História Psicologicamente Falando - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Exibições 872
Palavras 2.991
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HEEEEEEEEEEEY EY EY EY!
Nos vemos nas notas finais!
Boa leitura o/

Capítulo 22 - Greve


Fanfic / Fanfiction Psicologicamente Falando - Capítulo 22 - Greve

Quando torno a abrir os olhos, minha cabeça já não é mais minha cabeça. É uma bomba nuclear prestes a explodir.

Fecho os olhos no mesmo instante, puxando o cobertor e me escondendo embaixo dele. Deus, os russos sabem fazer vodca como ninguém, mas como esses caras não ficam de ressaca sete dias por semana? Será que eles são, tipo, imunes aos efeitos da própria bebida e passam os dias rindo da cara dos turistas que enchem a cara e ficam morrendo no dia seguinte, tipo eu?

Nego com a cabeça e me encolho na cama, notando que ela é mais confortável do que eu imaginava. O ar começa a me faltar e tiro a cabeça de debaixo da coberta, agarrando o travesseiro e me deitando de bruços.

— Que visão hein?

Abro um dos olhos, correndo-o pelo quarto até encontrar Shawn saindo do banheiro. Os cabelos estão molhados, com as gotas pingando no corpo e escorrendo por toda a extensão da pele de uma maneira nada decente, só parando quando atingem o cós do jeans escuro. Seria sexy se, claro, a minha cabeça não estivesse explodindo.

Ignoro o comentário e escondo o rosto no travesseiro, me sentindo tentada a dormir de novo. Mas claro que a peste não vai deixar, e tudo se comprova quando o nariz dele fuça no meu pescoço, me fazendo rir e estremecer, com a minha cabeça implorando para que eu cale a boca.

— Retiro o que eu disse, sua cara está horrível. — diz ele, sentando-se ao meu lado enquanto calça os sapatos.

— É o que você diz depois de levar as garotas pra cama? — minha voz sai rouca, e muito a contragosto, acabo me virando para encará-lo.

Seus olhos descem para os meus seios e rapidamente puxo o cobertor, com o babaca rindo.

— Acabou de assumir que eu te levei pra cama e agora está se escondendo? — Shawn arqueia a sobrancelha. — Aliás, depois daquele “você vai precisar se esforçar mais”, eu realmente acreditei que precisaria fazer um esforço, sabe?

Minha expressão se fecha, e o encaro por alguns minutos antes de chutar os cobertores.

É assim que ele quer jogar? Então ótimo, porque eu também sei jogar muito bem.

Me endireito na cama, passando as mãos pelos cabelos e limpando os olhos. Logo em seguida, me levanto e bocejo alto, me espreguiçando em seguida. Lanço uma olhada sobre o ombro para o meu namorado, que mal disfarça ao olhar para a minha bunda, e então me viro pra ele.

— É bom você dar uma boa olhada mesmo, amor… — pisco, abrindo um sorrisinho presunçoso. — Porque é o mais próximo que você vai chegar desse corpo agora, e eu to falando sério!

Shawn ri horrores, e começo a procurar pelas minhas roupas perdidas no quarto. Encontro o vestido próximo aos pés da cama, mas onde está a minha maldita calcinha? Sinto a brisa fria da cidade congelar minha pele, e não melhora nem um pouco quando preciso ficar de quatro pra olhar debaixo do móvel. Porra, onde aquela coisa foi parar?

— Você não vai fazer greve de sexo. — Shawn diz.

Ergo a cabeça, pronta para responder, mas além da pontada por conta do movimento brusco, vejo o idiota se levantar com a peça entre os dedos. Estreito os olhos para ele, mas uma falsa cara de inocente estampa seu rosto enquanto ele caminha tranquilamente, escolhendo uma camiseta qualquer.

— Vai pagar pra ver? — grunho, me pondo de pé.

Ele analisa cada movimento, e reviro os olhos no final das contas.

— Me devolve a calcinha. — digo devagar, mas ele apenas sorri.

— Você vai fazer greve? — ele gira o tecido entre os dedos e reviro os olhos.

