História Provocante - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Tags Camila, Camren, Camren G!p, Comedia, Lauren G!p, Romance
Visualizações 474
Palavras 1.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooo eu aqui.
Então, estão com saudade?
Ñ ia postar nada, mas aqui estou eu so para distrair.


Volto amanhã com um capítulo melhor para vcs.
Qualquer erro ajeito depois

Capítulo 19 - Pássaro madrugador


Fanfic / Fanfiction Provocante - Capítulo 19 - Pássaro madrugador

SELENA FICOU pensando nas palavras da prima durante quase toda a noite de quinta-feira. Tanto que mal dormira, e saiu da cama bem antes de seu despertador tocar na sexta-feira de manhã.

Se havia uma coisa sobre a qual Camila conhecia bem, era sobre amantes. E, se ela achava que Selena não estava enviando sinais fortes o suficiente para Demi, então provavelmente estava certa. Camila demonstraria seu interesse de forma mais óbvia. Então era isso que Selena faria. Naquela manhã, ela se vestiu para trabalhar um pouco mais cuidadosamente do que o habitual. Sua roupa de trabalho normalmente consistia de calças capri em tom pastel ou calças compridas e blusa. Hoje, ela vestia uma saia amarela que se grudava ao traseiro como se ela tivesse se sentado em uma banheira de manteiga. Colocando uma camiseta branca apertada para combinar, ela deu uma olhada no espelho e ficou surpresa com o que viu.

Não estava muito parecida com Selena, a escriturária boazinha e sorridente. Na verdade, estava sexy. Tinha curvas… belas curvas. Os seios estavam empinados e torneados, destacados pelo decote da blusa. E, apesar de ela não ser dona de pernas especialmente longas, elas estavam muito bonitas na saia.

Sentindo-se praticamente armada para uma batalha, ela pôs um suéter leve, o qual pretendia retirar assim que visse seu alvo, e seguiu para o trabalho. Queria chegar cedo, pois assim poderia se acostumar a circular pelo escritório naquela saia minúscula e sandálias de salto alto sem tropeçar e fazer papel de boba.

Normalmente ela era a primeira chegar à concessionária, de qualquer forma. O local só abria para os clientes às 10h, sendo que a maioria do pessoal da equipe de vendas aparecia lá pelas 9h… cerca de meia hora depois que ela iniciava seu expediente. Quando ela chegou à concessionária, eram apenas 7h30, uma hora cedo até mesmo para ela.

Estava escuro lá dentro, conforme era esperado, e assim que entrou Selena procurou pelo interruptor para acender o conjunto de luzes no teto. Porém, antes de fazê-lo, algo lhe captou a atenção… Uma luz prateada vindo de debaixo da porta do escritório. Onde ela trabalhava normalmente.

Ela supôs ter se esquecido de apagar a luz na noite anterior, quando saiu. Mas, mesmo assim, foi cautelosa quando se aproximou. Aquela região era bastante segura, porém assaltantes ocasionais não eram exatamente algo inexistente ali. Ela não ia abrir a porta e surpreender algum drogado procurando por dinheiro em caixa.

Quando estava a centímetros da porta entreaberta, ouviu uma voz vinda lá de dentro. Tensionou pelo mais breve dos segundos, então reconheceu a voz e relaxou.

Era Demi. Ela obviamente havia aparecido cedo para trabalhar. Embora Selena não conseguisse ouvir quem quer que fosse conversando com ela, imaginou que mais alguém tivesse chegado mais cedo também.

Que pena. Se Demi estivesse sozinha, ela poderia colocar seu plano de “enviar sinais mais óbvios” em prática. Se, é claro, ela tivesse coragem, fato que era questionável.

Colocando a mão na maçaneta, Selena  pausou quando ouviu Demi falar novamente, respondendo a uma pergunta que ela não havia escutado ser feita. Foi então que ela percebeu que a conversa era unilateral. Demi estava conversando com alguém ao telefone.

Não desejando escutar, ela se afastou, pegando apenas o trecho de um comentário feito por Demi. Algo sobre um acordo que estava rolando. Parecia que a vendedora principal deles havia fisgado outro comprador, um que gostava de fechar negócios de manhã bem cedo.

Quando ela notou a voz de Demi silenciar, perguntou-se se notaria quando Demi tivesse terminado, e bateu uma vez à porta. Sentindo-se um pouco boba, pois era mesmo, em essência, por bater à porta do próprio escritório, ela abriu a porta e entrou.

 – Bom dia, pássaro madrugador – disse ela. 

Demi levantou a cabeça num susto, tão surpresa que deixou o celular cair bem aos seus pés.

– Desculpe, eu não quis assustar você – falou ela. Normalmente ela aguardaria silenciosamente e deixaria que Demi mesmo recolhesse o telefone. Porém, as palavras de Camila continuavam ressoando aos seus ouvidos. Então, em vez disso, ela se ajoelhou cuidadosamente, abaixando-se para pegar o aparelho para Demi. Manteve uma das mãos sobre a saia para mantê-la no lugar, porém, apesar disso, Demi não pôde disfarçar que o tecido tivesse subido vários centímetros por suas coxas.

