História Property Of Joker - Capítulo 29


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Categorias Esquadrão Suicida
Tags Batman, Esquadrão Suicida
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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Vou fazer um grupo no Whats para conhecer vcs, deixem os números nos comentários.

Capítulo 29 - Não há misericórdia


Fanfic / Fanfiction Property Of Joker - Capítulo 29 - Não há misericórdia

O maior chefão daqui e tenho sido o mais verdadeiro

E sou um problema maior quando me junto com a Harley Quinn

Assassinato em minha mente, é hora de rezar para Deus

Meu revólver não é religioso, a revolução começou

Você quer saber meu nome, então diga a eles:

Batman

Pistola na minha cintura, eu posso cometer um erro

Arlequina, tiro na cabeça, oh meu Deus, eu estou louco?

Drogas em cada esquina, essa é a cidade de Gotham

Não implore por sua vida porque esse é um caso perdido

Corpo na esquina, milhões no porta-malas

Não há misericórdia, tem uma Lamborghini roxa à espreita. 

Joker

O grito de todos implorando por suas vidas era como estar no paraíso. Em menos de 20 minutos todos que estavam no festival estavam mortos. A peça chave que faltava na piada era ninguém menos que o meu querido parceiro, Pinguim. 

-Vamos povo de Gotham- gritava em plenos pulmões para as pessoas que ainda estavam vivas-Esta noite permite que as pessoas libertem, todo ódio e violência que eles têm dentro de si.

-Eu adoro fazer isso- Harley cortava a garganta de todos e sorria vendo-os agonizar antes de morrer.

-Vamos monstrinha, já está bom- puxo Harley que estava batendo com seu taco no corpo do homem que já estava morto.

-Viu ele se mexeu- ela chutou o mesmo para dar a movimento ao corpo- Viu só Puddin.

Sigo com minha Lamborghini roxa em direção à mansão de Pinguim. Era um fortaleza de proteção, mas não era protegida o suficiente para deter o Rei de Gotham City. 

Uma jovem de cabelos castanhos e lábios vermelhos carnudos abre a porta. Com certeza aquela era Skyler, a namorada\amante de Pinguim. 

-Posso ajudar?- ela pergunta com um olhar assustado ao nos ver completamente sujos de sangue e com armas nas mãos e roupas.

-É uma pena que você seja bonita- falo e imediatamente Harley atira na mulher que cai deitada no chão agonizando de dor.

-Talvez um coração partido será bom para ele. -Harley fala entrando na casa arrastando o corpo da mulher- Irá lembrá-lo de que tem um, mesmo que haja como se não tivesse.

Levamos a mulher até o escritório de Pinguim que estava sendo amarrado no mesmo instante por meus capangas. Eles trazem um balde grande e colocam do lado da mulher, enquanto Pinguim está amarrado na cadeira. 

-NÃO TOQUE NELA- Pinguim gritava tentando se soltar.

-Ela será a primeira a morrer por sua manifestação sem permissão.- Caminho em sua direção apontando a arma em sua cabeça.-Agora diga, qual era o plano do Espantalho contra Harley?

Ele não responde nada e apenas olha para mulher que chorava descontroladamente.

-Vou contar até 3. 1...2...3...- Atiro na perna de Pinguim enquanto Harley afunda a cabeça de Skyler. A mulher se debatia tentando respirar. Harley tira a mulher da água e caminho até Pinguim. 

-Sua última chance. O que ele queria com Harley?- ele permanece em silêncio e faço um sinal para que Harley afogue novamente a Mulher.

-Eu tenho pensado nesse momento desde que você e o Espantalho sequestraram Harley- faço uma pausa e pego o meu bastão que estava na mesa.- Qual a melhor maneira de machucar um homem do crime?- Skyler para de se debater na água e todos na sala notam que a mesma tinha morrido- Então ela atendeu a porta para mim. 

-Você se sente incapaz de proteger Harley. E por isso faz todas essa coisas, não é mesmo Joker? Como da vez que ela te traiu com aquele Pistoleiro barato.-Caminho em sua direção com meu bastão tentando conter minha face de raiva. -Parece que eu atingi uma ferida.

