História Psycho - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens D.O, Kai, Lu Han, Sehun
Tags Hunhan, Jongin, Kai, Kailu, Kyungsoo, Luhan, Sehun, Sesoo
Exibições 528
Palavras 2.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como diz o titulo do capítulo, nesse capítulo vão ter dois pontos de vista.
Eu vou explicar uma coisa básica pra vocês:
A partir de agora eu vou usar a cruz (✚) para identificar quando vai ter troca de ponto de vista, por exemplo, está ocorrendo a narração do Sehun e eu vou ter que pular pra narração do Luhan, aí ao invés de usar ''P.O.V On" porque eu acho isso muuuito feio ;v;
E pra quando for quebra de tempo, eu vou usar ([...])

Gostaram dessa nova capa da fic??/ Só tenho a agradecer as meninas do blog cloud nine, apaixonada por essa capa linda <33
Eu sou uma pessoa muito boa (nnn) e trouxe atualização nessa linda noite de sexta.
Eu to super atrasada e não pude revisar, me desculpem, muito obrigado por todos os comentários do capítulo anterior, um beijo no popô de vocês <33
Boa leitura <333

Capítulo 12 - Dois pontos de vista.


 

O caminho era sempre o mesmo, eu o fazia diversas vezes na semana, mas o nervosismo era sempre igual. Os meus dedos passeavam entre os fios de meu cabelo diversas vezes, era um hábito costumeiro quando eu me sentia nervoso ou ansioso.

 

Estar fora de casa me deixava aliviado, discutir com JiMin era algo que deixava meus nervos completamente bagunçados, eu me sentia de certa forma desnorteado pois aquela garota conseguia tudo que queria com um simples estalar de dedos e se ela quisesse me prejudicar, ela faria isso com maestria e rapidez. E eu temia, pois eu não sabia aonde ela era capaz de chegar.

 

E após sair de casa com uma discussão ainda fresca em minha memória, me deixava desnorteado e meio nervoso, tenho certeza que meu cabelo está apontando para várias direções de tanto que eu passei a mão por ele. Mas mesmo com a fúria de JiMin invadindo meus pensamentos, eu ainda tinha boa parte dos pensamentos restantes giravam em torno de SeHun.

 

E isso também era um dos motivos para que eu me sentisse nervoso e ansioso, todas as vezes que eu caminhava até o hospital, que era longe demais do meu apartamento, eu me sentia assim. SeHun estava lá, dentro de seu dormitório e eu iria convoca-lo para mais uma consulta, sempre era a mesma coisa, mas eu sempre me sentia ansioso esperando que algo acontecesse de forma diferente.

 

“Bem-vindo, doutor Lu.” — O homem que ficava na recepção disse e eu me curvei brevemente antes de caminhar até o corredor que ficava ao lado da recepção, eu tentava bloquear todos os pensamentos que remetessem a minha noiva, tudo tinha que ser focado em SeHun e somente nele. No hospital, a minha vida pessoal não importava, conseguir a liberdade de SeHun era o meu propósito, pois o garoto já podia se considerar “curado”.

 

Eu caminhei calmamente em direção a minha sala, respirando fundo e mantendo meus pensamentos focados somente no coreano que preenchia meus pensamentos ao longo do dia e ao longo da minha rotina.

 

Quando SeHun fosse embora, quando ele finalmente pudesse sair desse hospital, será um alivio para mim pois eu não vou ter meus pensamentos inundados por ele e posso finalmente focar no meu casamento, isso vai ser bom.

 

Eu espero. A minha vida está toda planejada, e SeHun não cabe nela, ele não vai fazer parte do meu futuro, eu vou me casar e eu espero que ele siga sua vida.

 

[...]

 

Mas eu me pergunto, porque é tão difícil seguir com isso. SeHun está fora do hospital, finamente está fora daquele inferno, mas eu não consigo expulsar essa praga da minha vida, e tudo é porque eu simplesmente não quero.

