História Prostituta Profissional - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Dragon Ball
Personagens Bulma, Chichi, Goku, Rei Vegeta, Tenshinhan, Vegeta, Yamcha
Tags Amor, Bulma, Dragon Ball, Hentai, Prostituição, Romance, Sexo, Sr Briefs, Vegeta
Exibições 186
Palavras 3.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não me matem, sei que demorei. Mas, esse capítulo até que foi grande. Muhahaha

Espero que gostem.

Capítulo 9 - O acidente



Era tarde da noite. Chichi estava se preparando para mais uma de suas apresentações. Ela era uma dançarina muito boa, para não dizer maravilhosa. A Bulma era a melhor prostituta, e ela era a melhor dançarina. Talvez, uma completasse a outra.
Quando Bulma se foi a boate ficou um pouco mais vazia, afinal, a maioria dos homens iam lá para vê-la. Para cobrir isso, Chichi foi obrigada a se vestir mais vulgarmente e dançar bem mais sensualmente. Ela era obrigada a fazer insinuações de sexo para cada um que tivesse ali, a olhando. Mesmo não gostando do trabalho, era a única coisa que a jovem tinha para se sustentar. Seu pai era muito pobre e ela precisava ajudá-lo.
O aluguel da casa onde a jovem morava com seu pai estava vencendo. Com as despesas da casa, mal sobrava dinheiro para o aluguel. O pai estava desempregado e Chichi estava fazendo de tudo para conseguir o dinheiro para casa. Ela estava levando tudo nas costas, mas sabia que no fim ia valer a pena. O pai era tudo o que ela tinha.
Chegou a hora. Chichi se apresentou, mas fora interrompida por um homem que subiu ao palco e tentou agarrá-la. Ela ficou com medo, saiu do palco e não queria voltar mais. A Renata, a obrigou a subir no palco novamente se não a despediria. A moça subiu, mas o medo de ser atacada e agarrada forçadamente a consumia.
Sua apresentação acabou. Ela desceu do palco e foi para o camarim se despir e voltar para casa.

- Chichi? – chamou Renata.

- Merda... – sussurrou Chichi. – O que a senhora quer? – perguntou Chichi.

- Falar com você. – ela disse já abrindo a porta.

- Fale. – respondeu Chichi.

- Você tem um cliente. – ela disse.

- O que está dizendo? Eu não sou prostituta! – exclamou chichi.

- Irá se tornar, ué. – disse Renata. – Ele vai pagar muito bem. Você não tem noção do que esse homem quer pagar por você. – disse Renata.

- Isso não me interessa! – exclamou Chichi. – Eu vou para a minha casa. Meu único papel aqui é dançar e nada mais!

- Olha só, garota! – Renata a segurou firmemente pelo braço. – Esse homem está oferecendo horrores só para ter uma vagabunda como você! Você vai dá pra ele sim! Precisamos de dinheiro e você está se tornando cada vez mais desejada! Você vai ser a nossa mina de ouro! – exclamou Renata.

- Me largue! – disse Chichi e logo após puxou o braço bruscamente das mãos de Renata. – Eu não sou uma prostituta para me deitar com um homem por dinheiro! Não quero saber se a sua boate precisa de dinheiro! Se eu tenho o que eu preciso sem precisar transar por míseros trocados eu já estou satisfeita! – gritou Chichi. – Você é a minha chefe, não a minha dona! Você não tem o direito de me obrigar a nada! Na verdade, EU NÃO SOU OBRIGADA A NADA! – Chichi bradou aos quatro cantos.

- Se você não for, eu te ponho no olho da rua! – disse Renata.

Chichi engoliu seco. Se ela perdesse o emprego não teria como se sustentar, e o pior, não teria como ajudar o seu pai que tanto precisava.

- O gato comeu sua língua? – falou Renata com um sorriso sarcástico.

Chichi não a respondeu, não tinha o que responder.

- Entre, Sr. Monteiro. – disse Renata abrindo as portas.

Entrou um homem velho, bem velho mesmo. Ele parecia ter uns 80 anos.
Chichi teve vontade de vomitar no mesmo instante. Só de se imaginar sendo tocada por ele seu estômago se embrulhava.