— Devolve a calcinha, Mendes! — estendo a mão, mas Shawn a ignora.

— Você vai fazer greve? — repete, piscando devagar.

— A calcinha!

— A greve!

Deus, é normal querer socar o namorado? Eu deveria querer beijá-lo, e até quero, mas a vontade de socar ainda é maior agora…

Crispo os lábios e aceno devagar com a cabeça, aceitando que ele não vai ceder, e eu também não. Começo a vestir o vestido tranquilamente sob seu olhar atento, e assim que termino, passo as mãos entre os cabelos e apanho os saltos jogados no canto do quarto, pegando então o cartão da porta no criado mudo.

— Azar o seu, é a sua namorada que vai circular sem calcinha pelo hotel. — digo, lhe lançando uma piscadela.

Sigo até a saída, mas sei que Shawn não havia pensado por esse lado. Assim que a porta é liberada, ouço-o bufar e murmurar um “merda” baixo.

Abro um sorrisinho vencedor.

— Emma! — chama ele.

Seguro a porta, me virando a tempo de vê-lo arremessar a peça. Pego a calcinha no ar ao mesmo tempo em que Andrew surge na porta, os olhos se arregalando assim que baixa o olhar para as minhas mãos.

Coro até as orelhas.

— Ér… Bom dia, não? — ele limpa a garganta e dá uma olhada para dentro. — Você está… Linda hoje, é, vai ir com a gente pra passagem de som?

Shawn solta um risinho fraco e o fuzilo com o olhar, desafiando-o a dizer algo.

— Não, ela arrumou um emprego extra. — meu namorado babaca responde por mim, aceitando o desafio. — O de assustar criancinhas.

Giro a calcinha entre os dedos.

— Estou de greve, para a sua informação. — falo, deixando o quarto.

— Eu também te amo! — ele grita assim que a porta bate.

Apesar da raiva e da ressaca, um sorriso enorme estampa meu rosto enquanto caminho, meus batimentos aumentando no mesmo instante. A frase se repete de novo e de novo na minha cabeça, e me sinto andando nas nuvens… Ou não, já que os outros hóspedes me observam assustados por conta da confusão que está a minha cara.

 

(...)

 

— Andrew realmente acha que estamos numa consulta?

Desvio o olhar da pasta para Shawn, e dou de ombros enquanto ele se troca. Não demora até que eu volte minha atenção para a folha que eu rabiscava. Deveria estar tomando notas enquanto faço perguntas para me assegurar de seu progresso, mas já havia me entretido em rabiscar flores e desenhos aleatórios nas bordas das páginas.

O progresso é óbvio, eu só preciso anotar sobre ele quando voltarmos ao hotel.

— Dá pra parar de escrever sobre mim enquanto estou aqui? — seu tom azedo me faz revirar os olhos.

Ficar no camarim dele não havia sido uma boa ideia, no final das contas. Deveria ter ficado com Jasmine.

Faltavam pouquíssimos minutos para aquela criatura subir no palco mas ele não perdia a chance de me azucrinar! Ele que não fique esperto que vai acabar indo fazer o show com um olho roxo.

Sou pega de surpresa quando Shawn se aproxima rápido, por pouco não conseguindo arrancar a folha das minhas mãos. Sou mais veloz e consigo esquivá-la, fechando a cara como se o desafiasse a fazer de novo.

— Você está levando essa história de greve muito a sério… — ele estreita os olhos, apesar de abrir um sorriso brincalhão. — E por que não posso ler as suas anotações sobre mim?

— Porque eu tenho que apresentar o diagnóstico para o Andrew antes de apresentar a você. — dobro a folha e a coloco dentro do sutiã, fazendo seu sorriso aumentar. — Você é menor de idade, e por enquanto ele é responsável por você.

— Menor de idade e pegando uma mulher mais velha… — o sorriso vai de brincalhão a convencido em instantes.

— Você não está “pegando” ninguém, porque a mulher mais velha aqui está de greve. — pisco, tentando me levantar.

