História Prostituta Profissional - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~aninhacarol1bts

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Pp tortura, Romance, Sadomasoquismo, Violencia
Exibições 63
Palavras 9.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Beijuu

Capítulo 3 - Two


O dia passou rápido, principalmente porque eu e a Jack passamos o dia todo limpando aquela casa gigantesca.
No final do dia, nos arrumamos e fomos pra boate.
Era tudo muito bonito e sensual. Cor vermelha por todos os lados. As meninas me passaram os passos e eu decorei em menos de uma hora.
Flávia: Tu dança bem demais, Manu.
Manuela: Amo dançar, mas nunca tive como praticar muito. Minha mãe não tinha condições de me por em uma aula de dança.
Jack: Manuzinha, bora pros quartos pra gente te mostrar o esquema.
Segui as meninas e entramos num quarto. O quarto era imenso e chique. Tinha uma cama de casal e um frigobar.
Bruna: Esse quarto é para aquele cliente rico e que vai te pagar mais de 1000 reais. Menos que isso, usa um quarto normal. Ali tem o frigobar, tem sempre alguma bebida e tem taças ali no outra cantinho. – Ela apontou e eu só observei.
Lua: Tem comida também, mas é pro cliente. Não coma se não quiser perder mais 10% do programa.
Manuela: Nossa!
Amanda: Não sabe nem da metade.
Flávia: Os banheiros só tem nos quartos como estes. Se tu sair de um programa e precisar muito, no final do corredor, virando a direita, tem um banheiro pra gente. Tu pode tomar banho lá. Nada de levar clientes.
Manuela: Menos 10% já sei.
Jack: 20%, na verdade. – Assustei com a quantidade.
Flávia: O banheiro do quarto você pode usar com o cliente, mas só se ele quiser muito. E não ofereça. Tu vai ter que limpar se sujar muito. A empregada só vem no dia seguinte.
Manuela: E os preços?
Flávia: Isso é com a Helen. Os caras negociam com ela e ela os manda pra gente. Ela vai te falar o que foi pago pra ser feito. Tu não pode fazer nada além do combinado. Se fizer, e o cliente não quiser pagar, o preju saí do seu bolso.
Manuela: Ou seja, seja uma pau mandada.
Bruna: Manu, isso é só o começo. Você não faz ideias das escrotices que tu vai ter que passar. Boa sorte. – Ela me lançou um olhar meio vazio e me deu calafrios.
Elas me mostraram os outros quartos. Eram bem menores e mais simples. Uma cama de casal velha em cada um, e uma estante pequena. Nada demais.
Passamos a coreografia mais uma vez para que a Helen pudesse ver.
Ela achou mil defeitos que não existiam. Nos fez mudar um outro passo e me colocou na frente. Pra ser mais especifica, me colocou no lugar que a Amanda estava. Ela me olhou furiosa quando passou por mim pra mudarmos de lugar. Que culpa eu tinha? Nenhuma.
Ajeitamos umas coisas na boate e voltamos pra casa meio tarde. As meninas pararam em uma lanchonete pra buscar algo pra comer. Eu não estava com a fome, então resolvi ir pra casa a pé.
Ia caminhando pelas ruas e em uma delas, tinha uma sorveteria. O que me fez parar e ficar, aproximadamente, um minuto olhando, foi a presença de Guilherme e uma outra garota lá dentro. Eles estavam sentados em uma mesa, de costas pra saída da sorveteria. Eles riam e a menina chegou a dar uma colher cheia de sorvete na boca do Guilherme. A garota era morena e ao virar de perfil, me pareceu realmente muito bonita. Meu estomago embrulhou. Sai dali assim que minha mente me permitiu. Continuei andando pela rua, mas acelerei o passo. Droga, Manuela. Por que você está assim? Você não tinha nada com o Guilherme. Dois beijos e só. Ele jamais ia querer uma garota de programa. Uma futura garota de programa, mas dá no mesmo. Qual é o seu problema, Manuela? Você não o quer. Ou melhor, não pode querer. Me fez muito mal ter visto aquela cena.
Cheguei em casa, corri pro quarto e afoguei o rosto no travesseiro logo após me jogar da cama. Apesar de não ter gostado de ver a cena romântica que Guilherme estava, foi bom pra mim. Sim, bom. Bom pra eu desencanar e nem me iludir. Guilherme não é pra mim. Acorda, Manuela. Sua realidade é outra agora. Conforme-se. Tentei enganar a mim mesma.
Manuela: Imbecil –Gritei o mais alto que pude.
Lembrei-me do que a gente tinha feito no metrô. O beijo do metrô. E do beijo do terraço... Ah, o beijo do terraço. Lembrei de como o Guilherme me fazia rir e me fazia bem. Ele era um garoto incrível. Um garoto incrível que merecia uma garota incrível... Como a menina da sorveteria. Ah, a menina da sorveteria... Linda e totalmente livre pra ficar com ele. Sem pressão da mãe dele. Uma garota normal, não de programa.
Uma garota normal, não de programa. Merda! Por que não o conheci antes? Por que aquele dia que ele esbarrou em mim, eu não o puxei pelo braço e disse: "Faça-me feliz."? Por que? Exageros a parte, devia, pelo menos, ter dito meu nome. Pego o telefone ele. Alguma coisa eu devia ter feito, não sair correndo. Merda. Merda. Merda. Nessa lamentação toda, eu acabei dormindo.
Os outros dias foram normais. Eu queria encostar o Guilherme na parede, literalmente falando. Perguntar quem era aquela menina e porque ela deu sorvete na boca dele. Mas eu não tinha esse direito. Aliás, me proibi de ter qualquer relação a mais com ele. Não podia me dar a esse luxo. Ele vinha sempre puxar papo, mas eu o evitei o máximo que consegui. Conversava só o que era necessário para que ele não me chamasse de mal educada. 
Um dia desses, eu e as meninas organizávamos umas coisas a sala. Ele passou pela mesma, colocou a mão em meu braço, fez um sinal discreto para eu ir a cozinha. Foi o que eu fiz.
Guilherme: Por que esse gelo todo, Manu? Eu beijo tão mal assim? –Seu beijo é perf... Não me permiti terminar o pensamento e me obriguei a não pensar mais sobre isso. Não naquele momento.
Dei risada pra não parecer que estava tensa.
Manuela: Que? Que bobagem é essa, Guilherme? Nada a ver. Gelo? Que gelo? É coisa da sua cabeça.
Guilherme: Eu te beijo, tu me beija... Aí tu simplesmente me ignora, fala "oi", "bom dia" e olha lá... O que ta rolando? – A menina da sorveteria ta rolando, idiota.
Manuela: Desencana, Guilherme. Não tem nada rolando. Sério. Eu preciso voltar lá pra sala. As meninas vão notar que a gente ta sozinho aqui.
Guilherme: Tu ta mega estranha. Pode ir po, mas tu ta me devendo uma explicação bem convincente.
Sai da cozinha sem dizer uma palavra.
