História Psycho Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Frisk, Mettaton, Sans
Tags Dust!Frisk morte, Dusttale, Frisk, Murder!sans, Romance, Sans, Sansrisk, Sereal Killer, Sukerutonsans, Tio Suke, Undertale
Exibições 243
Palavras 2.778
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Ficção, Hentai, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heya , essa fanfic é de DustTale , um au, se você não sabe o que é aqui vai uma explicação básica.

Au: Auternative Universe/Universo alternativo. São modos/historia criadas por fãs assim como as fanfic, (toda via o autor original também faz au's em alguns casos) os aus tratam de uma outra realidade mas que tem origem de certa coisa.

DustTale: tem ligação direta com cânc-- ér, quer dizer, com Undertale, a historia conta que Sans já estava exausto doa resets de Chara apenas para fazer a rota genocida, e diversas vezes ver seu irmão morrer e nunca conseguir deter ela, então no último reset Sans é quem faz a rota, ele mata todos os monstros para ganha L.O.V.E e ter força o suficiente para acabar com Chara. Vendo que se tornou uma criatura horrível ele acaba por matar o irmão também, assim Pap não o veria daquele forma . Após matar Chara/Frisk ele se via só, então ele enlouqueceu e criou a fantasia de que Papyrus estava lá com ele(ou pelos menos a cabeça do Pap, já que era sempre o que Chara arrancava) nisso ele falava sozinho, porém a determinação de Frisk sempre a fazia voltar , e Chara aparentemente não dava mais resets e sim saves, assim Sans ela estariam em constante combate e ele não teria como se arrepender e não matar todos de novo. Assim ele se torna "Murder!Sans". Bem esse é o resumo básico do básico que eu consigo dar sobre Dust!Tale pr'ocês.

Mas a historia da fic não é isso, eu só peguei o personagem Murder!Sans e criei uma nova história, eu só dei ali em cima o resumo pra quem não conhecia dust!tale.

Então já sabem que a fic se trata de assassinos, mas tem aquele leve hentai que vcs safrados gostam. Beisus. :3

Boa leitura

Capítulo 1 - One-shot


Fanfic / Fanfiction Psycho Love - Capítulo 1 - One-shot

.~Narrador pov's


Uma mútua algazarra se alastrava, as pessoas dançavam fora do ritmo com a maior gritaria, algumas bundas se batiam sem querer, outras eram propositais, apenas para chamar a atenção de algum rapaz atraente. Mettaton já não se importava com quantas bundas o empurravam, estava acostumado com a publicidade e fama, sempre chamando atenção.


*Ah, Frisk querida!— Puxou-a pelos ombros suspirando e obrigando a amiga a pôr a bebida na mesa e dançar— Venha, dance comigo, quem sabe assim esses cretinos parem de me flertar. — A puxou para a pista.


*Oras, você lutou por essa fama, pague o preço!— A adolescente riu animada ao amigo de longa data.


*Você não é muito diferente, veja esses olhares direcionados a você, quantas bebidas esses coitados já lhe pagaram?


*Essa noite? Treze, mas rejeitei todas.


*Claro que rejeitou, fraca como é já estaria tombada no terceiro copo. — Riram movendo seus corpos no ritmo animado, diferente das demais pessoas bagunçadas. De longe Frisk encarava alguém que lhe trazia interesse, o protótipo humano olhou em direção a quem os apertados olhos encaravam e se deparou com alguém novo, um esqueleto de orbes negras, porém suas íris eram bicolor, azul e vermelho, se destacando na escura parte onde se encontrava. Usava um moletom azul cobrindo o crânio com o hoodie do mesmo, uma bermuda preta com listas brancas na vertical dos lados e um all-star azul desamarrado. — Deveria ir falar com ele.


*Eu? Mas nem o conheço.


*Ah, isso é verdade, não é um dos seus admiradores, este rosto aqui é novo. De onde será que veio? — Coçou o queixo. — Será de alguma cidade vizinha? Ou quem sabe apenas não frequentava essa boate? Ah! Que seja, tanto faz de onde veio.


*Espero que não do meu passado.


*Amiga, você se preocupa muito com isso, sabe que aqueles assassinatos não tiveram sua mão. — pausou pensativo— Talvez apenas o seu dedo, mas enfim, sua imagem apenas foi usada para Chara se camuflar, ele está preso e você está livre!


