História Psycho || Jeon Jungkook - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jungkook, Psicótico, Você
Visualizações 132
Palavras 2.361
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Survival, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, eu demorei por vários motivos. Eu não estava bem, eu nunca estive. Você apenas coloca um sorriso nos lábios, mas está ciente que ninguém se importa. Essa é a minha vida. Estou com vários trabalhos para serem feito, a ansiedade acaba comigo.
Escrevi esse capítulo. Dei o meu melhor para que não saísse ruim, eu sinceramente estou completamente cansada.
Desculpe-me por qualquer erro ortográfico.
Boa leitura 💓

Capítulo 18 - She came back.



{JEON JUNGKOOK} 

— Mantenha a calma, Jeongguk. — Sussurrou sobre meu ouvido, e passou seus braços na lareiras do meu ombro.

— Eu amo você, acredite.— Mordi levemente sua orelha, seus olhos se fecharam. E nossos lábios se encontram, outra vez. Aqueles lábios roxos pelo batom tocaram nos meus, iniciando um beijo.
—Okay, Jeongguk. — Pronunciou. — Conversaremos depois, já estou atrasada.
— Vou levá-la. — Pegou uma maçã que estava na mesinha.
— Como quiser. — Abriu a porta.


Ela adentrou em seu local de trabalho, enquanto eu observava-a. Certamente Mark não comparecerá hoje. — Liguei a chave do meu carro, resolvi fazer uma visitinha ao Mark.


Meu trabalho será, bom, vocês sabem. “Matá-lo. — Coloquei minha máscara de coelho, obviamente eu não quero ser visto. Aparecer na televisão como assassino, eu sou um grande homem. Apenas estou fantasiado. 


Ao chegar em sua partida, Jeon Jungkook desceu do automóvel. Caminhou em direção ao porta malas, retirando de lá provavelmente uma mochila adequada. Porém, vermelho e espaçosa. Será onde o jovem Mark será jogado. 



         Sem dúvidas nenhuma, o Jungkook cortaria seu corpo em pedaços. Como se fosse uma fruta. 

Jeon caminhou até o apartamento, bem movimentado por sinal. Sem muita enrolação foi direto ao assunto, deixou de lado sua máscara, e pronunciou.; qual é o número onde Mark se encontra? Esse apartamento é bem grande. — Falei. — Vim fazer uma entrega para ele. — Disse com a atendente 


— 120, senhor. — Respondeu.
— Obrigado. — Caminhei em direção ao elevador, lá coloquei novamente a máscara. Não havia ninguém pelo corredor. "A Sorte está com Jeon Jungkook. 

               Toquei a campainha, exatamente três vezes. — Mark apareceu sonolento, coçando os olhos. Mas logo olhou-me.

— Quem é você? — Questionou.
— Seu assassino, quem mais? — Arqueou as sobrancelhas
— O que você quer?
— Quero retirá-lo desse inferno, que é sua vida.


          Apontei a arma para o sujeito, sentindo seu corpo estremecer e  sua respiração acelerar.


— Não tenha medo, jovem. — Sorri sarcástico.


— O que está acontecendo? — Sua voz ecoou no ambiente, fazendo-me despertar. — Corri em direção as escadas daquele apartamento.

Não foi uma boa hora você aparecer, senhorita (S/N).



Dirigir pelo lugares de Seoul, — parei em um barzinho de quinta categoria. Mas olha quem eu encontro? O pálido, ele mesmo. Aquele que prendeu (S/N). E queria tê-la em seus braços, mas meu jovem e querido amigo, o assassino está diante de você.

O Park também estava aqui, bebendo como se não tivesse uma carreira. Ou até mesmo uma família.

Hoje é segunda-feira, feriado, por conta do Halloween. É isso mesmo, Halloween. 




— Olha quem se aproxima. — O pálido ditou, bebendo um gole da sua cerveja.

— Nos acompanhe Jeon. — Park Jimin disse oferecendo uma cerveja em lata.

— Não, obrigado. Estou bem. — Falei.

— Soube que está com (S/N).

— A golpista, assassina. — Falou sarcástico.

— Vou fingir que não ouvi esse seu comentário, Min. — Deu de ombros.



— Até mais, Min, Park. — Adentrei em meu carro, logo dando partida.