Finalmente, o dia da inauguração da boate chegou. Eu estava nervosa, ansiosa e com medo. Flávia me deu umas dicas úteis e me deu uma força durante a semana. Tinha me tornado mais amiga dela, talvez por dividir quarto e conviver mais com ela do que com as outras. Bruna era bem divertida e Jack era o tipo de pessoa amiga de todo mundo. A Lua era bem mais séria e fechada, por isso não fiz tanta amizade com ela. Já a Amanda, vivia implicando comigo. Aproveitava toda e qualquer situação pra me dar um fora ou tentar zuar comigo. Não que ela conseguisse, como as meninas diziam, faltava inteligência nela. Eu, sinceramente, não discordo.
O dia foi de preparação. Fomos a um salão. Fizemos a unha e demos uma geral no cabelo. Dei uma retocada no meu cabelo, o que o fez ficar mais loiro. Ficou do jeitinho que eu queria. As meninas deram uma arrumada também. A Lua foi mais radical, pintou de rosa. Antes, ela tinha feito umas mechas, como eu já mencionei, mas agora ela pintou inteiro de rosa. Ficou lindo, mas eu não teria coragem de fazer algo do tipo.
Saímos do salão já era umas 4 da tarde. Fomos pro shopping e compramos roupas e lingeries divinas. Voltamos pra casa, tomamos um banho e nos arrumamos. No show inicial que a gente tinha preparado, usaríamos lingerie e nos vestimos assim já. Colocamos um sobretudo e lá pelas 7 da noite, Helen nos levou pra boate.
A boate parecia um lugar escuro pra mim agora. Entramos lá e eu não via mais a mesma coisa. Via medo e todos meus princípios indo pro ralo.
Esperamos a boate abrir, lotou depois das 10 horas, foi quando a Helen anunciou o nosso show e nós entramos no palco. Fomos para as nossas posições e a musica começou.
Dançamos e os homens nos secavam a cada movimento mais "sensual". Eu estava na frente e os olhares lançados pra mim, foram me lembrando o que estava por vir. O medo aumentava a cada segundo que se aproximava do fim da música. Quando acabou, eu entrei em pânico. Havia uma pose final na coreografia e eu finquei ali. As meninas foram se movendo aos poucos.
Flávia: Vem, Manu. – Ela passou por mim.
"Acordei" do meu momento, me levantei e fui com as meninas agradecer na frente do palco.
Meu coração estava disparado. Descemos do palco e fomos pro camarim. Eu sentei de frente pro espelho e olhava pra frente, mas não pra mim. Olhava pro vazio. Helen entrou no camarim.
Helen: Bruna, tem uma completa pra você na mesa 5.
Uma "completa" significava que o cliente pagou pra Bruna fazer tudo com ele. Tudo que ele quisesse, na verdade. Bruna: Torçam pra não ser um velho barrigudo. – Ela riu e saiu do camarim. Olhei pro meu reflexo no espelho. Me encarei e suspirei. Fechei os olhos.
Helen: Flávia, mesa 10. – Vi a Flávia saindo do camarim. Helen continuou: – Manuela, planeta terra chamando. Tô te negociando com dois caras. Eles estão te disputando a tapa. Quer dizer, a dinheiro. O preço ta nas alturas. – Ela disse alegre. Aquela mulher me fazia sentir repulsa.
E pela primeira vez desde que eu fui pra casa de Helen, Lua foi legal comigo.
Lua: Ei, fica calma. É difícil, eu sei, mas agora já era. Quer dizer, se tu não quer isso, sai agora dessa porta e vai o mais longe que tu puder. Porque a Helen não vai te deixar em paz a partir de agora. Tu sabe coisa demais sobre ela. Mas tu pode fugir desse martírio ainda. Isso ainda não faz parte de você. – Eu olhava pra ela e antes dela continuar, a Amanda entrou no camarim.
Amanda: Se não quer realmente isso. Tu tem um minuto pra decidir e tentar sair daqui, sem que a Helen esbarre em você no meio do caminho. Vi o seu futuro cliente pagando uma fortuna pra ela. Ou seja, ela já vem te chamar.
Olhei desesperada pra ela. Meu cliente? Esqueci de como se respirava naquele momento, mas recuperei o fôlego.
Manuela: Obrigada, Lua. De verdade. Eu queria sair correndo daqui, mas eu não estou nessa vida porque eu quero, Amanda. Eu estou porque fui obrigada. Minhas outras opções não eram lá muito mais agradáveis. Nada é pior do que isso, mas agora "já era". Eu já estou aqui e não quero a Helen me perseguindo o resto da vida.
Terminei de falar e a Lua me abraçou. 
Lua: Boa sorte e geme bastante. Ele vai achar que tá arrasando e te comendo maravilhosamente bem.
Dei risada ao ouvi-la. Assenti com a cabeça e Helen entrou no camarim. Eu ainda estava com a roupa do show que nós tínhamos feito.
Helen: Mesa 10. Completa, menos anal. Ele te quer vestida. Bota uma roupa colada e lingerie por baixo. –Escrota. Pensei.
Suspirei. Achei um vestido vermelho e pequeno no camarim. Coloquei e ficou muito grudado. Fez com que minha bunda fosse valorizada e meus seios ficassem a mostra no decote. Retoquei a maquiagem e sai do camarim com a cabeça erguida, mas o nervosismo tomava conta de mim. Me fiz de forte e segura. Fui até a mesa 10.
Pra minha surpresa, era um homem bonito. Alto, com barba por fazer. Parecia ser sarado, mas por estar com a blusa, não consegui definir direito. Ia saber logo menos.
Cheguei até ele e fiz como a Flávia tinha me ensinado. Parei de pé na frente dele. Falei com uma voz sensual:
Manuela: Boa noite, em que posso ajudar? – Lancei um olhar "safado" pra ele. Aquilo não foi tão difícil de fazer, como eu imaginei que seria.
– Boa noite. – Ele respondeu com a voz grossa que tinha. Ele era muito bonito e voz o ajudava ainda mais. – Com esse corpo você pode me ajudar no que quiser. – Ele completou.
O homem se levantou. Olhou pro meu decote, aproximou o rosto e colocou a boca no meu ouvido. Sussurrou: – Vamos?
Assenti com a cabeça. Me virei de costas pra ele e andei em direção aos quartos. Ele me seguiu. Entramos no quarto e ele foi logo deitando. Tiro a camiseta e eu pude ver como o corpo dele era bonito.
Olhava fixamente pra ele. Ele falou: – Manuela seu nome, não é!?
Manuela: Exatamente. E o seu é... – Incentivei-o a falar.
Rodrigo: Me chamo Rodrigo. – Ele abriu um sorriso. Bateu na cama ao terminar de falar. – Vem pra cá, vem. –Respirei fundo e fui até ele. Me deitei na cama ao seu lado. Ele começou a passar a mão pelo meu corpo. Alisava a minha barriga e apertava a minha cintura. – É seu primeiro programa, não!?
Manuela: É sim.
Disse seco e direto. Eu estava nervosa e ele podia sentir isso. Ele desabotoou a calça e depois abriu o zíper da mesma. Eu observava cada movimento dele. Ele voltou a alisar o meu corpo, dessa vez, ele alisou as minhas coxas. Fez com que o vestido, que já era minusculo, subisse. Ele apertou as minhas coxas e depois subiu a mão. Alisou a minha barriga e subiu pros meus seios.
Eu estava de lingerie e ele só abaixou o meu vestido. Engoli a seco. Minhas mãos suavam frio.