Ele apoia as mãos uma de cada lado da minha cabeça no sofá, se inclinando na minha direção e me impedindo de sair dali. Caio sentada novamente, e tento manter a postura rígida quando o rosto de Shawn se aproxima do meu. Consigo sentir seu perfume, mas prendo a respiração para impedir que isso ajude a me fazer ceder.

Vamos lá, Emmaline, você é forte!

— Então você está de greve… — diz ele, o rosto a centímetros do meu.

Porra, não dá pra resistir assim.

Baixo o olhar, logo o desviando assim que termino de analisar seu tronco exposto.

— Você tem que se vestir. — meu tom firme falha.

— Cinco minutos, Mendes. — Andrew grita do outro lado da porta, e agradeço mentalmente por isso.

Shawn nem se move, permanece inclinado sobre mim com um sorrisinho perverso. Preciso juntar toda a minha autoconfiança para encará-lo sem acabar fazendo besteira, e toda a minha resistência começa a se desfazer assim que encontro aquele par de olhos castanhos brilhantes.

Ótimo.

Uma ideia me ocorre, e abro um sorrisinho sacana, o pegando de surpresa quando inclino meu próprio rosto.

— Você tem cinco minutos. — digo, nossos narizes se tocando. — Mesmo que eu não estivesse de greve, não teria tempo o suficiente.

— Muita coisa pode acontecer em cinco minutos, Reid. — ele rebate.

Tiro a camisa xadrez, revelando a minha regata favorita por baixo. É preta e deixa o meu corpo bem marcado, principalmente o sutiã meia taça.

O olhar de Shawn acompanha meus movimentos e quase consigo ver as engrenagens trabalhando sob sua pele, decidindo o próximo passo.

— É um período de tempo bem… Apertado, sabe? — arqueio a sobrancelha, roçando os lábios nos dele e então descendo para o pescoço.

Droga, por que ele cheira tão bem mesmo?

— Assim como outras coisas que eu conheço muito bem.

Diferente do que eu imaginava, meu rosto não esquenta após a frase. Abro um sorrisinho e deslizo os lábios sobre sua pele, tendo que conter a mim mesma para não acabar cedendo. É tentador e posso sentir cada parte do meu corpo ansiar pelo ato, mas vou manter minha palavra.

Subo minhas mãos pelos braços dele, deslizando-as devagar até chegar aos ombros. Aperto as minhas unhas ali devagar, com Shawn descendo uma das mãos do encosto do sofá até as minhas coxas expostas por conta do curto comprimento do short.

— Quatro minutos, Reid. — diz ele, se esquivando dos meus lábios só para poder aproximar o rosto do meu. — O que vai ser?

Posso sentir sua respiração, o que me desnorteia. Seus dedos apertam minhas coxas, subindo até a minha bunda e então descendo, e em determinado momento ele me aperta tão forte que acabo arfando, denunciando minha batalha interna entre ceder ou não. A mão de Shawn puxa o jeans para baixo e meu corpo se arqueia, me fazendo fechar os olhos por uns instantes, sentindo uma certa frustração começar a irradiar até as partes mais baixas do meu ser. Comprimo uma perna contra a outra mas a sensação não vai embora, só piorando enquanto sinto sua proximidade. Mesmo de olhos de fechados, tenho a certeza de que ele está com um daqueles sorrisos idiotas de quando sabe que vai vencer a guerra.

E, bom… Ele não está errado.

Ignorando meu subconsciente, que insiste em jogar na minha cara o quão fraca estou sendo, inclino a minha cabeça e junto meus lábios aos dele, sentindo sua língua invadir minha boca no mesmo instante. Minhas mãos se espalmam em seu peito e o empurro para o lado, fazendo-o cair no sofá.

— Bela greve, senhorita Reid. — Shawn debocha, e apesar da ideia tentadora de simplesmente deixá-lo ali, sei que não sou capaz de fazê-lo.

