História Psicose - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Exibições 43
Palavras 1.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores♡

Adivinhem quem foi dar uma voltinha no hospital?!

Isso mesmo! Euuu! ㅂㅈㅂ

Capítulo 7 - Clima


   Mark estacionou duas ruas antes da biblioteca, perto do local não haviam vagas. Saímos do carro e fomos caminhando até o portão principal.

   Em frente à entrada Jackson esperava vestindo um terno preto.

Lindo.

- Uau! Vejo que alguém se produziu todo- provoquei chegando perto do loiro acompanhada de Mark.

- que nada Jennie, apenas vesti um terno, não é para tanto- respondeu o chinês sendo modesto.

- uhum, sei- sorriu- anda, dá uma voltinha- pedi animada.

   Jackson fazendo graça deu uma lenta volta parando e me lançando um olhar provocativo junto de uma piscadinha.

- ai meu coração- dramatizei colocando a mão no peito- acho que estou apaixonada.

- EI!!- gritou Mark inconformado- o trato Jennie! O trato!- seu rosto já se encontrava totalmente vermelho e as bochechas já estavam infladas.

- calma meu amor- acariciei o rosto de Mark- você sabe que nunca vou quebrar o trato- o abracei- se acalme querido- Mark correspondeu o abraço se acalmando.

    Jackson ria da cena provocando Mark.

- quando ele fica nervoso parece um esquilo- deixou escapar o chinês.

   Não pude deixar de rir, realmente, Mark parecia um esquilo irritado.

- vou relevar isso Wang- respondeu o rapaz virando a cara.

    Comecei a caminhar em direção a entrada da biblioteca.

- vamos Tom e Jerry- chamei provocando os dois.

   Nos três entramos juntos. O salão principal onde antes ficavam as mesas de estudo e leitura, agora estava livre para que os convidados pudessem circular livremente. Assim que pisei os pés no local, procurei com os olhos o motivo por ter vindo a festa. Não o encontrei, senti um pequeno frio na barriga.

E se ele não estivesse aqui?.

   Junto dos dois rapazes sentei-me em uma mesa na lateral perto das estantes. Olhei para cima. As prateleiras lotadas de livros iam até o teto do grande salão antigo. A biblioteca em si tinha mais de dois séculos. As obras de arte pintadas em seu teto todo ano passavam por restaurações. A beleza do lugar era indescritível.

   Desde pequena, um dos meus lugares prediletos para se passar uma tarde era a biblioteca. Ao contrário das outras crianças que corriam e pulavam pelos parques e ruas, preferia ficar com a cara enfiada nos livros. Mark sempre me acompanhava, trazia o seu skate e brincava de pular as escadas externas. Olhei para o canto direito do outro lado do salão, lá se encontrava a ala de literatura infantil. Uma onda nostálgica tomou conta de mim. Lembrei do tempo em que precisava usar as escadas de madeira par a alcançar livros da última prateleira.

Saudades da infância.

- lembra de quando nós vinhamos aqui todas as tardes, Jennie?- perguntou Mark sorrindo, provavelmente também se lembrava dos momentos.

- sim- o olhei sorrindo- eu me lembro sim.

-vocês vinham todos os dias?- perguntou Jackson entrando no assunto.

- todo santo dia- respondeu Mark me surpreendendo- Jennie ficava com a cara nos livros enquanto eu me matava com meu skate- o ruivo sorria.

   Deu para ver no rosto de Jackson a surpresa por Mark agir de forma tão legal e descontraída.

Seria esse o começo da trégua?.

   Sorri ao imaginar que finalmente os dois poderiam se entender.

- você ainda anda de skate?- perguntou o loiro dando início a um diálogo.

- as vezes, quase não tenho tempo- o ruivo riu ao lembrar de algo- teve uma vez nas férias da terceira séries, que eu caí tentando pular as escadas. Jennie sempre ficava lendo ao lado das janelas para poder me observar. Ela veio correndo gritando “ Mark!! Mark!!”. Eu não conseguia me levantar, e ela ficou desesperada. Começou a gritar e então a bibliotecária que já tinha virado amiga de Jennie chamou uma ambulância e correu para me ajudar. Jennie foi correndo chamar minha mãe, eram doze quarteirões daqui até em casa. Não sei como, mas ela conseguiu ir e voltar com a minha mãe em nem quinze minutos- Jackson ria ao escutar a história- minha mãe chegou um pouco antes da ambulância. Os paramédicos me ajudaram mas Jennie não pode entrar comigo na ambulância então a bibliotecária á levou até o hospital- Mark apertou a minha mão- foi nesse dia que me dei conta de que Jennie era minha melhor amiga no mundo. E estamos juntos até hoje. Somos irmãos de alma e coração.

    Me emocionei com as palavras de Mark deixando cair pequena lágrimas. No mundo não poderia existir um amigo melhor que o mesmo.

- a amizade de vocês é o que se pode chamar de “para á a vida toda”- comentou Jackson sorrindo.

- pode ter certeza- respondi olhando Mark nos olhos- vou ao banheiro retocar a maquiagem, que agora deve estar um caos por conta das lagrima, me dêem licença- falei me levantando.

   Corri para o banheiro tomando cuidado para não esbarrar em ninguém. Arrumei a maquiagem rapidamente, não tinha estragado tanto.

   Resolvi voltar por entre as prateleiras, queria relembrar a sensação de estar rodeada por páginas. Passei os dedos sob as lombadas dos livros. Alguns mais antigos tinham seu revestimento em couro. O cheiro de couro e páginas envelhecidas para mim é uma das maravilhas da vida. Parei os dedos em um livro em especial.

A arte de perder.

   Peguei-o da prateleira e passei suas folhas.

- a arte de perder não é nenhum mistério- sussurrei lembrando das citações.

- perca um pouco a cada dia, perca apenas aquilo que se pode ser perdido- sussurrou alguém em meu pescoço.

Esse alguém era ele.

- por que sempre aparece e desaparece misteriosamente? É algum tipo de mania?- perguntei prendendo meus olhos aos dele.

- digamos que eu apenas caminhe- sua voz era suave e rouca- e você tenda a aparecer para mim- observei-o tentando gravar o máximo de detalhes possíveis.

- por que eu? Por que é tão misterioso?.

- quanto a primeira pergunta- falou sorrindo gentilmente- eu também não sei a resposta, digamos que eu tenha sido de alguma maneira atraído por você- sorri ao ouvir suas palavras- e quanto a segunda, mistérios são excitantes- o rapaz lentamente tocou meu ombro- você também carrega um mistério Jennie. Tento até agora descobrir por que me sinto tão atraído por você.

   Então eu não era a única que queria respostas. Mas ele estava mais à frente de encontra-las.

- como sabe o meu nome?.

- quando alguém toma seus pensamentos por completo, você ao menos tem de descobrir o nome desse alguém.

   Eu o estava enlouquecendo da mesma forma com que ele me enlouquecia.

- qual é o seu nome?- me aproximei de seu rosto- preciso de algo para dar um paço neste mistério.

   O clima era tomado por um ar sublimemente tentador.

- Yugyeom- respondeu se aproximando- meu nome é Kim Yugyeom- e assim acabou com o espaço entre nossos corpos e boca.

Beijada por um mistério.


Notas Finais


Então amores? Gostaram?.


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