*Eis um problema, eu estou "livre"— Enfatizou a palavra— Eu tive parte nesses crimes! Aquele dia... Aquela chacina, NÓS COMETEMOS VÁRIOS GENOCÍDIOS! — Indagou preocupada.


*Veja, minha amiga— Parou de dançar, apoiando os braços nos frágeis ombros e olhando nos olhos cor de mel com uma séria feição— Presa por seus pecados você foi, tiveram tolerância por ter confessado que foi …”usada”.


* “Usada”? Eu participei indiretamente...!


*Aah! Você pagou sua pena, deixe isso de lado, não toque mais no assunto! Nesta cidade ninguém lhe conhece, vá se divertir! — A empurrou para o meio da pista, esta olhou Mettaton sorrindo , acenando de forma positiva com a cabeça. Estava determinada a ir falar com o misterioso esqueleto que lhe trazia uma sensação de nostalgia, era algo bom? Mas ela nem mesmo sabia quem era. Virou-se devagar para ir em direção ao tal, deu um pulo para trás tomada pelo susto quando viu a baixa figura pálida bem a sua frente.


*Boa noite, senhorita.


*Veja, que educado. — Se recompôs sorrindo.


*Não pude deixar de notar que me encarava, não achei que alguém como eu chamaria atenção de um anjo, teria algum deus me perdoado? — Riu— Então vim tirar minha própria conclusão. — Ofereceu um copo com conteúdo alcoólico à jovem que aceitou de bom grado. — Me chamo Sans.


*Frisk— pegou o copo de bom grado.—Que tal uma dança?


*Eu posso tentar. — Riu.


Passaram um curto período dançando enquanto trocavam algumas palavras, quando o cansaço veio, sentaram-se em um banco do famoso bar de Grillby, era o barman favorito daquela boate, todos adoravam suas graças, humanos, monstros, sem exceção. Mais alguns copos de bebidas foram ingeridos, o esqueleto tomava como água, como se não fizesse efeito, já a humana estava alterava, porém consciente. Bastou um toque leve de mão em sua coxa que a menina sorriu maliciosa como um aviso de quem havia gostado e desejava mais, afinal de contas era assim que funcionava entre as moças daquela festa, se alguém as interessava, uma noite de sexo era o que tinham. 


A menina se levantou, pegou a mão do esqueleto e se retirou pela saída de emergência que dava em um "conveniente" beco, no qual algumas camisinhas usadas já se encontravam espalhadas.


*Eu não tenho uma camisinha. - Virou-se abraçando o esqueleto pelos ombros e sendo prensada contra a parede , sua perna fora erguida à altura da cintura de Sans, obrigando-lhe a abraçar o local enquanto acariciava aquelas simples coxas , o simples toque fazia a pequena morder os lábios ansiosa pelo que viria. Há tempos não se relacionara com alguém, menos ainda alguém que lhe trazia interesse, suas maiores e melhores relações sexuais foram com Chara, um assassino impiedoso que a envolvera na vida errada, tornando-a uma assassina tanto quanto ele, todavia, em seu último genocídio Chara foi preso e Frisk não estava junto, mas só de saber da prisão a morena confessou ter participado de muitos atos, cumpriu pena de tolerância, mas o ex-amado deveria cumprir pena de 100 anos, o que era basicamente um aviso de que nunca mais o veria, pois ficaria até morrer ali. A menina apenas evitava pensar nisso, Mettaton a mantinha na realidade, e naquele momento não era o robô que tomaria seus pensamentos de forma saudável, mas sim o esqueleto de forma perversa. Ainda assim a sensação de nostalgia se mantivera no peito da jovem, sentia que já havia o visto.


*Ah... Camisinha? Heeh, isso não será problema. — Pelo comentário precavido da jovem, imaginou que talvez estivesse em seu período fértil e algo lhe passou a mente.


Não demorou muito para Sans a virar de rosto para a parede e levantar sua saia, colocou seu membro para fora, brilhava em um púrpura chamativo, masturbou-se o suficiente para que se enrijecesse e o enfiou de uma vez na jovem, sem se importar se a machucaria , mas Frisk parecia gostar da brutalidade.


