História Provocações (Long Imagine JungKook) - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Bangtan, Imagine Bts, Imagine Jungkook
Exibições 921
Palavras 4.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Não, não é sonho, EU TO ATUALIZANDO MERMO
Essa é a minha quinquagésima tentativa, to tentando postar desde ontem ;-;

Avisoooos:
O cap tá grandinho enton... tirem um tempo em paz pra ler :3
Tem hentai >u>
Ta MUITO açucarado
Eee... Tenho noticias pra vocês nas notas finais então leiam pfvr

AATÉ LA EM BAIXO <3

Capítulo 15 - Nós precisamos conversar.


Fanfic / Fanfiction Provocações (Long Imagine JungKook) - Capítulo 15 - Nós precisamos conversar.

 

Dois Anos Depois

| JungKook |

Abri os olhos e respirei fundo abrindo um sorriso pelo simples fato de ser domingo. Ah, domingo, o dia em que não preciso trabalhar e apenas posso ficar curtindo com a minha família.

Família... As coisas tem estado uma grande tempestade ultimamente, aquela com seus altos e baixos. Nós tivemos uma grande crise financeira depois que os bebês nasceram - graças a academia em que eu trabalhava teve que fechar por não estar de acordo com as normas -, o que resultou em eu ter que arrumar dois empregos e ainda pegar alguns empréstimos aqui e ali, porém com a ajuda dos meus pais e amigos advogados e etc, estamos bem e a academia reabriu.

Não é atoa que hoje vamos comemorar com um almoço especial em nossa nova casa, reunindo a família toda.

- Já está acordado? - ouvi sua voz sonolenta e virei a cabeça para o lado, vendo o semblante mais sonolento e fofo do mundo.

- Estou, a gente tem que arrumar as coisas. - a lembrei e ela se levantou num pulo.

- Meu deus minha mãe vai estar aqui em meia hora pra me buscar! - disse conferindo o relógio de parede e correndo para o banheiro da suíte.

- Te buscar pra quê? - perguntei me sentando.

- A gente vai ter que comprar mais algumas coisas. - ela disse embolado, provavelmente escovando os dentes - não se importa de cuidar das crianças né?

- Se eu me importo? Eu sou o pai delas, é mais que obrigação minha cuidar delas - falei fingindo indignação.

- Eu sei amor, só to falando... - disse saindo do banheiro e começando a mexer no guarda-roupa - que você não é lá a melhor pessoa para cuidar delas, você é um pouco... - cruzei os braços, a olhando duro - não me olhe com essa cara Jeon, lembra o que aconteceu no shopping?

- ________, era a miniatura limitada do Homem de Ferro e aquele idiota que se achava só porque viu os filmes queria pegar do meu filho que vai ler todos os gibis igual ao pai, eu não ia dar com certeza.

- JungKook, o Taehyung queria o Capitão América. - revirei os olhos. - a gente quase foi expulso do shopping pelo barraco que você fez!

- A culpa não é minha que ele ainda tem mal gosto! Fiz barraco mesmo e faço de novo.

- Era um senhor de idade.

- Que ficou sem o homem de ferro - dei ombros, analisando o quanto ele estava bonito na prateleira.

- Se queria tanto dar pro Taehyung porque tá no nosso quarto?

Eu fiquei sem palavras e ela abriu um sorriso convencida de que tinha ganhado, apenas bufei.

- Você não tinha que se arrumar pra sair? - questionei, me levantando e indo até ela.

- Você acha que eu fico gorda com essa roupa? - ela perguntou se analisando no espelho - eu ganhei uns quilinhos.

- Você diz que tá gorda e eu digo que está gostosa. - a abracei por trás, mordendo sua orelha.

- Jeon... Minha mãe tá vindo... - murmurou ela tentando se soltar de meus braços, mas eu sabia que estava derretendo.

A virei pra mim e tomei seus lábios com possessividade. Assim que o ar se fez presente eu desci a boca para seu pescoço espalhando mordidas e beijos molhados.

- Jeon eu... - ouvimos a campainha tocar - tenho que ir - completou, me empurrando um pouquinho - por favor não põe fogo na casa, acabamos de compra-la.

- Nem vem mudando de assunto, a noite você não me escapa! - deixei claro e ela corou, sorri ao ver que mesmo depois de tanto tempo, continua tão tímida e fofa.