Acerto-o com o bastão fazendo com que o mesmo cai da cadeira no chão, ele tira o sangue da boca com as mãos e continua. Ele se solta da cadeira e caminha em minha direção.

-Isso quer dizer que eu posso matá-lo e ninguém mais morrerá- ele parece pensar na sua próxima resposta- Embora... eu ainda esteja decidindo como farei isso.

-Eu recomendo afogamento- paro e uma risada macabra surge em meus lábios mostrando meus dentes pratas- Não há nada mais comovente do que lutar por algo, tão básico como a respiração. E deixe-me lembrar como sua namorada foi uma guerreira. - acerto-o com meu bastão fazendo com que ele cai no chão perdendo os sentidos.- Parece que eu atingi uma ferida.

Vamos em direção ao cemitério memorial de Gotham City. Meu capangas tiram Pinguim desacordado do carro levando-o até o caixão com seu nome escrito nele. Soco seu rosto, uma, duas, três vezes, até que ele finalmente acorda. 

-Prenda-o no caixão de uma forma que ele não possa sair- sorrio em sua direção seguido da gargalhada de Harley. 

Harley tira de sua bota uma adaga rosa e azul com um palhaço no meio e fica afiando a mesma enquanto dou meu discurso fúnebre para que esse dia nunca seja esquecido.

-Enquanto você estiver dessecando, enquanto você sente as dores da fome- empurro-o para mais perto de sua cova- E quando o sangue sair do seu corpo se torando pó, eu quero que você se lembre. Que você mesmo provocou isso. - ele olha para os lados a procura do corpo de Skyler que tinha sido deixado em sua mansão- Não...Não, Você não vai se despedir. 

-Enquanto os peixes comem o Espantalho- Harley grita enfiado a agada no peito de Pinguim- E enquanto os vermes comem você- ele enfia a adaga toda em seu peito- Lembre-se que foi o Rei e a Rainha de Gotham City, que tiraram tudo de você. -Harley o empurra fazendo com que ele cai no caixão.

Harley Quinn

Estava na banco do carona da Lamborghini roxa de Pudim enquanto pensava em minha melhor amiga que tinha dado sua vida em troca da minha. Mas estou vivendo um dia por vez. Sobrevivi ao dia de hoje. Devo ter dito "estou bem" ao Pudim umas 37 vezes hoje. Mas no fundo, nenhuma delas era verdade. 

Quando chegamos em nossa mansão subo as escadas com Pudim para tomarmos um banho. Mas dessa vez, tomo banho no meu antigo quarto. Deito a cabeça na banheira e respiro fundo pensando em tudo o que passamos. Coloco uma calça colada preta com detalhes vermelhos na parte de cima da calça, coloco uma blusa de meia manga preta com um grande decote no peito. 

Desço as escadas e faço uma pipoca e começo a ver um filme. Helga estava com Lucy no quarto, então decido ficar até tarde vendo filmes. Entro na cozinha e escuto Johny Johny e Jake, um dos capangas mais cofiáveis do Joker conversando.

-Você  acha que ele realmente a ama?- perguntava Jack enquanto ele e Johny Johny separavam o dinheiro, Joias e munição que conseguiram no assalto que tinham feito ontem ao Museu Municipal de Gotham City.

-Eu acho que Joker...-ele faz uma pausa e olha para os lados vendo se o mesmo não estaria lai- Encontrou o seu amor verdadeiro- Jack ri com o comentário de Johny o que me fez revirar os olhos- E não um simples desejo. 

-Joker pode não admitir,mas antes de conhecer Harley todos percebiam que Joker odiava tudo e todos- Jack olha para os lados quando escuta passos- Até que ele conheceu Harley. Está na cara dele que ele aprendeu que pode amar.