O restaurante estava cheio, — as pessoas faziam os pedidos. Os bebiam se delirava no vinho, Hoseok caminhou até à mim, com aquele sorriso contagiante nos lábios.

— Jeon. — Pronunciou.

— Diga o que você quer.

— Quero dá uma saidinha, não vou demorar.

— Vá e retorne logo.


Kaori, esse é o nome da sua perdição, Hoseok? Aquela que engravidou. Que foi traída pelo namorado, que dizia amá-la? Cuidado, Hoseok. Essa aí está querendo se aproveitar. Como eu posso ter tanta certeza? Simples, apenas observe.



{ JUNG HOSEOK} 

Corri em direção ao lago, — Kaori marcou esse encontro neste logo. Eu estava um pouco atrasado.


— Me desculpe pelo atraso. — Falei.

— Acontece. — Sorriu. — Sente-se, venha provar meu pãozinho de queijo.

— So de sentir o cheiro, está bom.

— Obrigado. — Falou pegando a jarra de suco. — Eu decidi. — Olhei-o. — Eu aceito namorar com você.


Toquei em seu rosto, começando a fazer carícias. — Nossos lábios se tocaram, eu não sabia explicar o quanto eu estava feliz naquele momento. Mas tudo acabou, o meu sorriso desmanchou ao vê-lo. Jackson se encontrava aqui, Kaori não escondia que ainda o amava.


— Kaori. — Chamei sua atenção.

— As flores estão lindíssima. — Comentou.

— Estou indo embora, e quando você se decidir, você vem atrás de mim.


Meus passos eram rápidos, — eu sentia que a mesma andava atrás de mim. Na tentativa de me puxar, virei meu rosto, procurando uma resposta pelo seu ato.


— Eu quero você Hope. — Pousou sua mão em meu rosto. — Por favor, acredite nesta mulher diante você. Eu jamais irei me aproveitar para tentar esquecê-lo. Você mexeu comigo, de uma maneira inexplicável. — Ela selou nossos lábios novamente.


{YUMI} 


Sabe quando você tem tudo na vida? Mas um dia, tudo acaba. E tem o seu fim, então, aconteceu. Já fui uma mulher honrada, linda, sucedida. Não por ser uma modelo, e sim, por ser eu.

Mas as coisas não é como a gente quer. Simplesmente acabou. Esse padrão de beleza é uma maldição, emagrecer era basicamente uma obrigação. Mas todos chegam ao seu limite, comigo não foi diferente. Sou Americana. Minha mãe foi uma, puxei suas características, o seu modo de ser. Sei que ela morreu no parto, porém, minha vó Amélia contou-me sobre ela. Mantia uma vida corrida, era uma empregada. Sérvia como se fosse uma escrava, se apaixonou perdidamente pelo seu doutor. Isso é comum, acontece em novelas. Mamãe se foi, o que restou foi eu. Sozinha, isso acabará. Seu papai, (S/N) pagará com a vida, a humilhação que sua Omma faz comigo, terminará. — Coloquei os talheres e pratos em ordens, suspirei ao vê-lo passar e entrar na cozinha.


— Cansada? — Pronunciou colocando sobre a taça o Whisky.

— Isso não importa. — Franzi o cenho. — Com licença. — Caminhei até a saída, Jungseok puxou-me pelo pulso. — O que você quer? — Perguntei-lhe.

— Você, isso é bem óbvio. — Ditou rouco.

— Não seja tolo, senhor. — Riu. — Eu tenho idade para ser sua filha.

— Idade não é documento.

— Isso não quer dizer que ficarei com você, senhor, na verdade. — Disse. — Por favor, Jungseok retire-se.

— Se precisar só chamar. — Piscou.



Velho, safado. Mas poderá me ajudar, talvez. Senhorita (N/M) não gostará de saber que eu amado, Jungseok tá querendo a empregadinha.



{JAE-BUM} 

Trocamos um papinho bem louco, “Jeon aparenta ser um homem bom, apesar do dinheiro que possui. Resolvemos fazer uma festa, em comemoração do halloween. Depois que eu disse que sou DJ, o mesmo duvidou do meu potencial. Resolvi colocar em praticamente, e sua dúvida foi totalmente esclarecida.


Todos sabemos da convivência entre os dois, “(S/N) e Jeongguk. O mesmo mantém um olhar doce, ao mesmo tempo sombrio.