Ainda parecendo chocada, Demi não disse nada. Os olhos semicerrados estavam fixados nas coxas dela. O queixo estava visivelmente cerrado e Demi respirava por lábios entreabertos.

Demi parecia… faminta. Exatamente do jeito que Selena já a vira olhá-la uma ou duas vezes. Mais do que isso, Demi parecia perigosa. Não era a Demi boazinha olhando para o par de pernas de uma mulher, mas a Demi pecaminosamente sensual olhando para o par de pernas de uma mulher e as imaginando em torno de sua cintura.

Ela poderia fazer aquela cena. Definitivamente poderia fazer aquela cena. Independentemente se Camila faria ou não. É isso. 

– Aqui está – disse ela, entregando-lhe o celular.

Deni o pegou das mãos dela, os dedos de ambas roçando levemente. Aprumando-se, Demi enfiou o telefone no bolso. O rosto esbelto de Demi parecia fatigado, como se ela não tivesse dormido bem.

– Então, valeu a pena ter chegado cedo? – perguntou ela, sabendo que soava tímida. Ela não conseguia evitar copiar Camila um pouquinho. – Está tudo… satisfatório?

Os olhossemicerraram. 

– O que você quer dizer? 

– Quero dizer, você conseguiu fechar qualquer que fosse o negócio que estivesse tentando esta manhã? 

Deni assentiu lentamente.

 – O negócio. Sim. Está tudo bem. 

– Que bom. Talvez você bata mais um recorde de vendas este mês.

 Com um gesto casual que nunca pensou ser capaz de exibir, Selena jogou a bolsa sobre a mesa, que estava repleta de arquivos, documentos e coisas do financeiro. Reunindo coragem, ela tirou o suéter dos ombros. Precisava chegar perto de Demi, muito perto, para alcançar o cabideiro na parede. O braço dela roçou no de Demi quando ela jogou o suéter em um dos ganchos.

 – Selena…

 Sorrindo, Selena se virou e olhou para ela. 

– Sim?

 Demi não estava olhando para o rosto dela, sua atenção estava concentrada mais abaixo. Na gola cavada da camiseta apertada. O calor da olhada de Demi esquentou todo o organismo dela e ela sentiu o corpo reagir. Um rio vagaroso de desejo fluía nas veias dela. Ela contraiu as coxas em reação. Mas não havia como disfarçar o jeito como os seios ficaram mais pesados, os mamilos enrijecendo para picos gêmeos que cutucavam a camiseta. Demi notou. Definitivamente notou. Engolindo em seco, Demi resmungou: 

– Por que você está vestida assim?

 – Assim como?

 – Como se estivesse caçando homens em uma boate em vez de trabalhando para um bando de vendedores de carros usados e manobristas picaretas em uma loja de carros? – questionou Demi, em um tom áspero.

Selena deu um passo para trás instintivamente. Um pouco magoada. Um pouco confusa.

– Eu só… – Canal Camila. OQCF? Respirando fundo, ela jogou a cabeça para trás e empinou o queixo. – E por acaso minha roupa de trabalho é da sua conta?

Demi  foi até ela, agarrando-lhe os braços como se não conseguisse se conter. 

– Vista seu suéter. 

– Obrigue-me. 

O corpo inteiro de Demi tensionou em frustração, então ela ergueu a outra mão e agarrou o outro braço de Selena. Ela não tinha certeza do que Demi iria fazer: chacoalhá-la ou tomá-la nos braços e beijá-la. Ela definitivamente estava esperando pela segunda opção. Selena devia ter se sentido intimidade, talvez até mesmo amedrontada, considerando o tamanho dela. Mas ela já sabia que Demi não iria fazer nada para machucá-l. Demi estava atraída por ela, Selena tinha certeza disso agora, e só não sabia o que fazer a respeito daquela atração, já que elas eram colegas de trabalho.

– Ou você tira suas mãos de mim ou faz alguma coisa com elas – rebateu ela, ainda pensando do jeito que sua prima faria. 

– Mas que droga, Selena. 

Mas, antes que Demi pudesse fazer uma coisa ou outra, elas ouviram o som de vozes do lado de fora da porta. Não eram, aparentemente, as únicos que haviam chegado cedo ao trabalho.

Demi a soltou e se afastou instantaneamente. Ela balançou a cabeça, como se para limpar a mente, e a espiou cautelosamente. Finalmente falou: 

– Eu realmente acho que você deveria vestir seu suéter. 

Selena escondeu um sorriso, gostando da pequenina sensação de poder que sentiu por ter aquela mulher linda e grande reagindo tão fortemente a ela. Cruzando os braços, o que fez os seios dela se empinarem mais e enrijecerem mais contra a blusa, ela balançou a cabeça.

– Acho que não, Demi. Se você não gosta do jeito como estou vestida… Sugiro que não olhe para mim.

Sabendo que a bravata não ia durar muito mais, ela passou por Demi rumo ao andar do showroom para cumprimentar os outros vendedores que haviam chegado, permitindo que Demi a observasse com aqueles olhos que brilhavam como o sol.


Notas Finais


Então?


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