Passo a perna sobre seu colo, me sentando de frente para o seu rosto e rapidamente voltando a beijá-lo. Ele me traz mais para perto, logo subindo as mãos até a barra da minha regata e puxando-a para cima. Ergo os braços sem pestanejar, sentindo a peça descobrir a minha pele e então ser jogada em qualquer lugar.

— Três minutos. — sussurro, com ele abrindo o fecho do meu sutiã.

— Shows sempre atrasam. — Shawn sorri malicioso e se livra da lingerie com a mesma facilidade que se livrara da regata. O papel dobrado cai entre nós, mas sou mais rápida ao pegá-lo e atirá-lo para longe.

Flashes da noite passada passam e repassam pela minha mente, e uma estranha sensação de insegurança se apodera de mim. Quem diabos era aquela Emma? Tudo o que eu havia feito, a balada, o táxi, o corredor… Deus, o que eu estava fazendo?

Mas então, a mão dele sobe até a base da minha cabeça, se emaranhando nos meus cabelos e os puxando para trás. Minha cabeça pende e sua boca não perde tempo ao se aproximar do meu pescoço, sugando a pele exposta de uma maneira que sei que deixará marca. Meu corpo inteiro reage, com um arrepio correndo toda a extensão da minha coluna e com os meus lábios se entreabrindo enquanto solto um gemido baixo. Os chupões descem pelo meu busto até chegarem aos seios, e seu braço envolve minha cintura enquanto a mão livre segura o esquerdo, os lábios envolvendo o mamilo.

Porra, foda-se o que eu estava fazendo ou quem raios era a Emma de ontem. Todos os pensamentos se afastam da minha mente no mesmo instante, praticamente me obrigando a voltar para realidade que, convenhamos, é muito melhor que todos esses problemas.

Sou obrigada a morder o lábio com toda a força para não gemer alto demais. Meu quadril se move involuntariamente contra o dele, e sinto os espasmos correrem meu corpo conforme ele suga com mais força. Minhas mãos tremem conforme as enrosco em seus cabelos, e tenho certeza que vou levar esporro da cabeleireira por isso, mas é a única maneira que encontro de manter minhas unhas longe de sua pele. Ainda consigo ver os arranhões da noite passada, e não vai ser uma boa ideia torná-los ainda mais avermelhados agora.

Ele alterna o seio e obrigo minhas mãos a correrem até sua calça, abrindo o zíper e o botão o mais rápido que consigo. Meu corpo parece prestes a explodir, e parte de mim se sente muito mais aliviada por dessa vez eu não estar bêbada. Afasto o rosto de Shawn e volto a beijá-lo, finalmente conseguindo abrir o jeans e então tentando puxá-lo para baixo.

— A camisinha, Reid. — diz ele entre os beijos, mas sinto suas próprias mãos tentarem se livrar do meu short.

— Onde está? — praticamente revisto os bolsos dele e o desgraçado abre um sorrisinho pervertido.

— Na outra calça.

Reviro os olhos e me levanto, sentindo minha intimidade latejar enquanto sigo até as roupas jogadas. Por Deus, por que esse moleque tem que ser tão bagunçado? Tenho dó de quem arruma suas bagunças, ou pior, as de Jasmine.

Após jogar todas as roupas dele para o alto, finalmente consigo encontrar a calça que Shawn vestia antes. Reviro os bolsos até finalmente encontrar a camisinha e a atiro para ele, que a pega no ar e rasga o pacote sem dificuldade. Tiro meu short no caminho, e não demora até ele se voltar para mim com o mesmo sorriso pervertido. Seus olhos me analisam de cima a baixo e Shawn apoia as costas no estofado.

— É muita maldade você querer me privar de ver tudo isso… — diz, estendendo a mão para mim.

Nego com a cabeça e acabo pegando-a, passando as pernas sobre seu colo novamente. Seguro em seus ombros ao mesmo tempo em que ele se posiciona na minha entrada, e então suas mãos apertam firme os meus quadris conforme me sento. Solto um gemido abafado e mal consigo me conter, acabo apertando as unhas em sua pele e ele me puxa mais para perto, acabando com qualquer espaço entre nós.

