História Prostituta Profissional - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~aninhacarol1bts

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Pp tortura, Romance, Sadomasoquismo, Violencia
Exibições 47
Palavras 8.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Boa leitura<3

Capítulo 8 - Seven


Helen nos chamou pra ir pra boate e eu me arrumei super rápido. A noite foi produtiva. 20 caras e um casal. Foi bom e deu pra lucrar. Eu estava começando a ganhar muito bem. Helen me paparicava e sempre arranja um jeito de eu fazer mais programas do que o normal. Eu entrei na onda dela. Queria que ela começasse a gostar de mim, além de precisar de mim. Lógico.
Voltamos pra casa meio tarde. Queria ver o Guilherme, mas quando abri a porta do quarto dele, ele já estava dormindo. Fiquei com dó acorda-lo e fui pro meu quarto.
No outro dia, nós tomamos café. Faltou a Bruna. Ela devia estar no quarto, mas não desceu.
Manuela: Onde a Bruna está?
Lua: Continua lá no quarto. Tentei chama-la, mas ela nem falou comigo. – Estranhei.
Manuela: Que estranho.
Eu engoli meu café e fui pro quarto das duas. Ela estava coberta, isso porque tava muito calor. Tentei acorda-la e nada. Depois de muito insistir, ela me respondeu. Disse que não estava bem e que não ia pro colégio hoje. Concordei e saí do quarto.
Nós fomos pro colégio e eu entreguei os convites da festa na piscina. Todo mundo se animou. Vi Gabriel conversando com a Lua. Espero que ele tenha convidado-a para sair, como nós combinamos.
A aula foi bem cansativa, eu estava com mil e uma coisas na cabeça. Quando o sinal pro intervalo tocou, nós fomos pra cantina e Guilherme quis pagar um lanche pra mim.
Manuela: Gui, não precisa. – Eu sorri e ele insistiu. Pagou e me deu o lanche. – Obrigada, gordo.
Guilherme: Quero um agradecimento melhorzinho.
Manuela: Como? – Eu fiz doce, sabia o que ele queria.
Guilherme: Um beijo.
Manuela: Aqui não, Gui.
Ele não me ouviu. Puxou a minha cintura pra mais perto do corpo dele. Ele não me deu tempo pra pensar. Inclinou o rosto e me beijou. Eu não podia beija-lo na frente de todos. Na frente das meninas, na frente de Regina, na frente do Gabriel, na frente da escola todo. Mas já era tarde. Nós estávamos envolvidos em um beijo e eu me entreguei. Envolvi as mãos no pescoço dele e ele puxou o meu quadril. O beijo durou tempo suficiente pra virar o assunto da escola em menos de cinco minutos. Ele me abraçou no final e me deu um beijo na testa.
Guilherme: To preparado pra morrer.
Ele deu risada e eu ri também.
Manuela: Ainda bem que sabe. – Dei um selinho nele e nós ficamos abraçados.
Flávia: Prepara pro recalque. – Ao dizer, ela fez um gesto com a cabeça pra eu olhar pra frente. A Regina vinha ao lado da Isabela. Pisava duro e andava com a mão na cintura.
Regina: E aí... – Ela parou na minha frente, fez uma pausa e depois continuou: – A putinha já tá com saudades de causar?
Manuela: Nossa, Gui, tu ta ouvindo uma mosquinha por aqui? Ela ta me irritando. – Ele deu risada. Nós continuamos abraçados.
Regina: Da pra desgrudar do Guilherme? Piranha!
Manuela: Amor... – Segurei o queixo dele e enchi de selinhos. Era ótimo provoca-la.
Regina: Vaca. Vagabunda. Solta o meu Guilherme.
Manuela: Seu? – Virei de frente pra ela. – Jura? Seu? – Disse ironicamente e depois ri.
Regina: Ele vai ser meu.
Manuela: Ah é, linda!? – Puxei os braços do Guilherme e ele me abraçou por trás. Dei um beijo no rosto dele e eu olhei pra ela. – Nos teus sonhos, pode até ser. Mas agora, em carne e osso, ele é meu. Esse corpinho sexy dele é meu. O cabelo dele é meu. A boca dele é minha. O pau dele é meu. – Ouvi risadas quando falei aquilo. Eu não podia perder a chance de provoca-la mais ainda.
Regina: Vagabunda. – Ela chorava. Eu fiquei com dó no começo, mas logo passou. Ela estava com os olhos cheios de lágrimas. – Fica com essa vagabunda aí, Guilherme. – Agora ela só olhava pro Guilherme. – Fica. Tu podia ficar comigo. Eu seria só sua. Não ficaria dando em cima de todos os meninos do colégio. Não ficaria indo em lugares escondidos com os garotos... – Merda! Será que a Lua contou pra ela? Eu não acredito nisso!
Manuela: Ele não te quer. Vai crescer primeiro. Sério.
Regina: Eu sou novinha mesmo. Sou pura e ingenua. – Eu não pude deixar de rir. – Virgem. Eu quero que você tire a minha virgindade, Gui. Não sou que nem essa piranha.
Manuela: Tu não se toca? Para de se humilhar. Ta ficando feio pra você. Se a tua luz não brilha, não vem querendo apagar a minha. – O Guilherme riu e me abraçou mais forte.
Guilherme: Ô, Rê, faz isso contigo não. Eu tô com a Manu agora. Tem tanto guri aí. Se humilha assim não.
Regina: Você vai me pagar por isso, Guilherme.
E você mais ainda, piranha. – Mandei um beijo no ar pra ela e ela saiu bufando com a Isabela.
Flávia: Me da um autografo? – Nós rimos.
Gabriel passou pela gente com um olhar cabisbaixo. Eu sabia que o que eu tinha dito, ia machuca-lo, mas na hora eu não me controlei. A Regina abusou da minha paciência. Seria bom pro Gabriel não se iludir mais por mim. Eu gostava dele, como um bom amigo, mas era só.
Nós voltamos pra sala assim que o sinal bateu. Todos já estavam convidados pra festa na piscina. Guilherme ficou de ir comigo ver os itens finais pra festa.
A aula acabou e Guilherme e eu almoçamos em um restaurante.
Manuela: Gui...
Guilherme: Oi, amor. – Ele falou assim que terminou de engolir.
Manuela: Te amo.
Guilherme: Não mais do que eu. – Ele sorriu e me deu um selinho.
Manuela: Estamos piores do que aqueles casais que ficam chamando um ao outro de bombonzinho.
Guilherme: Qual é, bombonzinho, o que tem demais nisso? – Nós rimos.
Nós terminamos de comer e andamos pelas lojas atrás de tudo pra festa da Lua. Comprei o necessário e nós voltamos pra casa.
Fui pro quarto e peguei o meu celular. Tinham umas mensagens de números desconhecidos. Ignorei estas. Abri a mensagem do Gabriel.
"Tu ta mesmo com o Guilherme? Maneiro, Manuela. Obrigado por ter se dado ao trabalho de me avisar e não ter me deixado descobrir numa briguinha infantil que tu teve com a Regina. Valeu mesmo. Se cuide aí".
