História PS I'm (still not) over you - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Inuyasha, Longfic, Sessrin, Velvetsins
Exibições 66
Palavras 2.602
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Josei, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, amores!

Como prometido, cá estou eu para atualizar essa fic (embora eu saiba que ainda não é terça em alguns cantos dessa nossa terra tupiniquim). Well, aqui em SP é.

Eu queria agradecer MUITO a todos os que comentaram no capítulo anterior (KakaSaku, liziliza, yukkinna, Yukina_chan, Ferzinha-chan e Zathana), fiquei muito contente com a resposta que essa fic teve logo de cara. E, claro, muito obrigada a todos que favoritaram também. Espero que sintam-se a vontade para me deixar reviews em breve, rs.

Well, acho que é isso...
Espero que curtam o cap!

Capítulo 2 - Olá, minha sombra


Fanfic / Fanfiction PS I'm (still not) over you - Capítulo 2 - Olá, minha sombra

A primeira coisa em que Sesshoumaru conseguiu pensar tão logo adentrou seu Rolls-Royce Wrait azul escuro era em como estava louco. Louco por dois motivos: aquela mulher não poderia ser Rin e ele estava seguindo uma mulher num táxi que sequer era Rin.

Só podia estar alucinando.

Ueno Rin, a mulher com quem tivera um caso na Holanda, ainda morava em Amsterdã. Saberia caso ela tivesse se mudado para o Japão. Não que se interessasse, claro, mas a última vez que checara, no ano anterior, ela ainda vivia confortavelmente no país europeu.

Entretanto, como poderia explicar o aroma que dela desprendia? Aquela mistura única de cheiros, dele e dela, mesmo quando havia anos desde que se viram pela última vez... desde que se tocaram. A curiosidade o dominou e antes que percebesse já estava em seu carro, seguindo o táxi no qual ela se encontrava em direção ao subúrbio, direção completamente contrária à sua cobertura em Minami-Azabu.

Rangeu os dentes ao ver o táxi parar próximo a um pequeno prédio de paredes descascadas e em cujo jardim flores de cerejeira formavam um tapete para Rin passar. Então, de fato, ela estava de volta ao Japão. Incomodava-o em demasia saber que ele sequer estava consciente disso.

Ou, na verdade, que estava incomodado por não ter o ter sabido antes.

Assistiu-a acenar para o taxista e caminhar em direção à entrada do prédio. Desligou o carro e a seguiu a uma distância razoável. Não queria arriscar ser notado.  Não podia arriscar.

Mãos nos bolsos, assistiu-a retirar a chave da bolsa que carregava, celular também em mãos.

“Eu... Eu estou aqui, Kagome.” Um suspiro e uma pausa longa. Um acenar de cabeça. “Ele é ótimo!” Outra pausa, forçou a voz. “Claro que não estou mentindo! Por que eu mentiria?” Então sua voz ficou um pouco irritada e desesperada. “Eu... Preciso desligar, Kagome. Até depois. Amo você.”

De onde estava, Sesshoumaru podia ouvir sua cunhada gritar desesperada para que Rin não desligasse o telefone. Também ouvira tudo o que fora dito antes.

Então Rin, assim como ele, aceitara, fora forçada, a participar de um encontro arrumado por suas amigas.

E, ao que tudo indicava, esse encontro era com ele.

Parte de si queria rugir de raiva e dizer que ela pertencia a ele. Mesmo após tantos anos. Mesmo após a separação que ele desejara. Desejara não, necessitara. A outra parte estava contente, extremamente contente, por ser seu parceiro naquela noite. Ainda que tivesse sido rejeitado.

Rin sabia...?

Sabia que era ele?

Não. Se soubesse nunca teria concordado com aquele encontro.

Isso fez com que se questionasse se seu pai sabia quem era Rin e de sua importância.

Não.

Rin não era importante. Não mais.

Sem perceber, havia dado dois passos em direção a ela, mãos nos bolsos.

