História Psycho - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emma Roberts, One Direction
Personagens Emma Roberts, Harry Styles
Exibições 10
Palavras 1.311
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpe os erros gramaticais

Capítulo 11 - Quem é você?


Não sei, mas vou descobrir.

- Essa sua cara da medo - Thomas diz sorrindo.

- Medo? Por que? - digo com a sobrancelhas arqueada.

- Por que eu sei que vai vir bomba - caiu na risada.

- Talvez - caímos na gargalhada. - Agora vamos antes que a Alyce tenha um ataque. - Voltamos para casa do Thomas e todas as luzes estão acessas se entreolhamos e fomos para dentro encontrando a Alyce com um terço na mão e rezando uma ave Maria pelo menos eu acho.

- O que você está fazendo? - Thomas pergunta dando risada com a situação dela.

- Que bom que chegaram - ela fala vindo na nossa direção. - Estava prestes a ter um ataque de pânico aqui.

- To vendo - digo olhando-a de cima a baixo. Ela da de ombros.

- Descobriram alguma coisa - ela fala deixando o terço na maçaneta da porta.

- Por que na porta? - Thomas pergunta apontando para a porta da sala.

- Ele não vai deixar nada de mal entrar - Alyce responde impaciente. - Fala logo o que aconteceu nesse tempo que vocês ficaram fora.

- O local é mesmo o sanatório The ridges - Thomas responde se sentando.

- E agora? - ela pergunta curiosa.

- Não sei - digo - Precisamos descobrir uma coisa que faça eles mudarem de idéia - falo andando de um lado para o outro.

- Isso, o mais rápido possível - Thomas fala.

Não sei oque vou fazer, como eu posso parar uma obra tão grande que está quase terminando, em menos de uma semana esse sanatório está aberto e muitas pessoas que vão entrar lá pensando que vão ter um tratamento digno vão ser totalmente esquartejadas até a morte, nem uma morte digna vão ter. Eu tenho que parar quem for o dono desse sanatório, não posso deixar ele fazer isso outra vez, vou lutar contra isso, mesmo que não seja da minha conta, essa atrocidade de pessoa não pode viver! Mesmo se for para eu... Parece que nasceu uma luzinha na minha cabeça, como aquelas que aparece em um desenho animado quando o personagem tem uma ideia.

- Eu vou me internar no sanatório - digo série

- Que? - os dois falam juntos como um som uníssono.

- Você não pode fazer isso! - o Thomas se levanta e vem até mim.

- Isso não é da sua conta Alexia, você não pode se internar em um sanatório que até onde entendemos ele é assombrado e tem um dono louco que faz lobotomia nos seus pacientes - Alyce fala fazendo uma cara de nojo.

- Por isso mesmo! EU NÃO POSSO DEIXAR ESSE CARA FAZER ISSO OUTRA VEZ! ELE TEM QUE MORRER - falo gritando, sentindo as lágrimas nascerem de novo.

- Lex - Thomas pega meu rosto fazendo eu olha-lo - Não adianta você fazer isso, você não vai conseguir matar esse cara, ninguém consegue - Thomas solta meu rosto, sentando-se no sofá - Desiste - Ele parece exausto, desiludido, parecendo que já passou por essa situação milhares de vezes.

- Não vou desistir - não dando tempo deles responder pego minha bolsa e saio da casa do Thomas.

A noite hoje está linda, o ceu está estrelado e a lua está brilhando mais do que nunca, o vento está fresco e está tudo silencioso. Vou até uma praça próxima e me sento no banco. Voou nos meus pensamentos; sei que é loucura eu querer me internar em um sanatório por pessoas que não me conhecem, mas não é só isso alguma coisa me diz que eu preciso ir lá, só assim vou descobrir quem é a "coisa" que me persegue no meu sonho, só assim vou descobrir o que se passou dentro daquele hospital psiquiátrico, mesmo que eu me ferre.