Cortou o meu coração ler aqui, de verdade. Liguei pra ele mil vezes e nada. Deixei uma mensagem marcando de sair com ele em duas horas. Eu sabia que tinham grandes chances de ele não ir, mas resolvi arriscar.
Marquei na sorveteria que nós tínhamos ido antes. Quando chegou a hora, eu fui pra lá. Passaram-se 5 minutos, 10, 15 e nada dele. Já estava quase desistindo, quando levantei-me da cadeira para ir embora, ele colocou a mão no meu ombro.
Gabriel: Vi tua mensagem a 5 minutos atrás. Desculpa o atraso. – Eu me virei de frente pra ele e assenti com a cabeça. Meu impulso foi de abraça-lo. Ele correspondeu. Ficamos abraçados alguns segundos.
Manuela: Desculpa. Desculpa. Eu não quis te machucar. Desculpa. – Ele me apertou no abraço, pude sentir ele respirando fundo. Ele colocou as mãos no meu cabelo e ficou alisando.
Gabriel: Não faz isso comigo, Manu. – Eu olhei pra ele, deixei-o continuar. – Não fica com ele. – Eu coloquei o dedo indicador na boca dele, impedindo-o de continuar.
Manuela: Ei, não fala assim. Por favor. – Ele me olhava triste, me soltou quando eu continuei a falar. – Eu tô com ele agora. Eu sei que errei por não ter te contado, mas não me pede pra não ficar com ele. Eu sempre gostei dele, Biel.
Gabriel: Comigo foi só diversão? – Ele me cortou. – Tu deve ter dado muita risada da minha cara quando eu me "declarei".
Manuela: Não. Não. Não. – Coloquei as mãos no rosto dele. – Eu jamais faria isso. Eu não quis brincar com os teus sentimentos, mas eu estava confusa também. Muita coisa me impedia de ficar com ele.
Gabriel: Por que não impede mais?
Manuela: As coisas continuam nos impedindo de ficar juntos, mas nós decidimos enfrentar isso. Um do lado do outro. Juntos.
Gabriel: Eu tô... Apaixonado por você. – Ele me abraçou de novo.
Manuela: Não faz isso com você mesmo, Biel. Eu vou continuar sendo tua amiga, ficar do teu lado. Mas vai ser só isso.
Gabriel: Eu não quero que seja só isso. Eu quero você pra mim, Manu. Quero te beijar todos os dias.
Manuela: Não fala assim, Biel.
Ficamos algum tempo conversando. No final, parece que convenci-o a não insistir em mim. Era melhor assim.
Voltei pra casa e estava na hora de ir pra boate. Como sempre, Guilherme não saiu do quarto. Era triste deixa-lo la e ir fazer programa.
Helen nos levou. Amanda e Jack fizeram o show da noite. Eu fiquei no camarim, pensando em tudo. Flávia estava no camarim também.
Flávia: Tu não me engana. Pode me contar tudo.
Manuela: O Gabriel, amiga.
Flávia: O que houve?
Manuela: Ele disse que está apaixonado por mim.
Flávia: Isso ele já tinha dito, não!?
Manuela: Sim. Mas pareceu mais intenso. Não sei explicar.
Flávia: E o Guilherme, como fica?
Manuela: Sem chances de mudar o que eu sinto pelo Guilherme. Só fiquei triste de ver o Gabriel no estado que ele estava. Medo de ele fazer alguma bobagem.
Flávia: Não se preocupa. Ele não é tão cabeça fraca assim... E a festa da Lua? Ta tudo certo?
Manuela: Sim. Gabriel vai me ajudar.
Flávia: Ta vendo? Ele é louco por você e não vai fazer bobagens. Fica tranquila.
Manuela: Tomara.
Helen entrou no camarim animada.
Helen: Manuela, mesa 4. Boa sorte, são dois.
Nada me assustava mais. Já tinha passado por cada coisa e cada homem que nada me surpreendia. Fui a mesa 4. Os dois estavam tomando whisky.
Manuela: Senhores, posso ajuda-los? – Eles me olharam da cabeça aos pés.
Renato: Com certeza, gostosa.
Eu acompanhei-os até o quarto. O que falou comigo era mais tarado. Foi logo me beijando e passando a mão pelo meu corpo. Ele era sarado e moreno. Nem feio, nem bonito. Normal.
O outro sentou na cama e ficou olhando. Ele era moreno e mais magro. Eu parei de beijar o primeiro e fui na direção dele.
Manuela: Como é teu nome? – Empinei meu corpo e meus seios ficaram na cara dele.
Marcel: Marcel.
Manuela: Belo nome. – Eu segurei a gola da camiseta dele e empurrei-o pra cama. Deitei em cima dele e comecei a beija-lo. O outro homem sentou do nosso lado e ficou apertando os meus peitos. Parei de beijar o Marcel e olhei pra ele. – E você, como se chama?
Renato: Renato, gostosa. – Ele puxou o meu rosto e me beijou. Puxou o meu vestido pra baixo, fazendo meus seios saltarem pra fora. Eu comecei a rebolar no colo de Marcel. Pude sentir o pau dele começando a se animar.
Renato apertava os meus peitos e Marcel colocou as mãos na minha cintura. Alisava a mesma com cuidado. Parecia que não sabia o que estava fazendo.
Renato parou de me beijar e ficou em pé. Tirou a própria calça e eu fiquei olhando com cara de safada pra ele. Mordi meu lábio inferior quando o pau dele saltou da cueca.
Manuela: Posso fazer uma pergunta indiscreta? – Direcionei a pergunta pro Renato.
Renato: Tudo que você quiser.
Manuela: Por que um programa duplo?
Renato deu uma risadinha e foi aproximando-se de mim. Alisou o meu rosto e puxou o meu queixo. Eu segurei o pau dele e comecei a deslizar a mão pelo mesmo.
Renato: Pra ensinar esse florzinha a comer uma mulher. – Ele riu e inclinou a minha cabeça. Passei a língua na cabeça do pau dele.
Manuela: Você é gay, Marcel? – Ele ficou um pouco sem graça com a pergunta.
Renato: Completamente gay.
Manuela: Não é o que parece. – Eu dei risada e continuei movimentando meu quadril. O pau dele estava bem duro. Eu enfiei o pau de Renato inteiro na boca. Chupei gostoso. Ele gemia alto enquanto apertava os meus peitos.
Renato: Isso é mulher de verdade, seu bicha. Vê se aprende a gostar de uma assim. – Eu ria ao ouvi-los. Marcel não respondia as provocações de Renato. Ele ficou alisando a minha cocha enquanto eu chupava o pau do amigo dele.
Renato já estava totalmente excitado, foi então que eu parei de chupa-lo e comecei a beijar o Marcel. Ele realmente não sabia o que fazer. Peguei as mãos dele e coloquei na minha bunda. Fiz com que ele apertasse minha bunda enquanto eu beija-o. Renato estava de pé, batendo punheta.
Eu me levantei e tirei o meu vestido todo. Fiquei só de calcinha, com os seios a mostra.
Renato: Gostosa.