- Você é tão linda... Vale muito a pena. – disse o Sr. Monteiro.

- Eu não sou prostituta. – disse Chichi com a voz embargada.

- A partir de hoje, será. – ele sorriu.

Renata saiu e eles ficaram se encarando.

- Tire as roupas. Quero admirar o seu corpo. – disse  velho.

- Eu não vou tirar nada! – exclamou Chichi.

- Eu já mandei você tirar! – ele disse.

- Sabe o que você vai ganhar? Um belo de um tapa na cara! Seu velho caquético, abusado! – disse Chichi.

O velho lhe sorriu e foi para cima dela. Ela o empurrou, mas ele a impressou contra a parede. Começou a beijar o corpo dela. Quanto mais ele a tocava mais ela sentia asco. 
Ela não queria, se sentia usada. Em uma tentativa de se livrar daquele homem, ela o chutou entre as pernas. Foi tão forte que ela pôde ouvir o barulho dos testículos muchos do velho serem esmagados. Ela estava com raiva, muita raiva. O homem a largou e caiu no chão com as mãos no saco.
Chichi, sem pensar duas vezes começou a correr em disparada para fora da boate. Esbarrou em muitos clientes, mas logo conseguiu chegar do lado de fora. Ela continuava a correr. Ela segurava os seios, pois o homem tinha arrebentado seu sutiã. Ela estava desesperada, dominada pelo medo e nervosismo. Em sua mente a única coisa que se passava era: será que esse homem está vindo atrás de mim?
Sem perceber por onde ia, ela atravessou a rua correndo, sem se importar e nem ao menos enxergar o que vinha. Um motociclista, em alta velocidade, estava vindo contra a jovem. Quando o mesmo percebeu a garota, freou o máximo que pôde para pelo menos diminuir o impacto. Quando a jovem percebeu o motociclista, era tarde. Sentiu o impacto de uma roda bater contra a sua canela, a fazendo cair no chão.

- Você está bem? – perguntou o homem.

Ele estava de capacete, ela não conseguia vê-lo. Ela estava com o rosto coberto por cabelos, afinal, suas madeixas haviam esvoaçado.
A jovem não o respondeu, apenas o encarou. Ela só conseguia enxergar seus olhos negros. Ela teve a impressão de que o conhecia de algum lugar.

- Moça, me desculpe! Você atravessou a rua com o sinal aberto. Não tive culpa. – ele disse.

O impacto foi fraco, por sorte o homem havia conseguido frear a tempo de atingi-la de um jeito pior.

- Tu... Tudo bem... – sussurrou Chichi, já se levantando.

Ainda com o rosto coberto pelos cabelos, ela tentava levantar, mas sentia uma dor horrenda no tornozelo.

- Aiiii!!! – ela exclamou ao tentar levantar.

- O que foi? O que sente? – ele perguntou.

Não tinha notado que a jovem se vestia de maneira inadequada, parecia uma prostituta. Ele estava preocupado com o que podia lhe acontecer. Ele havia atropelado uma pessoa!

- Merda! – ela exclamou tocando no tornozelo.

Ela pôs o cabelo para trás da orelha para poder enxergar melhor o tornozelo, já roxo.
Ele a olhou, teve certeza de que a conhecia.

- Você é aquela garota da boate... – ele disse.

Ela o encarou e tentou se afastar.

- Não me toque! – ela gritou.

Ela estava nervosa, afinal, quase foi estuprada. Ela pensou que pelo fato dele conhecê-la da boate, ele tentaria algo contra ela.

- Calma... – ele retirou o capacete. – Não tenho segundas intenções. – ele sorriu.

Os dois se encararam por alguns segundos.

- Você é o segurança abusado! – ela exclamou.

- É... – ele riu. – Eu acho que sim.

- Acho... Acho que quebrei o tornozelo. Ou melhor, você quebrou. – ela disse.

- Eu? Você que se jogou na frente da minha moto. Sua suicida! – ele indagou.

- Grrr... Você tem dois olhos para que? – ela gritou.

- Para olhar pros seus peitos que estão aparecendo. – disse Goku.

