História Psycho Killer - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 2.938
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Drogas, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Diante de muitas fics na qual o incesto, a pedofilia, o estupro e coisas do tipo são tratadas de forma sexual, carnal e romantizada, me veio essa inspiração, na qual o lado da vítima abusada é retratado e quais as consequências de um possível abuso.

Algumas pessoas gostaram do plot e eu desenvolvi!
Espero satisfazer aos anseios e lembrem-se que nada aqui é romantizado.
Músicas dessa One:
Talking Heads - Psycho Killer
the GazettE - DERACINE
Nirvana - Polly
Nirvana - Rape Me

Capítulo 1 - Let me clip your dirty wings


Fanfic / Fanfiction Psycho Killer - Capítulo 1 - Let me clip your dirty wings

Queridos hipócritas, bajuladores, idiotas e querida polícia,

 

Eu, Miles O’Neil, li os seus jornais e vi o quanto se lamentam pela morte de minha “queridíssima irmã”, Elizabeth O’Neil aos seus 37 anos de idade. Choram demasiadamente por sua morte e pela morte de sua “amiga”, Polly McMillan. Também vi nos noticiários da televisão o quanto vocês julgam a mim por eu as ter assassinado. Eu não nego que fui eu quem as matou. Mas nego as motivações que vocês atribuem como por exemplo, dizer que eu tinha inveja da forma com a qual Elizabeth era tratada por nossos pais.

Eu tenho raiva dos meus pais, mas não por causa disso. Eu tenho raiva deles porque eles foram incompetentes e não souberam me proteger como eu merecia. Vocês não deveriam estar tão tristes com a morte delas, pois elas não são dignas de lágrimas e de compaixão, elas não são vítimas.

Guardem a sua indignação para vítimas de verdade. Vocês deveriam me agradecer ao invés de julgar, eu fiz um serviço para a sociedade. O que eu matei foram dois pedaços de merda que abusavam de crianças. Como ninguém fez nada contra elas, eu tive de fazer a minha parte.

Há muito tempo, eu queria que minha irmã morresse. Para ser mais preciso, há quinze anos atrás.

Muito antes de eu me tornar “um psicopata frio e cruel”, “um monstro”, quando eu apenas era uma criança de 12 anos em sua puberdade, eu descobri um fetiche terrível da minha irmã. Ela gostava de enfiar vibradores em garotinhos, vesti-los de menina e forçá-los a beber o próprio esperma. Como eu descobri? Ela me pressionou a fazer exatamente essas coisas. Ela fazia isso comigo por mais eu não quisesse, por mais que eu gritasse, pedindo pra parar, Elizabeth sorria. Sim, a vítima de vocês era uma estupradora de garotinhos. Uma pessoa de mente perturbada, que achava que as vítimas de estupro dela gostavam do abuso.

Mas ninguém gosta disso, porra!

Ninguém gosta de ser chantageado e abusado sexualmente e psicologicamente como ela fez.

Não só ela, como a Polly também. Polly, ao invés de chamar a polícia e fazer algo a respeito, me tirar daquilo, apenas ajudou minha irmã a fazer aquilo.

Elas me chamavam de puta.

Elas diziam que eu tinha nascido para ser maltratado.

Eu estava morto por dentro e me perguntava se elas iriam desistir de me fazer tão mal e de me forçar a ser algo que eu não era. Para mim, depois de 2 anos de abuso, suicídio era a única saída. Essa foi a primeira vez que eu tentei, com inúmeros antidepressivos que minha mãe usava. Infelizmente não deu certo. Eu sobrevivi.

Quando a enfermeira saiu do quarto e deixou as janelas abertas, a primeira coisa que eu pensei foi que aquilo era uma oportunidade de fugir, embora o andar fosse alto e eu pudesse cair e eu estivesse apenas usando uma bata hospitalar.

Ou seja, eu preferia morrer a pular entre o vão dos prédios. Sim, eu saí pela janela até um andaime.

