História Psycho: Ah, Daddy! (Incesto) - Capítulo 36


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Categorias Ariana Grande, Ashley Benson, Barbara Palvin, Fifth Harmony, Gary Oldman, House, Jasmine Villegas, Justin Bieber, Liam Neeson, Miley Cyrus, One Direction, Originais, Simon Cowell, Vanessa Hudgens, Zayn Malik
Personagens Ariana Grande, Ashley Benson, Barbara Palvin, Camila Cabello, Harry Styles, Jasmine Villegas, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Liam Neeson, Miley Cyrus, Personagens Originais, Simon Cowell, Vanessa Hudgens, Zayn Malik
Tags Ariana Grande, Ashley Benson, Camren, Daddy, Fifth Harmony, Gary Oldman, Hanna Marin, Harry Styles, Incesto, Jariana, Jasmine Villegas, Jeremy Bieber, Jiley, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Miley Cyrus, Psicopata, Psycho, Sexo, Vanessa Hudgens, Zayn Malik
Exibições 530
Palavras 2.039
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sim, é um capítulo. Um extra. A fic fez dois meses ontem e eu estou feliz pelo carinho de todos. Esse capítulo foi escrito faz um tempo, mas decidi postar só agora.
Espero que gostem dos últimos suspiros do daddy, e obrigada por tudo.

Boa leitura <3

Capítulo 36 - Capítulo Bônus: Believe


Fanfic / Fanfiction Psycho: Ah, Daddy! (Incesto) - Capítulo 36 - Capítulo Bônus: Believe

"(...) o cérebro normalmente para de funcionar entre 20 a 30 segundos depois de o coração ter parado."
Sam Parnia, ex-professor assistente de medicina na Universidade de Southampton, agora sediado na Universidade Estadual de Nova York, nos EUA.

Trinta segundos.
_Te vejo no inferno, seu filho da puta doente - Ariana disse quando minha cabeça foi bruscamente empurrada para trás com o impacto da bala entrando em algum lugar do meu crânio. Assim, instantaneamente todas as dores dos ferimentos anteriores cessaram com um choque generalizado.
Meu corpo, sem nenhum controle, encontrou o concreto da pousada, sujando minhas costas ainda mais com meu sangue. 

Vinte e nove segundos.
Meu corpo caiu mole sobre o chão frio da cozinha, sem eu conseguir ter qualquer controle sobre ele. Senti a dor da colisão de minha cabeça batendo agressivamente no concreto duro e meus dentes cerrados se apertarem em resposta ao acontecimento.
Depois disso veio o silêncio. 
O sinônimo de nada. 
Nada além do silêncio absoluto.

Vinte e oito segundos.
Meus músculos parecem atrofiados. Não sinto o ar chegar em meus pulmões, não consigo mover nem meus olhos que parados, observam sem minha permissão a porta de entrada da pousada. 
Estou com frio.
Muito, muito frio.

Vinte e sete segundos.
Então é assim que vai ser, não é? Estou tendo o mesmo fim que meu pai teve décadas atrás, uma bala na cabeça nos iguala de um jeito incomum. Eu queria poder dizer a ele que sinto muito, mas eu não sinto nada. 
Talvez essa seja nossa maior diferença: ele morreu por sentir dor demais e eu, por não conseguir sentir simplesmente nada.

Vinte e seis segundos.
Dizem que na hora da morte, alguns vêem sua vida passar em sua mente como em um filme bizarro, bem, eu só consigo pensar no que me tornei.
Eu gostaria de dizer que estou arrependido, gostaria de pedir desculpas mas seriam apenas mais mentiras distorcidas. Eu não sinto nada.
Apenas frio.

Vinte e cinco segundos.
O lugar está quieto.
 Ariana está em total silêncio ou minha audição que sumiu? 
Posso ver luzes se aproximando da porta, pela fresta. Talvez o farol de um carro, não sei.
Gostaria de me levantar. Ah Ariana, meu bem, se eu conseguir firmar minhas pernas nesse maldito chão, é melhor você correr, sim, correr o mais rápido que conseguir. Eu juro por Deus que não vou parar até ver seus olhos saltarem das órbitas, até sua morte sem declarada por um legista qualquer. 
Nem que isso custe minha liberdade.

Vinte e quatro segundos.
Um par de pés calçados com tênis pretos entrou aqui. Por favor não olhe para mim, não quero que me veja assim, seja lá quem for. Logo eu jogado no chão por uma garotinha. 
Você deveria se envergonhar, Justin.

Vinte e três segundos.
Então é isso, não é? Serei o próximo cadáver do jornal de amanhã. Estampado em uma manchete e tendo a morte celebrada como um troféu para o estado. 
Eu sei, fiz por merecer.  Sinto o que está por vir e não tenho medo do meu destino. 
Daddy Killer morreu, agora as mulheres podem caminhar seguras pelas ruas da cidade. 
Eu daria risada se conseguisse.

