História Psycho Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Demi Lovato, Fifth Harmony, Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Selena Gomez
Tags Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Camren, Demi Lovato, Dinah Jane, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Lemon, Normani Hamilton, Romance, Selena Gomez, Sexo, Yaoi
Exibições 70
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Turma. Tudo bem? Bom, esta é a nova fic, espero que gostem, prometo não deixar de postar na outra. Nos vemos lá em baixo. XoXo.

Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction Psycho Love - Capítulo 1 - Chapter One

 

      Lauren Pov

 

  Meus olhos brilharam de pura adrenalina e excitação, em sintonia com a lâmina afiada de minha faca. Meu sorriso macabro que nunca deixava meu rosto desde que eu o cortei em mim mesma, me tornando mais aterrorizante para o "inocente" homem a minha frente. Maldito estuprador filho de uma puta.

    - Q-quem é você? - Questionou com os olhos tremendo de medo enquanto andava para trás, se encontrando sem saída quando suas costas bateram contra a pedra fria da parede daquele beco sujo e escuro.

      - Eu? - soltei um riso baixo e macabro - Ora meu caro... eu sou o seu pior pesadelo, e você vai desejar nunca ter dormido - pendi a cabeça para o lado enquanto dava passos curtos e lentos em sua direção - você vai pagar por tudo que fez - cheguei perto dele e o mesmo tentou me bater, mas segurei sua mão e sussurrei em seu ouvido - Não deveria ter feito isso... I am the Angel of Death ( Eu sou o Anjo da Morte).

       Cravei minha faca até a metade em sua barriga, ouvindo ele gritar. Gargalhei, aquele som era música para os meus ouvidos. Enfiei o resto que faltava de minha faca em sua barriga proeminente, girando-a lentamente, vendo sua cara se contorcer de dor. Olhei pra cara dele e cuspi na mesma.

          - Você me dá nojo - disse por entre dentes com a cara perto da sua, enquanto retirava lentamente a faca.

          - Eu... Espero que você... Vá para... O inferno - tirou forças da puta que pariu para murmurar pra mim.

           - Aah meu querido... Eu já estou nele - esfaqueei-o várias vezes e o deixei ali no chão para morrer sozinho. 

           Olhei para trás o vendo pedir por socorro. Gargalhei alta e macabramente, andando para fora do beco.

          Joguei minha touca sobre minha cabeça, cobrindo metade do meu rosto e sai andando noite a fora. Olhando ao redor a procura de minha próxima vítima. Andando por mais algum tempo, notei uma estrutura que parecia ser uma faculdade, me aproximando mais notei que estava certa.

           Chequei a hora em meu celular e percebi que estava quase na hora de saída. Caminhei até o outro lado da rua e me encostei na parede de uma cafeteria que não fiz questão de olhar o nome. Escutei vozes próximas a mim e levantei a cabeça levemente, vendo um grupo de mais ou menos quatro mulheres, todas entre 20 e 25 anos.

              Mas uma em especial chamou minha atenção. Ela não era a menor mas também não era a maior do grupo. Possuia cabelos e olhos castanhos, lábios rosados e delineados, cintura fina com uma bunda grande de dar inveja. Não que eu ficasse reparando em minhas vítimas, mas não custava olhar não é?

               Achei que ela ia entrar no café junto com suas amigas, mas ela girou nos calcanhares e andou, passando por mim, rebolando sem notar que o estava fazendo. Por um minuto me permiti olhas para o balanço de seus quadris, em seguida andando a uma certa distância dela, seguindo-a  e esperando pela melhor oportunidade.

                       Ela tirou um molho de chaves de dentro de sua mochila e entrou em uma casa. Do outro lado da rua, esperei até que as luzes se apagassem. Subindo por uma árvore ao lado da casa e pulando em uma varanda, que descobri ser do quarto da menina que eu iria assassinar aquela noite.

