História Psicótico - O Terror Romântico - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Kentin, Lynn, Lysandre, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Armin, Castiel, Kentin, Lysandre, Nathaniel, Paqueras, Romance, Stalk, Terror
Exibições 91
Palavras 1.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ALOOOOOOOOOOOOO
boa leitura <3

Capítulo 5 - O Susto da Noite


- Tem certeza que não vai querer mais nada? – Alexy perguntou para Lynn, que se levantava do banco do bar.

- Eu bebi até mais do que deveria – Lynn sorriu. – Obrigada por ser minha companhia essa noite.

Alexy sorriu de volta e passou a mão nos cabelos azuis.

- Lysandre não foi de seu agrado?

- Ah, não seja bobo, mal conversamos – Lynn deu uma pequena risada. – Bem, já vou indo.

- Volte sempre!

Lynn deixou o bar, satisfeita pelos poucos minutos de conversa trocados com o barman enquanto ele servia os outros clientes. Pelo menos não passara a noite sozinha, como temia. Kentin sequer a havia retornado no celular, mas ela não se preocupou com isso.

Sentiu uma lufada de ar frio a receber quando pisou na calçada, então abraçou o próprio corpo. Já era bem tarde da noite e, enquanto mais afastadas do estabelecimento, mais vazias ficavam as calçadas e as ruas. Lynn tirou o cabelo do rosto e começou a caminhar a passos rápidos de volta para seu prédio.

Por que raios eu não vim de carro mesmo? Por que era perto o suficiente, tá, ela pensava consigo mesma para se distrair. Você é uma idiota, Lynn...

Tão apressada passou que mal percebeu um homem encostado em um poste, fumando um cigarro.

Lynn só reparou nele segundos depois quando sentiu a inquietante sensação de estar sendo observada. Ela franziu as sobrancelhas, mas não parou de caminhar. Tentou aguçar o ouvido para escutar passos além dos dela.

E ela escutou.

Lynn não queria olhar por sobre o ombro e não tinha ninguém mais naquela calçada, tão perto da sua casa, além dela e do homem. Que claramente a estava seguindo.

Ela lambeu os lábios, começando a ficar bem nervosa. Poderia correr, mas o homem poderia correr mais rápido... O que ele era? Um ladrão? Algo pior? Lynn segurou com força a alça da bolsa inconscientemente e a apertou contra o próprio peito.

Se eu conseguir chegar até o portão não vai acontecer nada, não é? Pelo amor de Deus, eu tô ouvindo ele chegar mais rápido. Isso, acelere o passo, Lynn. Se esse cara tentar alguma coisa você corre gritando, alguém vai ter que ouvir, vai ter.

Lynn conseguia ver a luz da entrada do prédio na mesma intensidade que conseguia ouvir suas batidas frenéticas do coração pulsando em seu ouvido.

Ela estava com medo e o homem não havia feito nada. Ainda, ela pensou.

Aproveitou por estar perto da porta e enfiou a mão na bolsa para tirar a chave rapidamente. Lynn escutou o homem tossir alguns passos atrás dela e ela se encolheu nos próprios ombros. Ele estava mais perto do que pensava.

Ela tentou se agarrar ao fio de esperança que aquele era um homem normal e que ela só estava imaginando coisas – uma das consequências da primeira noite morando sozinha em uma cidade grande. Mas seria tolice confiar cem por cento nessa parte.

Lynn quase deu um pulo quando finalmente parou em frente à porta do prédio e pegou a chave. Percebeu, nervosa, que suas mãos estavam começando a tremer.

Ela ergueu os olhos para a sombra que se projetou atrás dela, na porta, e girou para enfrentar seu perseguidor maluco, com um grito ou um chute – o que viesse primeiro.

- Lynn? Está tudo bem?

- Lysandre...? Oh, meu Deus, é você! – Lynn levou a mão a testa e respirou aliviada.

- Sim, sou eu... – Lysandre parecia confuso. – O que aconteceu?

- Nossa, é que eu achei que... Meu Deus, eu achei que... – Lynn começou a rir de alívio. – Eu juro pra você que eu achei que tinha um homem me seguindo. Eu estava morrendo de medo, você nem imagina.

- Eu te assustei de novo? Sinto muito por isso, mas... Você passou exatamente do meu lado e mesmo assim não me viu?

Lynn suspirou.

- Quem dera se eu tivesse te visto. Eu estava prestes a dar um grito – Lynn franziu a testa. – Mas, espera aí... Por que você estava me seguindo?

- O quê? Eu não estava te seguindo, não seja tão presunçosa.

- Não foi isso que eu quis dizer! – Exclamou Lynn. – Mas por que você está aqui?

Lysandre a encarou como se ela fosse uma criança fazendo a pergunta mais idiota de todas.

- Hã... Eu moro aqui.

