História Psicologicamente Falando 2 - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Exibições 356
Palavras 2.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CHEGAY GAY GAY GAY!
E nem demorei tanto, convenhamos hu3
Boa leitura o/

Capítulo 6 - É Complicado


Fanfic / Fanfiction Psicologicamente Falando 2 - Capítulo 6 - É Complicado

— Há quanto tempo você e Jasmine eram amigas?

Ergo o olhar para Amélie da mesma maneira que um aluno ergue o olhar para o diretor durante uma visitinha a sala dele.

Na verdade, acho que estou exatamente nessa posição. Sou a aluna que arrumou briga na sala de aula e minha tia é a diretora que tem que entender o que aconteceu e me dar uma punição cabível.

Nesse caso, um diagnóstico.

— Quase 11 meses. — murmuro, me afundando no sofá.

Ela assente e anota algo.

Onde eu estava com a cabeça ao aceitar isso?

— Nenhuma desconfiança?

O celular de Amélie apita, anunciando que nossa hora chegou ao fim. Mal consigo conter meu suspiro de alívio, me repreendendo assim que ele sai alto demais. Faço uma careta, mas ao erguer o olhar para a minha tia, noto que ela ri baixo e nega com a cabeça.

— Desculpe. — digo, me pondo de pé.

— Está tudo bem. — Amélie sorri, terminando suas anotações. — Você vai almoçar agora, não?

— Sim, você vem?

— Não, tenho algumas fichas para colocar em ordem. — seu olhar se ergue e ela me lança uma piscadela. — Até daqui a pouco.

Aceno com a cabeça e rapidamente me encaminho para fora, as minhas bochechas ainda quentes. Passo na minha sala apenas para pegar a minha bolsa e sigo até a recepção, aproveitando para levar alguns prontuários de pacientes da antiga psicóloga enquanto espero por Violette. Os entrego para a recepcionista, que promete arquivá-los assim que tiver um tempo, e então me ponho a esperar pela loira.

— Parece que sou sempre eu que tenho que vir atrás de notícias, né?

Essa voz…

Cara, está sendo a semana das reaparições!

Me viro para trás a tempo de ver Henry esboçar um sorriso. Ele cortou o cabelo, que agora está mais rente, e também tem menos piercings do que da última vez em que o vi, mas fora isso parece o mesmo, principalmente ao abrir os braços para mim. Sorrio abertamente e corro até ele, o abraçando forte e sentindo-o retribuir.

—  O que você está fazendo aqui, seu louco? — digo, me afastando para poder encará-lo.

Henry arqueia a sobrancelha.

— Bom, eu não faço mais parte da equipe do seu namorado, então ele não tem mais nenhum poder sobre mim. — reviro os olhos para isso. — Mas eu posso ir embora, se você quiser…

— Não, claro que não! — seguro seu braço, fazendo-o rir.

Tudo bem que Henry havia pisado na bola, mas depois do ocorrido com Jasmine… Se não fosse pelo fato dele ter avisado todo mundo, coisas piores teriam acontecido.

Eu não tenho mais o direito de ficar com raiva dele e nem quero mais ficar.

Preciso de um amigo.

— Emma?

Ambos nos viramos, encontrando Violette vindo no corredor. Ela mantém o olhar fixo em mim até notar Henry ao meu lado, e não é nada discreta ao encará-lo de cima a baixo. A loira inclusive também falha ao esconder um sorrisinho quando volta a me observar.

— Um paciente meu pediu para trocar o horário da consulta. — diz, tentando arrumar o cabelo. — Ia dizer que vou acabar saindo para almoçar mais tarde mas você já tem companhia, então não deve ter problema.

— Ah… — encaro Henry de lado, arqueando a sobrancelha ao notar que ele também não é nada discreto ao encará-la. — Não tem problema.

Qual é, virei vela agora?

— Tudo bem então. — ela sorri de lado, desviando o olhar rapidamente para Henry e voltando-o para mim. — Divirtam-se.

E então sai, toda nervosa em direção a própria sala. Rio baixo e me volto para Henry, que a acompanha com o olhar durante todo o caminho, ou melhor, acompanha a bunda dela com o olhar.

Acerto um tapa em sua nuca.

— Ei! — ele protesta, massageando a área.

— Você vai babar daqui a pouco. — tento forçar uma expressão séria, mas é impossível. — Vem, vai me acompanhar no almoço.

Seus olhos verdes se estreitam, mas não demora até que Henry sorria e passe a caminhar ao meu lado. Seguimos na direção do elevador, com ele observando sobre o ombro a cada dois segundos na tentativa de ver Violette de novo.

