História Psicopata - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Zayn Malik
Personagens Personagens Originais, Zayn Malik
Visualizações 26
Palavras 1.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, fiquei feliz por alguns comentários e favoritos, obrigada a todos que me procuraram e comentaram me incentivando sério❤ quero muito todas as minhas leitoras de volta e as novas leitoras muito obrigada também ❤❤❤❤ eu espero que gostem do capitulo ele ta bem complexo mas acho que vocês irão gostar.


* NOTAS FINAIS VOU DIVULGAR AS MINHAS OUTRAS DUAS FANFICS


NAO DEIXEM DE COMENTAR E FAVORITAR POR FAVOR!!

Capítulo 2 - Perguntas


Fanfic / Fanfiction Psicopata - Capítulo 2 - Perguntas

Os saltos fino faziam barulho no corredor logo pela manhã, hoje seria um dia totalmente diferente daquele que Megan estava acostumada a ter, havia estudado muito no dia de ontem e principalmente quando estava em casa somente ela e na companhia de seu gato chantili, estudou suas apostilas da faculdade e as vídeo aula, mesmo assim sentia que não estava tão pronta para o que estava a receber.

- Doutora Megan... - O major a chamou vestido de um terno preto alinhado. - Vista seu jaleco por favor, você irá começar com ele agora. - Se referiu ao homem da qual falavam ontem.

- Sim, por favor tragam ele para minha sala tudo bem? Megan concordou se sentando e aproveitou para vestir seu jaleco como era de costume fazer em qualquer consulta.

Não demorou muito para os papéis estarem arrumados em frente a mesa e a doutora estar com uma postura rígida sentada na poltrona, um movimento se fez presente na área externa da sala e logo estavam ali, parados em frente a loira, dois policiais seguravam aquele homem, um homem de aparência muito magra, o rosto dele denunciava claramente agressão, lábios e os supercílios sangravam e tinham inchaços visíveis, nas mãos seus dedos tinham marcas roxas e sangue pisado, era um verdadeiro horror o olhar naquele estado, sua barba por fazer contrastava com seu rosto arroxeado e seu corpo magro vestia o uniforme bege da prisão e seus pés calçavam botas semelhantes a um coturno.

- Por favor, podem tirar as algemas do paciente por favor? - Pediu o fitando na mesma intensidade que ele a fitava.

- Paciente? - Um dos homens riu. - Esse homem aqui está mais para um monstro...

- Acredito que caiba a eu chamar ele de paciente já que sou eu a doutora aqui não acha?

- Sim eu só...

- Pode soltar a algema dele por gentileza?

- Tem certeza Megan, não é perigoso? - Dimmy perguntou preocupado.

- Não Dimmy, esta tudo bem, fique os dois de prontidão na porta tudo bem? Quando nós acabamos eu chamo vocês novamente e você pode levar ele até a cela. - Megan falou enquanto os braços do homem eram soltos do ferro prateado, ela pode notar que eu seus pulsos haviam cortes causados pelas próprias algemas que por certo estavam muito justas. Quando os dois terminaram se retiraram o deixando ali em pé.

- Então, pode se sentar por favor. - Megan pediu fazendo o moreno dar um riso sarcástico e se sentar na cadeira a frente.

- Alguma graça?

- Nenhuma doutora. - Falou com uma voz grossa e ao mesmo tempo rouca mantendo um ar de deboche. - Muito educada você, não?

- Certo, nós temos que manter a educação com todos aqui da instituição, o que é uma pena, porque nem sempre merecem. - Megan debateu sua ironia com outra. - Meu nome é Megan, sou sua psicóloga criminal... Você é?

- Por que acha que tem que saber meu nome doutora? Porque eu fui pego e preso? Aliás, para uma instituição que prendeu alguém que não sabe nem o nome do indivíduo, não dá pra levar a sério. - O moreno falou em um sorriso quase macabro.

- Preciso lhe fazer algumas Perguntar senhor... - A loira pegou um papel e uma caneta colocando a involuntariamente na boca. - Eu preciso que me responda para que nós possamos te ajudar certo?

