História Psycho In Snow - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer, Selena Gomez
Tags Psycho, Snow
Exibições 132
Palavras 3.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá seus bando de psicopata!
Muito obrigada pelos +100 favoritos e pelas +1000 visualizações, eu estou muito agradecida á todos que acompanham a história, aos que comentam e aos que não comentam, todos importantes!

Bom, aproveitem esse capítulo, Roman Godfrey é o indivíduo da foto desse capítulo, que por acaso é o amor da minha vida, Bill Skarsgard (E gente, assistam Hemlock Grove, recomendo!!!)

Boa leitura, vejo vocês nas notas finais!

Capítulo 7 - Patched heart


Fanfic / Fanfiction Psycho In Snow - Capítulo 7 - Patched heart

 

Aparentemente a vida de Roman Godfrey é extremamente maravilhosa e comprovadamente invejada por quase toda a população de Blackwood. Os ventos de sorte nunca realmente sopraram á seu favor, sua imagem era completamente superficial. Para alguns a sorte significava ganhar na loteria e preencher seus vazios com milhões de notas de cem dólares na conta bancária, e por um tempo isso foi a sua fonte de felicidade, mas agora o dinheiro só preenchia seus bolsos, o coração continuava vazio, um vacúolo.

O dinheiro compra mulheres, prostitutas, e prostitutas não foram feitas pra se apaixonar.

Sua mãe foi uma prostituta burra que se apaixonou e engravidou de um homem que lhe pagava todas as sextas por seus programas. Para a sua sorte ele não á matou antes que aquela criança viesse ao mundo, ele não deixou que tivesse o direito de segurar o seu bebê ou dar-lhe um nome antes de meter uma bala de um calibre 33 em seu crânio e incendiar seu corpo junto da antiga casa.

Roman desejaria ser qualquer pessoa no mundo, menos ele mesmo. Com certeza não havia nada pior do que estar completamente apaixonado por alguém que não tinha tempo para você. Era piada – Ele mesmo pensava. Uma mulher tão prestigiada pelo seu trabalho e tão competente não iria corresponder os sentimentos de um cara estúpido e que possivelmente acha que o mundo gira á seu redor só por que possui um sobrenome e herda algo importante.

Estava apaixonado por ninguém menos do que a detetive mais prestigiado da cidade, Selena Marie. Normalmente quem se apaixona e entrega-se perdidamente aos devaneios do amor após uma noite sem compromisso é a garota, mas ela não parecia sentir tanto quanto ele.

O telefone do herdeiro do magnata da empresa Godfrey começa a vibrar no seu bolso, ao ver o nome que aparecia em sua tela de chamadas abriu um sorriso no mesmo instante de orelha á orelha, atendeu no mesmo momento sem pensar duas vezes.

— Bom dia, anjo. – Ele diz sorrindo, senta-se no sofá e mal pode se conter de que ela esteja mesmo ligando.

— Bom dia. – Ela não dá nenhuma palavra carinhosa, mas procura dizer as palavras em tom harmonioso e feliz. – Provavelmente você está ocupado então desculpe se liguei na hora errada.

— Não tem hora errada pra você, posso atendê-la á qualquer momento que ligue. – Ele diz.

— Preciso conversar com você, é muito sério. – Ela soltou um forte suspiro.

— Você pode vir até meu escritório, se quiser. – Ele sugere – Não gosto do seu tom de voz, está me deixando nervoso.

— Estarei aí em dez minutos. – Ela diz – Até mais. – e então desliga o telefone.

Do que poderia se tratar? – Roman pensa. A garota nunca indagou alguma conversa tão séria com o mesmo. Depois de muito custo eles tiveram uma noite memorável, apesar de se gostarem as coisas nunca foram adiante de algumas trocas de carinho. Nervoso ele sentou-se na cadeira de couro branco atrás da mesa de vidro de seu escritório e então apoiou seus cotovelos na vidraça enquanto aguardava.

[...]

Passaram-se vinte minutos e ele começara a pensar de que ela não viria mais, pois ela costumava ser pontual quanto á seus encontros. Quando menos esperou, abriu-se a porta branca blindada de seu escritório por onde a bela e esbelta moça entrava com um turbilhão de pensamentos confusos e tentava encará-lo do mesmo modo que antes. Apesar de que ele se demonstre casca grossa, no fundo ele é sensível, o que a fez abrir um sorriso mesmo que não houvesse motivos para sorrir.