Ele se aproximou de mim, inclinou o rosto e começou a beijar o meu pescoço. Beijava com força e dava alguns chupões. Eu fechei os olhos e lágrimas escorreram dos meus olhos. Foram tão poucas que ele nem notou.
Rodrigo abriu o meu sutiã, jogou-o no chão e começou a alisar os meus seios. Ele alisava, apertava e brincava com o biquinho de um dos meus seios. Depois, ele colocou a boca nos meus seios. Começou a chupar. Chupou um de cada vez, e enquanto fazia isso em um, apertava o outro com o máximo de força que ele devia ter. Ele me machucou. Mas eu não me manifestei. Fiquei imóvel.
Ele parou e passou a mão no próprio pau por cima da calça. Ele afastou a calça junto com a cueca, tirou o pau da cueca. Já estava relativamente ereto e era suficientemente grande.
Rodrigo: Bate uma pra mim.
Eu fiquei sentada na cama e segurei no pau dele. Comecei a masturba-lo. Ele se acomodou na cama e inclinou a cabeça pra trás quando eu coloquei as mãos no pau dele. Eu aumentei a intensidade da punheta quando percebi que ele estava gostando. Rodrigo colocou as mão em meus cabelos, começou a alisa-los enquanto me olhava batendo uma punheta pra ele.
Rodrigo: Coloca essa boquinha linda no meu pau, vai. – Ele nem terminou de dizer e já foi forçando o meu rosto pro pau dele. Eu me ajeitei na cama. Eu já segurava o pau dele, eu só comecei a passar a língua no mesmo. Ele fazia carinho na minha nuca. Coloquei a cabecinha do pau dele na minha boca. Me deu um certo nojo, mas eu continuei.
Eu passei a língua por toda extensão do pau ele. Ele soltou um gemido. Enfiei o pau dele até onde eu conseguia e não sentia ânsia. Comecei a fazer um vai e vem com a cabeça. Ele olhava cada movimento que eu fazia. Parei quando ele puxou os meus cabelos pra trás e disse que agora seria a minha vez.
Eu voltei a posição que estava antes. Deitei-me na cama e fiquei encarando-o. Ele se abaixou na cama, abriu as minhas pernas e foi pro meio delas.
Tirou o meu vestido e me deixou apenas de calcinha.
Rodrigo: Tu é extremamente gostosa. Ta valendo cada centavo gasto. –Sorri em resposta, porque não sabia o que dizer. Como ia agradecer esse tipo de elogio?
Ele tirou a minha calcinha, cuspiu no próprio dedo e passou na minha buceta. Foi a primeira vez desde que o "programa" tinha começado que eu senti alguma coisa. Um calafrio. Algo, relativamente, bom. Ele percebeu e abriu um sorriso malicioso pra mim.
Rodrigo começou a me masturbar. Esfregava os dedos na minha buceta. Resolvi seguir o conselho da Lua. Eu não estava morta de tesão, mas resolvi gemer. Gemi baixo, mas o suficiente pra excitá-lo. Pude nota-lo pegando o próprio pau e se punhetando.
Ele segurou e puxou o meu corpo pra mais perto do rosto dele, começou a chupar a minha buceta. Aquilo me excitou de verdade. Ele sabia o que estava fazendo. Gemi alto e entre os gemidos, pedi para que ele fizesse mais aceleradamente os movimentos com a língua. Ele enfiou a língua na minha buceta e fez movimentos circulares com ela. Senti arrepios por todo corpo. Meio que, involuntariamente, eu levantei o quadril. Ele sorriu e parou de me chupar.
Ele ficou de joelhos no meio das minhas pernas, seguro o pau e se aproximou de mim. Pegou a camisinha que estava em cima da estante e colocou rapidamente. Passou a cabeçinha do pau na minha buceta. Soltei um gemidinho. Rodrigo enfiou a cabeça do seu pau em mim e depois tirou. Parecia que estava fazendo pra me provocar, o que estava funcionando, eu estava me excitando com aquilo. Depois de fazer isso algumas vezes, ele enfiou o seu pau inteiro na minha buceta. Inclinei a cabeça pra trás e suspirei. Rodrigo segurou na minha cintura e começou a fazer um vai e vem com o quadril. Eu gemia muito e ele me olhava com tesão.
Rodrigo aumentou a velocidade dos movimentos. Fez com que meus seios pulassem cada vez que ele metia mais fundo em mim. Pude sentir suas bolas baterem na minha bunda a cada estocada que ele dava na minha buceta. Não demorou muito tempo e ele gozou. A camisinha impediu que qualquer gota de goza tocasse em mim. Ele tirou o pau da minha buceta e deitou na cama exausto.
Rodrigo: Foi maravilhoso. Nunca mais vou querer comer ninguém depois de você. Gostosa.Mas da próxima, prometo te fazer gozar. –Ele disse ofegante. Dei um sorriso largo pra ele e assenti com a cabeça.
Depois de um dois minutos deitado, ele se levantou, trocou de roupa, despediu-se de mim e saiu do quarto.
Eu me troquei e fiquei sentada na beira da cama. Desolada. Aquela era, agora, a minha vida. Eu teria que me acostumar. Chorei por alguns minutos. Lavei o rosto e voltei pro camarim, onde as meninas estavam. Eu estava séria.
Flávia: E aí, como foi?
Manuela: Escroto e vazio, como eu achei que seria.
Flávia: Ele te comeu bem, pelo menos?
Manuela: Não conseguiu nem me fazer gozar. –As meninas riram.
Flávia: Vai se acostumando. Eles se importam em prazer próprio. Depois que eles gozam, foda-se o resto. Alguns se esforçam mais e gostam que a gente goze, mas o cara tem que ser bom pra conseguir, a não ser que tu seja muito fraca.
Bruna: Seu cliente era um gato. Tu deve ser realmente forte. – Ela riu.
Manuela: Ele fez um bom trabalho, eu só não estava no clima. – Mudei de assunto. Não queria ficar falando de mim. – E o cliente de vocês? – Direcionei a pergunta pra Flávia e pra Bruna.
Bruna: O meu era um cara casado que não come a mulher a anos.
Amanda: Ele te falou isso durante o sexo?
Bruna: Claro que não, burra. – Ela olhou com ironia pra Amanda. – Ele tava subindo pelas paredes.
Flávia: Ah, já "atendi" cara piores. Mas esse me fez pagar boquete pra ele quase noventa por cento do tempo do programa.
Amanda: O que não deve ter sido problema pra garganta profunda.
Flávia: Será que é por isso que eu dou 3x mais lucro que você? – Ela sorriu ironicamente e todas nós rimos.
Helen chamou a Amanda pro segundo programa da noite dela. Lua e Jack ainda não tinham voltado pro camarim. 
Helen chamou também Flávia e depois de uns minutos, chamou Bruna. Eu estava sozinha no camarim quando ela apareceu novamente.
Helen: E aí, como foi?
Manuela: Vazio.
Helen: Você se acostuma. Não te chamei de novo porque acho que tu merece um "desconto" por ser seu primeiro dia. Mas já tem fila de espera para a senhorita. – Ela sorriu e aparentou estar muito alegre. Vagabunda. – Pode ir pra casa, se quiser.