“Olá?” questionou, virando-se para trás.

Sesshoumaru escondeu-se atrás de uma das árvores e ela, com um leve sacudir de cabeça, voltou a caminhar para a entrada do prédio.

Entretanto, foi interrompida por uma criança que corria até ela, abraçando suas pernas.

“Hiraku!”Riu e sua risada, como nos velhos tempos, continuava contagiante. Ajoelhou-se, sem se preocupar em sujar o vestido de seda, ou rasgá-lo, e abraçou a criança que era dolorosamente parecida com ele, “sentiu minha falta?”

“Mamãe!”o garoto murmurou enterrando o nariz nos cabelos dela. Rin correu os dedos pelos cabelos prateados dele e moveu-se ao perceber que ele movia as orelhas, como se estivesse em alerta. “Quem está aí?”

#

“Você deveria estar dormindo, Hiraku,” disse ao entrar de mãos dadas com o filho de seis anos na sala de estar.

A babá, uma vizinha que cuidava de Hiraku sempre que precisava sair à noite, parecia perdida. Os olhos avermelhados de tanto chorar.

“Hiraku, seu capetinha!” Fez uma careta de brava, “Eu já estava ligando para a polícia!”

“Hiraku!” Rin o chamou e fez com que ele corresse para a babá e se escondesse atrás de suas pernas. “Você desceu sem a autorização dela?”

Não houve resposta por um tempo.

“Ele deitou às 20h como sempre, Rin-dono.”

“Hiraku.”

“Eu usei a janela...” admitiu em voz baixa, os olhos presos no chão diante do som de repreensão que deixou a boca de sua mãe. “Eu tava entediado e a Sara-chan tava dormindo... eu ouvi você chegar e pensei em ir te buscar na entrada.”

“Pela janela?”

“Eu usei a árvore.”

Rin atirou as mãos para cima num sinal de desespero.

“Duas semanas sem o XBOX, Hiraku.”

Ele ficou em silêncio por um momento, piscando confuso.

“Eu já estou sem o XBOX.”

“Então sem televisão e seus livros favoritos. Você estava lendo a Câmara Secreta, não é? Só volta nas férias.”

“Mas, mãe!”

“Sem ‘mas, mãe’. Ou vou te deixar uma semana sem comer doces!”

O garoto ficou pálido de súbito. Embora costumasse dizer que odiava doces, Rin sabia que ele tinha um ponto fraco. Adorava moti de matcha. Comia-os quase todos os dias, mas afirmava detestá-los, exatamente como seu pai.

Filho de peixe, peixinho é.

“Agora já pra cama e não se atreva a pular a janela. São dois andares, Hiraku!”

Sara observava a tudo em silêncio, divertindo-se com a interação. Hiraku não era um garoto ruim, só ficava facilmente entediado. Era um explorador como sua mãe.

“Obrigada, Sara-san.” Sorriu para a vizinha e, abrindo a bolsa, tirou algumas notas de ienes. “Quanto eu te devo?”

“Ah que isso, Rin-dono! Sabe que eu adoro ficar com o Hiraku,” respondeu, bagunçando o cabelo do garoto que removeu sua mão com uma careta irritada. Simplesmente odiava que mexessem em seu cabelo ou orelhas.

“Eu insisto!” Acompanhando-a até a porta, colocou as notas na mão dela e agradeceu novamente. “Agora...” voltou-se para o garoto emburrado a sua frente. “Eu achei que alguém já estava na cama.”

“Tinha alguém te seguindo...” disse enquanto caminhavam para o quarto menor no apartamento. “Eu sei que tinha.”

“Meu amor, não tinha ninguém na entrada do prédio.” Rin o cobriu com o cobertor e beijou suas bochechas.

“Tinha sim,” respondeu irritado. Odiava quando sua mãe não o ouvia. “Eu ouvi. Era alguém forte. Podia te fazer mal!”

Rin soergueu uma sobrancelha.