— Me desculpe pelo atraso. – Ela suspirou sentando-se na cadeira em frente á mesa dele. – Tive que deixar o meu irmão na casa de uma amiga de confiança.

— Não tem problema. – Ele sorriu – O que quero saber é por que sentou na minha frente. – ele riu – Eu iria preferir que você sentasse no meu colo e me contasse.

— Vou tentar explicar a situação pra você do modo mais calmo que eu conseguir. – Ela abriu a pasta com os arquivos – Até encontrar isso eu considerei as chances de estar apaixonada por você. – Ela entregou á ele os papéis – Não sei se isso é realmente verdade, meu pai não me conta quase nada pelo fato de que quase nunca nos vemos.

— Isso não pode ser verdade. – Ele indignou-se – Eu? O seu meio irmão? – balançou a cabeça de modo negativo. – Eu não quero acreditar nisso! – esbravejou.

— E se for verdade? – Ela cruzou os braços – Roman nós dormimos juntos. – Ela colocou a mão em sua testa e começava a suspirar – Eu dormi com o meu irmão. Sinto-me culpada, isso é tão errado.

— Não pode ser. – As mãos dele estavam trêmulas – Selena eu estou cegamente apaixonado por você, e você me diz que somos meio irmãos? – indagou incrédulo, ele estava visivelmente furioso e nervoso.

— Roman, por favor, se acalma. – Ela pede tentando contê-lo.

— Se acalmar? – Ele começa a revirar suas gavetas e então tira uma porta anéis de veludo vermelho e o abre colocando sobre a mesa. – Comprei isso há uma semana e iria te dar amanhã no baile de máscaras, como acha que me sinto agora que sei que nunca vou poder colocar isso no seu dedo.

Selena estava perplexa e permanecia quase inerte diante do anel que Roman havia acabado de colocar sobre a mesa de vidro. Possuía uma única pedra cintilante que poderia avistar-se o seu brilho de longe, com certeza trava-se de diamantes, matérias preciosas e relativamente tão caras quanto encantadoras. Roman estava por apenas um fio de perder a sua cabeça e sair atirando pelas paredes qualquer objeto destruível que encontrasse dentro daquela sala, suas mãos estavam visivelmente trêmulas.

— Você está me assustando. – Selena não esconde que sente medo do comportamento de Roman, que momentaneamente parece esquizofrênico.

Roman caminhou em passos lentos até ela, podia ouvir-se o som de seus sapatos contra o piso de porcelana. O mesmo deixou uma lágrima escapar de seus olhos, ele mantinha-se calado e então levou o suas mãos até o rosto da garota, o segurando enquanto acariciava com o seu polegar direito.

— Ninguém nunca tinha feito Roman Godfrey chorar, parabéns. – Ele e encarava de modo fixo sem dispensar as caricias em seu rosto. – Quero que vá embora. – ele pede. – Eu estou nervoso eu não quero descontar isso em você.

— Me desculpe nunca quis magoar você. – Ela diz inocentemente e com total sinceridade.

— Mas você magoou. – Roman dizia mesmo sabendo que aqui á deixaria mal, mas ele estava pior. – Cortou meu coração em pedaços.

— Sou sua irmã, Roman. – Selena suspira – Vou fazer de tudo pra manter você feliz e te proteger do que eu puder.

— Pare de me lembrar de que é minha irmã. – Ele esbraveja dando um murro no seu mural de vidro, que racha no mesmo instante e enche seus punhos de sangue – Por favor, estou ficando nervoso acho melhor você ir logo. – sua respiração está descompassada.

O sangue de seus punhos pingava no chão branco impecável, destacando-se completamente. Percebendo o comportamento agitado de Roman ela apenas dá um beijo em sua testa e sussurra em seu ouvido “Se cuide” e então caminha porta á fora de seu escritório antes que presencie uma crise de raiva e que ele desmorone aquele prédio com ambos dentro dele. Selena pensa em procurar pelo seu pai no enorme edifício branco, porém há coisas mais importantes á se fazer do que ir a busca de mais conflitos do que já havia causado.