 

As discussões com JiMin não cessaram, mas pelo menos nosso casamento já está marcado e eu tenho pelo menos a garantia que ela não vai romper nada. Seus pais querem mais que tudo que ela se case e como ela ficou um pouco ‘’fissurada’’ em mim, ela não vai me deixar fugir tão fácil.

 

Nosso casamento provavelmente vai ser em março, e já estamos no começo de dezembro. Eu tenho alguns meses para expulsar SeHun definitivamente da minha vida, e eu espero que quando ele saía, que leve JongIn junto, pois esse é outro que eu ainda não consegui me livrar.

 

E eu só tenho medo da JiMin descobrir, essa mulher é completamente louca. Se bobear ela pode contratar alguém para mandar me matar ou para matar o JongIn e o SeHun morre só de brinde mesmo.

 

Mas eu conto com a minha inteligência, para garantir que ela não saberá de nada, eu pedi transferência daquele hospital. Agora que o caso do SeHun já foi arquivado e ninguém mais se importa com isso e eu não tenho nada em aberto naquele hospital, eu pude me transferir e agora vou começar a trabalhar em uma clínica menor. E felizmente, eu só começo a trabalhar no próximo ano, eu tenho um mês de férias de tudo isso.

 

Mas seria tudo mais fácil se JongIn parasse de pedir para que nos encontrássemos, o único problema de tudo é que eu nunca conseguia negar. Eu sabia dos problemas familiares do garoto, os pais dele viviam em pé de guerra e rolava uma discussão quase sempre. E sempre acontecia algo pesado demais, ou o pai batia na mãe ou ele saía de casa, mas a mãe se recusava a denunciá-lo na polícia.

 

De acordo com o que o moreno disse, eu sou o único que restou para ele, que eu fazia ele um pouco feliz com a pouca atenção que eu dava. E isso me impossibilitava de deixa-lo, meu coração era mole demais e isso era proveitoso para JongIn.

 

E isso é o motivo para que eu esteja a caminho do micro apartamento do moreno, de acordo com ele, os pais discutiram de novo e ele decidiu passar a noite no apartamento do primo dele e como o mesmo tinha saído para uma festa com os colegas da faculdade, ele ficou sozinho e se sentiu solitário. JiMin estava dormindo no quarto e eu me sentia entediado, não vi motivos para ficar olhando para a parede quando eu podia ficar com JongIn.

 

Seria uma forma de preencher temporariamente a sensação de solidão que ambos sentíamos.

 

Eu bati duas vezes na porta do apartamento dele, eu já visitava com frequência aquele apartamento e não era necessário me identificar, pois eu já era conhecido na recepção. A porta se abriu, e lá estava ele. Com uma regata branca e uma bermuda escura. Seus cabelos bagunçados e uma expressão cansada e abatida.

 

Foi automático, seus braços rodearam meu corpo e como eu era o mais baixo, encaixei minha cabeça em seu peitoral, o perfume amadeirado se desprendia de sua pele e iam de encontro com minhas narinas, me inebriando com seu aroma que eu particularmente adorava. Eu fazia um leve carinho com meus dígitos em suas costas, adentrando minhas mãos por sua camisa e acariciando a pele bronzeada.

 

“Meus pais vão se separar...” — O moreno disse, ele tremia um pouco e eu aumentei as carícias, depositando alguns selares no ombro desnudo. JongIn estremecia em meio aos meus toques e eu tentava acalmar os nervos do mais alto, por mais que eu soubesse que se eu tocasse em certos pontos, os nervos do mesmo ficavam à flor da pele.

 

Era divertido provocar JongIn, ele sempre se descontrolava e acabava com a brincadeira, mas era de certa forma bom, pois o garoto era um pouco selvagem quando se descontrolava e eu gostava disso. As marcas que ficavam em minha pele, resultados da noite animada com o moreno, sempre faziam as lembranças de sua pele em contato com a minha, seus lábios passeando por minha pele que se tornava avermelhada em consequência de suas mordidas, o seu perfume forte preenchendo o ambiente, tudo se repetia como um filme em constante replay e eu me sentia satisfeito. JongIn era um vício que eu não conseguia largar.

