História Promise - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias EXO, G-Friend
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Yuju
Tags Ação, Criminoso, Exo, Romance
Exibições 22
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura :')

Capítulo 18 - Um sonho sem significado.


Pov Melissa

Eu queria voltar atrás e poder consertar toda besteira que eu havia cometido. Mas isso era um caminho sem volta, um labirinto. Eu entendia o pensamento de Baekhyun, mas eu não me sentia segura, apesar de todo apoio que recebi, eu não conseguia confiar em mim mesma para ser mãe. Eu não ia conseguir.

Eu não acreditava que estava fazendo aquilo. Eu devia ama-lo, cuida-lo. Mas eu estava sendo hipócrita ao ponto de rejeita-lo. Eu sabia as graves consequências disto, mas era necessário. Eu o matei. Ele agora ja não existia. Em seu lugar, havia apenas minha dor, que sangrava me mostrando, o quanto eu era covarde. Minhas lágrimas caíam como uma chuva forte. Forte ao ponto de me machucar. Eu podia ouvir seu choro, sua voz me chamando de mãe, suas gargalhadas. Mas como? Ele estava morto. Eu era uma assassina, e além de tudo estava ficando louca.

Melissa! — Eu ouvi de longe, alguém me chamando. — Anda Melissa, acorde! — Eu abri meus olhos. — Até que enfim acordou. Você estava chorando dormindo, o que aconteceu? — Yuju sentou-se ao meu lado na cama e me abraçou. Então era tudo um sonho. Meu filho ainda estava comigo.

Eu sonhei que... — Yuju me incentivou a continuar. — Eu sonhei que havia matado meu filho... e foi... horrível.  — Eu disse e tentei de alguma forma, abraçar minha barriga.

Já se faziam três dias. Três dias que eu não via Baekhyun, três dias que eu passei na casa de Yuju, e há três dias que esses pesadelos vinham me assombrando.

Eu não queria admitir, mas eu estava amando aquela criança, e ao perceber isso, eu também podia ver o quanto eu era ridícula. Eu perdi um namorado, por egoísmo. Ele se prontificou a me ajudar, mas eu o rejeitei. E agora eu precisava dele, mas ele não estava ali.

Eu não sei se devo achar isso bom... — Yuju falou em dúvida. — Eu poderia achar esse seu pesadelo bom porque é como se ele fosse um aviso do quanto você sofreria se abortasse ou entregasse seu bebê. Mas eu não consigo achar um lado ruim pra te falar, sobre esse sonho. — Ela disse com cautela pensando em suas palavras.

Eu não vou doar meu filho. — Eu disse com convicção, e pude ver Yuju sorrindo. — Eu pensei bem e eu quero ele pra mim. Ele está sendo gerado aqui, dentro de mim. — Eu falei e permiti que lágrimas de emoção caíssem de meus olhos, vendo logo, os olhos de Yuju transbordarem. 

Eu demorei, mas eu estava feliz em ver a grandiosidade de uma gravidez. Não era apenas uma gravidez, era o milagre da vida, eu havia gerado uma nova vida, e ele estava ali. Um pedacinho meu e de Baekhyun, que logo logo, estaria em meus braços. Um novo coração pulsando como o meu. Um momento lindo em que recebi esse presente. E pensar que eu o rejeitei.

Meus pensamentos haviam mudado, minha vida havia mudado, tudo era novo. Eu ja podia sorrir ao pensar, nas suas primeiras palavras, nos seus primeiros sorrisos, assim como nos meus sonhos. Eu queria poder saber como ele ou ela seria. Seria ele/ela, ruivo como eu? E os olhos? Mas ainda faltava algo.

Yuju, você... acha que... Baekhyun me aceitaria novamente? Eu fui horrível com ele, eu... — Eu não sabia nem como dizer aquilo. — Eu disse a ele que não queria nosso filho. — Yuju ficou sem saber me responder.

O que for pra ser, será. Não vamos nos preciptar agora. Apenas temos que nos alegrar e cuidar desse pingo de gente que está aí. — Ela falou apontando para meu ventre. Era diferente olhar pra baixo e saber que havia um ser humano ali, mas era uma sensação boa.

