História P.S Me Abraça? - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Diplo, Skrillex
Personagens Diplo, Sonny John Moore (Skrillex)
Tags Diplo, Mija, Skrillex, Sonny John Moore
Exibições 37
Palavras 2.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Saudações leitores 🖖
Mais um capítulo pra vcs, dessa vez não atrasei tanto ~
Leiam, vai valer a pena, juro! Tá emocionante rsrs
Boa Leitura e te encontro lá embaixo ❤️
Ah, e obrigado as pessoas fiéis que desfavoritaram minha fic, conseguiram me deixar triste~

Capítulo 21 - De dia não há estrelas


Fanfic / Fanfiction P.S Me Abraça? - Capítulo 21 - De dia não há estrelas

Terceiro dia

  POV Amelie

 Estava no corredor do colégio indo em direção a sala de aula pois a professora havia pedido para que eu buscasse tubos de ensaio para a aula que teríamos no laboratório. Eu estava sobrecarregada de vidro, o que se torna ainda mais perigoso quando em minhas mãos. Me arrependi de não ter aceito ajuda de algum garoto. Para piorar, Danton e Helbert surgem...

- E aí gatinha, quer ajuda?  –Pergunta Danton parando em minha frente. 

- Quer me ajudar?  Então some da minha vida!  –Digo sem medir as palavras

- Sem estresse anã.  –Disse Helbert. Danton olhou para todos os lados e...

- Mesmo assim vou te dar uma ajudinha... –Me passou uma rasteira fazendo tudo o que eu segurava, ou tentava, cair no chão.  Como era de se esperar, o que foi tubo de ensaio um dia, agora eram apenas cacos, que por sinal me machucaram.

- Caralho mano, você machucou ela!  Vamos sair logo daqui!  –Os dois saíram correndo me deixando no chão.  Minhas mãos ardiam, olho e vejo que estavam cortadas e um pouco de sangue escorria por elas. A diretora que parecia estar ali por perto, ao ouvir o barulho veio até mim.

- Amelie?  Você está bem?  O que houve com você querida?  –Disse se agachando ao meu lado

- Aãnn, eu senti uma tontura e acabei caindo. –Ri falsamente. – Eu estava levando isso para a professora... –Digo juntando os pedaços

- Não não!  Deixa aí!  Vem, levanta –Segurou meu braço– Você tem isso com frequência? 

- Às vezes... Olha me desculpe por isso, eu vou pagar tá legal? –Digo olhando o estrago.

- Não se preocupa com isso, agora vai até a enfermaria dar um jeito nesses cortes –Disse segurando minhas mãos ensanguentadas.

- Obrigada!  –Sorri a ela.  

- Caso a professora reclamar diga que você estava comigo. –Sorriu

- Okay. –Fui em direção ao fim do corredor.  Ela chamou me fazendo olhar...

- Isso não tem a ver com a ausência do Sonny certo?  –Pergunta desconfiada 

- Não imagina, sou desastrada, apenas isso! –Sorri sem mostrar os dentes

- Está bem, vai lá –Piscou.

 Desgraçados, um dia eles vão ter o troco, a vão.  Fui até a enfermaria onde uma moça encheu meus dedos de band aids cor de rosa.  Agradeci e sai para voltar a sala onde encontrei Jess no caminho. 

- Aonde você estava garota?  A professora estava pirando e pediu para eu vim atrás de você.  –Disse dando passos longos em minha direção– O que é isso?  O que aconteceu?  –Perguntou assustada vendo a situação das minhas mãos.

- Ah eu passei mal e acabei derrubando as paradas lá e me cortei... Nada de mais.  Agora vamos –A puxei pelo braço

- Mais... coisa doida. –Disse. Ao chegar na sala expliquei tudo a professora e ela perguntou se eu estava bem.