Os dois sentaram na cama sem as calças e cuecas. Eu caí de boca no pau de Marcel. Ele pareceu gostar do que eu fazia. Levei a mão pro pau de Renato e batia uma punheta bem forte pra ele.
Eu olhava pros olhos do Marcel enquanto chupava o pau dele. Ele soltou um gemido e eu sorri, comecei a dar linguadas no pau dele.
Manuela: Você gosta, é!? – Sorria maliciosamente e inverti. Agora eu chupava o pau do Renato enquanto batia punheta pro Marcel. Coloquei camisinha nos dois com a boca.
Fiz Marcel deitar na cama e fiquei de quatro, em cima dele. Renato começou a me chupar, eu beijei o Marcel.
Renato: Aperta os peitos dela, seu viadinho de merda. – Ele obedeceu e começou a apertar os meus seios. Era gostoso, apesar da inexperiência dele.
Renato começou a passar a cabeça do pau dele na minha buceta. Me deixou louca.
Eu gemia e pedia pra ele meter tudo, mas ele me deixou na vontade.
Eu segurei o pau do Marcel e fiquei passando na minha buceta. Ele me olhava e eu sorria pra ele. Beijei-o e penetrei o pau dele na minha buceta. Renato bateu na minha bunda e meteu o pau inteiro no meu cu. Ele fazia movimentos com o quadril. Marcel não se movimentou. No início, pareceu não gostar, mas aí eu comecei a rebolar no meu dele. Ele gemia rouco e eu o fiz apertar meus seios com força.
Renato estava louco de tesão e batia com força na minha bunda enquanto metia na minha buceta.
Logo, eu gozei. Renato gozou na minha bunda e saiu de cima de mim.
Marcel ainda não tinha gozado, mas eu não ia desistir assim tão fácil. Quiquei no pau dele com força e vontade. Ele inclinou a cabeça e eu rebolava muito no pau dele. Pude senti-lo gozar e me dei por satisfeita. Saí de cima dele.
Manuela: Acho que fiz um bom trabalho com o seu amiguinho. – Disse pro Renato. Ele sorriu.
Eles se vestiram e saíram. Eu tomei uma ducha rápida e voltei pro camarim. Todas as meninas estavam lá, menos a Bruna.
Manuela: Acabei de fazer um gay gozar.
Flávia: Nossa, gostosa. – Elas riram, menos a Lua.
Amanda: E essa festa na piscina, Manu? – Manu? Ela me chamou de Manu? Sério?
Manuela: Vai ser na chácara do Gabriel. Tá no convite que eu distribuí.
Amanda: Vai ter bebida, né!?
Manuela: Lógico. O que seria de uma festa sem álcool?
Amanda: Você ta coberta de razão.
Logo a Helen nos chamou pra fazer outros programas. Fomos pra casa e já era bem tarde. Esperei todos irem pro seus quartos e entrei com cuidado no quarto do Guilherme. Ele estava dormindo, mas foi inevitável.
Eu tirei os sapatos e deitei na cama com ele. Abracei-o por trás e nada dele acordar. Fiquei assim um bom tempo nele, até que ele se moveu e percebeu que eu estava ali.
Guilherme: Que susto, amor. – Ele virou-se de frente pra mim.
Manuela: Desculpa. Não queria te acordar.
Guilherme: Que bom que me acordou. – Ele sorriu e me beijou. Como era bom beija-lo. Tê-lo só pra mim. Eu o amava. Isso era certo e não tinha dúvidas. Terminou o beijo com um selinho.
Manuela: Tô cansada.
Guilherme: Vem cá. – Eu me aproximei mais dele e ele me abraçou por trás. Ele ficou fazendo carinho na minha barriga. Fechei os olhos e nós dormimos.
Acordei e quando olhei o despertador dele, eram mais de 10 da manhã. Ele continuava abraçado comigo.
Manuela: Acorda, amor. – Falei meio desesperada.
Guilherme: Que foi, Manu? O mundo ta desmoronando? Que desespero é esse? – Eu me levantei e ele continuou de olhos fechados.
Manuela: São mais de dez horas. Anda, acorda.
Guilherme: A gente já perdeu aula mesmo. Fica aqui comigo. – Ele tinha razão. Droga! Relaxei e voltei pra cama. Deitei a cabeça no peito dele. Ele pareceu estar dormindo novamente, mas eu tinha perdido o sono. Apesar disso, eu continuei ali. Abraçadinha nele. Nada no mundo era melhor do que isso. Eu me movi de mal jeito e ele acordou.
Manuela: Desculpa.
Guilherme: Só se tu for pro chuveiro comigo. – Ele riu e eu dei um selinho nele. Acho que ele pensou que eu não tivesse topado.
Manuela: Vem. – Eu me levantei, segurei em sua mão e puxei-o.
Guilherme: Sério? – Ele me olhou surpreso e foi logo se levantando.
Manuela: Seríssimo. – Ele me abraçou por trás e nós fomos caminhando assim até o banheiro. Eu liguei o chuveiro e comecei a tirar a minha roupa. Ele ficou apoiado na parede, me olhando. Tirei primeiro a blusa e o shorts.
Guilherme: Nossa senhora, que sorte eu tenho. – Eu dei risada ao ouvi-lo e ele me puxou pela cintura. Encaixou o meu quadril no dele. – Tu é linda. Sou pirado em você. – Eu envolvi as mãos na nuca dele e beijei-o.
Explorei toda a boca dele com a língua e senti os apertões que ele dava na minha cintura. Ele brincou com a minha língua e abriu o meu sutiã. Deslizou as alças do mesmo pelos meus braços e deixou cair no chão.
Eu levei as mãos pro calção dele e fui abaixando-o. Ele pausou o beijo e me ajudou.
Ele ficou sem o calção e aproveitou pra tirar junto a cueca. Tirou também a camiseta e eu fiquei olhando pro corpo dele.
Manuela: Eu também sou muito sortuda. Ele sorriu e foi entrando no chuveiro. Eu fiquei em pé, fora do box, olhando pra ele. Aquela barriga definida era demais pra mim. Ele ficou me olhando e sorriu. Ah, aquele sorriso.
Eu tirei minha calcinha e entrei no chuveiro com ele. Me molhei e empurrei-o pra parede. Sorríamos e eu o beijei. Enfiei a língua no lábio entre cerrado dele e beijava-nos calorosamente. Eu fazia movimentos com o quadril e roçava nele, para provoca-lo. Nós fomos pra debaixo do chuveiro. Ele me virou de costas e roçava o pau dele na minha bunda. Me deixou louca em pouco tempo. Colocou as mãos nos meus seios e apertava.
Ele tirou o cabelo que estava na minha nuca e começou a beijar. Chupou e mordeu a minha nuca. Eu inclinei a cabeça e levei a mão pro pau dele, alisava enquanto ele me beijava.
Eu peguei o sabonete e virei-me de frente pra ele. Olhei com cara safada e comecei a passar o sabonete por todo o corpo dele. Deixei o pau por ultimo. Ajoelhei-me, segurei o pau dele com força. Ele sorria pra mim.
Passei a língua no pau dele inteiro. Ele mordeu o lábio inferior.
Guilherme: Tu me deixa louco.