 

“Você não se sente culpado por estar aqui comigo ao invés de estar com sua noiva?” — Ele perguntou, nós já estávamos na cama do quarto de hóspedes, eu estava em cima dele, com minhas coxas prendendo seu corpo embaixo do meu, hoje ele seria meu submisso. E se ele desejasse, eu poderia ser o dele também.

 

“Sentir... Eu até me sinto.” — Falei me curvando na direção do pescoço dele, depositando um leve selar na região que se encontrava completamente limpa, eu me lembrava da última vez que nos encontramos, aquele pescoço ficou repleto de marcas vermelhas e roxas, digamos que combinava com o meu. — “Mas não tem nada que eu possa fazer em relação a isso.”

 

JongIn deu um sorriso que transbordava toda a malícia que preenchia seus pensamentos. Naquela noite, JongIn expressou a confusão e tristeza que preenchia seus pensamentos, foi mais carinhoso que o costume, mas não posso negar que foi gostoso da mesma forma. E os nossos problemas? Conversaríamos sobre na manhã seguinte.

 

[...]

 

E como sempre, eu cheguei no apartamento de forma sorrateira, já era de manhã e eu já havia tomado café com JongIn. A noite havia sido ótima, mas também me rendeu diversas marcas que se espalhavam por todo o meu corpo.

 

O perfume de JongIn estava impregnado em minha pele e em minhas roupas, eu tomei banho para tirar a ‘’sujeira’’ que JongIn havia derramado em mim, mas o seu cheiro ainda permanecia grudado em minha pele.

 

“Aonde você estava?” — A voz de JiMin ecoou pelo cômodo e eu senti meus pelos se arrepiarem, mas após respirar fundo e formular alguma resposta em minha cabeça, eu me virei para ela.

 

“Com um colega do trabalho.”  — Falei colocando os braços atrás de meu corpo e entrelaçando minhas próprias mãos.

 

“Essa desculpa não cola, você está cheio de marcas em seu corpo. Seja sincero como LuHan.” — Ela disse com o tom de voz se alterando a cada sílaba proferida, quase gritando.

 

“Eu sai com um amigo, nós íamos curtir um pouco como há tempos não fazemos e provavelmente colocaram algo em minha bebida.” — Falei tentando forçar um semblante ‘’sofrido’’. — “Não tenho porque te trair, JiMin...” — Disse me aproximando da mulher de estatura baixa, que tinha os braços cruzados e um bico nos lábios que demonstrava sua indignação. — “...Eu te amo.” — Falei a abraçando e me sentindo péssimo, essas três palavras eram de uma importância gigantesca para mim e eu me sentia imundo por dizê-las de uma forma tão vazia, que não era ouvida da mesma forma pela mulher que eu abraçava, para ela era algo completamente lindo e significativo, para mim era somente mais uma mentira do cotidiano.

 

 

 

Eu esfreguei as minhas mãos, logo em seguida encarei o rapaz que tinha cabelos avermelhados, ele me encarava com seus olhos vazios e sem nenhum brilho aparente. Eu poderia ser considerado inconveniente, mas isso não importava. A minha curiosidade falava mais alto.

 

“Bom, você pode responder ou não. Mas porque você estava chorando naquele dia?” — Perguntei de uma vez, vendo os olhos grandes do garoto se abrirem mais ainda e ele suspirar logo em seguida, o ruivo fechou os olhos e começou a mexer nos próprios dedos.

 

“Porque você quer saber?” — Ele perguntou e eu comecei a pensar um pouco antes de responder, eu me senti impaciente após passar-se dois minutos e eu não ter dado uma resposta e nem ter uma resposta boa o bastante, então só falei o que veio em minha cabeça.

 

“Me senti de certa forma, preocupado.” — Falei um pouco hesitante, o garoto que me encarava parecia estar na defensiva e parecia ser uma pessoa fechada, mas eu me sentia curioso, eu queria saber, eu queria tentar ajudar.

 

Era uma atitude idiota, mas quando eu precisei de ajuda, ninguém me ajudou. E eu sei como isso é péssimo, por isso penso que se alguém precisa de ajuda, eu tentarei ajuda-la de qualquer forma.