Vinte e dois segundos.
Ariana. O que ela pensou quando bateu em minha porta naquela manhã? Eu adoraria saber sua real intenção. Não posso acreditar que ela realmente achou que poderíamos ser uma familia normal. Um pai e uma filha tradicional. Oh não, ela não pode ser tão patética.

Vinte e um segundos.
Sinto meu coração fraquejar. Ele está cansando se é que já não parou. Não estou puxando o ar, não tenho controle nenhum dos meus movimentos voluntários. Meu peito parece pesar um pouco, é a única coisa que sinto além do frio. Será que essa sensação é parecida com um estrangulamento? Eu adoraria sentir o pouco do meu próprio veneno.

Vinte segundos.
Meu pai costumava dizer que a vida é feita de escolhas, eu poderia optar pelas boas e viver miseravelmente. Olhe para mim, morrendo no chão de uma pousada. Digam o que quiser, me chamem do que quiser, só não digam que não vivi. Oh sim, eu vivi muito bem. Fiz o que queria e tive muito prazer. Minhas escolhas me fizeram o que sou e me trouxeram aqui. 
Eu jamais me arrependeria.
Meu nome está eternizado na história do estado. 
Eu te deixei orgulhoso agora, papai?

Dezenove segundos.
Vejo em minha mente o rosto de cada vítima, seus últimos olhares e palavras. É assim que se conhece uma pessoa: na hora da morte. Eu as conheci melhor do que seus familiares e daqueles que fingiam ser seus amigos, eu fui o último que elas viram, eu ecoei na última memória de cada uma, enquanto perdiam o ar em meus dedos. Como poderia me arrepender de algo tão mágico? Uma vida sendo tirada por mim. Eu sou uma espécie de um deus. 
Vadias, mostrem um pouco de respeito.

Dezoito segundos.
Nunca quis matar Hanna. Não. Por favor, ela não. De alguma forma ela nunca me irritou. Hanna não se parecia com a vagabunda da minha mãe em nenhum aspecto. Ela era só uma mulher. Talvez seja meu único arrependimento. Ela deveria viver, sem motivos ou por quês: Hanna simplesmente não merecia morrer.

Dezessete segundos.
Há correria por aqui. Alguém está me chacoalhando mas eu não sinto o seu toque, apenas me movimento involuntariamente contra os chacoalhões. 
O que é isto? 
Estão tentando uma massagem cardíaca talvez? Por favor, apenas me deixem. Não perceberam que levei um maldito tiro na cabeça? O problema não está no coração, idiotas.

Dezesseis segundos.
Estão pegando em minhas bochechas e virando o meu rosto. Acham que já estou morto. 
Oh, olá Ariana! Temos uma vencedora esta noite! 
Parece que somos iguais, afinal. Dois psicopatas insanos que não hesitariam em tirar uma vida, não é? Espere até que isso te vicie, que faça parte de você. Vê-los dar seu último suspiro e saber que você é o motivo da morte pode se tornar um hobby excitante, princesa. Exercite o nosso dom. Faça valer o nosso sangue.

Quinze segundos.
Ela está chorando com as mãos sobre meu rosto. Meus olhos estão paralisados em sua feição e mesmo se eu quisesse não conseguiria tirá-los dela. 
O que você fez com você mesma, princesa? Por que veio me ver? Não sabe que sou uma bomba relógio?
Vamos, pare de ser fraca. Você sabia o que iria encontrar quando me procurou. 
Você sempre será minha babe, vamos, sorria para o seu daddy!

Quatorze segundos.
Olhe só para você, sozinha outra vez. Apenas você e o um mundo esperando pra te engolir. Claro que quando esteve comigo suas chances de vida eram bem menores do que agora, que estou finalmente partindo. 
Mas acredite, esse ainda não é o fim. 

Treze segundos.
Suas lágrimas caem em algum lugar do meu corpo. Posso ver seu olho machucado, o mesmo que eu esmurrei. Em todo o rosto dela há arranhões e hematomas, que tipo de monstro faz isso com uma garota como você? 
Eu gostaria de sorrir e dizer que foi eu. Tudo bem, posso levar o crédito por isso.

Doze segundos.
Tudo está escurecendo ao redor do que vejo. Há no centro apenas o rosto de Ariana delicado e sofrido, enquanto o cenário a sua volta começa a escurecer gradualmente. Parece que esse é realmente o meu fim.
Oh, eu deveria me desesperar?

Onze segundos.
Ela esta falando algo. Gesticula exageradamente, está nervosa. Eu gostaria de me mexer agora, passar os dedos em sua pele e talvez sussurrar um "vai ficar tudo bem" em seus ouvidos. Talvez isso fizesse de mim algo parecido com um pai. Talvez isso fizesse ela se entregar para mim uma última vez. Eu a tive em minhas mãos, como todas asa outras, ela foi minha.
Um último beijo antes da morte, princesa?
Aproveite, eu vou ecoar em sua mente pelo resto da vida mas meus lábios não estarão mais ao seu dispor, meu bem.