Ela encontra-se verificando suas mensagens com o obtivo de se distrair do episódio que havia acabado de acontecer. Uma nova mensagem havia acabado de chegar a sua caixa de entrada, destinatário desconhecido.

Acha que tudo desmoronou? É só o começo, e o fim acaba com você embaixo dos escombros.

Mais uma coisa, um deslize seu e eu corto a cabeça do Roman, estejamos entendidos.                      -L.R.

 

[...]

Apesar de que Roman era dono de uma mente amplamente aberta, seu cérebro não conseguia cogitar o fato de que a garota a qual ele havia se permitido apaixonar pela primeira vez em anos, possuía vínculos familiares com o mesmo. O próprio não conseguia controlar o excesso de adrenalina correndo pelas suas veias, no mesmo instante começou atirar pelo chão e pelas paredes qualquer objeto de vidro, plástico ou porcelana. Para ele não importava ter o coração partido, pois o mesmo já havia acontecido antes, o pior era conformar-se de que passaria á conviver com a destruidora de seu coração como se nada houvesse acontecido, afinal, ela era a sua meia irmã.

“Agora, vou ter que viver com o meu coração remendado.” – Pensou.

Naquele instante ele não sabia se nutria sentimentos de tristeza pela amada ou de raiva, pois seu pai sabia quem era a moça com quem ele estava saindo e não se pronunciou sobre nada. Ele estava ciente de que aquilo era incestuoso e possivelmente errado, mas calou-se.

Sentado em uma poltrona de seu escritório, Roman lembrava-se de cada toque da morena sobre a sua pele e o efeito que causava em si, a forma a qual ela o fazia sentir-se vivo novamente. Os inúmeros suspiros, que ela havia arrancado de seus lábios. Mas nenhuma lembrança era mais memorável do que a primeira noite que passaram juntos. Após essa noite ele já tinha toda a certeza do mundo de que não poderia estar mais apaixonado, entregou-se de bandeja ao amor.

— Mas o que eu sei sobre amor? – Roman encarou seu reflexo no espelho que possuía na sala – Não fui feito pra isso.

Ele havia entrado em estado de negação após aquela noticia, e naquele momento sentia vontade de atear fogo em qualquer livro ou filme de romance. Com certeza, Nicholas Sparks deveria estar sentindo uma pontada no coração por alguém tão desacreditado nos romances. Amores são flores que florescem em seu coração, algumas vezes alguém as planta, mas na maioria delas você mesmo semeia uma muda de ilusão. Por que tão descuidado? Roman costumava ser o homem que obtinha garotas de programa todos os dias quando passava suas férias de verão em seu apartamento em Portland ou até mesmo encima de sua mesa de vidro no escritório. Nenhum amor, nenhuma paixão, nenhum sofrimento.

— Senhor Godfrey. – A secretária adentrava no escritório. – O senhor precisa de um médico, alguma ajuda? – ela pergunta ao ver as mãos ensanguentadas e os olhos avermelhados e banhados de lágrima.

— Dr. Johann Pryce cura ferida amorosa? – Ele á questiona se referindo ao médico do próprio laboratório Godfrey.

— Você conhece ótimos psicólogos, poderia consultar algum. – Ela sugere.

— Sinto vergonha do meu próprio problema, nem mesmo eu quero aceita-lo e você acha que tenho coragem de contá-lo pra alguém? – Ele suspira e nem ao menos se importa em ter sido um grosseiro.

— Vou deixa-lo sozinho. – Ela assente o problema do chefe e prefere não incomodá-lo, pois sabe que há riscos de ser mandada á rua caso se intrometa. – Se precisar de algo estarei ás ordens.

— Merda! – Roman atirou o copo de vidra encima de sua mesa na parede assim que a moça saiu.

[...]

Selena havia atirado na perna de Jordan e não poderia fingir que não havia o feito, sorte a dela de que o xerife á considerava demais para puni-la pela pequena atrocidade que havia cometido. Ela não sabia como seu psicológico poderia suportar tanta desgraça despejada em si de uma só vez, tudo o que gostaria era poder sentar-se em algum canto e se devanear nas próprias lagrimas e perguntar-se inúmeras vezes o que ela havia feito para merecer tal ato. Não era fácil lembrar-se á cada instante de que amou o próprio meio irmão de modo o qual irmãos não se amam, sentia-se culpada e com remorso de cada ato mínimo com ele.