A acompanhei até a porta e lhe dei um selinho antes que fosse embora. Assim que a porta fechou eu respirei fundo e segui para o quarto dos bebês, vendo os dois em pé no berço conversando um com o outro - na língua deles, claro.

- Oi repolhinhos - eles me olharam e sorriram, já pedindo colo.

Peguei primeiro a Haru, logo sentindo um fedor invadir minhas narinas.

- Bebê fez popô, foi? - perguntei a ela riu, parecendo encantada com cada palavra que saía da minha boca.

Por mais que soe ridículo.

A deitei no negócio que ______ usa pra trocar as fraldas das crianças e me dei conta de uma coisa: eu não sei trocar fralda.

Depois de algum tempo no YouTube vendo tutorias finalmente meus dois bebês estavam trocados e cheirosos - pra mim pelo menos -, então os levei para a cozinha e coloquei os dois sentados naquela cadeira para bebê, um em cada uma.

- Vamos tomar café da manhã? - perguntei mexendo no armário - sua mãe deixou geleia aqui e... Banana.

Parti a banana ao meio e coloquei cada parte em um pratinho de plástico, depois de amassa-las e as misturar com a geleia comecei a dar pra eles comerem.

- Abre a boquinha, olha o avião zuuuuummmm - fiz pra Haru, que abriu a boca e comeu com o maior gosto. - Agora você Taehyung, abre o bocão pro avião zuuuuummmm - Taehyung deu um tapa na colher e riu ao ver a geleia cair - não é assim que faz Taehyung, é igual a irmã!

Ele pareceu não ligar e começou a brincar com o que caiu em sua blusa, respirei fundo e logo vi meu rosto ser acertado pelo alimento, virei o rosto e vi Haru rir feito boba.

- Cacete, minha blusa branca! - reclamei olhando a mancha.

- Xassete! - ouvi a voz doce da minha filha e virei o rosto pra ela tão rápido quanto a menina do exorcista

- Amor da minha vida, não pode falar essas coisas, senão mamãe vai fazer dodói no papai, isso é palavrão.

- Palão! - repetiu sorridente.

- Isso amor, palavrão, tipo porra, puta, caralho e essas coisas.

- Poar! - repetiu ela.

- MENINA NÃO DIZ ISSO!

- caalo?

- Meu Deus sua mãe vai me matar - pus a mão na testa, respirando fundo - querida você tem que dizer palavras bonitas senão mamãe vai fazer do papai um cadáver.

- Caáver! - disse sorridente.

- Antes isso do que palavrão. Presta atenção princesa - olhei sério pra ela, que focou total atenção em mim - sem palavrão, palavrão não negativo, entendeu?

Ela me olhou no fundo dos olhos e por um segundo senti toda minha alma ser sugada pela criança de olhos negros a minha frente, parecendo entender tudo ao meu redor. Foi necessário apenas 4 segundos para que ela soltasse a última pérola:

- Puta!

- Eu sou um homem morto. - disse saindo da cozinha sem antes ouvir um "molto" dela.

Minha pequena Haru estava na querida fase de repetir tudo o que a gente fala e por isso temos que ser delicados quando falar, mas sempre esqueço de censurar as palavras que eu for falar perto dela e, bem, da última vez que a mãe dela estava presente e ela repetiu meu palavrão eu quase dormi no sofá.

 

Dica para iniciantes: nunca mande ninguém tomar no cu perto da sua filha, ela vai achar que é algum tipo de bebida e vai apontar pra tudo no mercado e perguntar se é cu.

 

Coloquei um tapete pra crianças na sala e o baú de brinquedo deles lá, voltando para a cozinha e  pegando os bebês, os colocando em cima do tapete para que pudessem brincar. Liguei a TV e me espreguicei no sofá, deitando. Senti algo cair em cima de mim e logo vi que Taehyung me tacava alguns brinquedos.

- Porque tá tacando isso em mim? - sentei no sofá, me assustando a ver o próximo objeto que ele ia tacar - Meu Deus! - tomei da mão dele - onde você encontrou isso? - olhei bem - achei que eu tinha escondido bem...