Manuela: Obrigada.
Ela saiu do camarim, eu me vesti e sai pela porta dos fundos. Fui caminhando lentamente até em casa. No caminho, ao pensar no que minha vida tinha se tornado, lágrimas caíram dos meus olhos. Eu chorei e berrei o mais alto que eu pude. As ruas estavam vazias.
Logo cheguei em casa e deite-me no sofá. Fiquei ali, desolada. Liguei a tv e ignorei-a. Alguém colocou a chave na maçaneta, rodou e abriu. Era o Guilherme, ele falava ao telefone e ao me ver, mudou o assunto que falava com a pessoa.
Guilherme: Beleza, então. Eu vou desligar, agora, flw!? Depois a gente fala disso... Depois a gente marca, Juli... – Ele não terminou de falar o nome. – Depois, velho. Depois. Vou desligar... Beijo... Tchau.
Manuela: Ficou encabulado de falar: "se cuida, te amo" por quê eu estava perto? – Eu ri, mas não tinha achado a minima graça. – Levantei do sofá e fiquei de frente com ele. 
Guilherme: Claro que não. Nada a ver. Tava falando com um amigo meu.
Manuela: Você manda beijo pros teus amigos? – Ergui uma sobrancelha. 
Guilherme: Po. – Ele riu. – Essa desculpa não colou. Coé, não tem nada disso não. Se eu quisesse dizer, eu teria dito. Já é!?
Manuela: Ok!
Ele subiu pro quarto dele e eu subi pro meu. Dormi rapidamente.
Já era dia quando a Flávia me acordou. Disse que Helen queria bater um papo com a gente. Nem mudei de roupa e fui correndo pra sala.
Todas as meninas estavam sentadas nos sofás e até o Guilherme estava presente. Estranhei.
Sentei-me ao lado de Flávia em um dos sofás.
Helen: Antes que vocês comecem a tagarelar sem parar, eu vou direto ao assunto. O ano letivo vai começar e vocês tem que ir pra aula. Já me basta carregar o fardo de "cafetina" de vocês. Não quero ser pega e ter a acusação de impedi-las de ir pro colégio também. Não quero menina minha burra por aí.
Bruna: Ô, Amanda, pode sair, viu!? –Foi completamente inevitável não rir do que a Bruna tinha dito. Foi cômico.
Helen: Bruna, cala a boca. –Ela olhou seriamente pra Bruna, Amanda estava com sorriso de orelha a orelha. – Enfim, acho que todas estão matriculadas em uma escola já, só a Manuela que não. Certo!? – Assenti com a cabeça quando ela me olhou. –A gente resolve isso depois, Manuela.
Helen queria que a gente fosse pra escola? Minha cabeça deu um nó enorme. Vai ver ela não é tão insensível assim e mesmo lucrando com isso, espera que a gente possa sair um dia daqui e quem sabe, ter uma vida melhor. Sem estudos a gente ia continuar na merda.
Guilherme: Mãe, por que eu to nessa reunião de calcinhas?
Helen: Já ia chegar nessa parte, meu filho. Eu não quero que absolutamente nada do que as meninas fazem aqui, seja dito. Eu confio em você, Gui. Mas o negócio é sério. Eu posso ir pra cadeia se alguém sonhar com isso. Todas as meninas são menores de idade e você também é, Gui. Posso perder a sua guarda. E outra, se alguém souber que vocês são garotas de programas, a vida social de vocês vai pro ralo. Então, meninas, nem pensem em abrir o bico sobre qualquer coisa do que acontece aqui.
Bruna: Ah, claro, porque é nosso sonho sair espalhando por aí que somos garota de programa.
Helen: Droga, Bruna, quem te deu permissão pra abrir essa merda que você chama de boca? Fica na tua e só dá sua opinião, quando eu pedir. 
As meninas olharam assustadas umas pras outras. Helen foi estupida com a Bruna, que ficou quieta e não disse mais nada.
Guilherme: Mãe, eu jamais falaria o que acontece aqui pra alguém. Além de não me orgulhar disso, eu não quero te por em risco. Por mim, nunca ninguém vai saber de nada.
Helen: Estamos entendidas, meninas? Eu não quero provocações no colégio, como vocês fazem aqui. Uma chamando a outra de prostituta e derivados. Se odeiem quanto quiserem, eu to me cagando pra briguinhas de vocês, só não se coloquem em risco e não me levem pro buraco com vocês. Bico calado.
Todas nós assentimos e a Helen saiu de casa. Guilherme ficou conversando um pouco com a gente.
Guilherme: Imagino a quantidade de xingamentos a minha mãe devem estar passando na cabeça de vocês agora.
Bruna: Não. Tu não faz nem ideia.
Jack: Ela não é nenhuma flor que se cheire. Convenhamos.
Guilherme: Continua sendo a minha mãe.
Bruna: Azar o teu. Bela consideração tua mãe tem por você. Te fazendo morar debaixo do mesmo teto que as garotas de programa dela. Ela pode ser eleita a mãe do ano. Você não acha?
Guilherme olhou estranhamente bravo pra Bruna. Parecia que esmurrava-a só com o olhar. Ele se levantou e foi pisando duro pro quarto.
Segui-o até o quarto. Ele já havia entrado e fechado a porta. Parei na frente da mesma e bati.
Manuela: Guilherme, sou eu, abre a porta. – Não obtive nenhuma resposta. – Por favor, Guilherme. Só quero conversar. – O silêncio continuava. – Não vai abrir mesmo, Gui!?
Mal terminei a frase e ele abriu a porta.
Guilherme: Me ganhou com o "Gui". – Ele sorriu e eu fiquei paralisada. Foca, Manuela. Foca. Pensei.
Manuela: Posso entrar?
Guilherme: Não sei se é confiável deixar uma estranha entrar no meu quarto, mas – Ele fez um gesto com a mão, convidando-me a entrar. Foi o que eu fiz. Fiquei de pé e ele se sentou na cama.
Manuela: Ficou bolado com o que a Bruna disse?
Guilherme: E tinha como não ficar? Po, eu sei que minha mãe não é a rainha da bondade, mas, velho, ela deixou vocês ficarem aqui. A troca não é lá muito justa, mas deixou. Senão fosse por ela, vocês estavam pelas ruas, passando necessidade ou recebendo merrecas pra fazerem exatamente o que fazem aqui e sem a menor boa condição de vida. Aqui não tem luxo, mas todas vocês tem casa e comida. Po, não que eu defenda o que ela faz, mas a Bruna não podia perder a chance de manter a boca fechada, né!?
Não interrompi-o em nenhum momento. Só quando ele fez a pergunta retórica que eu me pronunciei.
Manuela: Não que eu discorde com o que ela disse, mas não precisava ser dito daquele jeito.
Guilherme: Puta que pariu. – Ele se levantou e ficou de frente pra mim.
Manuela: E você queria o que? Que eu defendesse sua mãe?
Guilherme: Não, Manuela. Só que... Quer saber, esquece. Tu veio aqui pra que então?
Manuela: Pra conversar contigo. Eu percebi o estado que você ficou e quis te ajudar.
Guilherme: Bela ajuda.
Manuela: Quanta ingratidão.
Guilherme: Tô aprendendo com uma estranha que eu esbarrei na rua.
