História Ps: Com muito amor. - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chris Evans, Vanessa Hudgens
Personagens Chris Evans, Vanessa Hudgens
Tags Chris Evans, Ps: Com Muito Amor, Romance, Vanessa Hudgens
Exibições 133
Palavras 1.438
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa leitura gente! s2

Capítulo 5 - Uma noite de bastante conversa


Fanfic / Fanfiction Ps: Com muito amor. - Capítulo 5 - Uma noite de bastante conversa

Estávamos no carro indo para o local onde iríamos comer ou tomar alguma coisa.

-Então a senhorita anda trabalhando muito? - ele me perguntou enquanto dirigia 

-Bastante – falei sorrindo e olhando pra ele – Deu pra perceber né? - dei um sorriso fazendo ele rir alto 

-Percebi, duas semanas e nada! - ele disse rindo  

-Juro que eu tive bastante trabalho - falei sorrindo

-Quem jura mente - ele sorriu - Mas te dou um desconto porque você topou sair comigo.

Fomos conversando sobre alguns assuntos bobos, até chegarmos numa cantina italiana que existia na cidade e eu nunca tinha ido! Entramos no local, sentamos um de frente pro outro, em uma mesa que dava pra janela onde se via a rua, toda molhada da chuva e entrava uma leve brisa do tempo frio, e logo vieram nos atender, pedimos algum tipo de massa e vinho. 

-Então me diz – falei dando um gole no vinho – O que você queria tanto comigo? - falei sorrindo 

-Isso – ele disse esboçando um sorriso lindo – Conversar, ter algumas horas sem nada pra fazer e só conversar – sorri ao ouvir a resposta dele – E também ver seu sorriso, que por acaso é bem bonito. Então me diz, o que uma moça como você faz numa cidadezinha como essa? - ele falava enquanto dava um gole em seu vinho. 

-Uma moça como eu? - ele assentiu com a cabeça - O que seria uma moça como eu?  

-Enigimática - ele disse me olhando – Acho que essa cidadezinha é pequena demais pra você e o que você quer fazer da sua vida. 

-Mas eu não quero muito, eu quero só o essencial pra mim. – falei enquanto bebia meu vinho - Só quero poder trabalhar no que gosto e no que me identifico, construir uma boa carreira, talvez solidificá-la. Já tenho um apartamento de dois quartinhos, e que está ótimo só pra mim, por agora.  

-Mora sozinha?  

-Moro, mais ou menos – falei sorrindo tentando me explicar – Minha amiga está reformando a casa dela e tá passando um tempinho lá em casa... Mas fora isso, moro sozinha.  

-Onde seus pais moram? 

-Minha mãe mora na em Memphis – falei.  

-E o que a filhinha dela faz aqui? 

-Eu precisei de um lugar só pra mim, não que eu não tenha uma boa convivência com a minha mãe, mas ela tem a vida dela com meu padrasto e com as duas filhas dele, sabe? - falei tentando fingir que tudo estava bem – E sem contar que eu já estava cheia daquele lugar, me mudar de casa não era o suficiente, eu queria novos ares e então parei aqui – falei sorrindo - Já meu pai era meu amigão, ele não era um típico pai de menina, sabe? Rigoroso e tal, ele era tranquilo demais comigo, mas ele faleceu tem dois anos.

-Sinto muito - ele disse me olhando - Você era bastante apegada a ele né?

-Muito! - falei sorrindo ao me lembrar do meu pai - Mas infelizmente algumas pessoas são muito más e meu pai tinha contatos com essas pessoas, e por algum acaso que nem polícia, nem advogado, nem ninguém descobre, eles mataram meu pai. Isso foi meio que o empurrão que faltava pra eu me mudar. 

-E isso tem quanto tempo? - ele perguntou 

-Que ele faleceu tem dois anos, que eu vim pra cá tem um ano e meio, é meio recente... Mas eu amo aqui, é diferente de casa, sabe?Aquela agitação. – disse enquanto dava um gole no meu vinho – Mas e você? Me fala de você... - falei rindo tentando despistar.  

-Eu tô bem – ele disse sorrindo – Eu sempre morei aqui, eu não né, minha família. Gosto muito daqui, é calmo e eu gosto disso. Venho aqui quase sempre quando não estou trabalhando em Los Angeles. 

