História Provoque-me - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hopemin, Hoseok, Jikook, Namjin, Taehyung, Taeseok, Taeyong, Vhope, Yoonmin
Exibições 93
Palavras 1.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drabble, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Demorei? Me perdoem okai? A unni está atolada de ficks pra atualizar e encantada com algumas aqui pra ler. >...<
Obrigada aos favoritos e aos que comentam, assim como os que estão dando seu carinho aqui pra mim.

Capítulo 3 - Agora vem o dois.


Fanfic / Fanfiction Provoque-me - Capítulo 3 - Agora vem o dois.

Aos poucos eu me senti completamente tomado por um sentimento que não era bem meu, eu estava com inveja. Estava me queimando e me consumindo por esse sentimento, logo eu que nunca fui disso, logo eu que nunca gostei de me ver assim. Estava ali, me correndo por dentro. Fazendo dos meus pensamentos gentis algo odioso, tudo porque? Porque meu irmão estava no sofá da nossa sala, abraçado com seu namorado, vendo um filme a esmo que se passava na Tv. E bem, eles nem estavam prestando atenção. Pois meu irmão, tarado o suficiente estava quase engolindo Hoseok. Beijando sem qualquer pudor. Não se importando com o fato de que nossos pais estivessem no andar de cima, podendo presenciar aquilo a qualquer momento. Mas eis a questão. Desde quando Kim TaeYong se importava com alguma coisa? Quando isso aconteceu? Faça-me rir. Eu estava em tempos de sair dali e não ficar mais presenciando isso. Eu por minha vez estava cozinhando o nosso jantar. Tínhamos uma pequena tradição ridícula ali. Cada noite era de alguém, uma minha, um do meu irmão, do meu pai e da minha mãe. E naquela noite, eu tinha o desprazer de estar cozinhando, ainda mais que a nossa cozinha era em estilo americana. E do balcão eu podia muito bem ver o meu irmão devorando o homem que eu gostava. Como se aquilo fosse a coisa mais fácil do mundo. De repente meu celular toca, e eu atendo sem ver quem é.

- Vai ter das suas lutas hoje. - Era Yoongi hyung do outro lado da linha, ele não parecia muito animado. Ele nunca parece.

- Não hoje, é meu dia de cozinhar e bem. Aquele hyung está aqui. - eu disse baixinho, não queria ser escutado.

- Ah, entendi, que droga eim? Ver seu irmão comendo o cara que você gosta. - suspirei. Não precisava me dizer o que eu já sabia. - Estou desligando aqui. Até depois Tae. - apenas me despedi com um até logo sem animo e voltei a me concentrar na comida. Não que eu não goste de cozinhar, mas daquela forma as coisas não me parecem boas. E no final das contas era estranho olhar pra aquele sofá e meio que me ver. Somos gêmeos idênticos afinal. Era como se eu estivesse ali. Realizando o meu sonho e desejo, enquanto eu estou aqui. O outro lado da lua, sendo atingido apenas pelo breu. Aquilo estava me sufocando e eu precisava fazer alguma coisa logo. Até quando TaeYong tomaria mais coisas de mim?

- Quer uma ajuda ai? - a voz melodiosa de Hoseok me surpreendeu e eu quase derrubei a panela da sopa.

- Na-não precisa hyung. Eu consigo sozinho. - tentei não parecer nervoso, mas era impossível. Ele me deixava assim sempre. O ruivo apenas sorriu e mesmo assim ignorou os meu pedido. Viu que ainda haviam algumas cenouras para descascar e assim, se prontificou a fazer aquela tarefa. Achei estranho e quando olhei pra sala, meu irmão estava ao telefone. - Não precisa, serio. Você é visita.

- Mesmo as visitas tem de ajudar as vezes, ainda mais agora. O Tae está ocupado conversando com o Jeon. Parecia importante, então não me importei de vir ajudar o meu cunhado. - cunhado, que palavra dolorosa. Mas o que eu podia fazer? Se era realmente isso que éramos? Apenas assenti e continuei o que estava fazendo. Um silencio bom se estendeu entre nos. Eu não sabia o que dizer, e acredito que ele não queria falar nada. Jung Hoseok sempre fora muito ativo quanto a dialogar. Se ele estava quieto, era porque algo tinha ali. Ignorei.

...