Foda-se, eu queria morrer mesmo.

E foi assim que eu fugi, roubei e acabei preso pela primeira vez. E eu conheci gente “da minha espécie”.

Eu não nasci para ser uma putinha, Elizabeth. Nasci para ser um bandido. Sou o seu assassino.

Foi isso que eu me tornei.

Não que eu tenha tentado mudar, eu tentei.

Eu tentei trabalhar.

Eu tentei me apaixonar por alguém, mas vocês destruíram a minha vida, Elizabeth e Polly.

Então, eu me tornei quem eu era e vocês pensando que eu estava morto.

Eu não estava, infelizmente.

Estava bem vivo pra ver que mesmo tendo me destruído, resolveram destruir outro menino, o seu filho, Polly!

“Oh, Miles, você deveria ter denunciado-as para a polícia!”

Pra que serve a polícia quando você e sua amante tem imensas quantidades de dinheiro para se livrar da cadeia, como no caso da minha querida irmã e de Polly McMillan? Eu denunciei, anonimamente. Mas por algum motivo, ninguém acreditou em mim ou provavelmente alguém subornou para não ser preso. Ou contratou advogados maravilhosos pra se livrar.

Então, eu me dei conta que é pra isso que serve a tortura, é pra isso que serve o assassinato, é pra isso que serve o meu ódio.

Foi aí, que eu resolvi matá-las e eu vou lhes contar como eu fiz isso, sem arrependimentos.

Numa bela tarde de segunda-feira à tarde, quando iam buscar o pobre Alan McMillan no colégio para torturá-lo e abusá-lo sexualmente, eu as segui de carro até o colégio. E quanto estacionaram o carro, eu apontei uma arma para a cabeça de Polly McMillan e com uma outra mão um spray de monóxido de carbono para o rosto de Elizabeth.

“Quem é você e o que diabos está fazendo?” Disse Elizabeth, impressionada e não me reconhecendo, talvez por causa da máscara.

Eu não queria conversar.

Pressionei o spray na cara de Elizabeth e empurrando seu corpo nojento para a traseira do carro, assumi o seu lugar e entrei no carro. Depois, Polly, que me olhava tão assustada, foi apagada pelo spray.

Tirei a máscara e passei a dirigir.

Dirigi até um lugar onde vacas merecem estar.

O estábulo de uma fazenda abandonada.

Quando elas acordaram estavam amarradas, pelos pés, ao strappado que deslocaria seus membros, como porcas que eram.

Fui acordado por seus gritos de dor que as cordas provocavam. Minha intenção nem era colocar a ambas em um strappado, mas numa dama de ferro, algo parecido.

Entrei no estábulo sorrindo, com o meu primeiro instrumento de tortura, que começaria leve, em minhas mãos. Meu cigarro.

“Quem é você? O que quer?!” Elizabeth gritou.

“Não estão me reconhecendo? Eu não acredito nisso.” Sorri para ambas.

“Fale logo quem é de uma vez, por favor! E porque está fazendo isso?” Disse Polly.

“Oh, querida Polly…” Me aproximei, tirando o cigarro da boca e deixando-o passear pelos meus dedos. “Me dói tanto ouvir isso. Me dói ouvir o fato de que vocês não têm remorso algum. Eu quero sentir como não é ter remorsos.”

Então eu o encostei na barriga lisa da mulher que gritou com a queimadura.

Instigado pela dor, continuei a queimá-la com o cigarro.

“Me dói saber que para vocês eu não existo mais e que fui uma diversão, um objeto para duas pedófilas vagabundas.”

E Elizabeth lembrou quem eu era e gritou. Gritou meu nome e implorou para que eu parasse de queimá-las. Por acaso alguma delas parou quando eu pedi para parar? Não, não parou. E por isso, eu não parei.