— Nem sempre se atira primeiro e pergunta depois. – Jordan mancava enquanto caminhava até a sala onde a moça estava.

— Me desculpe. – Ela suspirou – Não sei onde estava com a cabeça quando atirei em você, mas entenda que isso tudo é demais pra mim.

— Eu te devo desculpas, sabia disso o tempo todo e não te avisei. – Jordan a encara – Seu pai disse que era melhor que não soubesse, você está mais segura com seu outro sobrenome.

— Segura de que? – Ela pergunta.

— Não sei, ele nunca me disse. – Jordan diz com sinceridade, Selena pode perceber em seu olhar. – Apenas disse que você não deveria saber disso nunca. Mas ao que parece, não é seguro carregar o sobrenome de seu pai. 

— Não estou abalada por isso. – Ela conta. – E sim pelo fato de que quem criou o George fui praticamente eu, enquanto pensei que ele estivesse viajando ele tinha outro filho e gerenciava uma das maiores empresas do mundo. – balançou a cabeça negativamente. – O pior, sabia que eu estava saindo com o meu meio irmão e nunca disse nada. Eu não sei mais como olhar pra cara do Roman depois disso, Jordan ele me comprou um anel de compromisso e agora descubro que somos irmãos, IRMÃOS! – ela esbraveja.

— Não se sobrecarregue de culpa. – Jordan aconselha – Você não sabia então não há o que se sentir culpada, e, aliás, ele é o seu meio irmão. Talvez isso alivie vocês vão esquecer e terem uma relação comum como irmãos.

— Está doendo? – Ela se refere ao ferimento que causou em Jordan, á todo custo quer mudar de assunto imediatamente.

— Um pouco, é suportável. – Jordan garante. – Nathan disse que você parece muito nervosa e que deveria tomar um chá e conversar um pouco, desabafar.

— Quem é Nathan? – Ela pergunta.

— Sou eu. – Ele entra na sala.

— Meu filho. – Jordan diz. – Bom tenho coisas á resolver, deixarei vocês sozinhos.

Nathan não trajava nenhuma farda policial, talvez isso explicasse o fato de que Selena nunca tenha o visto por lá, apesar da cidade não ser uma metrópole gigantesca, não o conhecia nem de longe. Ele não tinha compostura de um militar ou algo do gênero, mesmo que seus músculos bem malhados e definidos para tal eram bem visíveis.

— Já te poupando de perguntas... Sou psicólogo. – Ele diz sentando-se na cadeira ao meu lado.

— Seu pai deve me achar problemática, por isso te chamou. – ela suspira desacreditada. – Presumo que toda ajuda é de bom grado, mas eu não preciso de um psicólogo.

— Não... – Ele dá um pequeno riso e sorri, que sorriso bonito, Selena pensou imediatamente. – Apenas lhe achei uma moça bonita. – explica-se – E é visível que você estava chorando. Seus olhos te entregam, estão avermelhados.

— Alergia. – ela ironiza e ri. – Está tudo bem, não precisa se preocupar.

— Chorar é bom, você expulsa aquilo que te faz mal. – Ele aconselha – Não somos de ferro, Marie. – ele a chama pelo segundo nome.

— Seria bom se fossemos. – Ela acaba tossindo, sua garganta está um pouco fanha. – Ter sentimentos é uma droga.

— Você quer sair um pouco e esquecer estes problemas? – Ele á convida. – Não vou me importar se não quiser ir, mas acho que você precisa de um chá, um ambiente quente e calmo.

— Quero. – Selena sorri verdadeiramente pela primeira vez naquele dia desastroso. – Agradeço a gentileza.

— Tudo bem, levo você em meu carro. – Sugere.

[...]

Ele havia levado a moça á uma das cafeterias mais requintadas da cidade, aquelas que você só coloca os pés dentro uma vez no fim do mês quando recebe o seu pagamento. Selena perguntava-se ao olhar para o cardápio se por acaso despejavam algumas faíscas de ouro na bebida para tal preço tão caro. Ela pede um chá quente de hortelã e ele apenas um café expresso.