 

“Não sei se devo confiar, minha vida não é um livro aberto e eu prefiro que continue dessa forma.” — O ruivo disse brincando com os próprios dedos e os encarando.

 

“Mas eu só quero ajudar—“ — Fui interrompido pelo garoto denominado “Soo’’, que falou logo em seguida.

 

“E porquê? Porque quer ajudar um desconhecido?” — Ele falou me encarando com seus olhos enormes, eu sentia minha pele sendo perfurada pelas suas órbitas escuras.

“Porque? Porque quando eu precisei de ajuda, ninguém estava lá pra me ajudar. Eu queria ajuda, mas ninguém se ofereceu.” — Falei sentindo certo peso em meus ombros, LuHan estava lá, mas só me ‘’ajudava’’ quando era proveitoso para ele, quando eu realmente precisava de ajuda, ele não estava lá. — “E por isso, eu quero tentar ajudar. Nem que seja pra por um sorriso temporário nos seus lábios ou nos de qualquer um que esteja chorando ou aparentando estar mal.”

 

“Muito bem, SeungHyuk...” — Ele disse o nome que constava em meu crachá. — “Eu estava chorando pelo motivo mais tosco e comum do mundo. Um motivo que rodeia boa parte dos adolescentes. Término de namoro.”

 

Ele disse e eu assenti, era um motivo ‘’melhor’’ do que eu pensava. Pelo menos não era algo trágico.

 

“E isso, se acumulou com um motivo de meses atrás.” — Ele disse fungando o nariz logo em seguida e passando a mão pelos cabelos vermelhos, eu contive o instinto de acariciar suas madeixas e permaneci quieto enquanto a balconista terminava de fechar a loja. — “E esse motivo, foi que minha irmã foi estuprada e morta por um psicopata nojento, que eu espero que se encontre preso neste exato momento.”

 

E eu suspire um pouco surpreso, eu só espero que eu não tenha feito isso, mas de qualquer forma, eu espero que ele não fique sabendo da minha verdadeira identidade se caso eu tiver feito essa estupidez, essa coisa nojenta.

 

“Bom, meus pêsames.” — Foi tudo que consegui falar, eu me sentia chocado, era como se eu estivesse perdido, eu não sabia o que dizer, não sabia como confortá-lo, não sabia para onde ir. E eu acho, que ele se sentia perdido, pois seu olhar era completamente vazio e ele tinha os olhos agora marejados.

 

“E-Eu só queria que algo desse certo para mim, mas é difícil. Meus pais simplesmente sumiram e me deixaram aos cuidados da minha irmã, eu estava conseguindo viver tranquilamente ao lado de quem eu realmente amava e as duas pessoas que realmente importavam pra mim, foram embora.” — Ele disse rapidamente, praticamente cuspindo as palavras e eu não controlei o meu instinto, eu me levantei e me abaixei ao lado do ruivo, o abraçando sem consentimento nenhum, ele somente chorou com a cabeça encostada em meu peito e eu fiz o que queria fazer a algum tempo, acariciar seus cabelos.

 

Eles eram macios e eu podia ver, devido à proximidade, a pele da sua raiz um pouco manchada de vermelho e isso era o que denunciava que ele havia retocado a tintura ruiva dos seus cabelos a pouco tempo.

 

“Pode chorar...” — Falei ainda acariciando os cabelos do baixinho, ele se acalmava aos poucos e logo parou de chorar, respirando fundo e esfregando os olhos que a pouco tempo transbordavam lágrimas.

 

Aproveitei que o garoto havia desgrudado de mim e tirei o avental e logo em seguida tirei o crachá, dobrei o avental rapidamente e o deixei em cima do balcão, como a balconista me auxiliou que era para fazer.

 

“Me desculpa por ter me descontrolado daquela forma, eu não queria fazer isso.” — O ruivo disse, seus olhos estavam um pouco inchados devido ao choro, mas eu sacudi a cabeça de leve para os lados.

 

“Não precisa se desculpar.” Disse caminhando até a saída com as chaves reservas nas mãos, logo o garoto me acompanhou e eu tranquei a porta que havia ali.