Eu não parei de queimar, eu não queria parar. E eu só tive vontade de queimar mais, eu gostava de ouvir a dor delas, mas infelizmente o cigarro durou pouco. Então espanquei-as com as minhas próprias mãos. Como se espanca aqueles sacos quando se pratica boxe, sabe? Espanquei-as até ficar esgotado fisicamente.

“Sim, suas pedófilas do caralho! Eu sou o Miles! Eu sou aquele que teve a vida destruída por vocês!”

Eu poderia matá-las de porrada ali mesmo, mas adivinhem? Eu não matei. Achei que elas mereciam algo pior. E então, deixei o estábulo e fui descansar, cansado de bater nelas.

Deixei Polly e Elizabeth sozinhas pelo resto da noite e no dia seguinte eu voltei com algo diferente.

Meu canivete e um potinho com um líquido transparente.

“Miles…” Murmurou Elizabeth. “Eu lamento pelo que aconteceu no passado e o que você sofreu, mas não acha suficiente o que está fazendo? Se você me matar será tão criminoso quanto eu.”

“É, Miles… Elizabeth é sua irmã, além do mais”.

Caminhei em torno delas com um sorriso na face.

“Acha que algo que você me disser vai me comover? Eu também disse que eu era seu irmão, Miss Lizzy. Mas isso parou você?”

Elizabeth ficou calada e então, pegando uma pedra do chão e jogando-a na cara dela.

“Você está surda?! Me responda, sua nojenta!”

“Não.” Ela disse, as lágrimas caindo por seus olhos.

“Miles, eu não sei se sabe, mas eu tenho um filho.”

“Filho?! Ele não é seu filho. É a sua vítima. Você é um pedaço de carniça e de vômito que tem a coragem de fazer isso com o próprio filho, Polly”.

Com isso, eu tirei do bolso o canivete e rasguei lentamente as peles de suas coxas, braços, costas e barrigas.

E ouvi-as gritar com dor e se debater. E quando se debatiam, eu puxava a corda que as suspendia e deslocava suas pernas. Depois disso, elas provavelmente não andariam assim tão fácil. E vocês verão o porquê de eu fazer isso.

Enquanto isso, eu cantarolava Dizzy Miss Lizzy. Eu cantava porque não conseguia ficar em paz com ambas pedindo socorro e gritando.

“Calma, meninas. Eu vou beijar suas feridas abertas”.

Sorri e sumi outra vez do estábulo, deixando-as com suas lágrimas, cortes e queimaduras. Com um algodão, estanquei o sangue e quando sorriram com alívio, me deu até uma vontade de rir. As piranhas não sabiam o que as esperavam.

O vidrinho que eu trouxera tinha álcool. Bebi do líquido e o cuspi nas feridas abertas de ambas, as lambendo e me satisfazendo ao vê-las cheias de sangue. Os gritos eram reclamações pelo ardor do álcool.

No dia seguinte, bati nelas com um taco de beisebol. Queria que o roxo das pancadas se juntasse ao vermelho das queimaduras e feridas bem abertas formassem um colorido.

No quarto dia eu estava entediado depois de queimá-las de novo, só que com a chama de um maçarico e tê-las privado de uma noite de sono e elas pareciam entediadas também.

Depois de quatro dias vivendo a base de vinagre como Jesus na cruz e sem comida nenhuma, completamente desidratadas, trouxe algo para elas beberem. Trouxe sangue de porco, igual ao que derramaram em Carrie, a Estranha e esperma. Eu perguntei se elas queriam beber e obviamente elas perguntaram do que se tratava. Eu respondi que não interessava e que era isso ou enfrentar as consequências de uma desidratação pior que a minha tortura. Avisei que se cuspissem, iam ter que lamber o chão, que estava repleto de estrume, feno e terra.

Polly bebeu do líquido vermelho.

Elizabeth, do outro líquido.

Depois que elas tomaram a garrafa inteira, eu fiquei parado, observando-as.

Elizabeth estava inconsciente.

