História Protegida Pelo Bad Boy - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mc Hariel, MC Kevinho, MC Livinho
Personagens Mc Hariel, MC Kevinho, MC Livinho, Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Família, Hentai, Incesto, Mc Hariel, Mc Kevin-, Mc Kevinho, Mc Livinho, Mc Pedrinho, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 284
Palavras 658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meninas, voltei.

Desculpa pela demora, eu tenho uma vida meia cheia e junta o fato que fico insegura com o que e como escrever, aí acaba dando nisso.

Capítulo 3 - Morte


O galpão de madeira escondido no meio do matagal cheirava a podridão e sangue. No anterior dele havia quatro pessoas, sendo que uma delas, um homem beirando os trinta anos, jazia jogado no chão. Feridas abertas e roxos marcavam como uma tatuagem a pele morena. O indivíduo respirava com dificuldade e, também, era acometido de vertigens provocadas pela aguda dor que tomava cada pedaço da peles, ossos e músculos do seu corpo; tudo doía insuportavelmente. Suas vistas dançantes esforçaram-se bravamente para focar no rapaz ajoelhado na sua frente.

— Você me traiu seu filho da puta. — Rosnou furioso. — Achou mesmo que eu não ficaria sabendo que se vendeu para eles? Eu tenho informantes naquele buraco, assim como eles têm aqui no meu território.

Ele queria gritar, implorar por perdão e uma nova chance, porém os lábios inchados recusavam a obedecê-lo. Não lhe restava força alguma depois do brutal espancamento que sofreu nas mãos dos três homens, nem mesmo para dizer uma palavra. Consciente que sua morte viria nos próximos minutos, talvez segundos, ele se afundava no mar de desespero e era incapaz de submergir a tempo de pedir socorro. O ar já escasso trancou na sua garganta ao assistir o jovem levantar-se, tirar a Taurus da cintura e mirar na sua testa. A última coisa que ele viu antes de mergulhar na sombria e silenciosa escuridão eterna foi o cano da arma. Sequer teve tempo de perceber o assustador som do gatilho sendo puxado e, em seguida, solto.

— Vamos queimar o galpão. — Disse friamente aquele que puxará o gatilho sem hesitar. — Não podemos deixar rastros que facilite o trabalho dos policiais

— Sim, chefe. — Responderam em uníssono os outros dois, que eram mais velhos e mais altos que o “cara no comando.”

O jovem — que aparentava ser um adolescente comum — deixou apressado o velho galpão e infiltrou-se no mato, percorrendo a trilha de cinco minutos até alcançar a estrada de terra, onde deixará estacionada sua Honda CG 150. Quando parou de junto da moto, ele meteu a mão no bolso da calça e pegou o celular que vibrava sem parar a mais de dez minutos. Ergueu as sobrancelhas ao conferir no visor quem ligava, suspirando baixinho antes de atender.

— Alô?

— Onde você se meteu Kevinho? A véia chegou e está perguntando por ti.— Era seu irmão Pedrinho no outro lado da linha.

O caçula da família Azevedo não estava ligando porque se preocupava com o irmão, o que lhe motivava era o quanto se importava e valorizava sua mãe e por saber o quão aflita ela ficava sempre que o primogênito saía e desaparecia.

— Já tô indo. Chego aí em quinze minutos. — Montou na mota em segundos. — Até daqui a pouco.

Encerrou a ligação antes de ouvir a resposta de Pedrinho, com a intenção de evitar escutar lições de moral que seu irmão mais novo adorava lhe dar.

Apesar do caminho torto que escolheu seguir, ele não achava correto matar alguém ou comercializar drogas, muito pelo contrário, tinha plena consciência do quão errado era e acreditava que um dia pagaria pelos atos e crimes bárbaros. Porém, mesmo sabendo que não era certo o que fazia, ele nunca sentiu uma genuína culpa por puxar o gatilho ou por vender o destrutivo produto viciante. Eram esses contraditórios sentimentos e pensamentos que lhe forçava a concordar com o diagnóstico amador dos moradores sobre si, onde o classificavam como psicopata doentio.

Os acontecimentos que sobrevieram a sua — curta — vida ao longo dos anos foram os responsáveis por lhe guiaram até onde chegou e lhe tornarem o que era. E por mais que soubesse que destruía vidas e família traficando drogas, já estava num ponto da estrada que não havia retorno e inexistia a possibilidade de se tornar o mocinho.

Ele partiu daquela estrada em alta velocidade, apreciando o forte vento que batia contra seu rosto enquanto se perdia nos pensamentos que lhe seguiam.


“Que deus proteja seus filhos de mim!”




Notas Finais


Sei que está menor, mas tentarei manter os próximos sempre dentro das 1000 palavras. E desculpem os erros.

No próximo teremos o encontro entre o Kevinho e a Júlia ^^. Como será que vai ser? ~musica de suspense~

Obrigada por lerem


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...