— Eu pago. – Ele segura as mãos de Selena quando ela está para pegar o dinheiro em sua bolsa.

— Não precisa... – Ela diz.

— Precisa. – Ele insiste. – Enquanto o pedido não fica pronto, deveríamos nos sentar. – sugere e então ela assentiu o seguindo até um sofá para no mínimo duas pessoas no fundo da cafeteria, afastado das demais mesas lotadas.

— Você está sendo muito gentil, eu estou sem graça. – Ela ri e suas bochechas coram, ele não para de encará-la com um sorrisinho satisfatório.

— E você está sorrindo. – Ele passa seu dedo indicador na ponta do nariz dela, o que a faz rir novamente. – Eu não quero me conte o que lhe tira a paz, eu quero fazer com que você esqueça o que lhe tira a paz pelo menos por um momento. – sua voz soa calma e harmoniosa.

— Pensei que fosse me pedir um relatório da minha vida problemática e me receitar remédios. – Ela confessa. – Nunca o vi por aqui. Nathan seria uma abreviação de Nathaniel? – Ela pergunta.

— Eu não moro aqui. – Explica. – Vim passar um tempo com o meu pai, e descobri que ele levou um tiro na perna então... Tratei de vir um dia antes. Sim, é, mas prefiro que me chame de Nathan.

— Ah meu deus. – Ela arregala os olhos – O tiro foi minha culpa, fui eu que disparei. – ela suspirou eufórica – Eu não estava pensando direito, perdão. Você deve estar me achando uma maluca.

— Ele me contou que foi você a autora do tiro. – Ele diz rindo, Selena não sabia por que motivos ele estaria rindo daquela desgraça. – Meu pai considera muito você, e se ele não te julgou, por que eu o faria?

— Eu não sei... – Ela diz confusa. – Acho que isso talvez não tenha sido uma boa primeira impressão.

Nathan permanece em silêncio e apenas observa cada traço do rosto da garota com expressão de encanto, ele inclina-se para perto de seu corpo, suas respirações estão próximas, ele leva as mãos aos aos seus cabelos e desliza os seus dedos pelos fios como se estivesse os desembraçando cuidadosamente, porém antes que os toques de Nathan se intensificassem para outras intenções, alguém posicionou-se em pé, em frente ao sofá que estavam. 

— Acho que arrancar o meu coração e depois o jogar no chão não foi o suficiente. – Roman aparece e sua expressão é de desacreditado. Seus olhos ainda estão avermelhados e seus punhos enfaixados, ao ver aquela cena outra lágrima corre pelo seu rosto. – Você teve que pisar nele depois.

 Selena sentiu o seu celular vibrar dentro de seu casaco, ela o retira do bolso com cautela sob os olhares penetrantes de Roman, a mesma já poderia maquinar em sua mente de quem viria às mensagens.

Oh me desculpe, sem querer acho que avisei Roman de que estava trocando olhares específicos com outro homem, em uma cafeteria que por acaso é quase ao lado da empresa Godfrey... Hum... Ops, foi sem querer, haha.

-LR


Notas Finais


Esse capítulo não foi totalmente "horrorizante", apenas umas esclarecidas de coisas que vocês precisam saber sobre a história.

Prometo, juro de dedinho que vou dedicar um capítulo apenas aos pontos de vista do Luke, pra vocês saberem o que ele sente em relação á Selena, como ele á observa, o que a falta das pílulas causam nele, as partes em que ele sai de si e faz coisas horríveis e algumas vezes não vai se lembrar de ter as feito, já aviso que ele é muito fodido da mentalidade, e eu sei que vocês querem ver tortura, sangue, não é? Pois meus amigos, lembrem-se de que Anne Claire está desaparecida, e onde caralhos ela tá? kkjjjjjj gente não é spoiler, mas ela vai se fuder muito viu.

(Vamos deixar claro que psicopatas não amam, são OBCECADOS e confundem isso com amor, porém é algo doentio)

Espero que vocês gostem desse capítulo, digam o que acharam dele, sempre me motiva á continuar escrevendo saber a opinião de vocês, então é isso, até o próximo! Snow kisses ♥


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