“Miles, Elizabeth está inconsciente. Ela vai morrer de fome? Eu vou morrer de fome?”

Foi o que eu ouvi dizer.

Eu respondi que fome não era uma má ideia, mas esse não era meu plano.

“Eu estou entediada e você também. Por que não me bate de uma forma diferente? Minhas costas estão doendo e eu estou com fome.”

“Quer um biscoito?”

“Quero.”

“Tudo bem, vou te dar um biscoito. Mas eu tenho uma corda para amarrá-la, que fique bem claro.”

Ajudei, muito atento ao que estava fazendo, Polly, para que ela saísse das cordas sem causar a morte que eu não queria que ela sofresse e a amarrei numa cadeira.

E lhe dei um biscoito seco.

Ela comeu o biscoito seco e então eu não tinha mais ideia do que poderia fazer. Fiquei olhando a bagunça do lugar, os objetos que eu poderia usar para machucar Polly. Parecia que eu estava esquecendo o porquê de eu as ter colocado ali. Estava morrendo de tédio.

Polly reclamava de dor nas costas, o que só me dava mais tédio.

“Escute, Polly. Eu sei que está entediada, eu também estou. Por que não jogamos um jogo?”

Polly me olhou assustada e não sabia de que jogo se tratava.

Eu sorri e a desamarrei.

“Agora que você já comeu eu tenho certeza de que está mais forte para brincar de polícia e ladrão. Lembra disso, Polly?”

Polly concordou com isso. Era uma das brincadeiras sádicas que elas faziam comigo quando eu era abusado por elas. Só que eu não ia estuprá-la. Não. Tinha algo melhor para ela em mente. Foi por isso que lhe dei uma injeção de adrenalina.

Pedi um minuto e quando voltei, vendo-a tentando se livrar das cordas, eu tinha um rifle de caça na mão.

Ri e cortei os nós que a prendiam com o canivete que tinha usado para feri-las anteriormente. Elizabeth acordou e gritou, pedindo que Polly não fosse, porque talvez sabia o que eu iria fazer, ela tinha esse mesmo desejo sádico dentro dela. Minha irmã nunca fez isso com gente, mas com bichos, talvez.

Eu lhes disse. Elas não eram vítimas e eu não sou o vilão malvado da história. Pelo menos, não o único.

Polly olhou para a sua amante pela última vez e eu a empurrei, pedindo para que Elizabeth calasse a boca, ou eu arranjaria linha e agulhas para costurar a boca dela. Polly quis olhar para ela, mas antes que ela fizesse isso, chutei-a nas costas, estimulando-a para correr. Seus membros inferiores estalavam e doíam, mas Polly corria, mesmo que isso doesse nela.

O instinto de sobrevivência me espanta.

Eu andava com a arma em mãos, esperando o momento de ela cair no chão com a dor.

Ela não foi tão longe assim.

Não foi a dor que a fez cair, mas uma pedra que cortou o seu pé.

“Corra, porra! Não se corte.”

Exclamei e ela tentou levantar de novo. Mas eu já tinha chegado com o rifle de caça e um sorriso no rosto.

“Parece que eu te peguei, Polly.”

Polly gritava antes mesmo de eu a tocar e eu chutei o seu rosto, irritado pelos gritos. Finalmente no chão, eu pude começar o que queria fazer.

O dedo ferido foi cortado fora por meu canivete em meio a gritos desconexos. Enfiei a lâmina em seus dois pés e ela ficaria parada, sem poder correr. Tirei o bisturi afiado do bolso e primeiro cortei suas roupas íntimas, ela estava humilhada e sentindo dor. Logo passei a lâmina afiada por sua perna e da abertura feita ali, pude ver seus ossos e músculos. Quebrei um deles e a poça de sangue e os gritos altos ficavam cada vez maiores.

Das pernas, a lâmina percorreu o corpo ensanguentado até a barriga. Eu abri um buraco grande o suficiente para puxar as vísceras para fora. Elas faziam um barulho nojento.