“E o que você poderia fazer?”

“Proteger você,” respondeu como se fosse óbvio. Não deixaria que ninguém machucasse sua mãe. Quem quer que fosse.

Os olhos de Rin se suavizaram diante da confissão inocente.

“Esse ainda é o meu dever,” informou, correndo os dedos pela franja prateada do filho. Os fios eram sedosos em sua pele, tão sedosos quanto os de seu pai. Hiraku era a cópia exata do pai. Não havia a menor necessidade de um teste de paternidade. Nunca. Os traços físicos pertencentes a Rin eram apenas o nariz e o olhar esperto e curioso. Talvez o sorriso genuíno. Todo o resto, dos cabelos prateados e olhos dourados, ao temperamento forte e postura altiva pertenciam a Sesshoumaru. Observou, com uma dica de um sorriso, o filho bocejar. “Boa noite, Hiraku. Amo você.”

“Hn.”

A resposta tão típica de seu pai fez Rin revirar os olhos e desligar a luz com um suspiro.

Queria que talvez Hiraku tivesse mais do seu temperamento. Com certeza evitaria muitas das dores de cabeça que pressentia virem em sua direção.

#

“Desde quando?”

“Bom dia para você também, Sesshoumaru.” InuTaisho respondeu ao acender a luz de sua varanda. Enrugou o nariz desconfortavelmente diante do cheiro de cachaça forte. “Quanto você bebeu?”

Não houve resposta do filho mais velho, mas pressentia que muito. Era quase dia, o que significava que ele passara a madrugada bebendo.

“Como foi seu encontro? Bem eu presumo.” Adentrou a cozinha sendo seguido pelo filho.

Como resposta apenas um rugido baixo e perigoso.

Encarou-o e o ligou a cafeteira para aquecer o café da noite passada. Não era o melhor que poderia oferecer, mas era o que tinha no momento.

E se fossem realmente ter aquela conversa, precisava de Sesshoumaru desperto.

A questão é que não imaginava que fossem ter essa conversa tão cedo. Aliás, esperava não ter essa conversa. Se tudo corresse como planejara, ele e Rin falariam disso as sós.

“Quando?”

“Três meses,” respondeu entregando a xícara de café para o filho. “Espero que bata antes de entrar da próxima vez.”

“Eu não entrei.”

“Que seja.”

Houve silêncio novamente. Sesshoumaru se apoiou na ilha da cozinha e inalou o cheiro do café.

“Por que não me contou?”

InuTaisho foi o único a ficar em silêncio agora. A voz de seu filho, naturalmente profunda, mas tão mais rouca agora o surpreendeu.

Não imaginava que Rin fosse tão importante.

“Não era meu segredo para contar.”

Se Sesshoumaru fosse expressivo certamente teria escarnecido. Mas ele apenas permaneceu quieto, como se voltasse para o seu eu interior.

“Assumo que Rin-san não tenha te contado.”

O olhar a ele dirigido foi cheio de raiva, ódio talvez.

“Ele, Hiraku, é uma criança esperta. Mais do que a média.”

“Um hanyou.”

“Mãe humana... você sabe como é.”

Se olhares pudessem matar.

Sesshoumaru ficou quieto novamente. Questionava-se porque Rin nunca contatara. Questionara-se porque seu pai nunca lhe contara. Essa história de “não era meu segredo” não colava.

Agora entendia porque ela tinha seu cheiro mesmo após tantos anos.

Rin carregara por meses seu filho. Resfolegou. Um hanyou. Sesshoumaru odiava hanyous. Desde sempre. Desde a existência de InuYasha. Ainda odiava a mera existência de seu irmão, aprendera a aturá-lo apenas.

E seu filho, seu primogênito, herdeiro de tudo que possuía, era um hanyou.

Irônico.

“Rin tentou te contatar,” respondeu, como se lesse os pensamentos do filho. “Mas você nunca a atendeu nem retornou. Ela desistiu.”

