História Psicopatas - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Austin Mahone, Camila Cabello, Camren, Dinah Hansen, Jade, Lauren Jauregui, Little Mix, Lucy Vives, Normani Kordei, Norminah, Perrie, Saylor, Sofia Cabello, Taylor Jauregui
Exibições 90
Palavras 1.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey booboos.
Enjoy.

Capítulo 6 - Life or death?


"A vida é feita de escolhas, e uma hora você é obrigado a escolher o que quer seja certo ou errado".

Point Of View Camila Cabello

– Eu quero algo diferente hoje – Normani olhou desconfiada para mim – Eu quero da sua maneira Mani.

– Ela não matou alguém ou fez algo mal – Ela discordou imediatamente – Vamos ao seu jogo, você sabe que temos regras...

– Só hoje Normani – Eu cheguei perto dela – Por favor.

Percebi a morena me hesitar, eu sabia que não era o certo, mas eu estava fora de mim. Eu preciso mata-la.

Ela andava de um lado para o outro, observava a garota e olhava para mim.

– Você é mais do que isso Mila – Normani me olhava triste – Mas não posso fazer nada, o jogo é seu.

Meus olhos brilharam isso fugia totalmente o nosso código. Era sempre da mesma forma. Eu fazia meus jogos, Normani matava os criminosos, Louis descontava sua raiva em estupradores e qualquer outro tipo de pessoas violentas.

– Não posso fazer isso – Normani sorriu – Vamos levar ela para o corredor 5.

– Mas... – Normani hesita – Você raramente leva as pessoas a mais de uma maquina.

– Vamos fazer um bom trabalho dessa vez.

Ela me olhou desconfiada, eu peguei Katherine no colo, Normani trazia alguns equipamentos que usaríamos antes de prendê-la na maquina numero um do corredor. Ela era tão leve que eu conseguia carrega-la sem muitas preocupações de não aguentar.

– Aqui – Normani apontou uma mesa, eu coloquei seu corpo de forma cuidadosa – Você trata de forma tão sutil que parece que está levando ela para um passeio.

– E estou – Eu disse enquanto cortava sua calça e colocava outra – O passeio que decidirá a sua vida.

– Espero que saiba o que está fazendo – Eu dei de ombros – Vamos lá.

A primeira armadilha consistia em um equipamento um tanto quanto lindo aos meus olhos, era conhecido como "Armadilha do anjo", Harry colocou esse nome. Eu ia prendê-la em uma 'cinta' que estaria ligada em suas costelas, um pouco na frente dela havia um recipiente cheio de acido com uma chave dentro. Era simples. Ela pega a chave e abre ou a cinta se abre e arranca suas costelas e vísceras.

Sorri para Normani, aquilo tudo me deixava fascinada, extremamente excitada.

– Ela está presa – Eu ajustei o pote com o acido para ela ter um pouco de dificuldade e dor quando tentasse pegar a chave – Vamos logo, antes de ela acordar. Harry pegou os 'amigos' dela?

– Sim – Ela vai andando em direção à saída – Agora entendi porque eles tinham que estar aqui também.

Normani não iria participar do jogo dessa vez, ela saiu da sala e foi para o andar de cima onde ficavam os quartos, aqui era uma grande mansão onde eu fiz todos esses corredores com minhas maquinas.

Fui pra minha sala e esperei a garota acordar, meus olhos fixos na tela, era incrível ver aquela menina tão vulnerável. Vejo ela se mover um pouco, meus olhos detectam cada movimento da garota. Pouco a pouco ela vai acordando, deixo-a acordar totalmente para ela poder participar do jogo.

Mais 3 minutos e ela se desespera quando percebe que está impossibilitada de se mover muito.

– Onde estou? – O pânico presente em sua voz – Socorro.

Ela chora compulsivamente, a regata preta dela já esta totalmente empapada de sangue. A garota faz um movimento brusco e grita de dor quando a cinta aperta suas costelas. Um gemido de prazer e satisfação sai de meus lábios.