Coloquei-as em meu pescoço.

“Olhe, mommy… Babyboy tem um novo choker… lindo, não é?”

Lembrei de seu fetiche bizarro e com aquela imagem de seu intestino grosso em meu pescoço, Polly faleceu. Ensanguentado, larguei-o no chão.

“Vadia… morreu mais rápido do que eu esperava.”

Arrastando o cadáver eviscerado de volta ao estábulo, larguei-o no chão, cansado e Elizabeth gritou de horror e chorou ao ver a trilha de sangue e as tripas puxadas para fora.

Abri com o bisturi, bem em sua frente, o peito de Polly e tirei dele seu coração. Puxei o instrumento de tortura até embaixo e sorri.

“Trouxe carne fresca para você, mana.”

Estendi o coração até a boca dela e com nojo e medo, ela recusou-se a comê-lo.Raivoso, chutei-a até o desespero da dor fazer com que ela comesse o órgão e o mastigasse. Um fio de sangue se formou quando separei-o de sua boca e eu forcei-a a engolir, como ela fazia comigo.

Ela disse que o gosto era ruim.

Eu disse que no dia seguinte, ela comeria algo bem melhor. No dia seguinte, eu levei o corpo de Polly para fora e toquei fogo em seu cadáver.

Não, eu não dei o cadáver queimado para a minha irmã. Eu trouxe leite e mel. Cinco litros de leite e dez litros de mel.

Ela me olhou com estranheza, pois não sabia o que eu faria. Libertei Elizabeth das cordas e levei-a até um caixão bem perto do chiqueiro dos porcos. O lugar mais imundo da fazenda.

“Entra aí.”

Eu estava no comando e ela obedeceu, amarrada. Forcei-a a tomar do leite e do mel. Ela reclamou de que não aguentava mais beber e eu continuei dando o leite forçadamente e depois fiz o mesmo com o mel. O que sobrou eu derramei em seu corpo seminu. Abandonei minha irmã por horas. Fui assistir TV.

Ouvir música.

Não senti remorso.

Horas depois, como esperado, ela havia desenvolvido diarreia e os vermes, moscas e formigas saúvas devoraram sua carne gangrenosa e nojenta.

Ao me ver, pela última vez, Elizabeth gritou por perdão. Eu fingi que não ouvia e sorri.

“Calma. Tem coisa pior que escafismo te esperando. Mas se você morrer aí, pra mim tanto faz.”

Ri.  

Passei o resto do dia cavando um buraco e fixando uma enorne tora de madeira no chão. No outro dia, ao voltar ao chiqueiro eu estava surpreso e frustrado com o fato de que Elizabeth ainda estava viva.

“Miles, o que vai fazer agora?! Miles?!”

Ela gritava, desesperada.

Fechei o caixão e a ouvi bater, bater várias vezes na estrutura de madeira. Levantei o caixão, o colocando na vertical e amarrei-o ao mastro. Sem que ela visse nada, continuando a bater, eu joguei gasolina em todo lugar. Larguei o cigarro que estava fumando no lugar e logo chamas ardentes queimaram-na e gritos de agonia passaram a ecoar. Os gritos pararam. Ela estava morta.

E foi assim que eu sequestrei, torturei, persegui, eviscerei e matei Polly e Elizabeth. Não sinto remorso, não me sinto mal por isso. Finalmente posso morrer em paz e fazer o mesmo que fiz neste mundo com elas quando estiver no inferno.

Quando acharem essa carta vão achar o meu corpo no escritório da empresa, aonde eu darei um tiro em mim mesmo após ter usado heroína e LSD, simultaneamente.

Eu não aceito ser preso.

E não aceito ser julgado por ter feito o bem. Entreguem Alan em boas mãos, ele não merece mais sofrer.

 

Atenciosamente,

Miles O’Neil.


Notas Finais




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