Eu enfiei o pau dele inteiro na boca e comecei a chupa-lo com vontade. Ele colocou as mãos na minha cabeça e afundou ainda mais minha cabeça em seu pau. Enfiei o pau dele até a minha garganta. Alisava as bolas dele enquanto isso.
Ele me levantou e me encostou no box. Inclinou o rosto e começou a mamar nos meus seios. Apertava um com uma mão e chupava o biquinho do outro. Eu gemia baixinho.
Ele levou a mão livre pra minha buceta. Começou a alisa-la e enfiou um dedo na mesma. Eu já estava louca de tesão.
Ele abaixou o rosto e ficou de frente pra minha buceta. Eu abri as pernas e ele começou a me chupar. Dava linguadas na minha buceta e chupou gostoso o meu clitóris.
Minhas pernas estavam bambas de tanto tesão. Ele percebeu e me puxou pra debaixo da água de novo. Pegou o sabonete e esfregou no meu corpo. Apertou os meus seios me deixou toda ensaboada. Eu comecei a masturbar o pau dele e nós dois já não aguentávamos mais.
Eu virei de costas, apoiei as mãos no box e ele entendeu. Enfiou o pau dele na minha buceta e eu gemi alto. Metia com vontade em mim e levou as mãos pros meus seios. Eu coloquei as minhas mãos em cima das dele.
Eu inclinei o rosto e coloquei a boca no ouvido dele. Gemia alto, pra provoca-lo ainda mais. Ele soltava uns gemidos roucos, que me faziam pirar.
Não precisou de muito tempo e eu gozei. Gozei muito. Ele continuou metendo em mim e logo gozou.
Eu puxei-o pra debaixo da água mais uma vez e nós ficamos lá. Abraçadinhos. Nos beijamos enquanto a água caia sobre nós.
Aquilo foi demais. Nós tomamos banho de verdade, mas um sempre provocava o outro. Ficamos meia hora no chuveiro e depois saímos. Me enrolei na toalha e ele enrolou a parte debaixo do corpo. Deitei-me na cama dele e ele ficou me olhando.
Manuela: Ta olhando o que? – Eu peguei um travesseiro e joguei nele. Ele segurou o travesseiro e começou a rir.
Guilherme: Como tu é gata.
Manuela: Isso eu já sei. Quem não sabe? – Nós ríamos e ele deitou na cama do meu lado.
Guilherme: Que convencida essa minha namorada. – Virei de frente pra ele e segurei seu rosto. Enchi ele de selinhos e ele ficou sorrindo enquanto me olhava.
Manuela: Vai negar que sou linda? – Ele mordeu o meu lábio.
Guilherme: E tem jeito? Não quero ser acusado de calunia.
Manuela: Te amo. – Nós ficamos abraçados.
Ficamos um bom tempo conversando, eu troquei de roupa e fui pro meu quarto porque estava quase na hora das meninas voltarem. 
Estudei o resto da tarde. Flávia ficou o dia fora com o Felipe. Eles estavam mais fortes do que nunca.
O dia da festa na piscina estava chegando. Vi Lua toda animada conversando com as meninas sobre o convite do Gabriel pra sair com ele. Ela ficou triste por perder a festa, mas mal sabia o que a aguardava.
Bruna ainda estava estranha, mas agora, eu sabia o motivo. Guilherme tentava ajuda-la, mas ela se afundava cada vez mais. As manchas no corpo ficavam mais forte e aparentes. Parecia que ela estava usando mais drogas do que antes. A gravidez era um assunto proibido. Ela se negava a responder qualquer coisa sobre isso. Eu não insistia. Samuka era frio toda vez que eles conversavam na nossa frente no colégio.
Gabriel pareceu realmente estar conformado com o meu namoro com o Guilherme. As meninas não deram um piu sobre. Era melhor assim. Guilherme e eu vivíamos colados na escola. Já éramos o assunto. É bom que todos fiquem sabendo logo.
Amanda me ofereceu ajuda com a festa e eu não recusei. Pensei que ela ia ficar brava comigo, por eu estar com o Guilherme, mas a surpresa foi saber que ela ainda não sabia disso. Porque, só o pessoal da escola nos viam juntos, ela não. Ela me levou de carro, um dia antes da festa, na chácara do Gabriel. Ele já tinha me dado as chaves.
Nós duas arrumamos tudo e decoramos. Estava super bonito e enfeitado, com direito a bolas na piscina e tudo mais.
No final, estávamos olhando tudo e conferindo se tudo estava certo. Amanda puxou assunto.
Amanda: Manu...
Manuela: Diz, Amanda.
Amanda: Tu está com o Guilherme?
Manuela: Por que a pergunta?
Amanda: Me contaram uns boatos. Queria saber de você.
Manuela: Mais ou menos.
Amanda: Não quer falar disso, né!?
Manuela: Na verdade, não.
Amanda: Pode ser sincera.
Manuela: Estamos juntos.
Amanda: Doeu?
Manuela: O que?
Amanda: Me contar.
Manuela: Não. – Não tinha sido mesmo. Foi ótimo. Pelo menos, ela não ficaria mais no pé do Guilherme. Quer dizer, não que ela ficasse antes, mas essa paixãozinha não ia durar muito. Meu plano era atrapalhar, mas se ela nem insistisse, seria melhor.
Amanda: Então...
Manuela: Achei que você não fosse se conformar, ficar contra mim. Algo do tipo.
Amanda: Não. Que bobagem.
Manuela: É...
Amanda: Felicidades pra vocês.
Manuela: Mas você não gosta dele?
Amanda: Sim e é por isso que eu quero vê-lo feliz.
Manuela: Que bom que pensa assim.
Nós fomos embora porque já estava escurecendo. A noite na boate foi movimentada. Fiz 20 programas.
Cheguei morta em casa e capotei na cama. Acordei no outro dia. Finalmente era o dia da festa.
Faltavam algumas horas ainda e eu comecei a me arrumar. Passei pela sala e vi Lua toda produzida pra ver o Gabriel. Ele tinha marcado com ela uma hora depois do começo da festa.
Todas nós estávamos super arrumadas. Flávia vestia um shorts minusculo. Amanda decidiu investir no decote. Jack estava divina com uma regatinha super colada no corpo. Bruna colocou uma legging estampada que deu destaque pra bunda dela. Eu fui super trabalhada. Coloquei um top cropped e um shorts que, diga-se de passagem, faria qualquer um olhar pra minha bunda. Era lindo e deixou minha bunda maior do que já era.
Jack: Manu do céu, vai pegar quantos hoje? – Ela mal terminou de falar e Guilherme começou a descer as escadas.
Meu Deus! Ele estava incrivelmente gato. Estava só de bermuda e com a camiseta enrolada nos ombros. Aquilo era uma visão do paraíso.
Manuela: Tô pensando ainda. – Eu dei risada e ele também. Pisquei pra ele e ele jogou um beijo no ar pra mim. Eu sorri em resposta.
A Amanda nos levou pra festa. Flávia foi logo se atarracando no pescoço do Felipe. A festa não tinha começado ainda, afinal, eu tina que verificar tudo. Guilherme ficou na porta recebendo somente quem tinha convite. Senão, ia virar zona de gente desconhecida. O DJ começou a tocar e a festa começou assim que a primeira pessoa pisou na chácara. Eu comecei a beber, mas fui com calma.