- Você sabe que está senso tola demais com essa caneta em minha frente não sabe? Você não imagina o mal que eu posso lhe causar com isso tolinha.

- Eu sei, e acredito mesmo que você tenha capacidade para me causar mal apenas com uma caneta, eu não duvido disso mas também não tenho dúvida que não irá fazer isso sem propósito, você me mata e então eles lá fora irão fazer o mesmo, acredito que não seja sua intenção, ou é?

- Me desafiando doutora Megan? - Ele a subestimou rindo, em uma risada macabra. A loira fitou aqueles olhos castanhos âmbar tentando entender o porquê de tanta ironia, claro era típico de um psicopata agir daquele modo, sempre na defensiva. - Você não está na posição de me ameaçar, já que você não tem absolutamente nada de informações a meu respeito, já eu posso saber da senhorita. - Megan suspirou com certo receio, ele era realmente ameaçador.

- Tudo bem, é deste modo que quer agir não? - Ela perguntou fitando as inúmeras tatuagens dele. - Saiba que eu aqui dentro sou a única que posso te tratar bem e te ajudar nem que seja por um pouco, ninguém aqui é como eu não te vêem como um paciente assim como eu vejo e sim como um prisioneiro psicopata, você vai continuar apanhando e sendo torturado do jeito que está sendo. - Ela apontou para os machucados no rosto dele. - Quantos e quais foram os crimes que cometeu? Tem que ter algum não é? Para estar aqui... - Megan analisou um papel com a informação sobre o indivíduo, haviam muitos casos de tortura, mas não haviam informações sobre morte alguma.

- Eu não irei falar nada doutora, não é porque me julgam como um psicopata que significa que eu me acho um não? - Ele gargalhou. - Ah, esses medíocres incompetentes, só servem para acusar as pessoas, até porque provas concretas eles não tem, nem o meu nome foram capaz de descobrir, isso aqui é uma palhaçada não é? Só que eu sou o palhaço Doutora, sou eu quem sou. - Ele riu novamente e puxou a mão fina e pequena de Megan que o encarou com aqueles olhos azuis chamativos, ele olhou aquela mão por alguns segundos e encostou seus lábios ali, fazendo o pêlo da barba tocar com sua pele causando um arrepio por ali, como se fosse um perfeito cavalheiro depositou um beijo ali e sorriu.

- Eu não estou aqui para jogos...

- Deveria gostar doutora, eu por exemplo quando entro eu um jogo, não saio até vencer.

- É mesmo? Não sabe que não podemos vencer em tudo? Não sabe que não podemos fazer tudo o que queremos?

- Eu sei linda, mas não ligo nenhum pouco. - Riu rouco.

- Já chega, acha que estou aqui para esses jogos e piadinhas? Não eu não estou, muito menos com paciência para isso aqui não é nenhum stand up não, vai me responder o que quero saber a seu respeito? - Perguntou.

- Bom... Não vou.

- Ótimo, não responda então, pode voltar para a cela, até breve.

- Até breve Megan, não se esqueça que eu sei onde te encontrar, eu volto. - Riu se levantando. - Foi um prazer doutora, ah meu nome é Zayn Malik mas você, só você pode me chamar de Zayn linda.

- Chega, Dimmy pode por favor levar ele daqui? - A loira se levantou e bateu no vidro da janela avisando ao policial que ele poderia entrar.

- O que foi doutora Megan, assustada? - Ele perguntou notando que sua respiração havia ficado pesada.

- Não, nenhum pouco, vá para sua cela.