- Você está melhor?  O que deu em você?  Faz tempo que você não tinha essas paradas esquisita. Você tomou alguma coisa? Quer ir no médico? –Edu disse apavorado

- Eu estou bem Edu, relaxa loiro!  –Sorri a ele o fazendo rir da sua própria reação. Mija se aproximou com Diplo, ela segurou minhas mãos assustada e não disse nada. Diplo me olhou com uma cara que eu não conseguia decifrar se era de ódio ou dó.

- Nem está doendo... –Brinquei mexendo os ombros.

 Depois da aula fui até a casa dos garotos onde fiquei até noite.  Diplo me trouxe de volta ao apê onde fui direto ao banho e depois trocar aqueles band aids bregas para os meus da Hora de Aventura. Dei comida a Neox e jantei. Minhas mãos doíam um pouco por conta dos diversos arranhões. Eu tinha certeza de que Sonny estivesse alí, ele conseguiria aliviar até mesmo com um abraço.  Mas pedi a todos que não abrissem a boca.

  POV Sonny

 Passei o dia no Starbucks do prédio, eu não tinha muito o que fazer e comer foi a única solução, a única que aceitei. Já tarde, voltando ao meu quarto encontro Cynn no elevador.  Sério, as vezes parece que ela me persegue porque sempre consegue me achar. Perguntou o que eu faria amanhã e então disse do processo a ser terminado, algo que ela já tinha perguntado e eu já explicado. Me convidou também para no dia seguinte ir até uma lanchonete, de acordo com o que eu entendi, ela precisava conversar comigo. Antes de entrar ela me deu um KitKat, ok, ela não irá me conquistar com chocolates. Sorrisos agem melhor, de preferência da Amelie.

 Tomei um banho e fui até a sacada fumar, eu sentia falta dos meus amigos.  Amelie não me ligou durante o dia, o que estranhei porque sempre conversamos por mensagens.  Decidi então ligar e ela logo atendeu:

- Oi amor!  –Digo alegre

- Oi Sonny, tudo bem? 

- Estou bem sim, e com você? 

- Também. 

- O que fez o dia todo que não teve tempo de ligar para seu namorado?  –Brinco

- Eu estava com os meninos, sabe como é.  Eles tomam o celular de mim.

- Entendi.  E o colégio? Como foi? Danton não apareceu para te perturbar né?

- Não...  Nem cheguei a vê-los hoje! 

- Menos mal.  –Sorri aliviado

- Como foi seu dia?  Saiu muito com sua amiguinha nova?  –Disse aumentando o tom de voz aos poucos.

- Só a vi antes de entrar. Ela também tem seus compromissos baixinha...

- Hmm...  –Eu posso sentir a insegurança em sua voz.

- 3, desculpa não sei contar.  –Tentei fazê-la rir, mas ouvi apenas o barulho distante do trânsito de Los Angeles– Você está bem mesmo baixinha?   

- Não sei.

- Como assim não sabe?

- É que eu estava bem, e depois fiquei mal e agora eu não sei se estou bem ou mal, talvez eu esteja apenas existindo.

- Ei, o que aconteceu contigo? Conta pra mim?

- Son, estou com saudades!  Eu queria estar perto de você agora... 

- Onde você está? 

- Na varanda...  Porque?  –Pergunta

- Olha para o céu. 

- Estou olhando já faz um bom tempo...  –Disse

- Então observe as estrelas, cada pontinho brilhante e feche os olhos.  Do outro lado, em outra cidade, está eu, olhando para o mesmo céu e admirando as mesmas estrelas.  Não se sinta só! –Ouvi ela sorrir do outro lado da linha.  

- Vou dormir, diz que me ama? –Fala

- Claro, Te Amo Mely!  Mais que tudo tá? 

- Também te amo! Não me esquece...  –Chamada encerrada.

 Mely está estranha, talvez seja por causa de Cynn,  ela deve estar com ciúmes.  Voltei ao quarto e tranquei a porta de vidro da sacada.  Tirei minhas roupas e me deitei. 