O bolo da Lua estava na geladeira. Preparei tudo na mesa da fora, enquanto a festa rolava. Vi Regina e Isabela conversando e me olhando feio, mas ignorei. Gabriel me ligou faltando uns 15 minutos pro horário que ele tinha marcado com a Lua.
Eu chamei todo mundo pra ficar em volta da mesa, pra esperar a Lua chegar. Todo mundo sabia que era uma festa surpresa pra ela
Ouvimos o barulho de um carro chegando, Gabriel e Lua saíram do mesmo. Como todo mundo estava concentrado na mesa, ela não viu ninguém no começo da chácara.
Eles entraram e quando ela olhou pra mesa, nós gritamos: "Surpresa".
Ela olhou surpresa pra tudo o que nós fizemos. Ou melhor, pra o que eu fiz. Olhou pro Gabriel com os olhos brilhando e toda contente. Um ponto pra mim.
Pelo menos, foi o que eu tinha achado, até ela virar pro Gabriel.
Lua: Eu não acredito que você fez isso pra mim. – Ela o abraçou e ele ficou sem reação. Olhou pra mim e fez cara de "hã". Eu dei risada e assenti com a cabeça. Era melhor que ela pensasse que Gabriel tinha feito tudo. Assim, ficaria mais fácil deles se acertarem.
Nós cantamos parabéns pra ela e ela não desgrudou do Gabriel. Ficou abraçada com ele o tempo todo. Cortamos o bolo e distribuímos. Lua deu o primeiro pedaço pro Gabriel, o segundo pra Bruna e o terceiro pra Jack.
A festa continuou. O DJ tocou umas musicas remixadas que bombaram. Todo mundo começou a dançar.
A festa estava super animada. Todo mundo já estava levemente alterado por causa da bebida. Eu dançava coladinha com o Guilherme. Nós nos beijávamos toda hora. Como se não houvesse ninguém nos olhando. Como se nossos beijos, não incomodasse ninguém. Nós simplesmente curtimos cada segundos juntos.
Eu estava começando a ficar sonsa e o Guilherme me "proibiu" de beber mais. Fui ao banheiro. Vi a Bruna ajoelhada e vomitando na privada.
Manuela: Bruna!? – Ele ouviu e virou-se de frente pra mim. Ela deixou a porta do box aberta, por isto, eu podia vê-la.
Bruna: Me deixa, Manu.
Manuela: Não tô fazendo e nem falando nada, Bruna. – Ele virou-se pra privada e vomitou mais. Aquele cheiro me fez sentir nojo. – Quer ajuda?
Bruna: Pra vomitar? Tu vai fazer o que? Botar o dedo na minha goela?
Manuela: Grossa. – Ela não me respondeu. Usei o banheiro e saí de lá. Deixei-a lá, sozinha.
Guilherme estava me esperando na porta do banheiro. Ele me abraçou e nós voltamos a dançar. Gabriel e Lua dançavam juntos. Eu gostei de vê-los se dando bem. Eles formariam um belo casal.
Felipe e Flávia não se desgrudavam. Uma hora, os dois sumiram. Safadinhos. Vi Flávia voltando de algum lugar ajeitando os cabelos e Felipe fechando a calça. Eles achavam que enganavam alguém. Bobinhos.
Isabela e Regina arremessaram pra todo canto. Vi cada uma dando em cima de uns dois. Regina beijou um menino meio estranho do segunda ano. Vi a Isabela se pegando com o Samuka. Como ele conseguia? Ele tinha engravidado a Bruna. Devia estar cuidando dela. Não pegando a biscate da Isabela. Que raiva. 
Eu bebi mais, Guilherme ficou bravo comigo, mas eu o beijava e ele logo deixava de ligar pra bebida.
Samuka anunciou no microfone do DJ que haveria um verdade e desafio.
Samuka: Ô rapaziada, vai rolar um verdade e desafio. Mas já vou avisando, não é coisa pra criança participar. Vai rolar coisas quentes. Participa só quem ta afim de fazer. Entrou, tem que fazer o que for desafiado. Nada de mimimi. – Isabela estava atarracada no pescoço dele. Eles se beijaram. Bruna saiu do banheiro naquele instante. Viu os dois se beijando, mas não teve nenhuma reação. Procurou Jack e elas conversavam. – Geral pode ir pro quarto maior da casa. Claro, se o Gabriel autorizar. – Samuka olhou pro Gabriel meio que pedindo autorização. Ele olhou pra mim e eu assenti com a cabeça. Afinal, a festa era minha.
Gabriel: Vai com fé. – Ele disse e todo mundo gritou, comemorando. 
Guilherme: Por que tu não diz que essa festa foi você quem organizou? – Ele me olhou, minha cabeça girava.
Manuela: Deixa ela pensar que foi o Gabriel. Assim eles ficam juntos.
Guilherme: Espertinha. – Ele me beijou. Depois nós vimos várias pessoas indo pro quarto onde aconteceria o verdade e desafio.
Samuka, Isabela, Regina, Henrique, Jack, Bruna foram. Amanda estava dançando com um cara do terceiro que eu nem sabia o nome, passou por mim e disse:
Amanda: Vamos, Manu!? Vai ser legal. – Ela estava bem bêbada, disse animada.
Eu não estava afim de ir. Queria ficar com o Guilherme o resto do dia.
Guilherme: Vamos, amor!? – Ele me olhou com aquela carinha. Foi irresistível. Eu assenti com a cabeça e ele me puxou.
Arrastei Flávia e Felipe pra jogaram também. Nós entramos no quarto. Lua e Gabriel entraram atrás da gente. Formamos um círculo bem grande e Samuka rodou a garrafa e na primeira rodada Jack perguntava pra Isabela.
Isabela: Eu quero desafio.
Jack: Masturba o Samuka.
O negócio começou intenso. Eles não estavam brincando quando falaram que não ia ser coisa pra criança. Samuka tirou a própria calça junto com a cueca, Isabela sentou-se ao seu lado e começou a masturba-lo. Não demorou nada e o pau dele estava totalmente duro.
Jack: Chega. – Samuka olhou meio bravo pra ela. – Não é pra fazê-lo gozar.
Bruna olhava triste pro Samuka. Mas foi a unica reação dela. Olhar. Queria que ela tomasse alguma atitude. Fizesse alguma coisa. Mas não fez absolutamente nada. Só olhou.
Segunda rodada. Felipe perguntava e Gabriel respondia. Gabriel escolheu desafio.
Felipe: Dá um beijo na Lua. – Felipe era dos meus.
Ele estava sentado do lado da Lua, virou-se de frente pra ela e sorriu. Ela estava toda alegre. Ele olhou pra mim antes de beija-la. Guilherme percebeu o olhar e me abraçou. Lua e Gabriel começaram a se beijar. Ela puxou-o e eles deitaram no chão.
Felipe: O sexo vocês deixam pra um lugar mais privê. – Todo mundo riu. Eles pararam de beijar e voltaram a sentar-se em seus lugares.