Mas ainda sim o medo não saí de dentro do meu peito, todo vez que passo perto daquele sanatório vem uma sensação terrível dentro do meu ser, como se alguém estivesse me matando por dentro. Será se eu ficar internada lá, eu vou sentir essa mesma sensação? Ou vai ser pior.

Escuto passos atrás de mim e me viro de pressa não vendo nada começo a andar pela praça tentando ouvir outro barulho. A praça é bem grande tem playground, um campo de futebol e é bem arborizada.

Vejo que tem alguém escondido atrás de uma das árvores, essa pessoa está me observando cuidadosamente, não consigo ver o seu rosto, pois está a toca da blusa está cobrindo quase por inteiro, ele ou ela está de calça jeans preta, uma blusa de moletom preta e uma botina também preta; vou me aproximando lentamente pisando em ovos, quando chego em uma distância que posso perguntar alguma coisa, mas também que de tempo de eu correr.

- Quem é você? - pergunto com a voz baixa, tentando enxergar o que está por baixo da blusa.

- Quem você acha que eu sou? - a pessoa que agora eu sei que é um homem pergunta.

- Não sei, eu deveria achar que seria alguém que conheço? - tento fazer a mesma brincadeira.

- Mas você me conhece - ele diz com uma voz rouca e mais grossa do que da vez anterior.

- Conheço? - pergunto me distanciando. - De onde eu te conheço? - falo com a voz trêmula.

- De seus pesadelos - vejo as suas assas pretas aparecendo por trás das árvores.

- São só pesadelos não existe - falo tão baixo que ninguém conseguiria ouvir.

- Se não existem por que estou aqui? - ele da um passo para frente, mas ainda continua com a cabeça baixa.

- Não sei, eu estou ficando louca - fecho meus olhos com força e os abro de novo na intenção de que tudo foi minha imaginação mas ele continua na minha frente. - VOCÊ NÃO EXISTE! - grito com tanta força que minha garganta chega a doer.

- Calma linda assim você vai tirar suas cortas vocais pra fora - ele tira sarro, cada vez ele da um passo a mais, ele é bem alto e magro, mas tem umas pernas que dá inveja, não acredito que estou pensando nas pernas dele, eu to ficando literalmente louca. - Assim você me deixa constrangido - ele da uma risada.

- Constrangido? - pergunto não entendo, indo cada vez mais pra trás.

- Pensando nas minhas pernas - vejo um pequeno senso de humor por trás daquela pessoa maldosa.

- Você aparece nos meus piores pesadelos e ainda por cima consegue ler meus pensamentos? Você é o que? Como você faz isso? - falo rápido demais.

- Quantas perguntas - vejo que ele está ficando com raiva pelo jeito que suas assas estão abertas nesse instante - Seu medo me chama pra você- ele diz sério.

- Meu medo? - to muito confusa agora, mas ele não responde nada. - Só queria saber quem é você, se você precisa de ajuda. - tento não parecer desesperada para correr dali.

- Ajuda? - ele da uma risada alta e sem humor - Não preciso de ajuda, mas você parece que sim, tá morrendo de medo e é isso que eu preciso - ele vai chegando cada vez mais perto e eu vou indo para trás - Medo, eu preciso me alimentar. - As suas assas começam a bater e uma grande fumaça preta aparece ao seu redor, não consigo me mexer, os meus músculo querem sair dali e correr até não consigo mais sentir meus pés, mas meu celebro quer ficar ali e ver o que vai acontecer.

Suas mãos vai até a toca da blusa e ele a tira do seu rosto, e o que vem depois me dá vontade de gritar, não pode ser, como isso, ele já está morto a anos.

- Você!.


Notas Finais


Oooooi!! Amores desculpe a demora para postar capítulo novo tava cheia de coisas pra fazer, mas agora estou de férias e to com tempo então vai ter vários capítulos novo (eu espero)!!!
Tomare que vocês goste desse!! Beijos amo vocês


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