História Promises: The Time Machine - Luhan - Capítulo 7


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Categorias Lu Han
Personagens Lu Han, Personagens Originais
Tags Drama, Lu Han, Luhan, Promises
Visualizações 7
Palavras 428
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Não é tarde para salvar tudo


Após o horário de almoço, voltei à loja de objetos antigos, sem esquecer a imagem do broche ou do sorriso da garota morena a qual eu havia instantaneamente me apaixonado.

Procurando dentre as prateleiras, dentre os livros, estátuas e pequenos rastros de histórias de vida ou momentos que aqueles instrumentos guardavam. Com total satisfação, encontrei o presente que alegraria a linda menina.

Coberto e inundado por felicidade, segui todo o percurso até o café, enquanto já se aproximava das três horas da tarde. Pensando, incansavelmente o que poderia ter acontecido para fazê-la sair tão apressadamente na noite passada.

Talvez fosse algo sobre o estado de saúde de sua avó ou talvez não fosse nada tão grave porque a fez pensar em querer me ver novamente.

Eu girava o broche no ar, sorrindo, da mesma forma que alguém sorri quando ganha na loteria, mas o meu maior prêmio não se tratava de dinheiro. Desta vez eu me sentia tão bem, vale a pena esperar o amor verdadeiro quando você não tem com o que se preocupar.

Foi então, atravessando a rua antecessora do café, um barulho alto ecoando pelo caminho, algo como uma sirene, e me aproximando, pessoas faziam uma pequena roda em um ponto, no meio da estrada, coisas atiradas no chão. Eu as reconheci. A ambulância se retirava com certa pressa. Uma bolsa, um celular, um livro… meu coração acelerou.

Agachei-me para pegá-lo, lá estava o livro que eu a dei, sua bolsa cor de rosa com o chaveiro chamativo e o seu celular… uma foto minha no bloqueio, aquele dia na estação de trem… “então, ela me viu também”.

 

Naquela noite, enquanto a chuva caia, se transformando em um espelho da minha alma que havia se expandido em tristeza, eu terminava o que o livro contava: uma máquina do tempo. Um pequeno e dourado relógio de bolso, com engrenagens que me fariam viajar nas dimensões paralelas e para falar a verdade, eu realmente acreditava naquilo. Será que, se eu mudasse tudo, o percurso das coisas mudariam?

Não sei se era porque eu queria tanto a ver novamente ou porque eu acreditava que não a veria novamente.

Enquanto as imagens passavam na minha cabeça como um filme e as minhas lágrimas eram as consequência das lembranças, eu apertei o botão que em uma falha, eu tentei novamente e novamente, incansáveis vezes até o meu dedo sangrar e o vidro quebrar.

Dessa maneira, eu dormi ali, sem sucesso na minha invenção, em uma poça imaginária de água e um sentimento semelhante a uma faca fincada em meu peito.



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