Samuka: Eu desafio todos vocês a virarem doses de tequila. Pra dar uma animada nisso aqui.
Todo mundo topou e ele trouxe a tequila junto com um copinho. Ele deu a dose um a um e chacoalhava a cabeça da pessoa depois que ela tomava a dose. Quem quis, ele deu uma segunda dose. Eu topei. Fiquei muito sonsa e bêbada com as duas doses. Era meio fraca pra bebida.
Guilherme: Chega, Manu. – Eu não deixei ele continuar. Coloquei a mão na boca dele e depois, o beijei. Paramos de nos beijar como Samuka pigarreou.
O jogo continuou. Terceira rodada. Lua perguntava pra Amanda.
Amanda: Desafio.
Lua: Hm... – Ela pensou um pouco. – Te desafio a falar o motivo de tu não gostar de Manu e depois, fazer algo que você sempre quis fazer nela. – Por que me envolver? O que eu tinha a ver com isso? Eu estava bêbada e fiz uma cara emburrada pra Lua.
Amanda: Não gostar? Da Manu? – Ela estava pior do que eu. Muito mais bêbada. Ela aproximou-se de mim. – Eu amo a Manuela. Eu te amo, Manuela. – Ela me olhou. Tudo girava e eu enxerguei duas dela na minha frente.
Manuela: Pirou?
Amanda: To pirada por você. Foda-se tudo. Eu vou falar a real. Eu sou lésbica. Eu amo a Manuela. Sempre amei. Desde a primeira vez que a vi. Ela é linda e é incrível. Eu to apaixonada. Manu, te tratava mal porque eu não sabia como lhe dar os meus sentimentos. Era confuso pra mim. O único jeito que eu encontrei de me aproximar de você, foi pedindo ajuda com o Guilherme. Mas eu não gosto dele. Eu gosto de você.
Todo mundo parecia chocado. Eu fiquei chocada.
Fiquei sem reação. Olhava meio chocada pra ela. Ela chegou perto de mim. Muito perto. Parecia que ia me beijar. Minha cabeça girava mais do que antes.
Guilherme: Amanda, véi, não sei se é brincadeira ou não, mas vai pro teu lugar. Tu não vai beijar a Manu.
Ela olhou brava pra ele, ele me puxou e me abraçou apertado. Eu achei fofo e sorri. Ela saiu da sala pisando duro.
Samuka: Isso sim que é revelação. – Todo mundo riu. Guilherme me abraçava. Eu dei um selinho nele e o jogo continuou.
Próxima rodada. Henrique perguntava e eu respondia. Não queria fazer nenhum desafio, por isso, perdi verdade.
Henrique: Pensei que você fosse mais corajosa. – Mostrei o dedo do meio pra ele. – É verdade que você vai me beijar hoje? – Olhei estranhamente pra ele. Porra! Tinha esquecido que ele me pediu um beijo. Droga!
Manuela: Claro que não. Ta louco?
Henrique: Não foi o que tu me disse na escola.
Guilherme: O que ele quis dizer com isso, Manuela? – Ele me fitava. Eu fiquei nervosa. A bebida não ajudou muito.
Manuela: Ele é louco. Eu jamais beijaria ele.
Henrique: Não mente, Manuzinha. Tu disse que queria me beijar. – Canalha!
Manuela: Para de mentir, Henrique.
Samuka: Po, vamos ajeitar isso. Manuela, por que tu não beija ele agora?
Guilherme: Só se quiser sair com a cara deformada daqui.
Samuka: Sem draminha, Guilherme. Vocês entraram no jogo, agora aguentem.
Manuela: Isso não faz parte do jogo. Eu pedi verdade, não desafio. Já respondi o que me perguntaram. Passa pra próxima rodada.
Samuka: Sem drama tu também, Manuela. Bora continuar essa merda.
Na rodada seguinte caiu em Regina perguntar pra Bruna.
Bruna: Desafio.
Regina: Mostra tuas agulhas com droga dentro.
O clima esquentou. Bruna olhou sério pra ela e depois olhou inconformada.
Manuela: Tu é muito baixa mesmo.
Guilherme: Não se mete. – Ele me puxou mais pra perto dele e disse baixinho só pra que eu ouvisse.
Regina: Então, Surfista, mostra aí.
Bruna: Eu vou mostrar um murro na sua cara, cadela.
Ela levantou e correu na direção da Regina.
Elas começaram a se bater. Bruna subiu em cima da Regina e batia nela. Todos olhavam a briga, mas ninguém fez nada. Regina virou a Bruna de posição e ficou por cima dela. Começou a bater sem dó. Parecia que a Bruna perdeu as forças dela e deixou a Regina bater ainda mais.
Eu não me controlei. Mesmo meio bêbada, eu me levantei e tirei a Regina de cima da Bruna.
Manuela: Não se mete com ela. – Regina estava toda descabelada e arranhada. Ela chamou a Isabela e elas saíram do quarto.
Henrique: Manu, tu não podia ter acabado com isso. Ia ser demais.
Ignorei ele e ajudei a Bruna levantar. Levei-a pro banheiro com a ajuda do Guilherme.
Manuela: Tu ta legal?
Bruna: Por que você se preocupa tanto comigo? – Ela me olhava.
Manuela: Não sei te responder isso.
Bruna: Obrigada. – Ela me abraçou. Começou a chorar em seguida.
Manuela: Ei, ei... Não chora. Não chora. Eu to aqui. Vou te ajudar. Se tu quiser ajuda, eu vou ajudar.
Bruna: Eu quero ajuda. – Ela dizia entre soluços. – Ma-mas ta difícil.
Manuela: Calma! Calma! A gente vai resolver. Eu vou te ajudar. 
Ela chorava feito uma criança. Fiquei um tempo tentando acalma-la e depois ela me deixou pra deixa-la sozinha.
Guilherme ficou esperando a gente no lado de fora do banheiro e quando eu sai ele me puxou pra um canto mais reservado.
Guilherme: Aquela história do Henrique querer um beijo teu ta mal contada.
Manuela: Ah, não... Sério!? – Olhei meio decepcionada pra ele. Coloquei as duas mãos no rosto dele e o encarei. – Eu amo você, Guilherme. Eu pedi a ajuda dele e ele me disse que em troca, queria me beijar. Mas eu jamais faria isso com você. E outra, não precisei da ajuda dele. Não devo nada pra ele.
Guilherme: Po, fiquei bolado. – Eu sorri e dei vários beijos pelo rosto dele.
Manuela: Não sacou que eu quero só você?
Guilherme: Tu podia ser menos bonita, gostosa e desejável, né!?
Manuela: Aí você não ia me querer.
Guilherme: Ia te querer de qualquer jeito.
Manuela: Te amo. – Nos beijamos. Um beijo calmo e com carinho.
Guilherme e eu voltamos pro jogo. Nos informamos sobre o que já tinha rolado.
Isabela já tinha beijado o Henrique e uma menina do primeiro ano tinha pego nos peitos da Jack. Uns estranhos também fizeram alguns desafios.
Na rodada seguinte caiu em Flávia perguntar e eu responder.