Dei uma olhada e vi que estava intacto, suspirando aliviado. Eu havia comprado a um tempo para a _______ mas estava esperando o momento perfeito para dar a ela, aquilo não era qualquer coisa, definitivamente, mudará nossas vidas.

Me levantei e coloquei atrás de uns quadros em cima da estante, _______ mal mexe alí, apenas nos dias de faxina. Voltei a me sentar no sofá ainda pensativo. Taehyung novamente veio até mim e me jogou um boneco.

- Você acha que a mamãe vai gostar? - perguntei.

Se Haru estava na fase de repetir tudo que falamos, Taehyung estava naquela chata, intrigante e irritante de;

- Não. - disse simples.

A psiquiatra disse que aquilo não significava nada, que ele não sabia o real significado do não, porém eu não consigo acreditar nisso.

- Porque ela não gostaria? Ela não me ama?

- Não.

- Ela tá com outro?

- Não.

- Então ela enjoou de mim?

- Não.

- Então porque ela não aceitaria?

- Não.

- O problema é ela então?

- Não.

Olhei no fundo dos olhos do meu filho e segurei suas bochechas, fazendo com que sua boca ficasse num biquinho fofo.

- Você tem que me ajudar de alguma forma. - falei e ele colocou a mão na boca, como se estivesse pensando.

- Não? - soou como uma pergunta.

- Eu desisto - bufei, me levantando e voltando para a cozinha.

 

| (S/N) |

Já era quase 12:00 quando saímos do mercado com algumas compras, chamamos um táxi e logo ele chegou.

- Você poderia levar para esse endereço aqui? - perguntou minha mãe mostrando um papelzinho e o motorista assentiu, guardando-o no bolso - peça para o JungKook guardar e diga que já estamos chegando. - fechou a porta do carro.

- Ué, não íamos pra casa? - a olhei.

- Meu sutiã preferido arrebentou e eu preciso comprar um novo, a gente não vai demorar - garantiu.

Eu assenti e fomos andando até uma loja de lingerie, onde minha mãe andava que nem uma louca em busca do conjunto perfeito.

- O que você acha desse verde? Acha que vai ficar bom em mim? - disse ela me mostrando - nossa, olha esse azul!

- Mãe não podemos demorar! Daqui a pouco o povo chega lá em casa e...

- Esse é perfeito! - disse ela me ignorando totalmente, pegando um vermelho de renda, que a calcinha era bem fina e tinha lacinhos.

- Não me leve a mal mas... Eu acho que esse não vai cair muito bem em você...

- Quem disse que é pra mim? Achei sua cara, eu vou levar esse azul aqui...

Corei totalmente e antes que eu pudesse intervir ela já estava pagando pelas peças, apenas a segui enquanto ela dava comentários desnecessários sobre como sua relação íntima com o marido dela ainda estava ativa e que, se eu tivesse sorte, JungKook também teria a mesma energia sexual que ele. Eu apenas escutava enquanto a vontade de entrar no primeiro bueiro aumentava, como o tom de voz que a minha mãe usava para falar.

 

...

A família estava reunida - apenas os mais próximos, claro - e a casa estava uma bagunça. Havia crianças correndo pra todo lado, os homens conversando no quintal, os adolescentes jogando video-game enquanto a maioria das mulheres se encontrava na cozinha conversando.

Já tinha passado bastante tempo desde que todos tinham chegado, foi bom pois eu tive a oportunidade de apresentar e conhecer familiares que não moravam perto. Tanto a minha família quanto a de JungKook se deram muito bem fazendo com que o clima ficasse mais agradável e as conversas rendessem por horas.


 

 





 

Já estava escurecendo, o céu já tomava sua cor alaranjada com uma pitada de rosa quando o pessoal ia embora e nos despedimos deles. Eu havia acabado de arrumar as coisas e conversava com uma prima de JungKook que havia acabado descobrir a gravidez.

- Seus filhos são uns amores - comentou ela, brincando com Haru enquanto Taehyung deveria estar com algum outro parente em outro cômodo - é todo sonho da mulher ter uma filha e do homem ter um filho mas você deu sorte e teve os dois!

- Não estou dizendo que eu estou arrependida de ter tido os dois mas eu queria que fosse em tempos diferentes - falei e ela riu, me entendendo - não sei quem é pior, se são eles ou o pai.

