História Prove It (Imagine 2Jae) - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7
Exibições 272
Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem conseguiu postar antes do prometido!
Primeiramente, muito obrigada à todos que me desejaram uma boa viagem, ela foi realmente boa! Quer dizer, nem tanto, porque no caminho tive a notícia do disband do 2NE1 e da saída do NamTae do Winner. Se têm blackjacks e innercircles presentes aqui, me dêem um abraço. Preciso de todo o apoio das minhas irmãs e irmãos de fandom pra aguentar essa barra, não tá fácil.
Mesmo assim, me deu muita inspiração de escrever e consegui entregar esse capítulo ainda hoje, mesmo cansadinha da viagem. Espero que vocês gostem.
O capítulo de hoje é uma luz um pouco maior sobre a SooHe e sobre o JiHo. Como devem ter percebido, eles serão personagens decisivos pro andamento da história, então achei justo que eles tivessem suas personalidades um pouquinho mais exploradas.
Sem mais delongas, acompanha aí:

Capítulo 4 - "Cautelosos como serpentes, Inocentes como as pombas."


              “Nenhuma área da administração é tão complexa, quanto a gestão de pessoas. Pessoas têm sentimentos, princípios, consciência. Não são como bens, ou máquinas. Para fazer as pessoas andarem de acordo com a linha que tracejamos, precisamos impôr paredes que as façam olhar apenas para a linha, e não se desviem dela.” Uma máxima cruel? Talvez. Mas no mundo dos negócios, onde mais forte, impera sobre o mais fraco, tais palavras podiam se tornar um mantra.

O ar da pequena sala de almoxarifado era quente e abafado, resultado dos dois corpos que se entrelaçavam um no outro, em uma dança de desejo. O moreno mantinha as duas mãos firmes na cintura da moça, subindo para os seios, ou descendo para as coxas, conforme a posição lhe permitia. As pernas dela, estavam entrelaçadas na cintura dele, apertadas pela saia justa. A camisa estava aberta pelos 5 primeiros botões, e revelava o belo colo. As respirações eram pesadas, e arfares e gemidos contidos escapavam pelos lábios de ambos. Ela agarrava os cabelos negros com força, conforme as mãos fortes dele, lhe apalpavam. Talvez, saber que estavam fazendo tal ato em um local proibido lhes acendesse ainda mais a urgência e a necessidade de colarem-se mais um ao outro. Mas então, ele tomou a decisão primeiro.

- Vamos parar por aqui, SooHe-ah.

- O que foi, oppa? Você não me quer?

Ele suspira longa e pesadamente.

- Não é isso, você sabe...

Ela ri maliciosamente.

- Ah, seu medrosinho! Só estamos nós dois, aqui. Todo o resto foi embora. Essas são as vantagens de ficar até mais tarde no trabalho, huh? Vamos, oppa... me faça sua!

Ele coloca a cabeça para trás, e é tomado por um desejo ímpeto. Sua vontade era realmente tomar SooHe para si, ali mesmo naquela parede. Seu corpo pulsava por isso. O corpo dela, pulsava por isso. Mas, isso não era o certo. Ali era realmente seu local de trabalho, e se alguém descobrisse suas aventuras com SooHe depois do expediente, seu cargo de extrema importância, perderia a credibilidade. Ele retirou as coxas dela, de volta de si, calmamente. SooHe fez um beicinho com os lábios cheios, frustrada.

- Qual é o problema comigo? Por que ainda resiste em me fazer sua?

O rapaz, acarinha o rosto de boneca dela, com as mãos fortes.

- Com você, não há nenhum problema. Você sabe que dependo da confiança de alguém, e de centenas de funcionários aqui dentro. Imagine o escândalo, se alguém descobre sobre nós juntos, transando no almoxarifado. Eu posso perder o meu cargo, que eu trabalhei duro pra conseguir. Além de perder a confiança dele.

Abotoando os botões da camisa com destreza e rapidez, SooHe comenta:

- Ele é esquisito... e você também! Nunca havia sido rejeitada antes, e por causa de vocês, isso já aconteceu mais de uma vez só nesse mês! Sabe como meu ego feminino fica? - ela penteava os cabelos com os dedos, nervosamente, sem tirar o beicinho de frustração dos lábios.

- Nós dois não somos esquisitos. Apenas temos objetivos bem definidos na vida. Gostamos de fazer tudo do jeito certo.

- Ele... tem alguém?

- Sim, ele tem. - disse o rapaz, ajeitando a gravata no pescoço, e desamassando as mangas da camisa branca.

- Engraçado, nunca vi ele com uma moça aqui dentro, ele não tem fotos com mulher nenhuma nas redes sociais.

- É claro né... - ele começou a dizer, como se fosse algo óbvio. Mas então, lembrou-se. Ela não sabia.

- É claro...?

- É claro! Ele é muito reservado quanto aos romances dele... - disse, falando a primeira desculpa que veio à cabeça.