— Isso aqui é sempre tão bem frequentado assim? — indaga assim que o elevador fecha as portas. Rio baixo e nego com a cabeça, com ele me acompanhando. — Está muito tarde para eu me formar em psicologia?

— Você é melhor com as luzes. — pisco, fazendo Henry expressar uma careta. — Para quem está trabalhando agora?

— Ninguém, quero uma pausa. — o loiro dá de ombros. — Estou bem assim. Mas, vem cá, a agenda de vocês é muito lotada? Acho que vou marcar uma consulta…

Forço uma expressão embasbacada enquanto saímos do elevador, com Henry apenas piscando os olhos inocentemente.

— O SWC é um lugar de trabalho, Henry. — resmungo, seguindo-o até a saída. — Trabalho, não… Outras coisas.

Ele se vira e abre um sorriso divertido.

— Acho que sua amiga discorda. — acerto seu ombro. — Ai, tá né… Mas você vai passar meu número para ela?

— Ela não pediu seu número! — protesto, vendo-o desligar o alarme de um SUV.

— Mas ela quer.

Estreito os olhos e entro no carro, com ele fazendo o mesmo. Nego com a cabeça enquanto coloco o cinto de segurança, ouvindo-o batucar no volante.

— E ai? Onde quer comer? — indaga, me fazendo encará-lo.

— De verdade? — arqueio a sobrancelha e Henry assente com a cabeça. — Preciso de um hambúrguer!

Ele ri alto.

— Bom, então acho que o McDonald’s é nossa próxima parada. — rapidamente concordo.

Ainda rindo, Henry liga o carro e em menos de um minuto, a clínica é apenas um borrão ao longe.

— Então… — ele começa enquanto me estico para ligar o rádio, deixando na rádio local.

Consigo distinguir a voz de Ariana Grande, mas não sei dizer qual música é.

Não é nenhuma surpresa, se for considerar que eu mal sabia que o Shawn existia antes de começar a trabalhar com ele.

Música adolescente definitivamente não é meu forte.

— Então? — me viro para ele e arqueio a sobrancelha.

— Como vão as coisas?

Sei que ele está perguntando de Shawn, mas não sei se posso falar.

Não posso falar quando nem mesmo eu sei o que está acontecendo.

— Bom, minha irmã se casou, agora vive com Kyle Kingsley. — faço uma careta.

— O jornalista? — ele parece embasbacado. — Você é cunhada do âncora do jornal local?

— Ah, não vai me dizer que você é fã dele! — estremeço só de pensar.

Fãs de Kyle Kingsley!

Um grupo de loucos por gel de cabelo, talvez?

— Não, eu só queria saber a marca do gel dele. — Henry diz como se lesse os meus pensamentos, o que me faz rir. — Qual é, o topete do cara…

— Tem vida própria. — completo a frase, com os nossos risos enchendo o carro.

— Sério? — aceno em concordância. — Cara, deve ser o máximo!

Pendo a cabeça para trás com os risos e balanço a cabeça, então olhando pela janela e notando que já estamos próximos ao Mc. Dou uma olhada para dentro, estremecendo ao notar que a maior parte dos clientes do fast food são adolescentes.

— Ér… — murmuro, me esticando para ver melhor.

Sim, adolescentes.

Comendo na maior parte das dependências do lugar, e que provavelmente conhecem muito bem o cenário do pop atual.

Conhecem Shawn.

Engulo em seco só de pensar.

Henry estica o pescoço e observa o local por uns instantes, seguindo então para a outra entrada do McDonald’s.

Drive Thru então. — diz, parando o carro no final da curta fila.

Abro um sorriso agradecido e batuco meus dedos no jeans, sentindo uma felicidade contida ao conseguir reconhecer Hands To Myself, da Selena Gomez, no rádio.

Não sou tão velha, no final das contas.

Demoramos menos de vinte minutos para fazer o pedido, pagar e pegar nossos lanches, então seguimos atrás de algum lugar para comer em paz.

No final das contas, Henry acaba freando o carro do outro lado da rua do SWC, em frente a praia. Como parou de chover pela manhã, consigo abaixar o vidro e sentir um pouco da brisa marítima enquanto começamos a desembrulhar a comida.

Aproveito para tirar os sapatos e soltar o cinto, me sentando com pernas de índio enquanto dou a primeira mordida no lanche.

Ah, o sabor do manjar dos deuses!

— Puta que pariu. — resmungo enquanto mastigo, atraindo a atenção de Henry. Ele arqueia a sobrancelha e eu reviro e fecho os olhos, saboreando o lanche. — É a melhor coisa que eu já comi!

— Vai ter um orgasmo.

Faço cara de assustada e tiro uma batatinha do pacote, acertando-a nele.