Manuela: Quero desafio. Pega leve, amiga. – Eu ri e ela também.
Samuka: Nada de pegar leve só porque são amiguinhas. Isso não é jogo pra criancinhas, já avisei.
Flávia: Ta bom, chato. – Ela olhou pra mim depois que respondeu o Samuel. – Amiga, tu vai ter que dançar no colo do Guilherme. Deixa-lo louquinho.
Manuela: Que fácil, amiga. – Nós rimos e Guilherme me olhou com um sorriso sacana. Ele tinha gostado da ideia.
Samuka pegou uma cadeira e Guilherme sentou. Isabela e Regina voltaram pro quarto naquele instante. Sentaram-se em seus lugares. Eu dei um beijo em Guilherme e sentei de costas no colo dele. Empinei bem a bunda e comecei a dançar. Ele colocou a mão na minha cintura e me direcionava pra onde dava mais tesão nele. Aquilo foi ótimo. Senti o pau dele começando a ficar duro. Eu rebolei com mais força e vontade. Ele inclinou a cabeça e sorriu.
Samuka: O nome disso é sorte, minha gente. – Os meninos presentes riram.
Flávia: Pode parar já, viu, amiga!? Deixa o Guilherme passando vontade. – Eu sai do colo dele. Virei de frente pra ele e inclinei o corpo. Dei um beijo nele e apertei o pau dele por cima da calça.
Manuela: Depois dou um jeito nisso. – Ele sorriu e fez uma carinha triste por eu tê-lo deixado naquele estado.
Guilherme: Obrigado, Flávia. – Falou ironicamente. Ele levantou-se e o volume na calça era aparente. Todos riram, menos ele.
Nós nos sentamos nos nossos lugares e o jogo continuou. Samuka perguntava e Isabela respondia.
Isabela: Desafio.
Samuka: Chega na Manu e diz tudo, porque tanta rixa com ela.
Isabela: Com prazer. – Ela veio na minha frente, eu me levantei e nós ficamos cara a cara.
Samuka: Desembucha, Isabela. – Ele parecia ansioso.
Isabela: Eu te acho incrivelmente vadia. Das bem baratas ainda. Não fui com a tua cara desde o primeiro dia que tu pisou nessa escola. Eu odeio a forma com que todo mundo puxa o seu caso. Odeio o fato de você ser amada por todos. Todos "admiram" o que você faz, como se você fosse digna de admiração. Você é só mais uma que acha que é alguma coisa. Mas é só uma pobre coitada querendo atenção. – Eu não interrompi-a. Deixei-a falar. – Eu tenho nojo de você. Tenho dó do Guilherme por gostar de uma guria como você. Você não merece que ninguém te ame. Você não é digna disso. Fico impressionada com a capacidade que você tem de ser tão dissimulada. Além de ter dó do Guilherme, tenho dó do Gabriel. Ele não merece gostar de alguém como você. É, pois é, ele gosta de você. Quem é que não sabe? Até a pobrezinha da Lua sabe. Ela finge que não sabe, mas sabe. Ele é louco por você. E é isso que eu tenho mais ódio. Como alguém consegue te amar? Você é o que? Mais um rostinho bonitinho?
Henrique: Não só o rostinho. O corpinho inteiro.
Isabela: Cala essa boca. – Ela não virou o rosto pra responde-lo. Continuou olhando pra mim. – Você acha que engana quem? Nem a si mesma. E não venha querer se fazer de superior pra mim. Eu vejo no teu olhar o medo, a desilusão. Você não é perfeita como todo mundo pensa. É mais uma garotinha com medo. Uma garotinha que chegou na hora errada no colégio errado. Isso aqui não é seu reinado. Nunca vai ser.
Samuka: Conta pra ela porque você fez ela quebrar o pé, já que está jogando tudo na lata.
Isabela: É isso aí. – Ela disse orgulhosa. – Eu te fiz quebrar o pé. Queria que tivesse consequência maiores, mas infelizmente, foi só uma quebradinha. – Vagabunda. Piranha. Vaca. Pensei todos os xingamentos do mundo. Ela continuou: – Mas aí, como sempre, você teve ajuda de todos. Todos te paparicando e querendo te ajudar. Até o Gabriel. O Gabriel era pra ser meu. Meu. Mas aí você apareceu. Toda perfeitinha. Pena que eu vejo quem você realmente é. Você não me engana. Os outros caem fácil no seu teatrinho. Mas olha aí. Tu é fraca. O medo nos teus olhos estão tão aparentes que chega até dar dó, sabia!?
Isabela: Acabei de falar. Só falta acabar com você.
Manuela: Boa sorte. Vai ter um trabalho enorme. – Eu sorri ironicamente. Todos nos olhavam e esperavam que nós brigássemos. Eu achei que ela fosse me bater, mas ela não fez nada.
Eu ia soca-la até deixa-la deformada, mas minha vingança ia ser diferente. Algo que ia feri-la sentimentalmente falando.
Samuka: Podem brigar, se quiserem.
Guilherme: Cala a boca, véi.
Bruna voltou pro jogo. O braço estava roxo. Eu olhei decepcionada pra ela. Ela tinha acabado de me pedir ajuda e se drogou de novo.
Samuka deu mais duas doses de tequila pra cada um. Foi o ápice pra mim. Eu estava totalmente animada. Guilherme estava meio sóbrio, só ria por qualquer bobagem. Flávia estava louca de tão bêbada. Os outros também.
Mais uma rodada. Henrique perguntava pra Flávia.
Flávia: Eu quero desafio. Desafio-o-o. – Ela estava totalmente bêbada.
Henrique: Paga um boquete pro Felipe.
Flávia: Porra, ele é meu namorado. Você acha que a gente faz o que juntos? Joga peteca? – Ela arrancou risos de todos.
Henrique: Ô, bêbada, sabemos o que vocês fazem em quatro paredes. Mas queremos ver.
Manuela: Tu é muito tarado.
Samuka: Aprendeu com o melhor.
Manuela: Belo ensinamento.
Felipe ficou de pé e tirou a calça junto com a cueca. Flávia ajoelhou-se na frente dele. Ela segurou no pau dele e passou a língua na cabeça do pau do Felipe.
Ela dava linguadas por toda a extensão do pau dele. Ele mordeu o lábio inferior e colocou uma mão no meio dos cabelos da Flávia. Ela olhava pra ele e enfiou o pau dele inteiro na boca. Fez garganta profunda e tudo mais.
Deixou ele louco e chupou-o até ele gozar. Ele gozou na boca dela e depois eles se beijaram. Ela ria que nem idiota.
Manuela: Gostosa!
Guilherme: Fica quieta, Manu. – Fiz uma cara brava pra ela e ele me abraçou.
Samuka: Po, que delicia.
Manuela: Segura o tesão aí, Samuka. E cuidado, ejaculação precoce é perigoso. Procura um médico.
Samuka: Cala a boca, Manuela.
Guilherme: Eu avisei pra ficar quieta. – Eu sai do abraço do Guilherme e me sentei dois centímetros afastada dele. Cruzei os braços.
O jogo continuou. Regina perguntou pra mim.
Manuela: Desafio.