- Ah! Nossa, eu não... Ah, sim... Eu não... Mesmo... Uau. – Lynn massageou a própria nuca. – Desculpa mesmo por isso, eu não sei o que deu em mim.

- Sem problema. Sabe, está frio aqui fora e eu estou realmente querendo entrar. Mas você está obstruindo a entrada, se me permite dizer.

Lynn queria cavar um buraco e nunca mais sair dele de tanta vergonha.

- Não, tudo bem, vamos entrar – ela disse com um sorriso amarelo.

Abriram a porta e finalmente fugiram do vento frio noturno que fazia do lado de fora, dirigindo-se até o elevador do prédio. Lynn apertou o botão e baixou a cabeça, tentando evitar que Lysandre visse o vermelho em suas bochechas.

Por Deus, estava tão envergonhada!

O intrigante homem, contudo, não fez nada demais, além de esperar seu andar ao lado de Lynn. Mas ele não tinha apertado o botão... Então isso queria dizer que...

- Oh, você também mora neste andar? – Lysandre perguntou, quando as portas se abriram.

- Sim, eu moro...

Lysandre sorriu enquanto ambos saíam do elevador.

- Eu moro ali – seu recém descoberto vizinho apontou para o único apartamento que Lynn ainda não sabia o morador.

- E eu ali – Lynn apontou para sua porta.

- Bom... Boa noite, então. Peço perdão pelos dois sustos que te dei, não é meu forte assustar mulheres indefesas.

E ele disse isso com um semi sorriso que deixou Lynn desconfortável com a situação em que se encontrava.

- Não, está tudo bem... Fico feliz que era você lá. Imagina se fosse alguém perigoso.

- De fato. Eu sou o que você menos deve temer.

Lynn concordou com um sorriso; queria mesmo era acabar a conversa e se enrolar na cama, para esquecer-se de toda a adrenalina passada.

Para seu agradecimento, Lysandre se despediu e entrou em seu apartamento sem enrolar mais. Lynn suspirou de cansaço e caminhou pelo corredor até chegar à sua porta.

Ela estava tirando a chave da bolsa quando percebeu que suas mãos tremiam. Meu Deus, eu realmente fiquei com medo. Mas agora estava aliviada por ter sido um mal-entendido. Escutou uma porta abrir.

- Ah, você está aí!

Lynn se virou para seu vizinho.

- Ah, oi, Kentin – ela sorriu. – Eu acho que você não recebeu minha ligação mais cedo...

Kentin fez uma cara como se estivesse muito culpado.

- Sinto muito por isso, de verdade. Eu vi horas depois e tentei te ligar várias vezes, mas você não atendeu.

- Jura? – Lynn pegou o celular na bolsa e viu 3 ligações perdidas. Se ao menos tivesse visto... – Nossa, realmente. Eu nem escutei, desculpe.

- E você foi pra onde?

- Eu fui naquele barzinho da esquina.

- Era pra isso que você tinha me ligado? – Kentin deu um sorriso gentil. – Companhia?

- É... Bom, eu não conhecia ninguém na cidade, então achei que não teria problema...

- Não tem nenhum! – Kentin garantiu. – Da próxima vez, eu juro que vou atender. Fiquei esperando você chegar para me desculpar pessoalmente e te compensar de alguma forma.

Lynn franziu as sobrancelhas.

- Me compensar?

- Eu estou com um amigo lá dentro. Estávamos comendo uns aperitivos e tomando algumas bebidas. Sinta-se a vontade para se juntar a nós.

- É uma oferta gentil, mas... – Lynn sorriu, balançando a cabeça. – Tive um dia, hã, meio estranho hoje, eu já estava indo dormir.

- Eu insisto – Kentin sorriu de volta e se apressurou em pegar a chave das mãos de Lynn. – Pra entrar você precisaria disso, não é? Vamos, eu já estou me sentindo muito mal por ter te deixado sozinha lá.

Lynn refletiu durante uns segundos sob o olhar pedinte de Kentin. Era engraçado como parecia um cachorrinho clamando a atenção do dono. De qualquer forma, seu coração já estava batendo normalmente de novo e, pensando melhor, ficar sozinha em um apartamento enorme não parecia tão atraente considerando o que havia acabado de passar.

- Tudo bem, tudo bem, mas eu não posso demorar.

Além do mais, Kentin era a pessoa mais decente que encontrou desde que chegara. Ele não poderia ser uma má pessoa, não é? 


Notas Finais


Assim, sem querer dar spoiler, MAS O PROXIMO CAPITULO TÁ MUITO PICA DAS GALAXIAS MUAHAHAHAHA mal posso esperar pra postar aaaaaaaaaaaaa

eu gostei desse cap...... Esse Lysandre... Esse Kentin.... Esse amigo do Kentin.......................................... qq


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...