Eu só quero protegê-la do mal, do perigo.


— Querido, venha cá. — Mamãe me chamou. — Yugyeom não quer dormir, de modo algum.


Yugyeom tem 3 aninhos. Sou pai, confesso. Helena faleceu no parto. A sua falta é enorme, mas infelizmente tive que aceitar e assumir essa responsabilidade. Nem todos sabem desse acontecimento, por esse motivo o nosso relacionamento acabou. Eu vacilei com (S/N). Eu me arrependo amargamente daquele momento, onde eu disse que amava outra. Era minha única, Helena ah, tornou-se meu tudo, sua gravidez foi como um presente em nossas vidas. (S/N) não sabe da existência do Yugyeom, depois da viagem que fiz, mudei. Não sei se é o certo dizer.


 — É fome. — Peguei-o.

 — Vou preparar uma sopinha.

 — Eu não quero sopa. — Resmungou o menor.

 — Papai vai preparar outra coisa para você.

 — Eba — bateu palmas com aqueles mãos pequeninas.

— Vem com papai. — Sorri, caminhando até a cozinha.

Em meio aos problemas, ele me faz sorrir.


{S/N} 


— O que houve? — Questionei abrindo a geladeira, retirando de lá uma água, bem gelada para o mesmo.

— Eu não sei. Aconteceu de repente. Aquele homem simplesmente tentou me matar. Sua voz,é conhecida. Não sei como,mas é. — Levantou-se. — Eu não quero água. Você não entende o que eu estou sentindo, e como meu coração dói.


Meu celular vibrou, três vezes fazendo-me pegá-lo sem ao menos prestar atenção naquelas palavras ditas.


“(S/N), quero levá-la ao uma festa. — Às 9:30. — JB estava me convidando, é uma festa. “Halloween. — Olhei para Mark que mantia um semblante pensativo, logo peguei em meu aparelho.

   “Tudo bem. — Enviei.



— Eu sei que está sendo difícil. — Sentei no cômodo. — Estou com você. — Sorri fraco.

— Você não está totalmente.

— Esse assunto novamente? Você quis assim. As coisas mudaram. Tome um banho, coloque uma roupa confortável, e vamos ao trabalho. — Sorri fraco.

— Eu não consigo! SERÁ QUE VOCÊ NÃO CONSEGUE ENTENDER? — Exclamou.

— Desculpe-me, eu estava querendo confortá-lo.

— Eu não quero palavras de conforto, eu quero tê-la novamente comigo. — Ditou. — Vá embora, não quero você comigo, sem poder tocá-la. Eu fiquei sem você, sem ela. O que sobrou foi a solidão.

— Não se sinta dessa maneira.

— SAI DAQUI, AGORA! — Empurrou-me de leve. Fazendo-me bater contra o chão.


      

Entendi o seu recado, a sua ordem. — Levantei-me e saí. Sem olhar para trás, sem ouvi uma desculpa. Sou uma idiota por tentar ajudá-lo.


O que me alegrava é cuidar dos animais, e perceber o quanto eles gostam de mim. — Jeon Jungkook, resolveu aparecer. Em suas mãos se encontra uma caixa pequena, preta.

Ele beijou meu lábio, passou suas mãos pelo meu cabelo. Logo selou minha bochecha, e um sorrisinho apareceu.


— Você aparece assim, tão de repente. — Ri fraco.

— Desculpe-me. — Sussurrou. — Trouxe uma coleira azul, sabe aquele cachorrinho abandonado? — Assenti. — Então, resolvi adotá-lo.

— Jeongguk, — sorri. — Nem sei o que dizer, você é surpreendente mesmo.

— Amo animais. — Sorriu. — E hoje estou tendo essa oportunidade de ter um. — Falou colocando meus cabelos para o lado. — Cuidaremos disso depois, agora tenho outro assunto para tratar.

— O que seria? — Perguntei-lhe.

— Haverá uma festa Halloween,em minha residência. Praticamente todos irão ir. Você é a convidada principal. Não se preocupe, JB o seu amigo,mas se dizer, o nosso amigo, teve essa grande idéia.

— Vocês se tornaram amigos?

— Exatamente, grandes e melhores amigos.— Falei. “Grandes e melhores inimigos. — Até mais, amor. — Beijou meu lábio, e se retirou.