- Esbanjando o quanto eu sou o melhor pai do mundo de novo? - JungKook falou entrando na cozinha e nós rimos - Nós temos que dar uma saída - falou ele.

- E com quem vamos deixar as crianças?

- Eu cuido delas - falou a prima de JungKook - vou ter filhos em breve e meu marido vai demorar pra chegar, ele tá preso no engarrafamento.

- Tem certeza? - perguntei - eles não são fáceis.

- A Haru já está toda sonolenta - disse ela, vendo que a pequena já esfregava os olhos - já já eles dormem, podem ir.

Por mais que eu não estivesse com muita vontade de deixar-los - coisa de mãe, obviamente - eu estava muito curiosa sobre onde iríamos, e como ultimamente não estamos tendo tempo para nós dois, aceitei.

...

Eu não enxergava nada, apenas ouvia a voz do Justin Timberlake tocar Mirrors enquanto sentia o carro andar. JungKook havia vendado meus olhos e por isso eu não fazia ideia de para onde estamos indo, o que me deixava cada vez mais curiosa.

- Essa música faz pensar tanto em nós dois, eu me sinto vivendo ela - ouvi sua voz - Is like my mirror... - começou a cantar e eu sorri, o acompanhando.

Depois de um tempo cantarolando algumas músicas que tocava na rádio, ele parou o carro e, ainda sem tirar minha venda, me tirou dele. Ele segurou minha mão e fomos andando por um caminho que parece ser gramado, eu não estava entendendo nada e a curiosidade me corroía aos poucos.

- Kook... - o chamei - onde estamos indo? To ficando com medo...

Ouvi sua risadinha e então ele me fez virar de costas, desamarrando a venda e me dando a visão da grande e espetacular:

- Cerca? - olhei séria - me trouxe para ver uma cerca?

- Não é só uma cerca - disse ele como se fosse óbvia.

- Ah, desculpe, uma cerca com uma placa escrito "Território Particular, não ultrapasse" - li e ele riu.

- Mas veja bem e tcharam! - disse tirando um arbusto da frente - tem um buraco nela, dá pra passar.

- JungKook, amor da minha vida, nós já temos idade suficiente para sermos presos e dois filhos pra cuidar sabia? - falei enquanto ele me empurrava em direção ao buraco - se alguém ver a gente invadindo nós vamos-

- Ei, relaxa - disse ele andando mais um pouco - viu, chegamos.

Ele se sentou na grama e eu me sentei ao seu lado, sentido ele passar o braço pela minha cintura. Encostei minha cabeça em seu ombro e respirei fundo, sentindo o aroma de natureza invadir minhas narinas.

- Sério que você não sabe onde estamos? - perguntou.

- É familiar.

- Tá vendo aquilo? - apontou - era uma pizzaria...

Senti um flashback me acertar com força, as imagens frescas apareceram na minha mente como se estivesse acontecido ontem.

 

"- Senhor Jeon... - fechei os olhos. Pensa _______. - eu estava espremendo uma espinha no rosto de JungKook! - dei um pequeno beliscão no rosto de JungKook e ele disse um "AI" bem alto - Pronto terminei - sorri me levantando, fazendo com que JungKook rolasse com tudo para o chão - Ops...

- Ah, tudo bem... - murmurou ainda confuso - A gente tava querendo comer pizza, vocês podem ir comprar pra gente?"

 

"- Pra onde vamos agora? - perguntei vendo que não tinha lugar para sentar, saindo da fila.

- Vamos para o parque aqui em frente, a gente volta daqui a pouco - disse JungKook.

- Tabom."

 

"Ele ficou em silêncio, parecia pensar no que dizer, ambos encaravamos as estralas pensativos. Ele me puxou para mais perto dele e deu um beijinho na minha bochecha.

- É cedo demais pra dizer que te amo? - perguntou e ambos rimos.

Me virei para ele e então começamos a nos beijar lentamente, acariciando a lingua um do outro calmamente, trocando carícias inocentes na duração do beijo. Ele pôs uma mão na minha cintura e apertou, me puxando ainda mais pra perto.

- JungKook, estamos em público... - sussurrei separando o beijo.

- Quero que todos vejam que você é apenas minha - sorriu. Sorri corada e ele sugou meu lábio inferior lentamente. - Você fica muito fofa vermelhinha assim."

