História Property Of Joker - Capítulo 28


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Categorias Esquadrão Suicida
Tags Batman, Esquadrão Suicida
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Palavras 1.966
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 28 - Vocês podem respirar, piscar e chorar


Fanfic / Fanfiction Property Of Joker - Capítulo 28 - Vocês podem respirar, piscar e chorar

Você me tem nas mãos

Nem sabe o tamanho do seu poder

Eu estou a cem pés

Mas eu caio quando estou perto de você

Você me mostra uma porta aberta

Depois fecha ela na minha cara

Eu não aguento mais

Estou pedindo, amor

Por favor, tenha piedade de mim

Tenha calma com o meu coração

Mesmo que não seja sua intenção me machucar

Você continua acabando comigo

Joker

Depois do ocorrido com Harley bebi pelo resto da noite até esquecer meu nome. Saio pelas ruas vendo tudo embaçado. Vou em direção ao Hospital central de Gotham com meus capangas que atiram em todos que estavam respirando. Um som de bomba explodindo surge e vejo o vislumbre do meu querido amigo Batsy entrando no Hospital.

-Acabou Coringa- ele tenta me acertar com um soco, mas me esquivo para o lado em seguida dando um tiro em sua perna. 

-Oh, Batsy- caminho lentamente em sua direção segurando minha bengala- Mas só estamos começando para que pressa?

Devido a contida excessiva de bebida que ingeri antes de sair da mansão estou com os sentidos atrasados e não percebo o soco em meu rosto me derrubando no chão enquanto solto uma gargalhada alta e macabra. 

Quando recupero os sentidos estou no departamento de polícia algemado em uma sala escura até que sinto uma mão forte socando meu rosto contra a mesa. Batman senta na minha frente acendendo uma luz forte em meus rosto.

-Nunca ataque a vítima pela cabeça- falo passando a mão na parte da face que ele acertou na mesa- A vítima fica confusa.

-Por que quer me matar?- solto uma gargalhada deixando-o com um olhar confuso.

-Por que tão sério? -Batman fica com aquele olhar sério de sempre, Esse cara nunca riu na vida?- Eu não quero matar você. O que eu faria sem você?- solto uma gargalhada e finjo pensar na resposta- Voltaria a roubar mafiosos? Não, não, não... Eu preciso de você. Você me completa. 

-Deixe-o, ele é maluco- Dizia Jim Gordon através do vidro que nos separava.

-Psicopatas não são loucos.- dizia Batman se levantando- Eles possuem extrema consciência do que estão fazendo e as suas consequências. 

-Introduza um pouco de anarquia. Perturbe a ordem vigente e então tudo se torna um caos. Eu sou um agente do caos. E sabe, a chave do caos é o medo!- solto uma de minhas gargalhadas altas

No mesmo instante ele sai da sala no momento exato que meus capangas chegam atirando em todos enquanto meu querido Batsy tenta para os tiros. Johny entra na sala de interrogatório tirando minhas algemas.

-Finalmente, Por que tanta demora? Acharam a Harley?

-Achamos senhor, ela está na casa da Hera Venenosa. E descobrimos o que fez você apagar na mansão do Pinguim.

Flashback on

Entro na sala de Pinguim enquanto Harley sobe até a sala de drogas para depositar o vírus nela e desligar as cameras para que meus capangas entrem na mansão e matem todos, exceto o Pinguim.

-Joker, meu velho amigo- ele estende os braços para que eu entre- sente-se

-Você disse que gostaria de conversar, sobre o que seria? 

-Sobre Harley

-Harley? -pergunto desconfiado- Prossiga

-Um dos meus fornecedores só vai fechar negócio comigo se ele tiver uma noite com Harley- Ele acha mesmo que eu vou emprestar a minha Harley Quinn? 

-Não. Isso é impossível de acontecer

-Se não te conhecesse diria que está com ciúmes de Harley- ele pega um copo de vodka e me entrega fazendo um brinde 

-Não sou ciumento- falo praticamente gritando- Só não gosto que os outros toquem no que é meu. -Viro o copo de Vodka sentindo uma pontada na cabeça. Pinguim bebe seu copo e tosse por um momento.- Por favor, sinta-se livre para se engasgar em suas palavras.

