História Protegida Pelo Bad Boy - Capítulo 4


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Categorias Mc Hariel, MC Kevinho, MC Livinho
Personagens Mc Hariel, MC Kevinho, MC Livinho, Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Família, Hentai, Incesto, Mc Hariel, Mc Kevin-, Mc Kevinho, Mc Livinho, Mc Pedrinho, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 285
Palavras 1.642
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu disse que ia aparecer ontem, mas o Capitulo levou mais tempo do que previsto e resolvi "inventar" uma capa. Se alguma alma caridosa querer fazer uma capa que preste pra fanfic, eu aceito de coração kkkkk.

Obrigada pelos comentários e favoritos, estou muito feliz com a reação de vocês ❤, isso me anima a escrever. Muito obrigada.

Boa leitura❤

Capítulo 4 - Beldade


Depois de estacionar a moto na garagem, ele entrou em casa, parando logo na entrada ao deparar-se com o longo cabelo encaracolado que caiam como uma cascata nas costas, do lado direito, do grande sofá de três lugares. Estranhando a garota não mexer-se, aparentando não ter notado a chegada dele, ele atravessou a sala em passos largos e se posicionou na frente dela.

Sua prima dormia sentada, com a cabeça quase pendurada para fora do sofá e as pernas encolhidas no assento. A visivelmente desconfortável posição lhe arrancou um sorriso divertido, que morreu instantemente quando suas orbes paralisaram na face morena e nos lábios cheinhos que encontravam-se entreabertos.

“Porra! Ela é linda.” — Era a segunda vez em pouco tempo que via-se encantado pela beleza dela; a primeira havia sido durante o velório dos seus tio. Ele se sentiu um pouco culpado por ter tido pensamento libidinosos num momento de luto, mas foi inevitável não se pressionar com a aparência de alguém que não via a mais de anos.

Um estranho e perigoso impulso lhe invadiu sorrateiramente e regou a repentina vontade de estender a mão e tocá-la. Inesperadamente desejava constatar se a pele sem manchas e os chamativos lábios rosados eram tão macios quanto aparentavam. Teria dado vazão às imprudentes ânsias se uma voz, chamada consciência, não tivesse sussurrado em sua mente que ela não era qualquer mulher; que ela não era como as garotas que costumava comer algumas vezes, para em seguida, se livrar delas sem pensar duas vezes. Era seu dever nunca esquecer que aquela garota era sua tímida prima do interior, uma mulher de família que por toda vida foi protegida de predadores como ele. Por mais gata que ela fosse, desmerecia ser perseguida e seduzida por alguém tão perigoso como ele, que não seguia as leis e não tinha caráter.

— Até que enfim chegou. — A voz irritada o trouxe de volta à realidade.

Desviando a contragosto os olhos da prima, Kevinho ergueu a cabeça e encarou o irmão com “cara de poucos amigos”.

— Tive que resolver uns probleminhas. — Disse com fingida indiferença. — Cadê a mãe?

— Foi deitar, mas disse pra você chamá-la quando chegasse.  — Pedrinho nem perdeu tempo perguntando que problemas eram esses, pois, sabia que o irmão não diria e ele, também, não queria saber.

— Já vou lá. — Franziu a testa ao reparar que o outro estava todo arrumado. — Está indo pra onde a essa hora?

— Esqueceu? Hoje tem baile e eu vou cantar.

— Caralho, tinha me esquecido. Mas não está cedo demais? — Era mais ou menos umas 18 horas da noite.

— Sim, só que eu tenho que repassar as músicas que vou cantar essa noite antes da apresentação. — Pedrinho encurtou o espaço que havia entre eles. — Sem tretas hoje né?

— Não haverá treta alguma se todos se comportarem e nenhum engraçadinho vir tentar cantar de galo no meu… — Calou-se quando a prima remexeu-se inquieta e entreabriu os olhos.