 

Sorri e senti meus olhos se encherem de lágrimas, fazia tanto tempo e mesmo assim ele lembrava...

- Não acredito que você lembra - falei animada e ele sorriu.

- É claro que eu lembro! - disse animado - qualquer momento com você é inesquecível...

- Não acredito, o que aconteceu com o parque? E a pizzaria?

- Bom, a pizzaria se transferiu para outro lugar e como era o unico comércio aqui ficou perigoso, então eles fecharam o parque - explicou - mas deixaram aquela passagem aberta e bem... Aquele dia pra mim foi especial.

- JungKook-ah... - murmurei sentindo meu rosto esquentar, aproximei meu rosto do dele e segurei suas bochechas - eu te amo - lhe dei um selinho e ele sorriu.

- Eu também te amo.

Sua mão foi para minha nuca e ele quebrou o mínima distância entre nós, introduzindo sua língua em minha boca e me beijando de forma calma. Tomei distância apenas para sentar em seu colo, colocando minhas coxas por cima das suas e o beijando novamente, passando meu braço por seus ombros e agarrando seu cabelo.

Abri os olhos assim que nos separamos, graças a necessidade do oxigênio. Olhei no fundo de seus olhos escuros e me permiti perder-me alí por um alguns segundos, até que ouvi uma música e o JungKook pegou o celular, que vibrava.

- Quem é? Aconteceu alguma coisa com as crianças? - perguntei a primeira coisa que me veio a mente.

- Não, é só que... Nós precisamos conversar - disse sério.

- Tudo bem...

Saí de seu colo ficando em pé e ele se levantou também, segurando minha mão e entrelaçando nossos dedos.

- Lembra-se daquele dia que a gente discutiu? - perguntou assim que começamos a andar e eu engoli seco.

É claro que eu lembro.

Eu e JungKook raramente discutimos e quando acontece, as coisas costumam se resolver rápido. Mas tem aquele ditado: são os motivos mais fracos que estragam as relações mais fortes. A briga foi a ponto d'eu manda-lo ir embora e, tomado pela raiva, ele foi dizendo que não iria mais voltar.

Naquele momento eu pensei que havia acabado ali, que todo nosso esforço tinha sido atoa e que eu seria mãe solteira, mas horas depois, ele voltou com o rosto inchado e vermelho pelas lágrimas - não muito diferente de mim - e nos prometemos nunca mais fazer isso um com o outro.

- Lembro... - murmurei.

- Naquele dia eu estava com tanta raiva e parei o carro aqui perto, mas eu percebi que estava fechado, então eu dei a volta de carro e vi aquela entrada. - suspirou - Entrar aqui e me deitar na grama me fez ter tantas lembranças, eu podia ver claramente nós dois aquele dia, éramos tão novos e não fazíamos ideia do que o futuro nos reservava... - ele parou em frente à um lago e pegou o celular, parecendo conferir as horas. Guardou novamente e segurou minhas duas mãos. - E eu pensei que, não importa o que aconteça no futuro, independente das brigas, dos desentendimentos eu... Quero ficar ao seu lado - ele se abaixou colocando um joelho no chão, na posição de cavaleiro. Puxou uma caixinha de veludo do bolso e a abriu, me dando a visão de duas alianças reluzentes - _________, quer casar comigo?

Quando a última frase foi dita eu não aguentei mais segurar, pulei em seus braços e nós dois caímos deitados na grama enquanto eu dizia vários "sim" e o enchia de beijos pelo rosto.

Ouvi um barulho familiar e olhei para cima, vendo fogos estourarem no céu. As cores eram lindas e chamativas, fazendo com que meus olhos se iluminassem.

- JungKook, que lindo! - disse admirada - você que fez isso?

- Mais ou menos - sorriu de lado - vem cá amor.

Ele me puxou pela cintura e eu me deitei por cima dele, o beijando de jeito necessitado. Suas mãos firmes apertaram minha cintura e eu soltei um arfar entre o beijo, puxando seu lábio inferior com os dentes.

- Ei, vocês! - uma luz mirou na gente e eu me virei, vendo um guarda - essa propriedade está fechada seus vagabundos, nada de sexo por aqui!

- Tudo bem, nós já estamos de saída - disse Jungkook enquanto se levantava, eu fazia o mesmo.