Manuela: Boatos de que ela é gata.
Guilherme: E de que rouba beijos no metrô.
Manuela: Eu vou lá embaixo com as meninas. – Tratei logo de desviar do assunto. Nada de se apegar, Manuela. Nada de se iludir. – Elas vão estranhar a minha demora.
Guilherme: Vai lá.
Sai do quarto, fechei a porta e encostei na mesma. Fechei os olhos e suspirei. Por que raios eu tinha que gostar tanto do jeito do Guilherme? Por que eu tinha que gostar tanto de estar na companhia dele? Merda. Fiquei alguns minutos ali, encostada na parede do quarto do Guilherme. Ele não gosta de você, Manuela. Ele não é pra você, Manuela. Ele tem outra, Manuela. Ele jamais ia querer ter algo com você, Manuela. Não se ilude, Manuela. Não vê coisa onde não tem, Manuela. Respirei fundo e, finalmente, "criei" forças pra me livrar daqueles pensamentos.
Desci pra sala e as meninas estavam revoltadas.
Bruna: A margarida se ofendeu? –Disse ironicamente.
Manuela: Ele ficou bem chateado com o que você disse.
Flávia: Não era pra menos. Tu descontou a sua raiva pela Helen, no Guilherme. –Olhava pra Bruna enquanto falava. – Ele não tem culpa de ter a mãe desnaturada que tem. 
Manuela: É, Bruna... Eu concordo com você em tudo que você disse, mas o Guilherme não tem culpa de nada. Ele não queria que a mãe tivesse a vida que tem. Tenta entender isso, por mais difícil que seja.
Amanda: E não é que a novata quer se fazer de sabida e experiente...
Respirei fundo pra tentar me controlar. Qual era o problema daquela garota comigo? Por que tudo o que eu falava, ela tinha que implicar? Que menina escrota.
Flávia: Pelo menos, ela pode se fazer de sabida. Porque se fosse você tentando, ninguém ia acreditar. Agora cala essa boca que ninguém aqui pediu a sua opinião.
Ela saiu furiosa da sala.
Bruna: Tá legal... Eu sei que fui grossa com o Gui. Depois me desculpo com ele.
Continuamos na sala e logo mudamos de assunto.
Jack: Ei, calma aí... Manu, você foi lá em cima, no quarto do Guilherme, falar com ele?
Manuela: Fui. – Estranhei a pergunta. –Por que?
Jack: Estranho isso aí, né não!? –A pergunta fui direcionada para as outras meninas, menos pra mim.
Flávia: Manu, cuidado. O Guilherme é lindo e encantador, mas não se ilude. Já sabe que vai dar merda pra você.
Manuela: Não imaginem besteira. Sério. Ele me ajudou um dia desses. Me deu uma força e eu não gosto de dever nada a ninguém. Foi por isso que eu fui lá em cima. –Nem terminei de falar e ouvi passos na escada.
Guilherme: Bom saber.
Merda! Não era pra ele ter escutado aquilo. Eu realmente tinha ficado preocupada com ele. Mas não podia dizer isso pras meninas, elas me matariam e Amanda não perderia a oportunidade de me ferrar. Eu fiquei branca ao vê-lo. Ai, Merda!
Guilherme passou pela sala, demorou um tempo na cozinha e depois passou novamente pela sala, agora com um copo de água na mão. Me olhou torto e subiu as escadas e foi em direção ao quarto dele.
O que eu diria pra ele agora? "Era mentira, eu sou louca por você e eu fiquei preocupada de verdade. Mas a gente não pode viver nossa história de amor, por milhões de motivos. Os mais graves deles são: eu sou garota de programa, você jamais me namoraria por isso, sua mãe é minha cafetina e me proíbe de ter qualquer relação com você. Eu me preocupo contigo e quero sempre que você fique bem". Nem morta. Nem morta. Nem morta. Repeti isso diversas vezes na minha mente.
As meninas ficaram satisfeitas e convencidas com a minha resposta. Pelo menos, tinha me livrado da perseguição delas referente a elas acharem que eu tinha ou sentia algo pelo Guilherme.
Flávia e eu subimos pro nosso quarto. Depois de tomarmos banho, ela começou o interrogatório.
Flávia: Você pode ter convencido as meninas com aquele discurso, mas não me enganou, Manuzinha. Pode me contar tudo que tá rolando. Eu senti o climinha entre você e o Gui.
Apresentação:
Amanda Duarte. 18 anos. A mais velha e mais mau-humorada da casa, ou bordel, se você preferir. É alta, tem cabelos castanhos e a pele clara. Acha-se a "líder" de todas por ser a mais velha, mas perde o trono assim que Flávia está presente, pois foi ela que trouxe Amanda para o bordel.
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Com tão pouco tempo de convivência, Flávia já me conhecia um pouco. Era bom por um lado e péssimo por outro.
Manuela: Não tinha climinha nenhum, Flá. Que besteira.
Flávia: Faz essa cena pra outra, Manu. Eu sei bem que ta rolando alguma coisa. Pode me contar agora. – Ela riu e sentou-se na cama.
Manuela: Para, Flá. Não tem nada disso.
Flávia: Tu vai me obrigar a perguntar pro Guilherme? – Ela levantou-se, andou até a porta e ameaçou abrir a porta.
Manuela: Não! – Minha reação foi instantânea. Corri até ela e segurei seu braço.
Ela olhou pra minha mão que segurava o seu braço e deu um sorriso satisfeito.
Flávia: Eu sabia. Olha como tu ficou. – Tirei a minha mão do braço dela. – Me fala agora!
Manuela: Merda! – Coloquei a mão na nuca. – Tá. Eu te falo, mas... Flávia: Eu não vou pra ninguém, Manu. Relaxa. Eu gosto muito de você. Fui com a sua cara desde que te vi naquela calçada. Fica tranquila.
Manuela: Ta bom. – Respirei fundo. – Rolou um beijo. Quer dizer, dois. Mas foi só isso. E um beijo foi rolou de uma aposta. Não tem nada a ver mesmo. Foi só isso. – Flávia olhou com uma cara de "tô super acreditando em você" pra mim. Foi engraçado. – Não olha assim pra mim. Eu tô falando sério.
Flávia: Manuuuu... –Ela alongou o "u" ao falar meu nome. – Não mente pra mim. Tu ta curtindo ele, não ta!?
Manuela: Não. Ta louca? – Fui convincente. – Eu jamais me apaixonaria por ele. Ele é lindo e tudo mais, mas não dá. Não quero problemas com a Helen. Esquece.
Flávia: Ta. Nisso eu acredito. Mas me fala dos beijos. Que aposta foi essa?
Manuela: Ah, muito complexo de explicar. Mas ele ganhou e me pediu um beijo.
Flávia: Que abusado! – Eu ri ao ouvi-la.
Manuela: Aí ele disse que me deixaria escolher algo pra ele fazer também. E falei pra ele fingir que éramos namorados, no metrô, e, fazer uma cena de ciúmes. Foi muito engraçado, mas ele foi bem convincente. Aí eu beijei ele. Foi isso.
Flávia: Tá. Eu entendi, mas calma... Você beijou ele? – Ela ergueu a sobrancelha. – Explica isso melhor, mulher.