A menina arregalou os olhos e os tampou, envergonhada.

- Você apareceu na minha frente do nada! – ele disse.

- Tanto faz. – ela suspirou.

Ela não conseguia levantar.

- Deixa eu ver isso. – ele disse e logo após agarrou no tornozelo da garota. – Acho que você torceu devido a queda.

- Não... Como é que eu vou dançar, agora? – ela pôs as mãos nos olhos.

- Depois você vê isso. Vamos, eu te levo no hospital. – disse o  jovem.

Já era tarde da noite. Ele a levou para um posto de atendimento e lá eles enfaixaram o pé dela.

- Sente menos dor? Está bem? – ele perguntou.

- Sim... – ela disse baixo.

Goku a olhou e viu que ela não estava nada bem.

- O que te fez correr feito uma louca suicida daquele jeito? – ele perguntou.

Ela o encarou pensando se deveria ou não deveria contar.

- Pode me contar. – ele disse.

- Estava com medo... – ela envolveu os próprios braços.

- Do que? – ele perguntou.

- De... – ela  contou tudo o que havia acontecido no prostíbulo.

- O Sr. Vegeta sabe que essa mulher está ameaçando vocês? – ele perguntou sério.

- Não... – respondeu Chichi.

- Então ele vai saber! – disse Goku se levantando.

- Não, não. – o impediu. – Assim nunca mais terei um emprego. Sabe, está muito difícil conseguir emprego e eu preciso muito. Não quero problemas. O que eu te falei fica entre nós. – ela disse.

- Chichi... – ele sussurrou. – Não precisa passar por isso. É jovem, bonita. Você pode conseguir algo melhor. – disse Goku.

- Por enquanto eu só preciso desse. Até eu encontrar outro morro de fome. Promete não contar? – disse Chichi.

- Prometo... – ele suspirou. - Sabe o que admirável? – ele a encarou.
- ? – ela ficou com cara de interrogação.

- Você não se rebaixar a isso mesmo precisando. Até perder o emprego pela sua dignidade. Isso é... Lindo. – ele sorriu.

- Obrigado... – ela corou.

Os dois ficaram se encarando por uns minutos.

- Eu ainda acho que você deveria falar com o Sr. Vegeta. – disse Goku.

- Será a minha palavra contra a dela. – suspirou Chichi.

- Toma. – ele tirou a camisa dele. – Você está praticamente nua e está frio pra cacete.

- Não precisa. – ela recusou, mas a ponta de seus dedos já estavam roxas.

- Precisa sim. Além disso, seus seios pulam pra fora a cada minuto e eu sou homem, né porra? – disse Goku.

- É que as vezes não parece. – ela brincou.

- Não brinque com a minha boca, Chichi. – ele a  ameaçou.

- Desculpa te constranger. – ela corou. – É que aquele homem... Ele quase me... Quase me... – ela não conseguiu terminar de falar.

- Eu já entendi. Está tudo bem agora. Eu pensei que estivesse acostumado com esse tipo de coisa. – ele disse.

- Não! – ela o encarou brava. – Eu sou uma dançarina e não um prostituta. Não é só porque eu trabalho em um prostíbulo que eu tenho essa profissão. As pessoas são muito generalistas. – ela revirou os olhos.

Goku começou a rir.

- Do que está rindo? – ela perguntou o olhando de rabo de olho.

- Você tentando se fazer de santa. – ele gargalhou mais ainda.

- Você é tão babaca! – ela exclamou.

Com raiva, Chichi se levantou e acabou caindo de cara no chão.

- Além de suicida é desastrada! – ele disse a pegando no colo.

- Me solta! Seu idiota! – ela começou a dar tapas nele.

- Calma! Menina agressiva... – ele disse sem se importar e continuou a levá-la para fora.

Ele a levou até onde estava estacionado a sua moto.

- O que vai fazer comigo? – ela perguntou.

- Te levar para casa, né. Ou acha que eu vou te deixar andar por ai depois de eu ter praticamente te atropelado? – ele indagou.

- Assumiu que me atropelou, né?! – ela exclamou com as mãos na cintura.

- Haaa, suicida. – ele a largou em cima da moto.