— Ei! — ele protesta, apanhando a mesma e comendo. — Sem sujar o carro!

— Então sem piadinhas chulas. — rebato fazendo minha melhor cara de inocente enquanto dou uma nova mordida.

Henry crispa os lábios e dá de ombros, voltando a comer. Ficamos em silêncio até ele terminar o dele, se voltando então para as batatas.

— Você sabe que não foi sobre a sua irmã que eu perguntei.

Me remexo desconfortavelmente no banco, mantendo minha atenção no lanche.

— Minha tia me ofereceu o trabalho no ano novo. — tento desviar o assunto mais uma vez.

— Shawn estava lá? — confirmo com a cabeça e dou de ombros. — Como estão as coisas?

Dou de ombros de novo.

— Emma, qual é. — ergo o olhar para ele, arqueando a sobrancelha. — Vocês ainda estão juntos, não é?

Respiro fundo e engulo o último pedaço, limpando as mãos com o guardanapo. Pego as minhas batatas e afundo no banco.

— Não sei. — assumo, mantendo o olhar fixo na embalagem vermelha.

— Como não sabe? — Henry insiste, o que me faz bufar.

— Eu não sei, cara! — me exalto, deixando que ele tenha a sua vez de arquear a sobrancelha.

Nego com a cabeça e puxo meu copo de refrigerante, dando um longo gole enquanto me viro para a janela.

As ondas quebram nas pedras e chegam até a areia branca.

— Não sei. — repito mais baixo, sentindo a vontade de chorar ressurgir. — Não sei mais.

— Bom, se você não sabe, é sinal de que ainda estão. — me viro devagar para ele, comendo mais uma batata. — Ele jamais terminaria com você.

— Ah. — rio sem humor.

— É sério.

Ficamos em silêncio por uns instantes, e acabo por baixar o olhar para o pacote de novo.

Não ouse, não ouse perguntar…

— O que houve entre ele e a Jasmine?

Babaca!

Você é uma babaca, Emmaline Reid!

Não preciso olhar para saber que Henry se remexe no banco.

— Se ele não te contou, não serei eu a mudar isso, Emma. — o olho feio. — Desculpe mas… É complicado.

— É tudo complicado.

— Mas nem tudo precisa ser complicado. — Henry corrige, arqueando a sobrancelha. — Vai, qual é, eu não levei uma surra e quase fui demitido pra vocês terminarem agora!

Rio baixo e nego com a cabeça, voltando a comer.

— Mas, vem cá… — o encaro desconfiada, com ele forçando uma expressão inocente. — E a gata do seu trabalho?

— Henry! — atiro uma nova batata nele.

Terminamos de comer falando de coisas banais, e resolvo voltar ao SWC faltando quinze minutos para o final do meu almoço. Obrigo Henry a prometer que vai manter contato e então nos despedimos, comigo saindo do carro e atravessando a rua de volta ao centro sugando o que restou do meu refrigerante.

Não falo com ninguém durante minha subida ao andar da Psicologia, e mantenho o silêncio conforme volto a minha sala, só acenando para as garotas da recepção. Deixo meu refrigerante na mesa de centro da sala, tiro o casaco e pego meu bloco de notas, arrancando uma folha e escrevendo com um sorriso. Logo após volto ao corredor, passando o papel por baixo da porta de Violette.

Há o número de Henry anotado, seguido de um curto recado.

 

“Ligue logo, ele quer analisar sua bunda de perto.”

 

(...)

 

Minha casa está vazia quando retorno a noite, mas não é de todo ruim. Subo direto para o meu quarto, guardo a bolsa, o casaco e os sapatos e vou direto separar minhas roupas para dormir. Não sinto fome então sequer me preocupo com o jantar, apenas pego meu pijama e as roupas íntimas e os largo sobre a cama, seguindo então até o banheiro.

É estranho, uma hora estou morrendo de fome e na outra não sinto nada.

Bem estranho, na verdade.

Observo meu reflexo no espelho, vendo uma Emmaline Reid com o rosto inchado, a maquiagem borrada e os cabelos numa bagunça que nem vale a pena descrever. Faço uma careta para isso, logo amarrando os fios rebeldes e então começando a tirar a maquiagem do rosto. Não consigo não notar algumas espinhas no processo, o que me leva a crer que já olhei o suficiente para o espelho.

Ligo o chuveiro, deixando que a nuvem de vapor encha o banheiro enquanto tiro as minhas roupas. Meu corpo relaxa no mesmo momento em que deixo a água quente tocar minha pele, e me mantenho imóvel por alguns instantes, apenas aproveitando a sensação. Preciso travar uma batalha interna várias vezes até finalmente conseguir me mover, começando então a me lavar.