Pinguim caminha em minha direção e me entrega um jornal com a foto de Lucy. Dizia que os criminosos estavam estipulando uma recompensa para quem matasse a minha filha.

-Sua filha é linda- levanto a cabeça, mas sinto uma agulha entrar no meu pescoço- Durma bem Joker,

-Mate ela e o bebê. -Lembro-me da felicidade que senti quando descobri que ia ter um filho, quer dizer, filha- Por que eu me importaria?

-Eu vou destruir sua felicidade, nem que seja a última coisa que eu faça.

Sinto meu corpo ficar mais fraco e perco todos os sentidos. 

Flashback off

Johny Johny disse que os homens de Pinguim usaram uma espécie de drogada "zumbi" em mim. Ela te faz perder os sentidos e demonstrar o seu pior lado para quem estiver perto. Tudo o que fiz com Harley, dessa vez, não tive noção do que estava fazendo. 

Quando eles usaram a droga em mim, eu via imagens da minha vida antiga. Antes era só borrões, mas agora eu consigo separa-las um pouco. Essa imagens, elas mudaram das imagens do meu passado de verdade. Elas tem essa veracidade. Como se tivessem brilhado antes, mas agora não. 

Vou em minha Lamborghini roxa em direção a casa de Hera buscar Harley. Chegando lá pego minha metralhadora e bato na parto, ninguém abre então empurro a porta. 

-Harley Quinn?- grito subindo as escadas a sua procura, mas não acho ninguém somente o vazio- HARLEEN QUINZEL?-termino de subir as escadas e vejo a porta dos quartos abertas. -Harley?

Hera sai da porta com os olhos inchados de chorar e os seca quando me vê

-Olá Hera, você não me ouviu?- pergunto com um olhar entediado 

-Claro eu eu ouvi, Joker- ela chega um pouco para trás de onde eu estava- A cidade inteira de Gotham City te ouvi!! Gritou alto o suficiente para acordar os mortos- Foi então que notei que suas mãos estavam cobertas de sangue

-O que fez com a Harley?- saio empurrando-a para longe encontrando Harley deitada no chão sangrando quase sem vida. -Monstrinha...

Seguro Harley em meus braços limpando o sangue de seus lábios. Ela continua ali, respirando fraca sem dizer uma palavra.

-Harley, por favor. Estou implorando, não me deixe- beijo sua testa carregando-a no colo- o único jeito de reconhecer a minha loucura, era você mesma fazer alguma loucura- respiro fundo e Hera me leva até sua sala de tratamento- Eu te amo Harley- falo sussurando em seu ouvido.

-Então pare de me amar- Harley fala com uma voz fraca

-Eu não consigo

Colocamos Harley na cama e Hera começa a tentar fazer o sangue de Harley para de sair de seu corpo. Harley sorri ficando mais pálida que o de costume, ela estava morrendo.

-Eu não consigo tirar sua dor- Hera falava enquanto acariciava os cabelos de Harley

-É porquê não está doendo- Harley me puxa para perto de si e beija minha mão- Ta tudo bem

-Não Harley- falo roco com tom de choro

-Está tudo perfeito. Estou nos braços do meu primeiro amor.

Num movimento rápido Hera rasga seu próprio braço fazendo com que seu sangue vá para o de Harley. Harley estava se curando enquanto os buracos de Harley foram para Hera.

-Não- Harley gritava, mas Hera continuava- Não Hera, por favor.

Hera cai no chão sangrando enquanto Harley não tinha mais ferimentos no corpo. Harley passou a tarde toda ao lado de sua amiga que tinha perdido sua vida tentando salvar Harley.  Encontro depois Harley  que estava deitava abraçada na pernas em baixo da cama.

 

-Eu queria culpar você, culpar qualquer um... Mas a verdade é que- Harley começa a chorar e caminho até ela abraçando-a- Minha amiga morreu. Porque ela me amava. Amar qualquer um de nós é um sentença de morte, não é? Eu a matei. Eu matei a Hera.

Pego Harley e a braço-a e ela novamente chora. Eu não gostava de Hera, nem um pouco para falar a verdade. Mas ela tinha se sacrificado para salvar minha monstrinha.