- Ai, grosso! – ela disse.

- É mesmo, e muito. – ele disse com um sorriso travesso.

- O que? – a menina o encarou por alguns segundos.

Ela não havia entendido a brincadeira de mal gosto. Ela o olhou, olhou e olhou. De repente uma constante carga de nexo atingiu sua consciência.

- Haaa, seu maldoso! Não falei nesse sentido. – ela disse e cruzou os braços.

- Demorou pra entender, em? Depois eu que sou lerdo. – ele começou a rir.

Ele subiu na moto e ela começou a dar as coordenadas de onde morava. Logo, ele chegou até a casa de Chichi.

- Pronto, está entregue! – ele disse.

- Obrigado. – ela tentou sair, mas o pé enfaixado a atrapalhava.

Goku suspirou.

- Vamos lá, Goku. Hoje é seu dia de fazer levantamento de peso. – ele disse e saiu da moto.

Ele a pegou no colo e a levou até a porta de casa.

- Está me chamando de gorda?! – ela disse brava.

- Não. Longe de mim. – ele disse sem graça pois a jovem lhe lançou um olhar mortal.

- Chichi! – exclamou o pai da jovem ao encontrá-la. – Já estava ficando preocupado. Você estava demorando muito. – ele nem havia percebido o jovem ali.

- Oi, Senhor. Desculpe. Sua filha é uma suicida. Eu a atropelei sem querer. – ele disse a pondo no chão e a entregando as muletas.

- Você atropelou a minha filha?! – ele gritou.

- A culpa foi dela, mas como sou um bom homem a levei no hospital para ser atendida e bem cuidada. – ele sorriu.

- Mais do que sua obrigação! – exclamou Chichi.

- Haaa, vamos. Entre Chichi. – disse o pai.

- Mas pai...

- Entre Chichi. – a interrompeu.

A menina o obedeceu e entrou.

- Obrigado...??? – indagou o pai.

- Goku. – ele respondeu. – De nada, Senhor...?? – ele perguntou.

- Cutelo. Rei Cutelo. – ele respondeu.

Os dois ergueram as mãos e se cumprimentaram.

- Preciso dar um jeito nisso... Tenho que falar com Bulma. – disse Chichi ao chegar em seu quarto.

***

- Vocês tem notícia dele? Sabem como ele está? Pelo amor de Deus, o encontrem. Quero saber tudo o que está acontecendo e com o que ele está se envolvendo. – disse Sr. Vegeta enquanto falava com alguém no telefone.

Era assim que ele estava: desesperado. Ninguém sabia onde ele estava, ou pelo menos diziam que não.
Sr. Vegeta estava desesperado. Talvez tivesse sido duro demais com o jovem. Queria encontrá-lo. Não para pedir para que ele voltasse para casa, pois estava mais do que na hora de o jovem crescer, mas para saber como ele estava.

- Sr. Vegeta? – chamou uma das empregadas.

- Sim. – respondeu.

- Tem uma moça lá do lado de fora. Ela diz ser amiga da Bulma e quer falar com ela. – disse  empregada.

- Qual o nome? – perguntou Sr. Vegeta.

- Ela disse que é Chichi, Sr. – ela respondeu.

- Haa, deixe-a entrar. Diga a ela para ficar esperando a Bulma e que estou muito ocupado. – disse Sr. Vegeta.

- Sim, senhor. – respondeu  empregada.

***


- Vegeta? – indagou Goku ao encontrá-lo no seu apartamento.

Ele havia acabado de voltar da casa de Chichi.

- Não, é um espírito. – ironizou Vegeta.

- O que faz aqui? – perguntou Goku suspirando.

- Você acha que eu tenho algum outro lugar para onde ir? – retrucou Vegeta.

- Eu nunca tinha visto o seu pai daquele jeito. – disse Goku.

- Aquela vagabunda está virando a cabeça dele. – respondeu Vegeta.

- Não, Vegeta. Você não vê que isso é o fruto de suas ações? – indagou Goku.

- Eu não faço nada demais. Meu pai que não aceita a minha personalidade. – respondeu Vegeta.

- Personalidade? – Goku riu. – Vegeta, você é pior que um adolescente. É praticamente um rebelde sem causa.