Meu corpo se move para cima e para baixo, e jogo a cabeça para trás com os movimentos. Posso ouvi-lo gemendo próximo a minha orelha, a respiração quente e entrecortada me causando arrepios conforme ele entra e sai de mim. Tento ir cada vez mais rápido, cada vez mais forte, e suas mãos nos meus quadris me ajudam a melhorar o ritmo a cada entocada. Meu corpo parece prestes a entrar em colapso, o calor subindo cada vez mais rápido e fazendo o suor brotar pela minha pele.

— Shawn? — a voz de Andrew surge do outro lado da porta. — Cara, você tá atrasado!

Baixo o meu olhar para ele, mas Shawn me impede de parar. Uma de suas mãos continua no meu quadril enquanto a outra sobe até a sua boca, o dedo indicador sinalizando para que eu fique em silêncio. Sinto uma imensa vontade de rir mas a contenho, apesar de Shawn também abrir um sorrisinho.

Logo em seguida ele me pega com força, me fazendo lembrar que estamos ocupados demais para prestar atenção em qualquer outra coisa.

Rebolo devagar sobre seu colo, fazendo-o apoiar a cabeça no estofado e murmurar um palavrão baixo. Aproveito a deixa para me vingar, inclinando o tronco até que consiga tocar seu pescoço com os lábios. Infelizmente, sei que não posso mais deixar mais marcas, então apenas dou um beijo e um chupão fraco ali, voltando a me mover mais rápido.

— Porra, Emma… — sibila baixo, se endireitando e então me encarando.

— Mano, cadê a Emma? — ouço Andrew perguntar do lado de fora. — Ela tá lá dentro?! Porra, esses adolescentes tiram fogo da onde? Eu vou arrombar essa porta!

— Ele já deve estar arrombando outra coisa… — uma voz desconhecida diz. Deduzo ser a de um segurança.

Sinto vontade de rir, mas antes que eu possa fazê-lo, meu corpo inteiro estremece e eu me agarro a Shawn, que ainda me mantém no lugar. Continuo a me mover, mas não demora muito até que ele esconda o rosto no meu ombro e solte um grunhido abafado. Me permito rir e assim que ele afasta o rosto, rio ainda mais. Saio do seu colo mas ainda tento arrumar o ninho de passarinho que aqueles cabelos castanhos se tornaram, mas não obtenho sucesso.

Realmente vou ser morta pela cabeleireira.

— Quase dez minutos de atraso, eu vou matar ele! — Andrew bate na porta de novo. — Emma, você não podia ter esperado um pouco não?

Rio baixo, dando um selinho em Shawn.

— Não, ela não podia ter esperado. — ele sussurra, me lançando uma piscadela enquanto se levanta.

Sei que ele se refere a greve, mas deixo essa passar.

Até porque eu não podia ter esperado mesmo.


Notas Finais


EITA QUE AGORA NINGUÉM MAIS SEGURA ESSES DOIS HAHA
Parece que a greve da dona Emma foi por água abaixo mais rápido do que doce na mão de criança, mas quem disse que a gente pode culpar ela, né non? É O SHAWN FUCKING MENDES, GENTE! HAHA
Quem também não cederia, que atire a primeira pedra hu3
(ATIRA N Q É BRINCADEIRA, ATÉ PQ VC ESTARIA MENTINDO Q EU SEI)
Mas gente, falando sério agora, to aqui pra falar de um assunto muito sério. É bem chato, e vou tentar ser o mais breve possível, mas mesmo assim: NÃO VIREM FANTASMINHAS! Pelo amor de Deus, é muito complicado se apegar a leitores que do nada somem, sério, chega a dar uma dor no core :c

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=CoJ4CL2dZEc
Playlist: https://www.youtube.com/playlist?list=PLc63QemWQ2LoCylU4S2IzrfXUTHo_U-ow
Grupo do face: https://www.facebook.com/groups/546395568895604/
E onde mais me achar haha: http://ask.fm/AtriaGrey ou https://twitter.com/sickeningmendes

Nos vemos em breve!
Xx


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