Manuela: Foi pra cena ficar mais verdadeira, sabe!? Nada a ver. Ele beija mal.
Flávia: Jura? Jurava que ele beijava bem.
Manuela: Então você nunca ficou com ele?
Flávia: Como você, eu não quero problemas com a Helen. E o Guilherme não faz muito o meu tipo. Ele é gatinho, mas eu não "pago pau" pra ele que nem as meninas.
Manuela: Elas "pagam pau" pra ele? – Fiz cara de desentendida, mas sabia do que estava falando.
Flávia: É, ué. Ou você nunca percebeu como as meninas olham pra ele quando ele passa? Ou quando ele fica sem camiseta? Amanda e Lua são as recordistas de babar por ele.
Manuela: Antes fosse só babar.
Flávia: Do que tu ta falando?
Manuela: Ah, Flá, tu nunca desconfiou que elas já tiraram uma lasquinha do Guilherme?
Flávia: Tu acha? Será mesmo?
Manuela: Apesar da cena da Bruna agora pouco, eu tenho certeza que ela já ficou com o Guilherme. E mais algumas das meninas também.
Flávia: Sempre achei que elas não se arriscariam. Agora tu me deixou curiosa.

Pensei que a Flávia ia saber de alguma coisa. Ela "mandava" ali. Mas acho que sobre esse assunto, as meninas não comentavam. Era algo bem sério de ser falado assim aos quatro ventos.
O papo não se alongou muito, porque eu mudei de assunto. Não estava afim de falar de Guilherme. Depois do papo com a Flávia, tomei uma decisão: nada de me envolver com ele. Nem pensar mais nele. Eu sabia muito bem as consequências que, me envolver com ele, me causariam. A gente não teve nada e não iria ter. Fim, Manuela Bosi. Fim.
A noite logo chegou. Era dia de ir pra boate. Nos arrumamos e logo Helen nos levou.
Amanda fez o show da noite. Ficamos sentadas em uma mesa visível, onde os homens nos secavam com o olhar. Quando o show da Amanda acabou, fomos todas pro camarim. Helen chamou a Lua pro programa e depois me chamou.
Cheguei na mesa 8, onde meu cliente estava. Me deu um calafrio ao ver, de longe, aquele senhor velho e mal acabado sentado. Respirei fundo e parei de pé da sua frente.
Manuela: Boa, noite. Sou a Manuela. Posso ajudá-lo? – Ele estava distraído e virou-se de frente pra mim quando me ouvir.
Romão: Boa noite, delicia. Ir logo ao serviço vai me ajudar muito.
Fiz um gesto com a cabeça, incentivando-o a levantar e me seguir até os quartos. Entrei em um deles e ele entrou atrás de mim. Fechei a porta.
Romão: Quero um strip-tease. – Ele disse isso sentando-se na cama. Foi logo abrindo a calça. 
Parei de frente com a cama e segui a ordem do velho. Coloquei uma musica e tirei lentamente meu vestido. Virei de costas, rebolei enquanto tirava, lentamente, minha calcinha. Continuei de costas e fui deslizando minhas mãos pelos meus ombros, fazendo assim, as alças do meu sutiã caírem nos meus braços. Desabotoei o mesmo e deixei-o cair no chão. Virei-me de frente pra ele. O velho já estava com o pau na mão e batendo uma.
Romão: Vem pro tio, Romão. Vem. – Qual o problema desse velho idiota? Ele realmente acha que referindo a ele mesmo como "tio", vai me excitar? Muito pelo contrário. Broxante.
Fui até ele e ajudei-o a tirar a calça. Posicionei-me entre as pernas dele e segurei firme o seu pau. Passei a língua na cabecinha e olhei pra ele. Ele deu um sorriso safado pra mim e colocou as mãos no meu cabelo.
O pau dele era extremamente nojento. Os pelos estavam grandes e me deram nojo. Muito nojo.
Coloquei a boca na cabeça do pau e chupei só aquela região. Estava com nojo de chupar mais embaixo e encostar naqueles pelos.
Chupei o pau dele que foi logo ficando duro sem muito esforço da minha parte. Ele me deitou de bruços na cama. Passou a cabecinha do pau dele na minha buceta. Respirei fundo e senti ele meter o pau dele todo de uma vez dentro de mim. "Romão" me puxou pela cintura e me fez ficar com a bunda empinada. Ele metia aceleradamente na minha buceta.
Segurei nos lençóis e gemi. Queria mostrar que estava gostando, quer dizer, queria fazê-lo acreditar nisso. Ele tirou uma mão da minha cintura e colocou em um dos meus seios.
O velho apertava o meu seio com força e metia o mais rápido que ele conseguia. Não demorou muito e a camisinha que ele tinha colocado antes de meter em mim, encheu de goza quando ele soltou um gemido rouco.
Romão: Fica de quatro. Fica, vagabunda.
Olhei com um olhar de desprezo pra ele e fiquei de quatro na cama. Ele começou a enfiar a cabeça do pau no meu cu. Senti uma dor instantânea. Queria levantar dali, dar um murro na cara daquele velho, manda-lo depilar as partes íntimas e manda-lo pra puta que pariu. Mas não, eu continuei ali. Firme e forte.
Ele percebeu que estava muito apertado. Meu ex ficante, com que eu perdi a virgindade, comeu o meu cu, mas ele foi cuidadoso. Esse babaca enfiou com o máximo de força e de uma vez só. Apoiei o rosto da cama e gemi de dor. Não foi um gemido pra satisfazê-lo. Eu gemi porque realmente doeu. Não foi prazeroso. Ele continuou metendo e eu me segurei o máximo que eu consegui pra não chorar. Mas o ápice foi quando ele tirou o pau de mim e enfiou tudo de uma vez no meu cu. Segurei na guarda da cama e chorei. Chorei baixinho e soltava um gemidos altos de dor quando ele repetia o feito de tirar e por o pau do meu cu.
Ele realmente achou que meus gemidos eram de satisfação, mas eu não reclamei em momento algum. Aguentei tudo calada. Quer dizer, com choros imperceptíveis. Ele gozou e me fez pagar um boquete pra ele de novo.
O velho saiu do quarto e eu fiquei sentada na cama. Sentia uma dor horrorosa. Me recompus e voltei pro camarim com as meninas. Fiz mais uns 3 programas aquela noite e Helen nos liberou.
Voltei pra casa, deitei na minha cama e desandei a chorar. Chorava feito uma criança. A Flávia não tinha ido pro quarto e quando percebi que ela estava chegando no mesmo, eu fui pro chuveiro. Abri o mesmo e fiquei debaixo. Sentia a água caindo sobre mim. Morri de raiva de estar ali. De estar me prostituindo. Morri de raiva de pensar nos velhos nojentos e homens escrotos que teria que atender. Chorei muito, chorei até soluçar.
Manuela: Chega de se fazer de coitadinha. Você não escolheu isso aqui porque era uma opção agradável, mas porque precisou. Agora aguente. – Respirei fundo. – Melhor que isso... Supere. Você já está nisso e sabe que não pode mudar. Quer dizer, pode se fazer de coitada pro resto da sua existência ou pode torna-se a melhor Prostituta Profissional. – Dei um riso satisfeito. – E você vai enfrentar quem for, pra chegar lá.