— Kevinho? — Sonolenta, ela fitou confusa o primo.

— Por que está dormindo aqui? — Kevinho questionou.

— Eu estava esperando sua mãe tomar banho para depois ir e acabei cochilando. — Confessou.

Suas bochechas esquentaram e tonificou de rosa ao tomar consciência que ele lhe viu dormindo. — “Tomara que não tenha me visto babando e nem roncando.”

— Ela já terminou faz mais de quinze minutos. — Disse Pedrinho.

Júlia, que não perceberá a presença do outro primo na sala até aquele instante, olhou por cima do sofá. Surpreendeu em vê-lo usando outras roupas, diferente das que usava meia-hora antes.

— Para onde está indo?

— Vou fazer show no baile funk. — Pedrinho respondeu ostentando sorrisos e animação genuína. Era explícito na sua expressão de moleque a alegria em poder cantar as suas músicas e de outros artistas. — Tenho que ir. Nós vemos amanhã Juh, provavelmente quando eu chegar você já vai estar no décimo sono.

— Com certeza. — Devolveu o sorriso e acenou com mão. — Até.

— Nós vemos no Baile. — Disse Kevinho. 

— Falou mano.

Assim que Pedrinho saiu cantarolando o funk Da uma segurada do MC Don Juan, Júlia concentrou-se no homem parado à sua frente, perto, talvez, até demais. A proximidade por alguma razão lhe deixava aflita.

— Como vai? — Perguntou educada.

— Vou bem. — Kevinho sorriu. — E você? 

— Também.

Silêncio desceu no ambiente, criando uma tensão e aumentando o desconforto. Ela não era boa em manter diálogos, nunca fora muita de conversar, então, ficou por um longo segundo segurando o olhar penetrante de Kevinho, que parecia estar tentando lê-la.

— Por que não toma banho e vai dormir? Deve estar cansada da viagem. — Disse Kevinho simpático, quebrando o silêncio.

— É uma boa ideia, estou mesmo cansada. — Levantou do sofá e deslizou para longe do primo. — É bom revê-lo.

— Digo o mesmo.


♫♥♫


Ela deixou a sala sem dizer mais nada. Percorreu o corredor em passos largos e entrou no quarto que lhe fora destinada, recostando-se na porta de madeira. Sentia-se, por alguma razão, inquieta e tensa com a breve e estranha conversa que tivera com Kevin. Eles pareceram dois desconhecidos que não tinham assunto, porém, ao mesmo tempo, ela pôde jurar que o primo lhe fitou de uma maneira predatória que fez os pêlos da sua nuca arrepiarem.

“Deixa de viajar sua louca.” — Balançou a cabeça algumas vezes a fim de apagar os pensamentos incoerentes. — “Você só está bastante cansada, por isso fica imaginando coisa.”

Ainda que fosse incapaz de admitir em voz alta, no fundo sabia que a razão para sua inquietação ao ficar perto do primo era medo. Nos últimos anos sua mãe lhe contou sobre como Kevin se tornou chefe do morro e algumas das maldades que ele cometeu. Como se comporta na presença dele?E se dissesse algo errado? E se fizesse algo errado? Por mais que não existisse nada de assustador na aparência e na personalidade dele, não podia esquecer que por trás do sorriso contagiante, jeito de moleque brincalhão e aparência sexy escondia-se um criminoso temido na comunidade.

— Eu tenho que parar de ficar pensando essas merdas. — Resmungou em voz alta. — Tudo dará certo.

Finalmente afastando da porta, ela caminhou até o canto esquerdo do pequeno cômodo, pegou com certo esforço a pesada mala e depositou-a em cima da cama de solteiro. Tirou de dentro dela uma toalha, um short doll colorido e uma larga e grande camiseta masculina cinza, que nada mais era seu “pijama”; sua finada mãe e algumas amigas achavam estranho ela gostar de usar camiseta de homem para dormir, porém não se importava, pois, na sua opinião eram bem mais confortável que pijama e aquelas camisolas sensuais. Júlia odiava deitar usando roupas que apertam e atrapalham uma boa noite de sono, tanto que nunca dormia de sutiã ou usando peças que lhe incomodasse.