Frios, calculistas, loucos e sem emoção alguma, tal é o psicopata como pensamos que eles sejam, até que tenhamos um vislumbre por trás dessa temível máscara. Os pesquisadores têm sido, durante décadas, quase unânimes em seu acordo sobre a percepção popular da figura do psicopata, de modo que muitas características definidas desse perfil assassino já são conhecidas. Mas pesquisadora De muitas universidades discorda completamente disso. Pesquisadores descobrem o que os psicopatas tiveram em comum em sua infância e isso irá mudar a sua percepção sobre eles, estas pessoas tiveram uma vida difícil, até agora, o foco tem sido direcionado para o comportamento antisocial e falta de empatia. E a explicação para isso é baseada na biologia, ao invés de analisar pelo que essas pessoas passaram na vida. Os estudos revelam que os psicopatas em suas infâncias experimentaram uma educação, ou estilo parental, que é bem diferente da chamada parte normal da população. “Se você pensa em uma escala de cuidados parentais que vai do zero, como a ausência de cuidados, até o pai totalmente obsessivo, a maioria dos pais está no “meio“. Os padrões de apego mostram que essas crianças se sentem rejeitadas, em um grau muito maior do que na população em geral, ou seus pais têm um estilo autoritário que compromete a vontade e a independência da criança. Isso é algo que pode fazer com que o psicopata seja mais tarde cruel com os outros, mais ou menos consciente para obter o que ele ou ela precisa ou o que ele ou ela já sofreu é como se quisessem descontar nos outros tudo o que já sofreu, claro que isso não se aplica com todos os psicopatas até porque a maioria está em sociedade como pessoas comuns.

[...]

- Como foi? - O major perguntou ansioso por algum resultado.

- Estranho, estranho e assustador, ele não quis falar de nada que lhe foi perguntado, se retraiu, usou de ironia, piadas e chantagens... Mas no fim de tudo quando eu o dispender pra sala novamente ele me disse seu nome, Zayn... Zayn Malik.

- O que? Sério? Não, eu não acredito Megan, meu Deus do céu ele falou o nome dele pra você? - O major comemorou. - Estamos a três meses tentando fazer e descobrir o nome do indivíduo, não acredito, obrogada Megan, bom trabalho.

A garota sorriu de lado sem ter certeza do que estava fazendo, aquele homem, aquele jeito lhe trazia arrepios, ele era perigoso e não escondia isso, aquela voz lhe trazendo ameaças era demais, precisava pensar.

[...]


Notas Finais


Fanfic número um: Eu a desejava como nunca desejei nenhuma outra mulher na vida, eu queria ela na minha cama gemendo o meu nome, mas eu também queria andar de mãos dadas com ela na praia e não podia, ela era mulher do meu irmão e aquilo não poderia existir entre nós.


https://spiritfanfics.com/historia/perdicao-9954000


Leia perdição com ZAYN MALIK




Fanfic número 2:


O amor patológico é uma doença que causa dependência como se fosse uma droga, só que nesse caso, a droga não é um produto químico ou álcool, é a pessoa pelo qual o indivíduo está obcecado, chega a um ponto que o amor fica obcecado e a pessoa deixa a sua vida para viver a do outro ou não permite que o parceiro tenha vida própria, muita das vezes a vítima é forçada e em casos mais extremos é sequestrada pelo indivíduo incontrolável, ele segue e vigia seu alvo incessantemente. É uma sensação química e quando o amor passa a ser doentio a pessoa tem crises se está longe ou sem a pessoa tem sentimentos de culpa. É como se fosse uma droga que não se pode ficar sem. A pessoa doente torna impulsiva e compulsiva devido ao vício. O amor se transforma em um sentimento destrutivo e que em alguns casos pode ocasionar tragédias como crimes e suicídios. O obcecado se torna insano, louco e compulsivo, seus atos o tornam violento e ameaçador.


- Você é minha Ellie, só minha. - O moreno roçou o nariz na pele da garota. - Você é minha escolhida e ninguém vai te tirar de mim.


Zayn conseguia ser pior que aquilo, ele era insano e capaz de tudo, qualquer pessoa que estivesse em seu caminho estava fadado a esse destino de loucura.


Aqui ta o link da fanfic : https://spiritfanfics.com/historia/insano-9939394


Por favor de uma olhada eu garanto que é uma história bonita e complexa!

Muito obrigada pela atenção viu? Espero te ver lá


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