Sai do banheiro e Flávia estava assistindo televisão.
Flávia: Tava falando sozinha, louca?
Manuela: Comigo mesma. – Dei um riso.
Flávia: Quer um remedinho, amiga? – Nós rimos.
Manuela: Dessa vez não.
Flávia foi pro banho e eu fiquei deitada na minha cama. Pensando.
Pensei em tudo. Tudo. Pensei em minha mãe, no escroto do meu "pai". Meus pensamentos voaram longe e chegaram no Guilherme... Confesso que eu estava começando a confundir o que eu sentia por ele. Mas depois da minha "decisão", Guilherme ia sair dos meus planos. De todos eles. Estava decidido. Ele ia ser só o filho da cafetina. Cafetina essa, que ia comer na minha mão. Ia fazê-la depender de mim. Ia conquistar tantos clientes e dar tanto lucro, que se Helen quisesse se "desfazer" de mim, ia perder tanto dinheiro que ia falir. Ri por dentro. Se é que isso é possível. Ia fazer o que fosse preciso pra "chegar lá". As meninas? Elas que fiquem na minha frente, pra ver se eu não dou aquele "empurrãozinho". Amanda que abuse um pouquinho da minha paciência pra ela ver. Cansei de ser idiota e ficar quieta com as provocações dela. Escrota.
A única pessoa que eu resolvi poupar, foi a Flávia. Apesar dela ter me trazido pra essa vida, ela me ajudou. Não foi bem o tipo de ajuda que eu esperava, mas ajudou. Ela é a única que eu gosto e que me da força aqui. Mas ela que não abuse. Brincadeirinha. 
Guilherme? Passado. Ele que engula a menina da sorveteria, uma das piranhas do bordel ou a menina do telefonema. A partir desse momento, ele seria indiferente pra mim.
A intenção não é me tornar uma pessoa fria. É só mudar a minha condição. Se for pra ser prostituta, vou fazer isso direito. Não gostou? Sai do caminho, ou eu te faço sair. Simples!
Dormi logo em seguida. Acordei com a Flávia colocando uma música alta e agitada no notebook.
Manuela: Que jeitinho fofo de desejar bom dia, amiga! –Eu ri. 
Flávia: Ta na hora de acordar, Manuzinha. O dia ta lindo! –Assenti com a cabeça, levantei-me, tomei uma ducha, fui a cozinha, peguei frutas pra Flávia e eu comermos. Voltei pro quarto e a Flávia estava toda animada, dançando no quarto. Entreguei umas frutas pra ela.
Manuela: Que animação é essa? –Falei, depois mordi e mastiguei uma maça.
Flávia: To super animada pras aulas, acredita!?
Manuela: Tu é louca!
Flávia: Não to com saudades de estudar, tô com saudades do clima da escola. Dos meus amigos.
Manuela: Ah, tá explicado agora. –Eu dei risada e dei mais uma dentada na maça. Mastigava enquanto ouvia ela falar.
Flávia: Tu vai amar. Aposto. É outro nível. E fora que a tua chance esse ano, de se livrar da Helen.
Manuela: Como assim? Perguntei interessada.
Flávia: Estuda, louca. E passa num vestibular tipo, bem longe daqui. Helen não vai de proibir. E se proibir, tu vai estar longe mesmo.
Manuela: Gostei da ideia. Eu sempre fui boa aluna, mas com os problemas em casa, meus planos eram ajudar a minha mãe. Terminar o ensino médio, fazer um curso qualquer e arrumar um emprego no meu bairro. Mas ir pra bem longe e voltar com um diploma me parece algo legal. – Eu sorri.
Flávia: Então!
Manuela: E por que você não usa o mesmo pra se livrar da Helen?
Flávia: Ah, amiga, meu mundo todo ta aqui. Eu já me acostumei com essa vida... Já estou conformada. E tem o Feli... – Ela parou de falar.
Eu sabia que tinha homem envolvido em tanta felicidade.
Manuela: Pode me contar tudo. Feli o quê, dona Flávia? Me conta agora!
Flávia: Ah, amiga. – Ela fez um biquinho e eu ri.
Manuela: Anda, dona Flávia. Quero saber de tudo.
Flávia: Ta, chata. Assim, eu meio que tenho um caso com o Felipe.
Manuela: Calma! – Interrompi-a. – Quem é esse? Explica devagar.
Flávia: Ta bom. Tipo, Felipe é o melhor amigo do Gui. Eles são inseparáveis. Além do Felipe ser um gato. Estudamos juntos faz um tempão e começamos a nos pegar ano passado.
Manuela: E tu ta gamadinha nele.
Flávia: Ta doida? Eu queria muito ter algo com ele, mas não dá, né, amiga!? – Ela fez uma cara triste pra mim. – Mas a gente se pega sempre que da. 
Manuela: E as meninas sabem?
Flávia: E você acha que no meu reino eu deixo elas me ameaçarem? – Ela riu e eu fiquei confusa.
Manuela: Rebobina e me explica a parte do reino, porque eu acho que não ouvi essa parte da explicação. – Ela morreu de rir.
Flávia: Tu é hilária. Vou explicar... Eu meio que sou popular na escola, por isso as meninas são tão "submissas" a mim aqui em casa. Elas meio que trazem isso de lá. Todo mundo me da moral lá, entende!? Tu vai ver quando a gente tiver lá. Eu adoro aquela escola. Esse ano vai ser melhor ainda, porque não teremos a fofa da Amanda estragando tudo...
Manuela: Explica isso também, amiga.
Flávia: Eu esqueço que tu chegou a pouco tempo. Parece que te conheço tem décadas... Então, a Amanda foi expulsa. A burra divulgou fotos de uma menina do colégio pelada em um site. Só que fez isso em um computador da escola. Aí pegaram ela e ela foi suspensa. Não satisfeita, ela bateu na menina e foi expulsa. Agora a Helen matriculou ela numa escola bem longe daqui, porque foi onde ela arrumou vaga pra Amanda.
Manuela: Que máximo. Falando em vaga na escola, a Helen tem que ver a minha. Espero que dê certo.
Flávia: A Helen já arrumou vaga pra tu na mesma escola que a gente. Ela não te falou?
Manuela: Não. Como foi que ela conseguiu tudo pra me matricular?
Flávia: Você acha que a rainha da prostituição não tem seus contatos? – Ela riu.
Manuela: Estranho, né não!? Mas de boa, só quero estudar e me livrar dela.
Flávia: Assim que se fala, gata. 
Ficamos mais um tempo conversando e depois resolvemos sair. Fomos ao shopping. Compramos umas roupas lindas. Tava precisando. Depois passamos na praça de alimentação e devoramos um lanche enorme cada uma.
Foi ótimo passar o dia com a Flávia. Ela era divertida e eu me sentia totalmente a vontade com ela. Acho que posso dizer que já somos amigas.
As aulas começam na próxima semana. Estava ansiosa. Eu me tornaria a prostituta que iria fazer Helen lucrar horrores e ia me matar de estudar, pra me livrar dessa cafetina escrota.
Voltamos pra casa e já era hora de irmos pra boate. Helen estava furiosa.