 Passou cinco minutos e Sonny escuta o celular tocando, olha para ver quem é e já fica com um sorriso no rosto ao ver que era ela.

- Ué baixinha, não ia dormir? –Pergunto

- Sim, mas eu ouvi um barulho e estou com medo.

- Sério isso? hahaha sabe bem que não precisa ter medo. Você está no seu quarto, na sua cama.

- Mesmo assim eu estou com medo Son. Dorme comigo?

- Claro pequena, deixa o fone perto para que eu possa ouvir sua respiração, e nunca esqueça que eu estou aqui, pra tudo, tudo.

- Está bem, boa noite.

- Boa noite, tô cuidando de ti.

- (…) Amor, conta uma historinha ou canta até eu dormir?

- Ah não, eu não sei contar história e muito menos cantar!  –Gargalhei

- Sabe sim, por favor baixinho…

- Vou contar a história do chapeuzinho vermelho então.  –Ri

- Pode ser! 

- Eu não vou conseguir contar direito, acho melhor cantar mesmo.

- Faz o que achar melhor, mais vai logo...

- Acha que é assim? Ok chata.

 Sonny rapidamente pensa em algumas músicas que ele gosta muito e começa a cantar, mesmo tímido tentou cantar com um timbre bem suave, todas as músicas eram de amor, talvez uma forma que ele achou de mostrar o quanto a ama. Ele parou na metade da terceira música.

- Mely?… –Nenhuma resposta. Só dava para escutar a sua respiração e o ronrono de Neox. Sussurrou algumas vezes que a amava e então colocou o celular no viva-voz e deixou ele do lado do seu travesseiro, fechando os olhos era como se ela estivesse do seu lado. Às vezes no meio da noite ela resmungava como se estivesse incomodada com algo, então ele chegava bem perto do celular e falava baixinho: Eu estou aqui amor. Ela parava e pela sua respiração tinha como perceber que estava dormindo novamente.

Quarto dia

  POV Amelie

 Pela primeira vez na vida acordei feliz, o que é extremamente raro pois só quem me deixa assim logo de manhã é Sonny me desejando Bom Dia com sussurros em meu ouvido. Percebo que ele ainda estava na linha, sorri ao poder ouvir ele dormir. Ele logo se acordou ao ouvir eu conversar com Neox. Nos falemos um pouco e eu fui me arrumar para ir ao colégio e também alimentar Neox que me perseguia pelo apartamento todo, as vezes eu me sinto culpada por tirá-lo de uma situação ruim e mesmo assim mantê-lo preso. Eu resolveria isso hoje à tarde.

 No colégio encontrei a diretora a qual perguntou se eu estava melhor, assenti agradecida e entrei na sala onde Diplo, Edu, Mija e Jess já me esperavam.  Hoje teríamos trabalho para apresentar, o que foi uma ótima desculpa para ficar em sala durante o recreio e não encontrar aqueles idiotas novamente. E funcionou.

 Em casa decidi que Neox precisava brincar, mais não encima de uma cama ou se escondendo atrás de estofados. Ele precisava de ar, de grama e um céu azul. Eu iria passear com ele! Sozinha, pois nem cheguei a comentar aos garotos... Eles não me deixariam sair sozinha e eu precisava desse tempo.

- Bom amiguinho, me desculpe por isso, mas... –O coloquei na minha mochila– É para seu bem! Eu prometo que será rápido, se comporta. –Neox miou desesperado tentado impedir que eu o pusesse– É, talvez não seja tão rápido assim... Enfim, vamos lá! –Peguei meu celular, foninhos e câmera, fiz o nome do pai após trancar a porta e fui em direção ao elevador que estava ocupado. Enquanto eu esperava, uma moça se aproximou, respira... O elevador então se abre e nele tinha um homem de terno e gravata. O cumprimentei e adentrei ao elevador junto a moça. Estava tudo bem até Neox dar sinal de vida, todos me olharam estranho e eu apenas fingi tossir, sempre funciona.