Dez segundos.
Uma sombra surge na sua frente, tapando a vista exclusiva que tenho de seu rosto. Algo escuro. Um demônio? Oh por favor, não acredito em demônios. A sombra logo toma a forma de um homem pálido, de lábios roxos e... Ah, não... Cristo...
Você não pode ao menos respeitar meu momento de morte?

Nove segundos.
Há uma ferida de bala em sua testa, uma abertura quase cicatrizada na pele em decomposição. Ele sou eu?
Não. 
Mas talvez ele seja o que irei me tornar.

Oito segundos.
Olá papai. Parece que finalmente nos encontramos, não é?
Vejo sua boca quase sem carne se abrir num sorriso tenebroso com dentes afiados e podres, alguns vermes comem o que restou de seus olhos negros quando ele finalmente se aproxima mais de meu rosto imóvel. A visão é assustadora,capaz de provocar arrepios a qualquer um. Acredito que ele fede, mas meus sentidos estão paralisados.

Sete segundos.
Não era pra ser assim. Eu não deveria estar aqui. Papai, por favor me deixe em paz. 
Tento gritar, mas nada sai de minha boca. Eu não quero, por favor, saia de perto! Eu sei o que disse, que queria ficar com você mas estou com medo. Eu só quero um pouco de paz, é tudo que imploro.
Uma vida inteira, papai, trinta e três anos com você em minha mente bastam.
Só me deixe partir sozinho...

Seis segundos.
Oh Deus, eu posso sentir. Finalmente posso sentir algo. Depois de anos, depois de terapias de choque, depois de várias mortes, seis anos preso e uma vida errada... Eu finalmente posso sentir algo.
Estou com medo.

Cinco segundos.
A dor corrói o meu peito, um pavor imensurável cobre todo o meu corpo na mesma velocidade que a assombração tenebrosa se aproxima, sorrindo. Eu sinto algo além do frio. A sensação de pânico, de que eu fiz coisas erradas, de que vou pagar por isso.
Eu choraria se fosse capaz.
Não quero morrer agora.
Prefiro viver com ele em minha mente, que passar para o outro plano e tê-lo do meu lado, eternamente.

Quatro segundos.
"Mais uma chance", tento implorar, mas nada sai. Não estou com medo da morte, estou com medo do que pode existir além dela. 
Por favor Deus, não quero passar a eternidade com meu pai. Ele me forçou a fazer coisas terríveis e temo que seja a hora de pagar pelos crimes que cometi.
Por favor, não quero enfrentar meus demônios. Não quero ficar com ele.

Três segundos.
Minha visão começa a falhar, sinto ainda mais frio, mais pânico. 
Minha consciência está se apagando. 
Ariana, se puder me ouvir, por favor, tente me salvar.
Massagem cardíaca, desfibrilador, ora essa vamos, qualquer coisa que me faça reviver, nem que seja como um maldito vegetal!
Olhem para mim, eu estou aqui! Uma vida é valiosa não importa de quem seja, não é o que os médicos dizem? Por favor, tentem me salvar!

Dois segundos.
Vejo mais pessoas se aproximando, existem mais deles. Se meu coração pudesse, bateria com rapidez. Se eu pudesse, correria para longe. Eles estão mais perto, suas feições macabras sorrindo com severa maldade, zombando do meu estado crítico, irreversível.
Aqui, paralisado sobre o chão, posso ver o rosto de cada vítima que matei, todas se aproximando, subindo em cima do meu corpo praticamente morto, babando para pôr as mãos em minha alma.
Jasmine, Barbara, Meg, Selena, Hanna, Sofia, Kendall, e... E... Oh, não, Deus... M-Mãe?

Um segundo.
Quero gritar. Quero correr. Por favor, alguém me ajude! Ari, eu estou implorando, tire eles de perto de mim. Por favor, eu não quero... 
Eles estão em cima de mim, se decompondo com seus vermes caindo em meu peito. Não posso ouvir mas sei que estão gargalhando, suas garras apontadas para mim. Eles me esperam, eu poderia sentir o cheiro de vingança senão estivesse sem os sentidos. Estou... Eu só... Deus...
Se afastem, por Deus, saiam daqui!

Zero.
Então a escuridão.
Aqui há gritos, risadas e gemidos de dor. Como em Apocalipse, o barulho do ranger de dentes é ensurdecedor. Estão todos aqui, eles só esperavam uma oportunidade para me ver outra vez.
Estou com medo, apavorado.
Não quero abrir os olhos.
Não quero me mover.
Não quero ficar sozinho.
Que Deus tenha piedade da minha maldita alma.


Notas Finais


FOI ISSO, AGORA FINALMENTE ACABOU.

TRAILER DA FIC: https://youtu.be/6vit3UNEkOY


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