                         Um abajur estava aceso e ela estava sentada com um caderno e um lápis de desenho em mãos. Parecia concentrada. Andando cautelosamente me aproximei dela e soltei minha respiração em seu pescoço, a fazendo se virar assustada pra mim. Rapidamente tampei sua boca e coloquei minha faca em seu pescoço.

                            Ao contrário do que pensei, ela não tentou gritar ou se soltar de mim, apenas respirou fundo e fez um sinal para que eu a soltasse.

                      - Se você gritar eu te mato antes que você possa reagir direito, ouviu? - sussurrei em seu ouvido e a senti se arrepiar, sorri minimamente.

                          Ela assentiu e eu tirei minha mão lentamente. Ela se levantou e se sentou ao meu lado. 

                       - Olha, eu sei o que você veio fazer aqui, que no caso é me matar, mas antes de me matar, você pode me fazer um favor e matar a minha mãe pra mim? - perguntou e eu a fitei incrédula.

                      - O que? Como assim? Matar sua mãe? Pra que você quer matar sua mãe garota? - bati a mão na cabeça em um sinal mudo, perguntando se ela era louca.

                     - É isso mesmo que você ouviu. Sei lá, se vira, dá um jeito, mas não quero ela viva. Quero matar ela pra que todos os meus problemas se vão, junto com ela no caixão.

                        - Por que estou falando com você - peguei a faca e subi em cima dela que apenas riu - Não ria... Eu sou a sua morte garota - disse entredentes.

                           - Sei disso, e não tenho medo de morrer, não quando é isso que eu quero - tentou me empurrar - só quero um último pedido antes de morrer. - deu de ombros, ela estava me tirando do sério.

                            - Tenho cara de gênio da lâmpada por acaso? - debochei.

                             - Não, mas bem que podia fazer isso pra mim né - me empurrou e saiu debaixo de mim, pegando o caderno - olha, eu fiz alguns desenhos, se quiser ver fique a vontade. - me entregou o caderno.

                              Folheei devagar, vendo um desenho melhor que o outro. Okay, eram pessoas mortas, muitaz vezes sdem cabeça ou esquartejados, mas era disso que eu gostava, então achava bonito. O último deles me surpreendeu... em um lado da folha estava desenhado um coração partido, com curativos e asas quebradas, muito bem detalhado, e no outro lado estava o desenho de uma praça e uma garota chorando e correndo, enquanto ao fundo mostrava um homem beijando outra menina. Traição.

                        - Hmmm... Essa é.... - não terminei a frase quando fui interrompida.

                        - Sou eu - ouvi ela suspirar.

                        - Por que está compartilhando sua vida comigo? Eu sou uma assassina sem coração - ainda não tinha entendido o porque disso tudo.

                            - Porque queria que alguém soubesse o que eu passo... antes de morrer - suspirou

                            - Hmmm - Não sabia o que dizer.

                            - Estou pronta para morrer - se jogou na cama de olhos fechados.

                             Peguei minha faca e a aproximei de seu pescoço, fazendo minha respiração bater em sua cara. Depositei um beijo em sua testa e ela franziu o cenho, abrindo os olhos.

                            - Não vai me matar? - questionou.

                            - Essa noite não... Volto amanhã pra saber sobre seus demônios - pisquei pra ela e sorri - Deixe as portas da varanda aberta, huh? - ela assentiu e eu pulei a janela, correndo em direção a um bosque.

                              Entrei em uma casa abandonada, que é onde moro e coloquei minha faca junto as minhas outras armas. Me despindo no caminho para o quarto e indo para o banheiro. Depois de um banho relaxante, me joguei em minha cama apenas de roupas íntimas e meus pensamentos vaguearam para uma latina de olhos castanhos. Pela primeira vez em anos, eu dormi com um sorriso verdadeiro no rosto.

              


Notas Finais


Bom esse foi o primeiro cap, espero que tenham gostado. Comente aqui em baixo se gostaram ou não e se querem que eu acrescente algo ou alguém na fic. Estou aberta a sugestões. E como sempre um beijo pra quem quiser Turma. Falooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooowwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww.


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