 Cheguei no piso térreo e fui em direção a portaria onde Dude me parou. Dude é o porteiro do prédio, ele é super simpático e parceiro, caso visse Neox ele seria um dos qual eu não precisaria me preocupar. Ele perguntou de Sonny pois não o viu nos últimos dias, contei sobre a viajem e ele sorriu agradecido, então pude prosseguir. Já na rua tirei Neox da mochila, ele brincava com o zíper tentando abrí-lo, o levei no colo.

  POV Sonny

 Acordar com a voz de Amelie no meu ouvido foi o que deixou meu dia melhor, pois hoje teria que ir até o tribunal novamente. Lá tudo foi se encaminhando bem o que fez a reunião não durar muito tempo. Os papéis foram todos assinados e agora tudo o que era dos meus pais era meu também.

 Depois sai por New York aproveitar um pouco já que tinha o resto da tarde ainda.  Passei em algumas lojas comprar camisetas para mim e para Mely já que ela praticamente roubava as minhas... Óbvio que não esqueci de Neox. Cynn me ligou dizendo que estava me esperando em frente a lanchonete que combinemos, fui até lá e a encontrei absolutamente arrumada.

- Achei que iriamos somente em uma lanchonete... –Brinquei me aproximando dela

- Mas vamos. –Riu me dando um beijo na bochecha– Foi fazer compras é? –Olhou minhas sacolas

- Não, estava passando em frente a umas lojas, e gostei disso. –Levantei as sacolas– Aí roubei. –Ela gargalhou.

- Engraçadinho, vamos entrar? –Confirmei e então caminhemos em direção a parte de dentro da lanchonete. Meu relógio marcava pouco mais de quartoze horas e o número de pessoas dispostas a entupir as veias de gordura e cafeína para o horário me surpreendeu.

  POV Amelie

 Coloquei meus fones, uma música calma para tocar e me desliguei do mundo. O mundo girando e eu no meu mundo. Diversas pessoas caminhavam pra lá e pra cá apressadas. Neox estava assustado, por conta disso fui até a praça onde eu e Sonny saímos pela primeira vez que sempre foi pouco movimentada. Fotografei diversas coisas ali, inclusive eu e Neox.

 Amelie estava deitada na grama encarando o céu, quando alguém se aproxima do seu rosto. Por conta do sol ela não conseguiu identificar quem era, e por estar ouvindo música nem ouvia o que falavam. Um deles chutou sua cintura a fazendo levantar.

- Own, ela tem uma gatinha! Veja como ela é fofa...

- GATO, agora me devolve. –Se levantou e viu que era Danton e seus amigos. – Vai me dá ele! –Gritou

- Tá bravinha é? Falta de sexo gatinha?

- Sonny deve ter descartado mais essa. –Todos gargalharam. Certamente essas palavras estavam a machucando.

- É, sexo é bom... mas para quem ama de longe e não sente o abraço da pessoa amada há dias, sexo não é o que mais faz falta.

- Iii e não é que o anão de jardim conseguiu... Olha aqui garota, se toca que aquele não presta. –Disse grosso me empurrando com certa força

- Presta mais que você! O que vocês querem de mim, em?! Porque vocês fazem isso? Que caralhos eu faço de errado pra vocês me julgarem dessa forma? Sendo grosseiros e agressivos?! –Gritou já com lágrimas no olho.

- Você nasceu Amelie! É isso! Você é apenas mais uma sem dono. Você acha que alguém vai querer uma garota birrenta, cheia de problemas e com uma vida de merda? Você mesma sabe que todo mundo te deixa!