-Acontecem coisas em nossas vidas que nos fazem vir pra Maryland – falei sorrindo e na mesma hora ele ficou me olhando e sorrindo – O que foi? - perguntei sem entender 

-Não sei como era sua vida antigamente com sua mãe e seu padrasto, mas vida nova né. Fico feliz por você não ter parado lá e ter começado a viver. E olha, se você morasse em Memphis ainda, eu acho que nossa probabilidade de se encontrar seria bem menor – ele disse sorrindo, o que me fez sorrir, na mesma hora ele colocou a mão dele sobre a minha - Você é pequena na altura, mas é forte, dá pra perceber isso - eu sorri ao ouvi-lo - Vai saber lidar com o pessoal daqui. 

Olhei pra mão dele que estava em cima dele e logo mudei meu olhar e se encontraram no olhar mais amável e azul desse mundo, o que me fez dar um sorriso de lado. Na mesma hora puxei com delicadeza minha mão e deu um gole no vinho, no mesmo momento a nossa comida chegou e comemos.

-Mas me conta do seu projeto que eu vou ter que cobrir - falei ao me lembrar do que ele havia dito para mim há duas semanas atrás.

-Ah sim, é festival de Cannes, conhece? - ele perguntou e eu acenti com a cabeça - Eu vou ter que ir e seria legal se você fosse comigo. 

-Mas como assim? Ir pra cobrir como uma jornalista, ou...

-Não, ir comigo - ele disse sorrindo e me olhando - Como amiga é claro, você pode até ver alguma pauta pro seu trabalho, te ajudaria bastante - ele disse sorrindo e me olhando.

-Não sei... - falei pensando em porque ele iria querer que eu fosse com ele em um festival longe de casa, em outro país, só pra me ajudar no trabalho, eu sinceramente não sabia o que pensar, lógico que pra minha condição financeira isso era impossível, a empresa nunca pediu pra ninguém ir cobrir esse festival, afinal, é bem caro pra ir - Não sei mesmo - falei séria e pensativa.

-Juro que vai ser legal... - ele disse com um sorriso de canto e me olhando - Mas tem ainda um tempinho pela frente, pensa e vê direito - ele disse me olhando. 

Comemos, conversamos, discutimos sobre a política do país que está um caos, enfim, conversamos bastante. As horas passaram num piscar de olhos e quando nos demos conta, cada um tinha tomado três taças de vinho e conversado bastante, quando olhei a hora no celular, fiquei espantada em ver que já era nove e quarenta da noite. 

-Meu Deus, já tá tarde – falei sorrindo olhando pro relógio - A hora passou voando – falei voltando a olhar pra ele.  

-Bora então - ele disse rindo. 

Pedimos a conta, queria dividir o valor da conta, porém ele quis ser cavalheiro e falou que pagaria tudo. Tudo bem, nem insisti. Assim que saímos voltei a lembrar como o tempo estava frio. Entramos rapidamente no carro e fomos em direção a minha casa. Não conversamos muito sobre muita coisa importante no trajeto até minha casa. Depois de vinte minutos estávamos parados na porta da minha casa. 

-Obrigado pela noite – ele disse se virando pra me olhar enquanto eu estava encostada no banco do carona 

-Obrigado você, tava precisando tirar esse estresse de mim – falei sorrindo e pegando minhas coisas que estavam no banco de traz. 

-Anda tão estressada assim? - ele me perguntou sorrindo e se aproximando do meu rosto

-Bastante - falei sorrindo e sentindo meu rosto corar 

-A gente podia combinar isso mais vezes né? - ele perguntou 

-Vamos sim – falei sem dar muita importância e sorrindo pra ele, na mesma hora ele segurou meu braço com todo o carinho do mundo e falou sério 

-Sério, me responde por favor, me deixa esperando feito um babaca não - ele sorriu no final da frase, o que me fez rir. 

-Tudo bem – falei sorrindo enquanto me senti hipnotizada por aquele sorriso, tirei o cinto de segurança e olhei pra ele – Boa noite!  

Ele se aproximou ainda mais de mim e eu comecei a sentir a respiração dele, seu rosto estava pertinho do meu, na mesma hora senti que meu coração começou a bater mais rápido, na mesma hora virei a bochecha e ele me deu um beijo na bochecha. Assim que voltei a olhar pra ele, pude perceber que ele estava sorrindo e me olhava de uma forma diferente, meio amorosa talvez. Retribui o sorriso e sai do carro e fui andando até a porta do prédio, antes de entrar olhei para o carro e ainda estava parado na frente do prédio, sorri e acenei um gesto de tchau. Ele deu duas buzinadas e foi embora, e entrei no prédio e fui em direção ao meu apartamento. 


Notas Finais


Vou tentar postar todo dia ein gente
Tô conseguindo manter essa meta de postar, e vou tentar continuar assim.
Mas preciso saber o que você estão achando.
E ai?????? Tão curtindo?
Beijossssss s2


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...