Helen: Posso saber por que as lindonas se atrasaram? Tão achando o que? Que a vida é mole agora? – Ficamos caladas. – Vou descontar metade do dia de vocês.
Flávia: Ah, Helen...
Helen: Calada!
A Flávia ficou muito brava, fez uma cara emburrada e nós subimos pra nos arrumar. Fomos pra boate mais tarde do que as meninas. Helen passou pra nos pegar.
Helen: Vocês tão realmente achando que eu to nisso de brincadeira, né!? – Ela disse enquanto dirigia pra boate.
Flávia: A gente perdeu o horário. Foi sem querer.
Helen: Pedi pra você abrir a boca, Flávia? – Flávia me olhou com olhar bravo. – Você é a que eu mais gosto, mas não me decepcione. Vai ser pior pra você mesma.
Flávia assentiu com a cabeça e chegamos na boate rapidamente. Eu resolvi não me envolver com brigas com a Helen dessa vez. Metade do dia não me faria tanta falta assim e ia fazê-la gostar de mim. Ou melhor, precisar de mim.
Helen me chamou pra uns 8 programas. Fui pra todos sem reclamar. Estávamos quase fechando, Lua e Amanda estavam terminando seus últimos programa da noite. Nós estávamos no camarim, esperando-as.
Jack: To morta hoje. Mas peguei um gato! – Ela sorriu e levantou-se do sofá onde estava sentada. – Moreno. 1,80, corpo todo definido... E uma piroca enorme. – Todas nós rimos.
Flávia: Safadinha!
Jack: Ele é gostoso demais. Me fez gozar duas vezes.
Manuela: Isso é um fato pra se impressionar. – Eu a olhei e sorri.
Jack: O gato ainda me disse que ia voltar. Mal posso esperar.
Manuela: Só não vale gamar. – Brinquei.
Jack: Jamais. – Ela riu. – E como foi a noite de vocês?
Flávia: Dois velhos gordos e um magrelo sem sucesso na cama. Foi péssimo.
Manuela: Credo, amiga. – Eu ri. – Um loirinho, magrinho, mas gostosinho. Um japonês que não faz jus a fama de pinto pequeno. – As meninas riram. – Um recém-chifrudo, que falou o nome da ex diversas vezes durante a transa. Um casado que quis fazer umas posições estranhas, acho que a esposa nunca sonhou com aquelas posições. Mais três caras que pareciam ter uns 35 anos e um velho que me pagou mais que todos os outros juntos.
Flávia: Uau, amiga. 8 só hoje?
Bruna: Haja disposição! Com 5 eu já desisto.
Manuela: Ah, precisava de grana, já que vou ganhar metade hoje. – O que elas não sabiam é que, o velho pagou pra Helen um preço e me deu uma graninha a mais. Foi bom. Grana a mais é sempre bom. Mas o real motivo não foi grana. Queria impressionar a Helen, pra depois pisar na cara daquela desgraçada.
Flávia: Verdade. Ela vai ver o dela ainda.
Bruna: Que menina má.
Flávia: Não viu nada. – Ela falou em tom de brincadeira.
A Amanda e a Lua logo chegaram. Arrumamos nossas coisas e fomos pra casa. Estava exausta. Ficar com 8 caras em uma noite só foi meio difícil. Mas valia a pena se, no final, eu conseguisse meu objetivo.
Tomei uma ducha e desci pra pegar algo pra comer. Encontrei o Guilherme na cozinha. Decidi voltar pro quarto, mas ele percebeu minha presença.
Guilherme: Fugindo de mim de novo, estranha? – Ele disse olhando pra geladeira.
Manuela: Bobagem. Eu só perdi a fome.
Guilherme: Não vai querer nem um pedaçinho desse bolo? – Ele pegou o bolo e me mostrou. Era lindo e devia estar maravilhoso.
Manuela: Bolo de chocolate é covardia.
Guilherme pegou dois pedaços de bolo, colocou em cima da mesa e pegou duas colheres. Sentei-me em uma cadeira.
Guilherme: Quem te disse que eu peguei isso pra você?
Manuela: Ah, e não foi pra mim, não!? Foi pra quem então? Seu amigo Gaspar? E essa colher aí? Tem duas bocas? – Eu dei risada e ele me deu uma colher.
Guilherme: Você é muito segura de si. Um pouco de insegurança faz bem.
Manuela: Pra gente fraca, pode até ser. Pra mim não. – Disse com a boca cheia, pra irritá-lo.
Guilherme: Eca, sua porca. Fecha a boca pra comer.
Manuela: Me obrigue. – Abri a boca cheia de bolo e mostrei pra ele. – Olha como eu sou sexy. – Falei com tom de ironia.
Guilherme: Credo, Manuela.
Manuela: Que menino nojentinho.
Guilherme: Educado. É diferente. "Nojentinho" me soa meio gay.
Manuela: E o que você tem contra gays? Jurava que você jogava no time deles.
Guilherme: E você rouba beijos de gays com frequência, é!? – Lá vem ele tentando mudar o assunto e falar dos nossos beijos. Mas eu estava focada. Não ia enfraquecer. "Ele tem a menina da sorveteria", pensei mil vezes.
Manuela: Só fiz isso uma vez. – Nós rimos e eu terminei de comer. – Vou subir. To cansada. Boa noite.
Guilherme: Boa noite, estranha.
Eu fui pro quarto e não foi muito difícil pegar no sono. Estava realmente cansada.
Acordei meio tarde no dia seguinte. Era domingo e amanhã as aulas começariam. Eu não via a hora.
Arrumei a casa junto com a Flávia e todas nós almoçamos. Guilherme nos fez companhia. Diferentemente dos outros dias, que ele ficava enfiado no quarto dele.
Guilherme: Ta bonzão essa macarronada. Jack, tu ta de parabéns.
Jack: Obrigada, meu amor. – Ela deu um beijinho nos próprios ombros e deu um tapa em sua própria bunda. Foi engraçado a cena.
Flávia: Ô gostosa e agora, chefe de cozinha, pega aí o sal pra mim.
Jack: Claro, delicia. – Elas riram e Jack passou o sal pra ela.
A comida estava realmente ótima. Eu estava sentada do lado da Flávia e da Amanda. Guilherme estava sentado do outro lado da mesa, de frente comigo. Podia senti-lo me encarando, mas não o olhei.
Amanda: Guilherme, tu perdeu alguma coisa na comida da Manuela?
Guilherme: Sei não, po. Mas acho que tu perdeu a sua vida por aí, pra estar se intrometendo na minha, deve estar sem vida alguma. – Ele riu da cara delas e as meninas também, fiquei séria. Amanda era muito intrometida. Que menina chata!
Ela ficou quieta e respondeu nada pro Guilherme. Só olhou feio pra ela. Terminei de comer e lavei o prato da Flávia e o meu.
Flávia: Que amiga linda eu tenho.
Manuela: Linda e gostosa.
Flávia: Verdade. Eu pegava fácil. – Nós rimos.
O dia foi bem divertido. Ficamos rindo e conversando o dia todo. Guilherme ficou com a gente. Decidimos assistir um filme. Helen nos deu folga e não apareceu em casa hoje. O dia foi bem melhor sem a presença dela. Tenho que confessar.


Notas Finais


Favoriteem =)


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