadora e o meu berço de nascimento ,a dúvida entre o que existi percorreu a minha mente,eu sempre fui muito indecisa em questão de roupas Antônia sempre me ajudava ,até que um dia ela parou e me disse que eu deveria ser mais decidida e conseguir a escolher a minha própria roupa. Uma calça preta social e uma Blusa meia Manga Cor Rosa Bebê  foi o que escolhi para vestir,um salto médio acompanhava o meu look,eu nunca gostei de coisas muito "cheguei" o meu cabelo como esta curto o deixei solto,os cachos nesse dia resolverá me ajudar ,por fim uma maquoagem leve no rosto e na boca um batom nude,desci as escadas ,Antônia já havia deixado o café pronto,ela sentou me comigo a mesa pois eu nunca permiti que ela se comportasse como uma empregada,tomamos o café que por sinal estava uma delícia  e logo em seguida peguei tudo o que eu precisava me despedir de Antônia e segui para a Construtora,Pedro já deveria estar lá a minha espera.
Chegando ao local,estacionei e adentrei a Construtora,Mariana minha secretaria já estava com a minha agenda em mãos,dei Bom dia conferi tudo e  antes de ir para a minha sala passei na sala de Pedro para lhe desejar um Bom dia e para que ele soubesse que eu já havia chego,antes dei duas batidas na porta e já foi o suficiente para ele autorizar a entrada.


Cecilia: Bom Diaa,só pra avisar que eu acabo de chegar e qualquer coisa e só me chamar  (disse encostada na porta e sorrindo)

Pedro: Bom DIA Cecília,claro ,tudo bem,caso eu precise te procurarei (retribuiu o sorriso).

Cecilia: Tá bem,até logo. (Disse sinalizando um sinal a Pedro,o mesmo respondeu ao ato).

Pedro: Até Mais.  (Sorriu).


Narrado Por Pedro Powell


Eu não sei o que está acontecendo comigo,já venho conversando com Cecilia a Tempos por emails,depois da morte do Marido ela ficou responsável por toda fatura e inclusive as construtoras que o pertencia e que hoje pertence a ela,nunca fomos tão próximos,meu contato era diretamente com seu marido,mas agora,agora eu não consigo explicar o que está acontecendo,agora metade do meu tempo e pensando em Cecilia,no seu jeito doce e ao mesmo tempo agressivo,temos grandes diferenças mas logo tudo fica bem,digamos que é coisa de Sócio,as vezes nossas idéias não batem e acabamos nos desentendendo pelo mesmo,com muita conversa a vontade da mesma e concedida,mas Cecilia tem um lado Humano encantador ,e uma mulher linda e seria inevitável não olha-la  ou passar indiferente por ela, nosso almoço não sai da minha casa e suas risadas estão coladas em minha memória como o barulho da chuva caindo ao teto e nos transmitindo aquela paz bonita de um dia calmo e ao mesmo tempo agitado.
 Não,eu não sei de fato o que eu estou sentindo,ao ve-la entrar por aquela porta e com aquele ar de Superioridade me deixou fora de mim,ao minha vontade seria de abraca-la  e te-la  por perto,mas isso não pode acontecer,eu não posso gostar de alguém que eu mal conheço,até então eu não acredito em amor a primeira vista,talvez eu só estaria mexido demais com a mulher que se encontrava em minha frente.


Notas Finais


Desculpa os erros ortográficos,escrevi o capítulo na faculdade! Rs


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