“Desde quando ela está no Japão?”

“Vocês não conversaram?” A resposta era óbvia, mas resolveu questionar ainda assim. Suspirou. “Há seis meses. Encontrei com o garoto na escola certo dia. Tinha brigado com dois garotos mais velhos...” Riu diante da lembrança. “Parece que insultaram a Rin-san e ele estava revoltado. Ele é bom de briga.”

Antes que Sesshoumaru pudesse se controlar, viu-se perguntando, “Que tipo de ofensa?”

“Os garotos o chamam de muita coisa. Vira-lata, sem-pai, demônio burro,” disse observando a expressão, ou falta de, no rosto de Sesshoumaru. Diante do brilho de confusão nos olhos de seu filho, completou, “Oh, ele tem discalculia. Mas é um garoto brilhante. Aprendeu a ler antes dos três anos e está bem a frente de sua classe.”

Sesshoumaru continuou em silêncio. Seu pai lhe dera mil informações pelas quais não pedira. Informações que não lhe interessavam.

Ou interessavam?

Passara parte da noite na varanda de Rin, observando-a. Primeiramente focara na criança, recusava-se a acreditar que era seu filho.

Um filho.

Mas as semelhanças eram enormes. E não apenas na aparência. Havia outros inu dayokais e embora soubesse que Rin não se relacionara com nenhum deles, sempre havia a possibilidade. Mas a forma como o garoto parecia proteger sua mãe, a forma como revidava, muito inteligente e atrevido para alguém de sua idade.

Até a forma como dormia era semelhante à dele.

Foi impossível ficar indiferente às palavras trocadas entre eles e a maneira como Rin parecia cuidar de seu filho. Amor transbordava em suas feições ainda juvenis. Quantos anos contava agora? 27... 28?

Intrigado, rumou para o quarto de Rin em tempo de vê-la escorregar do vestido de seda. Sua boca encheu-se d’água diante da visão. Os seios nus estavam mais arredondados do que se lembrava, os bicos eriçados pelo contato súbito com o ar gelado do quarto; trajava uma calcinha minúscula, que se perdia entre suas nádegas firmes. Então seus olhos dourados já cheios de desejo escorregaram e se detiveram na cicatriz em sua barriga.

Não era grande, mas tampouco era pequena.

Sabia pouco sobre a gravidez de hanyous, mas sabia que Izayoi quase falecera no parto. Seus olhos se escureceram diante da possibilidade de perder Rin em tal situação. Era extremamente cuidadoso, sempre fora. Com Rin o cuidado era redobrado. Não conseguia se lembrar de quando se esquecera de tomar as devidas precauções.

“Ah... Me distraí falando de outras coisas e esqueci da sua pergunta,” InuTaisho disse, inalando o café, “Algumas crianças acham que Rin é uma...” pareceu buscar as palavras por um momento, “prostituta por não ser casada.”

Sesshoumaru fechou os olhos diante da mera ideia de que pudessem chamar Rin de tais nomes. Crianças ainda por cima. Um baixo rosnado emergiu de seu peito. 

“Claro que eles sequer sabem o que estão falando, mas ouvem isso de seus pais e Hikaru detesta que falem de sua mãe, então invariavelmente acaba arrumando alguma briga e quebrando um braço ou outro ao proteger a honra de Rin.”

Sesshoumaru abriu os olhos e encarou seu pai. Uma sensação estranha que ele identificou como orgulho preencheu seu peito. O garoto tinha muito mais dele do que imaginara a princípio. Sem que percebesse, uma dica de sorriso tomou conta de seus lábios.

“Amor, quem está aí?”

A voz de Izayoi ecoou nos corredores, fazendo com que ambos os homens virassem seus rostos para a origem do som. InuTaisho colocou a xícara na ilha e caminhou em direção a esposa. Aproximou-se dela e depositou um beijo em sua testa, correndo os dedos em suas bochechas em movimentos circulares.