Eu ligo as luzes em cima dela, seus olhos percorrem toda a sala. Mais desespero. Eu ligo o microfone com a voz distorcida.

– Olá Katherine – Minha voz grossa, firme – Como você está?

– Quem e você? – Ela olha para todos os lados, eu tenho uma visão parcial dela daqui da sala onde eu estou, mas as telas me davam a visão total de onde ela estava – O que quer comigo? Por favor, não me mate.

Eu arregalo os olhos surpresa, essa garota tentou se matar por diversas vezes e agora esta pedindo para eu não a matar?

– Você é responsável por sua morte a partir do momento em que tentou se matar pela primeira vez – Isso saiu mais rude do que eu pretendia – Você não tem o direito de clamar por sua vida quando já tentou tira-la.

– Eu...

– Você tentou se matar diversas vezes – Eu falava mais alto do que o normal, aquela garota me irritava – Só vou poupar seu fracasso novamente.

Algumas lagrimas saem de seus olhos, eu ligo a câmera a minha frente, parte de minha boca esta a mostra e é só isso que ela consegue ver de mim.

– Eu tenho dinheiro – A garota se desespera – Por favor, eu não quero morrer.

Estou no meu limite.

– Isso depende de você – Ligo outra luz e o foco vai para o recipiente – Você está ligada a essa cinta, e o que tem que fazer para ela te soltar? Muito simples. Você está vendo a chave nesse pote? – Ela afirma com a cabeça – Está cheia com ácido, você tem que pegar a chave ai dentro e abrir o cadeado antes do tempo acabar.

– Por favor... Não.

– O jogo vai começar Katherine – Desligo a câmera e a televisão em sua frente começa a chiar – Boa sorte.

O tempo dispara e a garota olha assustada, ela tinha cinco minutos para decidir sobre sua vida.

– Por favor – Ela balbuciava – Me tire daqui. Por favor...

O choro compulsivo da garota, a dor que ela sentia ao fazer movimentos bruscos, o suor se misturando com o sangue. Já tinham se passado um minuto e meio.

– Vamos lá garota – Eu sussurrei para mim mesma – Me divirta.

O tempo passava e Katherine apenas chorava e perdia seus preciosos minutos, o olhar dela estava fixo no pote com o ácido. As lagrimas saltavam de seus olhos.

– Não me mate – Ela levou a mão dela ate a borda do pote, faltavam 2 minutos – Aaaah...

O grito ecoou no local assim que o ácido entrou em contato com a pele dela, a garota tinha que se esticar para poder chegar à chave, isso fazia com que suas costelas trincassem e ela consequentemente sentisse uma dor alucinante.

Um grande sorriso surgiu, meus olhos brilhavam com a adrenalina percorrendo todo meu corpo. Eu estava completando meu tanque, estava cativando meu vicio.

Ela se esforçava ao máximo, estava na ponta dos pés e gritando de dor.

Um minuto e meio.

Eu pensei em parar o relógio, mas dei mais uma chance a ela. A mão da garota já estava deformada, as pontas dos dedos passavam suavemente pela chave.

Ela conseguiu. Pegou a chave e tirou do pote.

Um grito ecoou quando ela viu a mão cheia de bolhas e queimaduras horríveis.

A cada tentativa de por a chave no local certo ela gritava de angustia.

30 segundos.

Por um momento achei que ela iria desistir.

10 segundos e um barulho alto. O cronômetro parou.

Katherine cai no chão com parte das costelas trincadas, e devido à perda de sangue ela estava bem fraca. O choro compulsivo de felicidade da garota.

Liguei o microfone.

– Muito bem – Ela virou a cabeça rapidamente – Você conseguiu a primeira parte. Mas os jogos irão continuar.

O pavor no rosto da garota.

Mais lagrimas.

Mais dor.

 


Notas Finais


Cheguei com mais um babes. Espero que tenham gostado, talvez tenha outro mais tarde.
Comentem e favoritem e até logo meus psicopatazinhos.
Beijos de luz.


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