- Falou o homem mais centrado do planeta. – indagou Vegeta. – Você também gosta de drogas, de bebidas. Você gosta de lutas, de rachas. Não entendo porque você sempre fica do lado do meu pai. – falou Vegeta e logo após se jogou no sofá.

- Você sabe que meus pais morreram em um acidente de carro. Eu não tenho ninguém que cuide de mim e é por isso que faço tudo o que quero, porém, com moderação. Você é mil vezes pior que eu. – disse Goku.

- Tá, tá. – disse Vegeta levantando os braços. – Vai deixar eu ficar ou não? – perguntou Vegeta.

- Claro, Vegeta. Mas sinto lhe informar que eu não sou o seu pai para te bancar, então você vai ter que fazer algo para me ajudar com as despesas. – disse Goku.

- Eu sei, eu sei. – Vegeta suspirou.

- O que pensa em fazer? – disse Goku enquanto pegava o copo e uma garrafa de vodka para beber.

- Vender drogas. – disse Vegeta.

- Tá louco? – Goku arregalou os olhos.

- É brincadeira. – Vegeta gargalhou. – Eu vou encontrar algo. Eu me viro. – disse Vegeta.

- É o que eu espero. – respondeu Goku.

- Agora vamos beber! – disse Vegeta se levantando e logo após pegou a garrafa da mão de Goku e a levou a boca.

Os dois conversaram a noite toda. Vegeta ainda pensava em se vingar do pai, mas não seria com a Bulma. Desistiu da ideia ao lembrar que ela era uma prostituta.

- E está pensando em vingança? Nem precisa responder porque eu sei que sim. O que está pensando? – perguntou Goku.

- A princípio eu pensei em tirar dele o que ele mais ama no momento: a Bulma. Mas depois eu desisti, não me envolvo com prostituta. Ela é rodada demais para mim fazer o esforço. – disse Vegeta.

- Até parece que ela te daria bola. – Goku gargalhou. – Ela ganha muito do seu pai para se deixar levar por você.

- Está duvidando do meu poder de sedução? Querendo ou não eu herdei isso daquele velho. – disse Vegeta.

- Poder de sedução? – Goku voltou a gargalhar. – Você está muito engraçado hoje, Vegeta.

- Quer apostar? – disse Vegeta levando um copo de vodka a boca. – Quer apostar quanto que eu consigo fazer aquela prostituta comer na minha mão? Que eu consigo acabar com esse amor idealizado pelo meu velho? Em? – perguntou Vegeta.

- Eu aposto o meu cinturão. – disse Goku.

Os dois estavam alterados, mas Vegeta odiava que duvidassem dele. Vegeta estava disposto a cumprir a promessa, a cumprir o trato.

- Isso não. Eu vou ganhar ele na próxima competição. E além do mais, essa prostituta não vale tanto.  – disse Vegeta.

- Está bem, mas não sei o que apostar. – disse Goku.

- Você vai comprar drogas e bebidas para mim durante 6 meses. – disse Vegeta.

- 6 meses? Então você terá que manter a relação com ela por 6 meses também! – exclamou Goku. – Terá 6 meses para conquistá-la.

- Está bem. Terei 6 meses para conquistá-la, iludi-la e ainda conseguir me vingar do velho. Isso vai ser bom... Não vai? – Vegeta deu um sorriso de canto para o seu amigo, o mesmo o retribuiu.

Uma aposta. Eles estavam em cumplicidade.
Vegeta tinha 6 meses para conquistar a mulher que seu pai mais amava. Ele tinha 6 meses para conseguir dela o que ninguém nunca conseguiu: o amor. Ele tinha 6 meses para fazê-la dele. Será que conseguiria seduzir uma prostituta? Será que conseguiria DIVIDIR uma prostituta?


Notas Finais


Então, amores, foi isso.
Espero q vcs gostem desse cap.
Uma aposta? Nossa, q jeito mais errado de ter uma mulher!
Coitada da Chichi... O bom é q o Goku ajudou ela, né. Será q esse será o único encontro deles? Haha

Obg por lerem. Até os próximos caps. ❤


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