“Sesshoumaru veio para uma conversa entre pai e filho.” Sua voz era suave e baixa. “Volte a dormir, está muito cedo. Já estou indo.”

“Sim...” ela respondeu, muito sonolenta para discutir. “Dê um beijo em Sesshoumaru por mim, tá?”

InuTaisho concordou com a cabeça e caminhou de volta para a cozinha, mas ao adentrar o cômodo o encontrou vazio, a porta da varanda aberta.

#

Era tarde de sábado.

E mesmo que Rin houvesse colocado Hiraku de castigo por seu mau comportamento na escolinha, resolveu levá-lo para assistir ao “Procurando Dory.” Para ser bem sincera, estava mais animada do que ele. Já havia cortado tudo que seu filho gostava, então...

Se fosse realmente honesta, admitiria que estava carregando Hiraku para o cinema para ver o filme. Levar a criança era mais uma desculpa para assistir a animação que tanto queria, mas que tinha vergonha de ir sozinha.

Divertiram-se como nunca no cinema, e Hiraku comera tanta pipoca que seus lábios estavam estourados. Agora reclamava da fila enorme do banheiro que enfrentaram. Não queria, sob hipótese alguma, ir ao banheiro feminino. Era grandinho o suficiente para utilizar o masculino sozinho. Só o utilizara porque fora arrastado por sua mãe.

“Nananinanão, mocinho! Não vou deixar você entrar sozinho aí!”

“Mas, mãe!”

“Sem, mãe!” Gostaria de saber onde e quando Hariku aprendera a falar o “mas, mãe”, ultimamente parecia que era a frase que mais utilizava. Rin olhou para seu filho e o viu coçar os olhinhos com as costas da mão esquerda enquanto segurava a direita. “Se você colaborar voltamos mais cedo para casa e tiramos a soneca da tarde.”

“Eu não estou com sono. Eu já sou adulto!”

Rindo, Rin se ajoelhou diante da criança e limpou o canto de sua boca com um pedaço de guardanapo. Então fez o que sabia que teria Hiraku a encarando com uma careta para o resto da vida. Puxou suas bochechas e o encheu de beijos.

“Mãe!”

“Ok, meu adulto preferido! Prometo te deixar em paz se você tirar uma selfie comigo.”

“Não.”

“Sim.”

“Não!”

“Por favor?” Rin implorou, fazendo beicinho.

“Tá bom, mas só uma, viu?”

Com o celular na mão, Rin o puxou pelos ombros e se preparou para a foto. Hiraku continuava com a mesma expressão de tédio e ela sorria justamente por saber da marra de seu filho.

Entretanto, antes que pudesse clicar a foto, uma figura altiva, em pé, prostrada diante deles a fez abaixar o celular e erguer os olhos. A pessoa diante de si fez o sangue em suas veias congelar.

“Sesshoumaru...”


Notas Finais


Novamente, não há muitas interações SessRin e eu peço perdão por isso.
Sei que muita gente adoraria ver algo caliente logo, mas eu prezo muito pelo desenvolvimento das personagens e da história como um todo. Ficaria inverossímil ver os dois se amando loucamente de cara... Ao menos pro contexto dessa fic, claro.

Prometo que haverá milhões de interações SessRin nos próximos caps, mas prometo que a espera não será tão grande quanto as das minhas fics ByaRuki (povo no ffnet quer me matar, 18 caps pra hentai/beijo e etc). Aqui será um tico mais rápido, mas nem tanto né...

Enfim... Espero que tenham curtido.
Estarei esperando seus reviews.

Pergunta básica: alguém entre vocês curte NejiHina? A gringa planejou o NejiHina Week e, claro, com uma boa shipper NejiHina eu vou participar. Já rascunhei as 7 histórias (apenas oneshots, não aguento mais longfic, nem posso) pro "evento". Embora eu escreva em inglês, vou postar aqui... Começo a postar dia 12...

Beijinhos,
Velvetsins


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