Com as vestes pendurada nos braços deixou o quarto e entrou no banheiro, que ficava quase em frente ao quarto da sua tia. Ansiosa para aconchegar e descansar no colchão macio, tomou banho rapidamente, só para tirar o suor. Estava exausta demais para gastar mais tempo que o necessário debaixo da água quente.

Quando saiu do banheiro deu de cara com Kevinho, que deixava o quarto da mãe. Ele parou ao vê-la, correndo sem disfarçar seus olhos pelo corpo dela, de cima a baixo.

— Bonita roupa. — Brincou.

— Obrigada. — Respondeu envergonhada.

Naquele exato instante, sob aquele intenso olhar, ela tomou consciência do que vestia e de si mesma. Arrependeu-se de ter colocado a roupa de dormir no banheiro e não na segurança do quarto, quando assistiu às vistas do primo arrastar lentamente sobre suas pernas desnudas, subindo para suas coxas que a camiseta cobria apenas metade e, por último, paralisando nos seus seios medianos. Suas bochechas coraram ao lembrar que estava sem sutiã e tinha acabado de sair do chaveiro, então, nem precisava abaixar a cabeça para confirmar se seus mamilos marcavam na camiseta. Desejou que um buraco abrisse no chão e a engolisse, só para escapar da vergonha e fugir daquele olhos que lhe “comiam”.

— V-ou ir dormir, até amanhã. — Gaguejou, antes de passar praticamente correndo por Kevinho e trancar-se na proteção do seu novo quarto. Jogou-se na cama de bruços, escondendo o rosto no travesseiro.

“Meu deus como eu sou burra, que vergonha. Nunca mais vou ter coragem de encará-lo.” — Virou-se na cama e pregou os olhos no teto branco, enquanto se repreendia-se mentalmente. — “Como eu não pensei em me trocar no quarto? Burra, burra, burra.”

Enquanto Júlia se martirizava no quarto, do lado de fora, no corredor, Kevinho tentava inutilmente apagar da mente as pernas torneadas e os mamilos que virá marcado na blusa. Ela era sexy mesmo sem ter intenção e ficava sensual por demais usando uma velha camiseta masculina.

Ele teria problemas no futuro, já conseguia prever de antemão os homens do moro ficando caidinhos por ela e loucos para colocarem as patas sujas nela. Por que ela tinha que ser tão atraente e ostentar, ao mesmo tempo, aquele ar de inocência? Esse jeitinho dela lhe atraia e atrairia outros homens também. 

Precisava tirar a sensual visão de sua prima da cabeça, antes que se rendesse a fome que fora despertada. Sua principal missão no baile naquela noite seria encontrar uma mina qualquer para foder e liberar a tensão sexual que sentia. Nada como uma boa foda para esquecer a priminha que mal chegara e já estava causando rebuliço na sua vida. E amanhã voltaria a ser o jovem divertido e brincalhão que era e deixaria de sentir-se um predador à espreita da sua presa.

Com um plano em mente, ele afastou do corredor e entrou no quarto para se arrumar. Depois de pronto sairia à caça de uma presa que lhe satisfizesse o suficiente para esquecer os pensamentos libidinosos que estava tendo com a garota que dormia no quarto em frente ao seu.

"Por quanto tempo conseguirei resistir? Não posso cair em tentação!”


Notas Finais


Então? Gostaram?

Apesar dessa atração "instantânea" do Kevinho, tudo acontecera no deu devido tempo entre eles. Sugestões de nome para a mina que tem um Crush no Pedrinho, que aparecerá logo mais?

Obrigada por lerem e estarem acompanhando a fanfic ^^

Beijão minhas lindas ❤


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