- Não quero saber, vocês estão presos por invasão! - disse se aproximando.

- E agora? - sussurrei para JungKook vendo o outro se aproximar.

- Três... Dois... Um... - quando o guarda se aproximou JungKook deu um tapa em sua lanterna, fazendo com que o objeto voasse da mão do guarda.

- EI MINHA LANTERNA! - gritou indo pegar.

- CORRE!!

E depois da última palavra dita JungKook segurou minha mão com força me puxando para correr ao seu lado, eu obviamente mal estava aguentando (sedentária? Talvez) mas graças a ele me puxando conseguíamos manter uma boa distância.

Passamos pelo buraco e entramos no carro, vendo JungKook acelerar ao máximo e ouvindo um guarda muito irritado nos xingando. Soltei uma gargalhada ao sentir a adrenalina ferver em minhas veias, olhei para o lado e JungKook estava no mesmo estado que eu, parecíamos ambos adolescentes de novo. Ele se curvou por um momento e selou meus lábios nos seus, voltando a atenção para a estrada.




 





 

- Obrigada por cuidar deles! - agradeci a prima de JungKook com um abraço, a mesma sorriu e me abraçou de volta.

- Não foi nada, elas dormiram assim que você saiu - sorriu - eu tenho que ir, se cuidem.

Ela foi embora e eu sorri animada, olhando a aliança brilhante em meu dedo - que eu havia colocado no carro. Fui direto para o banheiro tomar banho e tive todo cuidado de tirar a aliança e coloca-la na pia para não molhar. Aproveitei e parei para analisa-la, tinha várias pedrinhas de diamante em formato da metade de um coração e a de JungKook era da mesma forma, porém com pedrinhas de ouro. Um completava o outro.

Tirei toda a roupa e entrei no chuveiro, sentindo a água quentinha passar por todo o meu corpo, fazendo-me relaxar. Ouvi a porta do banheiro se abrir e, um minuto depois, a do box também foi aberta. Mordi o lábio ao ver JungKook entrar totalmente nu, entrando de baixo do chuveiro comigo e me beijando.

- Eu disse que a noite você não me escapava - murmurou entre o beijo, me imprensando na parede.

Meus pelos se eriçaram ao sentir a parede gélida e seus beijos descerem pelo meu pescoço e sua mão escorregou para minha intimidade, onde começou a mover os dedos. Minhas mãos foram direto para seus braços onde eu arranhei sem piedade a fim de descontar meu prazer, rebolando cada vez mais rápido sobre seus dedos longos.

- Ahh, Jeon... - mordi seu ombro e ele gemeu, passando seu membro ereto em minha perna - porra...

Meu orgasmo estava chegando ao ponto que sentia meus ossos fraquejarem e espasmos cada vez mais fortes pelo meu corpo, porém antes que eu chegasse lá ele retirou os dedos de mim, os chupando enquanto olhava nos meus olhos com um sorriso safado.

- Filho da mãe... - murmurei irritada e seu sorriso se abriu mais ainda.

- Que boquinha suja amor - falou num tom de deboche - porque não usa ela pra outra coisa, hm?

Ataquei seus lábios enquanto invertia as posições, o colocando contra a parede fria o vendo separar os lábios para soltar um arfar graças à temperatura da parede. Desci minha mão por seu abdômen e envolvi seu membro já totalmente ereto em minha mão, masturbando apenas a glande em velocidade lenta enquanto ouvia-o gemer baixinho no meu ouvido.

- _______... Porra... Para de me torturar... - pediu mordendo meu lábio. Decidi provocar um pouco mais e me abaixei o suficiente para lamber seu mamilo, o mordiscando e mantendo os olhos atentos em suas expressões, que se resumiam em caretas de prazer. - eu preciso da sua boca em outro lugar.

Assim que disse ele agarrou meu cabelo e fez-me ajoelhar, soltando um gemido rouco e arrastado assim que pus o máximo que pude do membro dele em minha boca, passando a língua pelas veias petuberantes e sugando cada vez mais forte.

Não demorou para que eu sentisse sua glande inchar mais em minha boca e seu corpo soltar espasmos, mas antes que eu pudesse afastar minha boca - para uma possível vingança - ele apertou meu cabelo me impedindo, enchendo minha boca com seu gozo.