Comemos em silencio e depois de umas horas o ruivo foi embora, agradecendo educadamente pela comida e principalmente por termos o acolhido em sua casa. Meu irmão mal se despediu do namorado e infantilmente pulou no sofá, ligando um jogo a esmo e ignorando a nossa paz. Era uma sexta a noite de qualquer jeito. Naqueles dias TaeYong passava horas jogando e eu? Bem, eu ia fazer o que mais me dava prazer naquele mundo. Seguir Jung Hoseok. Aquilo havia passado a ser um vicio pra mim. Meu irmão e ele já estavam com um mês de namoro e a uma semana eu passei a seguir meu cunhado por toda parte. Claro que eu nunca era notado, não que o ruivo fosse lento, longe disso. Ele era bem ativo e por diversas vezes quase me pega no ato. Mas eu sou mais esperto e ágil e de alguma forma, gosto de estar sempre acompanhando seus passos. Descobri muito sobre ele, onde mora, o que faz depois da escola, que tem um gato gordo e laranja. E o melhor de tudo, que mora sozinho. Sim, seus pais moram em Busan, deixando assim o Jung sozinho na enorme Seul. Motivos? Ainda não descobri, mas aos poucos vou saber disso também. Mas o fato dele morar em um apartamento perto da escola foi a melhor coisa que me aconteceu. Já que eu conhecia aquelas bandas. Lutava em um clube bem escondido ali por perto. Assim eu conhecia tudo como a palma da minha mão; E as vezes eu ficava horas e horas olhando o ruivo pela janela. já que seu aparamento tinha uma janela que dava para a rua. E provavelmente aquela era a janela da sua sala. Coisa essa que descobri ontem, quando fui até sua casa. Eu tinha a chave. Como fiz isso, bem simples, as vezes ele ia ver o tapado do meu irmão e deixava suas coisas no nosso quarto. Peguei um dia a esmo a chave dele e fiz uma copia. A comodidade de morar próximo a um shopping dava nisso. Hoseok nem percebeu quando o objeto sumiu e voltou ao seu local de origem. Assim eu tinha acesso ao seu apartamento com a maior facilidade. E sempre que ele não estava eu entrava lá. já que eu sabia que ele trabalhava como garçom em um café não muito distante dali. Passando assim a tarde fora.

Nas tardes em que ele não estava eu me aproveitava, ficava deitado em sua cama, vasculhava suas coisas, tendo o cuidado de por tudo no local. Já que o ruivo era muito detalhista e organizado. Eu mexia em suas roupas, olhava seus perfumes. Cheirava suas blusas e sua roupa de cama. Assim como brincava com o gato que ele tinha. Já que o bichinho gostava de mim. E pra que isso? Simplesmente eu não sei. Mas me acalmava estar ali, me acalmava ter o cheiro dele em todos os lados, me acalmava até quando eu exagerava e cheirava suas cuecas. Me sentia sujo as vezes, ainda mais quando em um dia a esmo eu me masturbei em seu sofá cheirando suas roupas. Claro, que eu limpava tudo meticulosamente. Mas mesmo assim. Eu as vezes não me reconhecia.

...

Não era tão tarde assim. Mas vi Hoseok na sua sala, com seu gato. Ele estava lindo como sempre e parecia distraído vendo a Tv. Eu achava que ele se sentia sozinho e eu queria muito estar com ele, contanto não era a mim que ele queria, não por enquanto. já que eu estava disposto a fazer de tudo para que ele viesse a me amar. Mesmo que pra isso precisasse apagar aquela luz que o cegava.

Fiquei ali por mais um tempo, tempo suficiente apenas para que ele visse o que eu havia deixado para si na tarde anterior. Eu gostava de cozinhar e reparei que ele vivia se alimentando mal, assim eu fiz pra ele um bolo. Simples e prático. E deixei na geladeira. Claro que ele iria achar aquilo estranho, mas eu não me importava. E fiquei feliz quando o vi comendo do alimento. Pensando eu que ele achou que aquilo fosse um presente da vizinha de sessenta anos que morava ao lado, já que a senhorinha ali, também tinha as chaves da casa dele. Aquilo era algo que eu ainda não havia entendido, mas logo descobriria. Meu futuro namorado é muito bobo. E eu acredito que apesar de assustado ele deve estar curioso. Já que eu acredito que ele tenha ideia de alguma coisa. Assim precisamente. Mas naquele noite eu queria ver só aquilo. Estava animado pro dia seguinte, seria sábado. E aos sábados eu gosto de provar o gosto do corpo dele. E como eu fazia isso? Simplesmente, tinha meus meios.


Notas Finais


Tae é um amor assim, não e mesmo?
Curiosos pra saber como ele faz isso?


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