Subo as escadas quando vejo que eles iam se levantar. Penso em tudo o que eles falaram e então percebo que no fundo, eu e Joker somos iguais. Nós manipulamos. Nós punimos. Nós temos sede de poder e controle. Mas, no fundo nossas ações são guiadas por uma única razão. Que sabemos como é difícil ficar só. E odiamos isso. 

Vou até nosso quarto e coloco uma lingerie preta fina e procuro Joker em todos os lugares da casa, até no escritório. Mas ele não estava em nenhum desses lugares. Lembro-me de que não procurei no quarto de Lucy e vou até lá.

Quando abro a porta vejo que Pudim está com Lucy no colo fazendo-a dormir. Observo atentamente o que ele falava para ela. 

-Era uma vez um Príncipe Palhaço do crime, Rei de Gotham City que lutou em uma guerra. Pelo mais precioso tesouro em todo reino.  Sua linda e pequena Palhacinha- Lucy estava em seu colo dormindo. Estava com um pijama que cobria todo seu corpo, e com uma toquinha cinza.-  Mas a vitória veio com um preço... Aliados perdidos...Novos inimigos feitos... E o Rei de Gotham terminou tudo sozinho. Não foi um final feliz para sempre, mas as vezes mesmo os piores finais, não são finais- me sento atrás da porta enquanto escutava sua voz rouca que eu tanto amava- Sempre outro capítulo para ser contado. 

Ele se levanta colocando Lucy em seu berço. Me levanto para que ele não me veja ali. Caminho em direção ao quarto, mas mesmo assim posso escutar ele dizer as palavras mais lindas para Lucy, pelo menos eu achava.

-E saiba que cada alma que te deseja o mal. Será derrubada. 

Entro no quarto e vejo que estava passando uma notícia sobre o querido "Herói" de toda Gotham City. A notícia dizia que uma nova gangue estava em Gotham City e que o morceguinho tinha prendido boa parte de seus integrantes. Vejo a repórter elogiando Batman e me recordo dos tempos do Arkham. 

Flashback on

Meu querido Docinho tinha fugido do Arkham essa noite. Ninguém viu o momento em que ele saiu. Dr. Arkham me chama até sua sala entregando a ficha de Coringa. Caminho até minha sala colocando-a na mesa enquanto bebo uma xícara de café. Sento na mesa e começo a ler sobre o tratamento do Sr.C. E vejo uma de suas fotos de seu último confronto com Batman. Tinha sangue bem vivo saindo de seus lábios e seus olhos estavam roxos. 

Escuto altas gargalhadas no corredor e vou ver o que estava acontecendo. Vejo Batman e Robin segurando meu Pudim por sua camisa, ele estava todo machucado. Coringa e jogado no chão, corro em sua direção com os olhos completamente marejados e Batman me olha confuso. Os guardas puxam Coringa até sua cela, ele tenta segurar em minha mão, mas os guardas o puxam com mais força. 

-NÃO...- grito ainda caída no chão chorando descontroladamente enquanto vejo meu querido Pudinzinho ser levado para cela.

-Vamos moça, eu te ajudo- Batman tenta me levantar, mas eu o empurro fazendo todos ali me olharem confusos. 

-Fique longe de mim. Você não é melhor ou mais normal que ele. -Levanto-me do chão ajeitando minha roupa- Você é somente um louco que esconde toda sua tristeza em baixo dessa máscara.

Saio da sala antes que possam falar algo. Caminho em direção ao meu apartamento. Chegando lá jogo minhas chaves e bolsa na mesa e decido tomar uma banho. Saio do banho e noto que tinha uma rosa verde caída no chão perto da janela. Caminho até ela pegando-a sentindo seu cheiro, era o cheiro que somente o Mr.J tinha.

Então tornou-se claro para mim o Joker, tão frequentemente descrito como um louco, louco homicida... foi realmente uma alma torturada suplicando por amor e aceitação. Um perdido, ferido de uma criança a tentar fazer o mundo rir de suas palhaçadas. E aí, como sempre, foi o moralista, Batman. Determinado para tornar a vida miserável para meu anjo.

Flashback off

 

 

 

 

 

 

 

 



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