- Sei que isso não é toda a verdade. Vamos, me conte. Queria me desculpar com ele, por ter passado demais da linha. Não imaginava que ele pudesse ter alguém...

- Sei que você é uma profissional séria, e tem mostrado que é alguém comprometida com a I.M. Por isso, vou te contar.

SooHe sorriu ternamente, assentindo.

- Jaebum é bissexual. Ele namora Choi Youngjae, faz quase 3 anos. É o primeiro homem com quem ele se relaciona, mas eles foram feitos um pro outro. Eles passaram por maus bocados ultimamente, por conta da posse dele como presidente da empresa, você sabe... ele passava mais tempo aqui, do que em casa e isso abalou o relacionamento deles um pouco. Foi por isso, que tomei o lugar dele para ajudá-la depois do expediente, para que eles pudessem se acertar. Espero que tenha dado certo...

- Hum, eu também. Acho muito bonito, quando um presidente, ou alguém de qualquer cargo de importância se assume assim, sem proble...

- Ele não se assumiu. Daqui, apenas eu e você sabemos disso. E por favor, mantenha essa estatísticas, SooHe. Pelo bem dele e da I.M.

SooHe colocou o indicador sobre os lábios, indicando que faria silêncio.

- O segredo dele está à salvo comigo, Jackson-oppa. Mas, e quanto a esse nosso segredo? - perguntou, maliciosa. O rapaz olhou-a de cima à baixo, despindo-a com os olhos. Prensou-a na parede, com delicadeza e ao mesmo tempo, certa força.

- Vamos ampliar o expediente, amanhã. Conheço um lugar ótimo.

E voltou a tomar os lábios carnudos da moça, para si.

 

 

O smartphone de Lee JiHo, apitava sem parar. Recebia uma mensagem atrás da outra, de pessoas que não queria receber mensagens. Estava cansado do cabresto que era imposto em si, desde que nasceu. “JiHo, você precisa ser assim.” “JiHo, você precisa fazer isso”. “JiHo, honre seu sobrenome.” Desde que resolveu rebelar-se contra a imposição do pai austero, é tratado ainda pior. A irmã gêmea, que normalmente não teria chance nenhuma perto dele de se tornar a herdeira principal da companhia da família, agora estava em primeiro na fila de sucessão ao cargo de presidente. Não que ele almejava ser presidente, naquele inferno de dinheiro e ego. Na verdade, até se sentia mais leve em pensar que ele não teria que arcar com os altos e baixos de um mercado tão instável quanto o da mídia. Já tinha se acostumado em ser esquecido pelos familiares, e até se assustou quando a irmã e o pai prestaram mais atenção nele, desde que ele começou a ter aulas de reforço com Choi Youngjae. O pai o chamava para almoçar a cada 2 dias, e lhe mandava mensagens toda hora para saber se ele estava bem. Estranho até demais.

Ah, Youngjae... o professor era apenas dois anos mais velho que ele. É claro que em toda a sua pose e forma de se portar, parecia alguém muito mais velho, um professor bem mais experiente. Mas no fundo, era um rapaz como ele, e que belamente ainda guardava sua inocência nos tratos com os outros. Tinha uma gargalhada engraçada e contagiante, e parecia que quando estava perto dele seu dia se iluminava, não importava o quão nublado estivesse lá fora. Era o único que se dispunha a ajudá-lo a melhorar em suas fraquezas e se tornar ainda melhor, naquilo que já era bom. Ninguém no mundo o entendia melhor, do que Youngjae. E quão sortudo ele era, por ter notado que assim como ele, o professor gostava de homens. O amigo, com quem compôs a bela canção que treinavam nas aulas, provavelmente não era apenas um amigo. Mas, eles não deviam estar mais juntos. A preocupação que Youngjae demonstrava com o “amigo”, foi diminuindo aos poucos, e fazia algum tempo que ele nem o mencionava. Ele parecia tão abatido... queria que o mais velho pudesse sorrir, como ele o fazia sorrir.

Subiu as escadas, que levavam à saleta de música. Assim que abriu a porta, sentiu a pele arrepiar. Youngjae vestia uma regata branca, deixando uma tatuagem no braço, de uma frase, à mostra. Seu cabelo escuro, caía-lhe sobre a testa, bagunçado. Os olhinhos estavam fechados, em concentração, enquanto ele cantava à meia voz. Assim que percebeu o aluno no batente da porta, o olhando, o professor se ajeitou na cadeira, sorrindo desconcertado.

- JiHo-ah, que susto!

- Pode continuar, Youngjae-ssi.

A pintinha que Youngjae tinha abaixo do olho direito se esticou, conforme seu sorriso cresceu. O apelido dele de “Professor Sunshine”, nunca fez tanto sentido. E JiHo nunca desejou tanto, que os raios que ele emanava, pairassem sobre si. 


Notas Finais


AAAAAAAAA QUE SUSTO NESSE COMEÇO HEIN? HAHAHAHAHA

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