 

“Meu nome é KyungSoo...” — O garoto falou com os lábios curvados em um sorriso pequeno, eu ainda queria ver seu sorriso e aquilo era algo que eu não podia considerar.

 

“Até outro dia, KyungSoo.” — Falei com um sorriso nos lábios e ele balançou a cabeça para cima e para baixo, assentindo com os lábios ainda curvados em um mínimo sorriso.

 

“Até.” — Eu acenei e saí correndo para o outro lado da rua, caminhando até o meu prédio enquanto via KyungSoo sumir na esquina da rua, eu entrei e fui diretamente pra minha cama, mas ao ver meu celular vibrar ao captar o sinal do wi-fi e uma mensagem nova chegar, eu me senti um pouco feliz com o que li.

 

“LuHan

 

Boa noite, Sehunnie. Durma bem.”

 

E eu não tive como responder, eu me joguei na cama e dormi com uma sensação de ser ‘’amado’’. Ou que pelo menos alguém se preocupava comigo, por mais que isso não fosse literalmente verdade.

 

[...]

 

E mais uma vez, mais um dia eu estava trabalhando e me cansando, mas eu me sentia bem acima de tudo. Eu era um trabalhador agora, eu iria ganhar o meu próprio dinheiro que era fruto do meu esforço acima de tudo. E enquanto trabalhava, eu não pensava em LuHan de forma nenhuma, eu só conseguia pensar em mim mesmo.

 

“SeungHyuk, você pode fechar para mim hoje? O MinSeok está com problemas e precisa da minha ajuda.” — YeWon, a balconista, pediu para mim ao ver eu tirando meu avental já que não tinha cliente nenhum e eu assenti, ela saiu correndo com sua bolsa em mãos e eu já ia fechar. Quando ele entrou.

 

“Olá, KyungSoo.” — Falei sorridente e ele caminhou até uma mesa.

 

“Oi, posso pedir um café ainda?” — Ele perguntou.

 

“Sim claro.” — Disse e caminhei até a cozinha, esquentando o que restou do café que fizeram. Coloquei em uma xícara e voltei logo em seguida. — “E então como você está?”

 

“Um pouco melhor, digamos que você foi legal comigo e eu preciso de alguém pra conversar antes de enlouquecer, então...” — Ele sorriu, dessa vez, mostrando seus dentes com levíssimo tom amarelado, provavelmente KyungSoo era viciado em café e por isso o bebia diversas vezes ao longo do dia, dando o tom amarelado em seus dentes, mas isso não foi importante. Seu sorriso era lindo e seus dentes eram alinhados de forma perfeita.

 

“Seu sorriso é tão lindo...” — Não controlei meu instinto e segurei sua mão, as bochechas pálidas aderiram um tom levemente rosado, quase imperceptível. Ele não recuou, mas permaneceu imóvel, encarando a toalha da mesa e apertando a mão livre com o punho fechado.

 

Eu fiquei surpreso ao desviar o olhar para a porta, lá estava a pessoa que eu quase não pensei ao longo do dia. Lá estava LuHan, nos encarando com a face sem expressão alguma.

 

 


Notas Finais


Vocês estão sentindo esse cheirinho de merda??? Mas é aquele ditado, o que é um peidinho molhado pra quem já tá todo cagado ;u;
E aqui vai um desabafo básico:
A FANFIC É HUNHAN!!! Vocês todos sabem que a história é hunhan e o foco principal é hunhan mas isso não quer dizer que eu tenha que colocar somente hunhan, eu já recebi mensagens reclamando do kailu e comentaram no último capítulo falando do sesoo. Gente essa história já está TOTALMENTE planejada, tudo que aconteceu foi necessário (~menos aquele lemon do início) e terá alguma consequência no decorrer da história, então relevem os casais que vocês não shippam e leiam a história, vai ter hunhan? Vai. Mas isso não quer dizer que SÓ VAI TER HUNHAN.
Relaxa e goza que a vida é rosa meu amor.
Mereço comentários???? <3333
Até o próximo ^-^


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