"Eu aprecio a obra-prima que você é porque só sua existência já é uma arte. Eu imagino isso todos as noites, todos os dias. Porque, de qualquer jeito, é um sonho sem significado."

Todos os sonhos, os pesadelos, as verdades que eu ouvia de Yuju todos os dias, me fizeram perceber que eu estava errada. Baekhyun tinha razão, a criança não tinha culpa de nada. Assim como todos me falavam, ele iria me ensinar a ser uma boa mãe. Ele iria me mostrar os caminhos, e eu iria seguir.

[...]

Estávamos indo a escola, eu e Yuju. Eu preferi estudar até que os enjoos ficassem mais constantes e até que eu não pudesse mais sentar nas mesas da escola por conta da barriga. Chegaria esse dia, mas por enquanto, eu iria estudar e seguir a minha vida normalmente. O que ainda me incomodava, era o fato de não ter Baekhyun por perto. Eu não poderia exigir nada dele, e também eu não queria exigir, eu queria apenas ele comigo.

Um pouco a frente da escola, nós avistamos um monte de gente ao redor de algo, e esse algo, parecia um corpo. Eu e Yuju nos aproximamos e perguntamos as pessoas o que havia acontecido, mas a maioria delas, não sabia o que falar. Eu não conseguia ver o rosto do homem no chão, mas ele não parecia desmaiado, ja que haviam pessoas agachadas do seu lado, conversando e o perguntando coisas. Tudo que eu podia ver era o sangue que escorria pela rua e me trazia pavor. Afinal, por que ainda não haviam ligado pra Polícia? Independentemente do caso, a Polícia seria a melhor das opções.

As pessoas começaram a correr quando um carro totalmente Preto e fechado se aproximou. Eles gritavam, e se apavoravam ao sair de perto, e só depois, eu vi o motivo. De dentro do carro saíram dois homens armados prontos a matar qualquer pessoa que se colocasse no caminho.

Rapidamente, Yuju me puxou pelo braço e assim como todos, saiu correndo. Mas eu me soltei, eu queria ver quem era o homem, minhas intuições me faziam querer isso. Eu estava desafiando pessoas do mal, e eu sabia que eram com essas pessoas que Baekhyun lidava, então eu sabia que a qualquer momento, eu podia enfrentar um arma em minha cabeça. Por isso eu não me preocupei.

Eu me aproximei ainda mais e de repente todos os homens me olharam. Então eu obtive minha resposta, eu consegui ver a face do homem. Foi tudo rápido e meu coração parecia querer sair pela boca.

Baekhyun. — Meus olhos anunciaram espanto, e um dos homens assim que ouviu minha voz, me agarrou pelo braço. Eu estava tonta, estava tudo girando. Por conta da gravidez e talvez, por conta do nervoso.

Solta ela! — Eu ouvi um grito agudo e procurei pela voz. Yuju largou sua mochila no chão, e com a vista um tanto embasada, eu pude ver ela sacar uma arma da cintura e vir correndo em nossa direção.

Eu ouvi o primeiro disparo, e minhas pernas falharam, o disparo havia sido feito pelo homem que me segurava. Yuju desviou-se da bala e atirou duas vezes, se escondendo atrás de um carro que ficou abandonado na rua por conta do pandemônio que acontecia. Uma das balas de Yuju,  eu vi atingir o homem que estava do meu lado, então o homem que me segurava me jogou no chão. Eu queria continuar de olhos abertos, para ver tudo, mas eu só ouvia disparos e via vultos de pessoas sendo atingidas e caírem no chão. Minha vista ficava mais escura a cada segundo que se passava. A cena parecia de filme, mas era real.

De repente tudo cessou. Os tiros pararam, e a correria acabou. Do chão,  eu vi um disparo atingir Yuju, e eu gritei. Eu soltei toda a minha voz. Eu queria que ela me ouvisse. Mas no momento, ela não podia fazer isso.


Notas Finais


Aceito opiniões :)

Bjbjbj


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