- Até esse gato asqueroso vai te abandonar um dia! –Um deles jogou Neox no chão o fazendo correr assustado.  Ela apenas ouvia tudo calada, afinal, para ela era verdade. Mas mesmo assim, aquelas palavras doíam como uma facada no peito. Algumas lágrimas escorreram pelo seu rosto. Ela se sentou na grama com eles ainda ali. Danton se aproxima, ele a olha nos olhos, ela não conseguia dizer nada, estava assustada. Ele segura seus pulsos com força e a empurra para trás a fazendo deitar, impulsiona uma de suas mãos no seu pescoço pressionando sua cabeça ao chão, aos poucos ela sentia falta de ar, ele sussurra em seu ouvido “Abre o olho”. Ao sair um deles chuta sua barriga na altura da costela. Foi apenas um chute, mas a força foi tão grande que parecia ter quebrado em milhões de pedaços.

- Tomara que o canudinho do seu toddynho afunde. –Sussurrou soluçando.

Cadê as estrelas agora Sonny?

De dia elas não aparecem não é mesmo?

Talvez seja por isso que você não estava aqui. 

  POV Sonny

 Ao entramos nos sentemos em uma daquelas disputadas mesas cercadas por dois confortáveis sofás contínuos para três pessoas de frente a rua, o que me fez ficar encarando as pessoas que passavam ali como quem pedisse por liberdade, olhar longe e pensamento confuso. Do outro lado da rua havia um parque de diversões, onde tinha diversas crianças envolta de um carrinho de algodão-doce. Se Amelie estivesse aqui, certamente uma delas seria ela. Soltei uma risada sem querer e fiquei sorrindo feito bobo, abaixei a cabeça encabulado fazendo todos meus cabelos caírem na minha cara. Eu senti uma pontada de saudade no coração me dizendo para ligar pra ela. Só então me dei conta que Cynn falava comigo a horas. Me levantei com uma cara de chapado e ainda ao efeito de apaixonado:

- Oi –Digo confuso mais ainda sorridente

- Eu tô te chamando faz horas... Aconteceu alguma coisa? Você tá... –Apontou pra mim tentando achar uma definição pro meu estado– Sei lá, estranho?!...

- Me desculpe Cynn, eu preciso ir... –Digo me levantando.

- Não, espera! Porque a pressa? –Se levantou também

- Eu, eu... esqueci de fazer uma coisa... –Coço a nuca desesperado. Acontece isso sempre quando estou nervoso ou algo do tipo.

- E isso te fez ficar rindo do nada? –Disse se aproximando

- Você não entende. Eu ... –Cynn me beijou. Simples assim, ela chegou e atacou meus lábios com força, logo em seguida sinto suas mãos na minha nuca. Eu não entendi sua ação. Rapidamente me afastei a empurrando de leve pelos ombros.– Tá louca? O que deu em você? Por que fez isso Cynn?!

- Me desculpe Sonny, eu não sei o que me deu... Eu queria ter te falado tantas coisas hoje, mas quando você não estava olhando pra tela do celular e brincando com o canudo do frapuccino, você estava rindo sozinho! Sério, não leva a mal! Eu posso explicar.

- Como não levar? VOCÊ ME BEIJOU CYNN! Eu tenho namorada, você sabe!!! –Gritei fazendo praticamente todos nos olharem– Quer saber, não fala mais comigo! Não surja mais na minha frente. –A deixei

 Caramba Sonny Moore, como você é babaca! Quando contei a Diplo, ele me disse que ela queria algo a mais e eu apenas ri. Olha o que eu fiz, o que ela fez! Como vou contar isso pra Amelie? De que forma vou dizer a minha baixinha que a garota que ela estava planejando matar ME BEIJOU. Ela vai surtar. Eu tô ferrado, estou absolutamente ferrado.

Preparem meu funeral caros leitores.

 

 

 


Notas Finais


💔
Onde está você agora baixinho? ~ Nem tudo está perfeito na vida desses dois 😧
- Gostaram do capítulo? Comentem o que acharam e até o próximo o/ Que vai estar foda também.


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