Acenei enquanto o mesmo estava eu seu veículo, ao poucos ele foi indo embora. — Virei meu rosto, e Jae-bum se encontrava aqui.

Direcionei meu olhar para o menor, que estava ao seu lado.


— Olá pequeno. — Sorri.

— Papai, ela é sua namorada? — Ditou

— Não querido. Vá brincar com a tia Alice.


Seu suposto filho assentiu, e saiu. — Jae-bum se aproximou mais. Sinceramente, eu não imaginei que o mesmo poderia ter um filho.


— Você deve está confusa. — Pronunciou. — Mas ele é realmente meu filho, foi um erro eu ter escondido isso de você.

— Não era sua obrigação, mas obviamente você teve um motivo para esconder. — Falei.

— Por esse motivo eu tinha dito que estava com outra, me desculpe. — Ditou. — Eu realmente fui um idiota.

— Você fez o que achou melhor, Jae-bum.

— Do que adiantou S/N? Ela me deixou.

— Mas antes de Deus levá-la, ela lhe deu um herdeiro. Eu sinto muito pelo que houve. 

— Obrigado. — Sorriu fraco.

— Não foi nada. — Sorri de volta.


(•••)


É constrangedor, passar pela aquela porta, e perceber os seus olhares sobre mim. Jungseok realmente passa dos limites. — Peguei uma maçã que havia na cestinha, a companhia resolveu tocar, assim que iria sentar naquele sofá confortável.


Yumiestava com cinco sacos de compras, — tentei ajudá-la mas ela rejeitou.


— Não precisa. — Ditou entrando.

       — Esse é meu trabalho.

       — Não importa que trabalho for, eu quero ajudá-la. — Falei pegando algumas compras da sua mão.

      — Você é sempre assim? — Questionou. — Boazinha.

      — Não é questão de ser boazinha, ser honesta, humilde, bom, isso seria o certo.

      — Entendi. — Ela disse. — Agora, tenho assuntos para resolver. Com licença. — Curvou-se.


— Você deveria saber que ela não gosta de mim. — Pronunciou Jungseok.

— Em nenhum momento lhe pedi opinião, aliás, e se ela não gosta de mim, o problema é dela.

— Grossa! — Revirou os olhos.

— Sou quando é necessário. Mas com o senhor sempre será.

— Não seja assim, trate seu padrasto com mais respeito, amor.

— Você é um velho. Respeito jamais receberá vindo de mim.


Jungseok continuou blefando, falando coisas desnecessárias. — Peguei meu celular e desbloqueie a tela. Mark mandou três mensagens há alguns minutos atrás.



“Oi. — Às 10:00

“Desculpe-me por ter agido daquela maneira. — Às 10:30

“Por favor, responde. — Às 11:45


Suspirei, e respondi.

“Tudo bem. — Enviei.

                  “Acontece.



{BELLA} 

Estou novamente em Seoul,lembro-me o quanto foi doloroso deixá-lo. Eu simplesmente deixei-o. Mas aqui estou outra vez, em frente ao seu restaurante. Com uma esperança enorme de receber o seu perdão. — Engoli seco ao vê-lo. Meus passos eram lentos,eu senti meu coração acelerar com simples passos devagar. levemente toquei em seu ombro, fazendo-o virar.


— Jeongguk, — sorri fraco.

             — O que você está fazendo aqui? — Questionou, ríspido.

             — Eu estou de volta. — Envolvi minhas mãos em seu rosto, mas ele se afastou.

      — Você me abandonou. 

      — Jeon, eu estava confusa. 

     — Eu não quero ouvir suas desculpas inúteis. —  Exclamou. — Retire-se, vá embora. 

    — Sou uma idiota mesmo. 

    — Você tem noção do que cê fez? Achou mesmo que poderia voltar, como se estivesse tudo bem, como se não tivesse me magoado. — Falou. 

       — Por favor, escute-me. 

       — VÁ EMBORA! — Gritou. 

       — Tudo bem. — Sussurrou. 


Minhas lágrimas desciam após ouvi aquelas palavras. — Avistei um táxi, limpei minhas lágrimas que saíam por si só. 





"Eu estou de volta, e não vou deixá-lo escapar novamente. 

     


            




Notas Finais


Espero que você deixe seu comentário, espero também que não desistam de mim. Porque eu já desistir.
Então, bye até a próxima^^
Amo vocês ❤


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