-Você não pode adiar a sua vida, ela não espera por você. - levo Harley até a Lamborghini roxa, mas ela não entra e fica olhando para o vazio.- Porque, Harley, as pessoas são idiotas. Todas as pessoas que conheci são idiotas. Menos você.

-Por que fez tudo aquilo comigo?- Harley segura Lucy no colo tremendo. Pego Lucy de seus braços para que ela se acalme.

-Porque o importante para você é importante para mim. O que te faz feliz me faz querer mante-la assim. O que assusta você Harley, eu quero destruir.

Harley me abraça e olha com lágrimas nos olhos para Lucy e beija a mesma.

-É difícil acreditar que um dia nós fomos inocentes. Não podemos deixar que o mundo a machuque.

Levo Lucy e Harley até a mansão. Não queria que elas fossem para a próxima invasão que eu faria. Harley perturbou o caminho todo em direção a nossa mansão. 

-Mas Pudim, eu quero ir- ela fazia cara de manhosa e ficava puxando minha camisa como uma verdadeira criança.

-Harley, você é linda. Mas se você não calar a boca eu mesmo te mato.

Vou com meus capangas até o centro de Gotham onde estava acontecendo o festival de homenagem aos mortos. E com certeza meu amigos Batsy estaria lá.

Meus capangas fizeram todos de reféns enquanto subo no palco pegando o microfone.

-Nada melhor que um festival de homenagem aos  mortos com mais mortes- solto minha gargalhada enquanto todos ali imploram por suas vidas. 

-Os criminosos nesta cidade costumavam acreditar em coisas. Honra. Respeito. Agora olhe para si mesmo! Em que você acredita? No que você acredita!- um senhor de uns 50 anos diz em meio a plateia. Desço em sua direção colocando a arma em sua cabeça.

-Acredito que tudo que não nos mata simplesmente nos torna mais... estranhos.- atiro no homem que nem teve tempo de gritar.- Me matem- todos parecem pensar na proposta- Recebo a graça da morte como alívio desse tédio. Irei morrer sofrendo, mas com gosto- desço do palco entrando no meio das pessoas.- da agonia que infligi em todos vocês. A balança permanece ao meu favor. E no final, vocês todos saberam... que eu ganhei. Sim! Eu matei seus entes queridos... E daí?

Caminho mais procurando Robert, o homem que tinha tentado matar minha Arlequina. Avisto-o perto das mesas e caminho em suas direção. Seguro minha metralhadora na sua direção.

-Você...- ele tenta correr, mas meus capangas o prendem sentado no chão.- Você tentou matar minha Arlequina, e isso é mais do que eu possa aceitar. - aponto a arma em sua testa- E por causa disso... Vocês todos vão ter que pagar. Então, agora... Eu vou arrebentar na porrada cada  um de vocês. 

Dou um tiro no seu pé e ele grita feito uma criança implorando por sua vida.

-Dizem que a morte é inevitável, e ainda assim, estou aqui, a mil anos nessa cidade, saboreando um uísque antigo- balanço minha garrafa no ar fazendo cair um pouco no chão- Com uma musa sedutora bem na minha frente- Harley sai no meio da multidão rebolando com um chiclete na boca rodando o seu taco na direção de todos. - Eu sou a imagem perfeita de saúde e vitalidade, um mestre do próprio destino, conquistador da própria morte.

Harley segura Robert pela camisa colocando o taco na frente da sua bochecha enquanto ela soltava sua risada irritante. Harley passa no meio das pessoas que transbordavam medo pelos olhos.

-Vocês estão prontos para brincar comigo e com o papai?- Harley ria beijando o meu pescoço

Me aproximo mais da multidão e meus capangas apontam armas para todos. O medo que exalava deles me dava o prazer em ver todos eles implorando por suas miseráveis vidas.

-Ninguém se mexe e ninguém diz nada. - aponto minha arma na face de Robert.- Então vamos começar- Engatilho minha metralhadora dourada repleta de palhaços- Vocês podem respirar, piscar e chorar.

Em seguida era apenas possível ouvir em toda Gotham ouvir o grito de todas as vítimas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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