Saio do banheiro minutos depois, me enrolando na toalha e então indo para o quarto. Não demoro para me enxugar, visto as roupas rapidamente e guardo a toalha, então me jogando na cama.

E não conseguindo dormir.

Meus olhos permanecem abertos e quando finalmente consigo fechá-los, minha mente prossegue a mil.

Faço uma careta e encaro o teto, me perguntando por que essas drogas só acontecem comigo!

Pra ajudar, meu celular começa a tocar em cima do criado mudo.

Grunho irritada e mal me dou o trabalho de ver quem é, apenas aceito a chamada e o aproximo da orelha.

— O que é? — disparo.

Que saudade dessa doce voz.

Minha raiva se dissipa na mesma hora.

— Oi. — digo com a voz mais controlada. — Desculpe.

Shawn ri do outro lado da linha.

Você está bem? — suspiro diante da pergunta.

— Não consigo dormir. — confesso, me virando de lado na cama.

Somos dois.

Não consigo evitar o aperto no peito ao ver o espaço vazio ao meu lado.

— Queria que você estivesse aqui. — minha voz treme.

Porra, chorar de novo não!

Me obrigo a engolir o choro e respiro fundo para apaziguar a situação, enquanto que o outro lado da linha permanece mudo por longos instantes.

Somos dois. — Shawn repete.

Puxo o outro travesseiro, o abraçando e afundando o rosto nele. Não tem mais o cheiro dele, o que me deixa ainda pior.

— Vai soar muito estranho se eu perguntar o nome do seu perfume? — murmuro, cheirando o travesseiro mais uma vez.

Só consigo sentir o cheiro do amaciante.

Soa meio psicopata, na verdade. — mostro o dedo do meio, só então me lembrando de que ele não pode ver. — Não me diga que está cheirando o travesseiro, Reid!

— Eu cheiraria se ainda tivesse seu cheiro nele. — resmungo, devolvendo o travesseiro ao seu lugar.

Espera um minuto. — Shawn diz, e então fica em silêncio de novo.

Afasto o celular da orelha, vendo a notificação do FaceTime surgir na tela minutos depois. Sorrio e dou uma arrumada rápida no cabelo, aceitando logo em seguida.

Meu coração vai a loucura quando o rosto dele ocupa a tela do meu celular.

— Oi. — sorrio, a vontade de chorar ressurgindo com tudo.

Você está chorando? — Shawn pergunta, incrédulo.

Nego com a cabeça, mesmo que as lágrimas escorram. Fungo baixinho e as enxugo rapidamente, voltando a encará-lo com um sorriso.

Você parece cansada. — ele arqueia a sobrancelha.

— Você também! — rebato, apoiando o celular no travesseiro ao meu lado.

Vá dormir, Reid.

— Eu estava tentando mas não tive muito sucesso. — ironizo, me aconchegando nos meus cobertores.

— Você vai conseguir.

— Ah é? — fecho a cara para ele. — Como?

Shawn ri e nega com a cabeça.

Porque eu to aqui agora, Emma. Agora vá dormir.

É impossível conter o sorriso. Dou uma última encarada nele e fecho os olhos, ainda sorrindo boba enquanto arrumo minha cabeça no travesseiro.

— Você está me devendo uma música. — resmungo, me encolhendo sob o cobertor.

Estou?

— Está. — abro um dos olhos. — Você disse que ia cantar pra mim, era só dizer a hora e o lugar. Estou dizendo: aqui e agora.

Shawn sorri divertindo, acenando com a cabeça enquanto eu fecho o olho novamente. Não demora nem dois minutos para que Treat You Better comece a soar pelo telefone num ritmo mais lento que o da música original, e por algum motivo, as imagens de Shawn e Jonathan invadem minha mente. Meu estômago embrulha logo de cara e obrigo meus pensamentos a se focarem na música.

Adormeço próximo do final, sendo embalada pela voz dele.


Notas Finais


O final tão lindo, ai a Emma vai e lembra do Jonathan HAHAHAHAHA
E agora? Vai ser Shemma ou vai ser Jemma? Hmmmmm desconfio...

Gente, postei a quarta fic da proposta, sendo ela Into You! O link está aqui, espero que gostem: https://spiritfanfics.com/historia/into-you-7152564

Trailer: https://youtu.be/ypMdbdCrY94
Style de PF: https://spiritfanfics.com/personalizar/style/shawn-mendes-psicologicamente-falando-6979545
Grupo do WhatsApp: Nome e DDD+Número na MP
Grupo do face: https://www.facebook.com/groups/546395568895604/
E onde mais me achar haha: http://ask.fm/AtriaGrey ou https://twitter.com/sickeningmendes

Nos vemos em breve!
Xx


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