História Ps: Com muito amor. - Capítulo 7


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Categorias Chris Evans, Vanessa Hudgens
Personagens Chris Evans, Vanessa Hudgens
Tags Chris Evans, Ps: Com Muito Amor, Romance, Vanessa Hudgens
Exibições 124
Palavras 963
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Eu preciso de uma prova.


Fanfic / Fanfiction Ps: Com muito amor. - Capítulo 7 - Eu preciso de uma prova.

Lá fora o tempo estava friozinho, porém, sem chuva graças a Deus. Eu estava no estacionamento do evento, esperando o taxi que eu já havia pedido.  

-Será que Deus gosta tanto assim de mim? - uma voz conhecida disse atrás de mim, por já imaginar de quem seria aquela voz, já me virei com um sorriso no rosto  

-Não é possível, você tá me perseguindo – eu disse ao ver que realmente era o Chris atrás de mim.  

-Acho que se eu tivesse te perseguindo não daria tão certo assim – ele disse rindo - Mas parece que alguma coisa quer que a gente se encontre sempre assim né - ele disse rindo, me fazendo rir.

-Tava aqui no evento? - perguntei por ter observado a roupa dele, ele estava de terno completo e bem bonito, cheirava tão bem que a mais de um metro eu conseguia sentir o cheiro do perfume dele.

-Estava – ele disse rindo – Tá linda! - ele disse rindo e me olhando, retribui o sorriso  

-Você também não está nada mal – falei sorrindo - Já tá indo embora? A balada nem começou... - falei sarcasticamente  

-Tô meio cansado de algumas coisas, daí vim embora. Meu carro tá aqui no estacionamento, vamos? Te dou uma carona... - ele disse andando na minha frente com um sorriso no rosto.   

-Não... - falei dando um passo pra trás com um sorriso meigo no rosto – Pedi um taxi e já está chegando.   

-É só cancelar – ele disse rindo – Bora? - ele falou com um sorriso no rosto tão lindo e tão meigo, que não custava nada ir. Cancelei o pedido do taxi pelo aplicativo e fui o seguindo até o carro. 

Entrei o carro dele e fomos em direção a minha casa, o tempo começou fechar mais e começar a chover muito no meio do caminho. Eu estava em silêncio observando a paisagem pelo vidro molhado, e de vez em quando olhava para o Chris disfarçadamente, e ele estava rindo, parecia que percebia quando eu o olhava. O som do carro estava ligado, tocando Like A Star da Corinnne Bailey.   

-Tá quieta – ele disse e eu reparei que ele me olhou e eu olhei pra ele  

-Porque você tá sendo tão legal comigo? - eu fiz a pergunta e ele deu um sorriso de lado – Eu não acredito que você seja assim com qualquer uma que te entrevista, ou é? Eu não sei se você é assim de oferecer carona pra qualquer conhecido que vê numa festa, ou é? - ele ficou quieto e sério enquanto dirigia – Na verdade, eu nem te conheço direito. Sei o que todo mundo sabe, talvez eu saiba um pouco mais por ter pesquisado sobre você pra fazer uma entrevista.   

-Você tem razão em me perguntar isso – ele disse sério - Sei mais sobre você do que você sabe sobre mim, mas olha, eu sei o tanto de coisa sobre você como o tanto de coisa que você sabe sobre mim – ele falou se explicando.   

-Jura? Mas tudo que sei de você eu descobri na internet... É chato você falar meia duzia de vezes que sou legal, que se conectou comigo, que quer minha amizade, mas sei o tanto de você como qualquer pessoa do mundo que nunca te viu pessoalmente. E sabe o que é pior? Já te vi pessoalmente diversas vezes – voltei a olhar pra paisagem e fiquei quieta.  

-Molly, você não entende... - ele disse rindo  

-Não entendo mesmo, e sabe porque eu não entendo? - eu voltei a olhar pra ele – Porque você não me conta nada sobre sua vida, diz tanto que quer ser meu amigo, que sou boa pra conversar, mas não conversa.  Diz tanto que gosta de conversar comigo, mas não prova nada disso pra mim. 

Eu sabia que tinha que falar aquilo, aquilo estava engasgado nos meus pensamentos. Talvez eu possa até ter sido um pouco grossa no modo de falar, mas não me importei muito com como falar, só queria que ele entendesse de uma vez por todas o que eu estava tentando falar pra ele. A viagem ficou mais silenciosa e eu já nem ligava pro que o rádio do carro estava tocando, e pra melhorar a situação, a viagem se tornou mais lenta, eu estava doida pra chegar em casa e parecia que eu nunca estava perto de casa. Cheguei em casa cerca de quarenta minutos depois daquela conversa bem sincera que eu tive com o Chris. Peguei minhas coisas que estavam na parte de trás do banco e tirei o cinto.   

-Obrigado pela carona – falei abrindo a porta.  

-Não fica assim comigo – ele disse quando eu estava saindo do carro, porém, não dei muita confiança então continuei saindo do carro e bati a porta.  

Mas dessa vez foi diferente, não dei tchau, não acenei antes de entrar no prédio e muito menos olhei pra trás pra ver se ele ainda estava lá ou já tinha ido. Não foi nem necessário olhar pra trás, escutei o barulho do carro dele indo embora. Subi para o meu andar e entrei no meu apartamento. Lisa não estava em casa, como sempre, o que ela estaria fazendo em casa num sábado de madrugada?   

Entrei no chuveiro, tomei um bom banho quente, porém não lavei o cabelo, ele estava limpo, já tinha o lavado antes de ir e outra, dormir de cabelo molhado faz muito mal, receita de mãe hein! Coloquei um pijama de frio e estava no meu quarto vendo televisão e vendo algumas coisas na minha rede social. Já eram cerca de duas da manhã e eu não estava conseguindo pregar o olho, talvez essa minha discussão com o Chris tenha me deixado com essa falta de sono. E o melhor remédio pra insônia é o que? Um belo chocolate quente.   



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