Regina: Beija o Gabriel.
Guilherme: Vai te fuder, Regina. Ela não vai beijar ele.
Regina: Vai sim. Ela quis participar do jogo e vai ter que beijar.
Samuka: Regras do jogo, meu amigo. – Ele estava bem alterado também.
Manuela: Amor. – Eu segurei o rosto dele. Via tudo embaçado. Ele segurou os meus pulsos e me olhou meio triste.
Guilherme: Não vai. – Ele disse baixinho e eu beijei-o.
Manuela: Não posso beijar o Gabriel. Inventa outra coisa.
Samuka: Ta afim de pagar o castigo? Vai ser pior.
Gabriel: Me beijar é tão ruim assim?
Manuela: Não! – Eu falei alto. – Não é isso. Não é isso. – Eu estava bêbada. Mal sabia o que falava.
Regina: Tu escolhe o castigo ou eu, Samuel?
Samuka: Eu. – Ele pensou um pouco. – Paga um boquete pro Henrique.
Manuela: Não! – Eu disse brava. – Não vou fazer isso.
Guilherme: Não da pra inventar algo normal? Que merda!
Samuka: Que caralho! – Ele disse irritado. – Beija a Flávia então.
Felipe: De novo essa história de fazer vocês duas se beijarem... – Ele disse pra Flávia, mas todo mundo ouviu.
Manuela: Isso eu faço. – Eu dava risada feito retardada. – Pode, amor? – Falei pro Guilherme. Ele parecia emburrado, mas assentiu com a cabeça.
Flávia estava distante de mim na roda. Eu fiquei de quatro e engatinhei até ela.
Samuka: Muita tentação pra uma guria só.
Henrique: Gostosa! Delícia! 
Guilherme: Porra, Manu! – Ele disse bravo. Eu virei pra trás e mandei um beijo pra ele.
Cheguei até a Flávia e me ajoelhei na frente dela.
Manuela: Oi, amiga. – Eu disse alto e totalmente descompassado. Bem bêbada mesmo.
Flávia: Oi, Manuuuuu. – Ela alongou o "u".
Manuela: A senhorita me permite beija-la? – Nós ríamos.
Flávia: Você tem dúvidas?
Eu dei risada e coloquei os braços em volta do pescoço dela. Passei a língua na boca dela e ela sorriu. Ela colocou as mãos na minha cintura e eu comecei a beija-la.
A atenção estava voltada pra nós. Não tinha ninguém que não estava olhando pra nós naquele quarto.
Eu beijava-a com vontade. Cambaleei e quase caí, mas ela apertou a minha cintura e me manteve ajoelhada. Eu explorei toda a boca dela e ela entrelaçava a língua na minha.
Eu fazia carinho na nuca dela enquanto nos beijávamos. Acabei o beijo com um selinho e fiquei rindo pra ela.
Manuela: Ah, que nojo. Só agora eu saquei que peguei porra do Felipe. – Todo mundo se matou de rir. Eu limpava a boca, como se fosse resolver muita coisa. Voltei pro meu lugar andando e sentei ao lado do Guilherme. Fui pra beija-lo e ele desviou.
Guilherme: Te amo, mas não vou pegar porra do meu amigo e baba da Flávia. – Eu estava bêbada demais pra ficar brava por isso.
Manuela: Chega desse jogo. Eu quero dançar. – Disse já me levantando e puxando o Guilherme.
Flávia: Eu cansei também. Vamos dançar, amiga.
Bruna: Eu vou com vocês.
Manuela: Vamos. – Eu disse animada.
Nós saímos do quarto e fomos pra pista de dança. Estava tocando funk. Eu dancei até o chão. Guilherme não saiu de trás de mim. Eu rebolava no pau dele e nós nos beijávamos com vontade durante as músicas.
Flávia e Bruna vieram dançar comigo e eu deixei o Guilherme conversando com o Felipe.
Nós rebolávamos até o chão e tirávamos os olhares de todos os caras da festa. Bebíamos ainda mais e estávamos bem loucas. Jack se juntou com a gente pra dançar. 
Flávia: Amo vocêeees. – Ela entrelaçou os braços no meu pescoço e no pescoço da Bruna.
Dançávamos assim. Guilherme me olhava de longe. Olhei de longe e vi Lua e Gabriel ficando. Sorri ao vê-los. Pelo menos alguém tinha se dado bem na festa.
Começou a tocar pop e a Bruna desapareceu.
Manuela: Cadê a Bruna?
Flávia: Ela foi por ali. – Ela apontou o lugar e eu segui. Guilherme veio atrás de mim.
Vi a Bruna e o Samuka atrás da casa. Ele estava injetando uma agulha no braço dela. Eu cheguei perto dela. Cambaleava por causa da bebida. Eu estava com tanta raiva do Samuel que ignorei os efeitos do álcool em mim.
Puxei a injeção do braço da Bruna e joguei longe.
Samuka: Que porra é essa, Manuela?
Manuela: Como tu consegue ter tão canalha? – Guilherme estava do meu lado, me segurando pra que eu não caísse. – Ela ta grávida e você ta dando droga pra ela? Cara, qual é o seu problema?
Samuka: Eu não to forçando ela a nada. Ela quer.
Manuela: Você vai ver... – Eu não completei. Minha raiva era tanta que a unica coisa que me veio a cabeça foi bater nele. Eu segurei-o pelos cabelos e comecei a dar chutes nele.
Batia e dava socos. Ele tentava desviar. Guilherme me segurou, me impedindo de bater mais nele.
Guilherme: Sai daqui, cara. Ela vai acabar com a tua raça. Anda, saí. – Ele disse rude.
Samuka: Vocês me pagam. – Ele saiu correndo depois que pegou a mochila dele. Devia estar cheia de drogas.
Bruna: Manu... –Ela começou a chorar. Eu puxei-a pra mim e abracei-a.
Manuela: Calma, calma. Vai ficar tudo bem. Calma.
Dei água pra ela e ela chorou por mais de meia hora. Já estava escurecendo e tinha uns 10 bêbados vomitando na chácara. Eu ainda estava sonsa, mas não estava com vontade de vomitar.
A Bruna caiu no sono e eu tranquei o quarto onde ela dormiu.
Voltamos pra festa e eu não estava mais no clima. Precisa de mais álcool.
Guilherme: Tu não vai beber mais, Manu.
Manuela: Vou sim. – Ele segurou o meu pulso, mas eu me soltei. Peguei mais vodka e fui dançar com a Flávia no meio da pista. Guilherme não vaio atrás de mim. Ficou encostado em um pilar me olhando.
A festa estava perto do fim. Todo mundo já tinha ido. Sobraram poucas pessoas na chácara. O DJ parou de tocar e todo mundo foi embora. Eu sentei exausta em uma cadeira.
Parecia que alguém estava balançando a minha cabeça. Tudo girava. Inclusive o meu estômago. Eu corri pro banheiro e por sorte, deu tempo de eu chegar até a privada e vomitar.
Guilherme veio atrás de mim. Parou na frente da porta do banheiro e ficou me olhando.


Notas Finais


Favoriteeem,bjs ;)


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