- Ahhr... Você chupa tão gostoso... - disse me puxando para cima, enfiando sua língua em minha boca sem hesitar. Suas mãos foram para minhas coxas apertando-as com força e me erguendo no ar, me carregou até a pia e me colocou sentada em cima da pia bem na ponta, abrindo minhas pernas. - não se esqueça de que as crianças estão dormindo. - sussurrou no meu ouvido um segundo antes de, brutalmente, enterrar seu membro em mim.

- AHH! - gritei, apertando seu ombro enquanto jogava a cabeça para trás - JungKook...droga... - sussurrei.

Ele sorriu e começou a me estocar mantendo um sorriso debochado enquanto ia cada vez mais fundo em mim, me vendo maltratar os lábios para não gemer tão alto. Sua boca colou-se a minha enquanto diminuía o ritmo, iniciando um beijo lascivo que passou a ser mais fora da boca do que dentro.

Separou sua boca da minha quando o ritmo voltou a ser frenético, deixando um fino fio de saliva unindo a pequena distância que nossas bocas se encontravam. Novamente, porém de forma mais intensa, senti espasmos pelo meu corpo enquanto meus ossos pareciam perder a força a cada vez que JungKook investia contra mim. As pontadas em meu abdômen aumentaram ao ponto em que ele travou, anunciando o meu orgasmo arrebatador junto com um gemido alto de ambas partes.

JungKook parou de se mover e se retirou de dentro de mim, me puxando para que eu descesse de cima da pia. Me coloquei de pé e gemi baixinho, sentindo ele me virar e fazer meu tronco se curvar sobre o lavatório.

- Kookie... - murmurei manhosa, sentindo minhas pernas moles.

- Tá sem forças, amor? - perguntou, pincelando sua glande em minha entrada.

- S-sim.. Anw...

Novamente ele me penetrou e começou indo de vagar, aumentando o ritmo gradativamente. Não demorou para que estivesse do mesmo modo intenso de antes, soltando gemidos dessa vez menos controlados, denunciando que seu orgasmo também estava próximo.

- Você tá tão molhada... - disse desferindo um tapa em minha bunda, que gemi seu nome - que delícia... Gostosa...

Então ele saiu de dentro de mim, masturbando-se no mesmo ritmo que me estocava antes. Segundos depois senti seu líquido quente na bochecha da minha bunda, descendo para minha perna.

Levantei-me um pouco zonza e o abracei, que retribui de bom grado, me levando para o box.

...

Estávamos abraçados na cama, ele me abraçava pela cintura e seu rosto se encontrava deitada em meus peitos, enquanto eu acariciava seu cabelo num cafuné carinhoso.

- Já tá dormindo? - sussurrei e ele murmurou um "uhum". - ah... Então tudo bem...

Ele se ajeitou e veio pra cima de mim, os olhos pequenos devido ao sono e o rosto um pouco amassado, sorri com a visão.

- Pode falar, 'tô te ouvindo. - colocou o rosto na curvatura de meu pescoço, aspirando meu cheiro de jeito profundo, fazendo com que eu me arrepiasse.

- Eu só queria dizer que... Eu não sei... Você faz tantas declarações e as vezes eu me sinto tão privilegiada por ter alguém como você ao meu lado. Mesmo com todos os seus defeitos eu... Eu te amo muito. - falei e senti ele sorrir.

- Acredite, o privilegiado sou eu. - disse abafado - eu também te amo.

- Você tá cansado, boa noite Jeongguk...

- Boa noite, futura senhora Jeon

 

 


Notas Finais


HOUEEEI

Então povinho, o que eu tenho para falar é:
EU AMO VO6 <3

E também que tô aberta (principalmente pro bias dlç -q) pra pedidos novamente, então escrevam aqui nos comentários ou por MP com quem vocês querem e como querem que eu faço <3 :3

E outra, eu estou pensando em escrever um fic nova, porém, com hibridos (acho q cês sabem como é, né?) e vocês seriam a gatinha do bangtan. Vão querer? Digam porq estou insegura T^T

Bom, é isso, até o proximo e ultimo cap, beijos <3
COMENTEEEEEEM <3

Minha nova OS do Hoseokão:
https://spiritfanfics.com/historia/daddy-imagine-hoseok--j-hope-6954499


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