História Promises - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Marcelina Guerra, Mário Ayala, Paulo Guerra
Tags Drama, Marilina, Paulicia, Romance, Sexo, Show, Traições
Exibições 199
Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Mutilação, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas lindas e divosas.

Como viram nas apresentações dos personagens principais, Alicia Gusman é interpretada por Sabrina Carpenter e Paulo Guerra por Shawn Mendes. Mesmo que eles não conbinem muito, eu shippo os dois e acho eles muito fofinhos.

Boa Leitura!

Capa; Alicia (mentalizem que esta de noite na foto abaixo)

Capítulo 2 - Return.


Fanfic / Fanfiction Promises - Capítulo 2 - Return.

Não acredito que depois de quatro anos morando em Londres, eu estou voltando para o Brasil, e ainda mais com a turnê do meu novo álbum. Estou voltando de surpresa, mesmo depois da minha volta ser anunciada a uma semana num site pelo meu empresário, minha mãe e meus amigos não sabem ainda por que se soubessem já teriam me ligado ou mandado mensagem.

O motivo da minha mudança foi uma humilhação pública que foi postada no YouTube pelo meu ex namorado, – que no caso foi a “mandante” da porra toda – Paulo Guerra, o garoto mais babaca e filho da puta do mundo. No começo do começo eu era apaixonada por ele, só que eu tinha onze anos, – ou seja, tinha merda na cabeça – e não sei como ele descobriu e me pediu em namoro de uma hora para outra. Só que, como eu estava desesperada por amor, aceitei sem pensar duas vezes e me fodi.

Mas agora, eu estou cagando para Paulo Guerra. Não por ser famosa, mas pelo que ele fez comigo.

- Ali, já está pronta? – Axel, meu empresário pergunta abrindo um pouco a porta do quarto e colocando a cabeça para dentro

- Sim, estou. – Digo terminando de calçar o salto

O moreno assentiu pegando minhas malas e saindo do quarto, dou uma última olhada no cômodo agora completamente vazio e suspiro pesado, admito que sentirei falta daqui, mas também estou com muitas saudades do Brasil. Tranco o quarto desço as escadas e encontro Axel saindo da cozinha segurando um copo d’água, ele sorriu sem mostrar os dentes e tomou o resto do conteúdo que continha no copo.

- Nem acredito que já estamos lançando seu segundo álbum loirinha. – Disse me abraçando de lado e beijando o topo da minha cabeça

- Nem eu, a pouco tento eu era uma garotinha de onze anos com a merda do coração partido e agora, eu sou uma adolescente forte e determinada que corre atrás dos seus sonhos. – Levanto minha cabeça para encara-lo – Muito obrigada por ter conversado comigo naquele avião, Axel. Se eu não tivesse conhecido você, nada disso estava acontecendo agora.

- Não precisa agradecer, tudo que eu fiz e faço por você é de coração. Você é a filha que eu nunca tive. – Sorri abraçando sua cintura – Agora vamos, nosso voo está marcado para daqui a dez minutos.

 

[...]

 

Depois de sei lá quantas horas voando, finalmente pousamos em solo brasileiro. Que saudades de São Paulo, lá em Londres não tem essa movimentação toda de pessoas apressadas para o trabalho e aquele transito que tira a paciência de qualquer um em cerca de minutos. Fomos os últimos a sair do aeroporto para não causar tumulto no portão de desembarque, e assim que desci o último degrau da escadinha do avião, uns cinco seguranças me cercaram junto com Axel que segurou minha mão e entrelaçou nossos dedos.

- Assim que passarmos pelo portão, vai a ver várias pessoas então peço que não solte minha mão por nada. – Sussurrou em meu ouvido enquanto nos aproximávamos do portão

Assinto e aperto sua mão. Assim que passamos pelo portão de desembarque, uma chuva de pessoas gritando meu nome nos cercaram, eles gritavam, sorriam e choravam, isso me deixava feliz pois saber que milhões de pessoas amam você do jeito que você é, sem tirar e nem pôr lhe causava uma sensação inexplicável e maravilhosa. Depois de um tempo, conseguimos sair do aeroporto e adentramos no carro às pressas, Axel ainda segurava minha mãe e continha um sorriso enorme no rosto.

- Já estou amando este lugar, Ali.

- Imagino. – Me referi ao seu sorriso

- Jonathas vá para este endereço. – Deu um papel com a rua da minha casa – Por favor!

Encosto as costas no bando, e tombo a cabeça para o lado. Prédios e mais prédios passavam rapidamente pela janela no carro, assim como várias pessoas que como sempre estavam bem apressadas – mesmo estando de noite. Desbloqueio o IPhone que estava em minhas mãos e vejo que o relógio digital marcava 22h45min, não estava com um pingo de sono já que dormi a viagem quase toda, Axel conversava ao telefone ao meu lado e pelas suas palavras deduzi ser o dono da gravadora. Fecho os olhos, e logo a imagem de minha mãe e meus amigos tomam conta dos meus pensamentos. Não sei como vão reagir ao me verem, eu estou mudando – bem mudada – e digamos que madura – bem mais madura, eu juro – e isso me deixa meio nervosa. Não sei como vai ser meu reencontro com aqueles que me humilharam, principalmente meu “ex namorado”.

 

[...]

 

-  Ali? – Minha mãe pergunta de olhos arregalados – Meu deus, é você mesmo?

- Sim mamãe, sou eu. – Sorri e abri os braços a chamando para um abraço apertado

- Sonhei tanto com esse momento.

- Eu também, mamãe. Eu também. – Me separo e beijo sua bochecha

- Você deve ser o Axel, não é? – Mamãe pergunta encarando o moreno

- Sim. Suponho que Ali falou de mim.

- Falou mesmo, disse que você é o anjo da guarda dela. – Ele me encara e sorri – Venham, vamos entrar devem estar com fome.

Adentramos na enorme casa, e colocamos as malas no chão. A decoração estava a mesma de quatro anos atrás, a única mudança era a cor das paredes que antes eram brancas e agora estão cor de pêssego. Saiu dos meus pensamentos ao ouvir minha mãe me chamando.

- No que pensa tanto, meu anjo?

- Em tudo. Em tudo que perdi nesses quatro anos. – Sorriu de lado – Vamos comer? – Ela assentiu e me guiou até a sala de jantar

Após jantarmos, ajudo minha mãe a lavar a guardar a lousa, me despeço dos dois e subo para o meu quarto.

Saiu do banheiro enxugando meus enormes cabelos loiros, penteei e fiz um rabo de cavalo frouxo. Eu estava dentro de um shortinho de moletom meio curto, uma regata cinza apertada e um casaquinho caído nos ombros. Pego meu celular e vou até a varanda, me encosto na grade e coloco os fones dando play na primeira música, que era Home da Gabrielle Aplin.

Sinto alguém me observar, olho para o lado e vejo um garoto de dezesseis ou dezessete anos me olhando de boca aberta e sobrancelhas arqueadas. Franzi o cenho e me desgrudei da grade, abraço meus braços passando minhas mãos por ele e observo o garoto atentamente, de repente, arregalo os olhos e abro um pouco a boca. Não acredito. Era ele.

- G-Guerra? / G-Gusman? – Perguntamos na mesma hora, ainda observando um ao outro

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...