O esqueleto segurou os seios da menina, os apertando por cima do tecido da regata. As estocadas começaram agressivas, a força tirava Frisk da parede e batia seu rosto com certa força na mesma, esse ato se repetia diversas vezes tirando o fôlego da menor, as mãos passaram para a cintura puxando o quadril da menina e os desconectando por completo, com toda força que tinha, Sans voltou a penetrá-la a fazendo jogar a cabeça para trás e abrindo a boca para gritar, a estocada fez seu queixo colidir com a parede de tijolos puros, mas ela não se importou com a dor.


 A porta de emergências foi aberta, um casal estava lá, assim que viram Sans e a pequena em tal ato recuaram, ou melhor, a moça empurrava o rapaz que assistia o ato que muito provavelmente ambos havia ido ali para praticar, teriam de encontrar outro lugar.


Sans ignorou os dois e desferiu um forte tapa na bunda da menina marcando seus dedos, se retirou de novo degustando da melodia dos berros da jovem, a virou com força para si obrigando que ela abraçasse sua cintura por completo forçando a penetração, mordia e sugava seus seios por cima do fino tecido, deixando sua saliva molhar aquela área, a menina se segurou no moletom já com sua touca retirada da cabeça do maior, apertava a mesma entre seus dedos, delirando de prazer. O grosso pênis mediano entrava sem dó, espalhando os sucos que escorriam de sua intimidade sujando a bermuda de Sans que dera uma forte mordida na mais nova. Frisk passou a rebolar à medida que as estocadas iam diminuindo apenas com o intuito de provocar, seu interior se contraiu e essa apertou os tecidos do moletom, apertando os olhos com força e dando um alto gemido , seu corpo estremeceu e logo seu orgasmo iniciou. O esqueleto ignorou, estava difícil de se mover, mas esse não se importava, ainda não estava satisfeito o bastante para já ejacular, segurou o rosto da menina com força fazendo com que esta olhasse em seus olhos .


*Você é incrível! — Disse por impulso, fazendo o esqueleto rir com deboche a deixando sem entender, seu corpo ainda tinha espasmos e era dominado pelo prazer.


*Eu sei, é o que todas dizem. — Respondeu convencido, mas a jovem não deu bola, apenas gemia sendo forçada a encará-lo mesmo com o rubor em sua face. — É irônico como você não se lembra de mim.


*Aan? Perdão, n-nós já, aaah! Já nos conhecemos? Uunhg!


*Ah sim, vou refrescar sua memória. — Lambeu os lábios da menina. — Restaurante italiano, o cheiro de molho invadia os pulmões até de quem não o tinha, meu irmão “Papyrus” havia pedido espaguete, ele estava ansioso. Um casal entrou pedindo uma mesa perto da janela, eles ficaram quietos, eram muito parecidos um com o outro, achei até que eram irmãos. Eu ficava encarando a menina, ela era graciosa e delicada, algo nela me atraía, talvez fosse aquele olhar... Determinado? — Frisk gemia sem perceber, pois sua mente se enchia de lembranças nada agradáveis. — Eles pegaram o cardápio e começaram a conversar em sussurros, após um tempo o garçom chegou com duas porções de espaguete. Parecia estar uma delícia, meu irmão ansioso pegou o garfo pronto para comer, foi quando uma mulher gritou, olhamos preocupados e lá estava, a cabeça do marido dela dentro de seu prato. Foi tão rápido, foi quando tudo começou, um por um aquele casal de adolescentes matavam, ironicamente as portas não abriam, algo havia explodido na cozinha e um incêndio se alastrou, não sobraram funcionários, era como se tudo estivesse planejado, aos poucos eles chegaram em meu irmão que tremia, eu me coloquei na frente e implorei para que me matasse mas que deixasse ele. O garoto riu com desprezo e me bateu me jogando no chão, ele chamou pela namorada e jogou meu irmão nela, eu tentei defender, mas ele me prendeu ali me forçando a assistir, eu não tinha forças para lutar, era tão novo quando tudo aconteceu. O garoto deu uma ordem e então a namorada o fez, ela simplesmente arrancou a cabeça do meu irmão na minha frente, eles me deixaram vivo chorando em cima do que havia se tornado pó— Sans sentia que estava prestes a gozar, a expressão de medo que Frisk esboçava o animava. — Soube que foram presos, o garoto não sairá, mas a namorada dele foi libertada por ter confessado os crimes antes de ser presa, ficando sob vigilância por muito tempo. Eu esperei o momento certo, esperei que mais nenhum policial ficasse de olho em você para finalmente nos reencontrarmos, aaah — suspirou— Você continua tão linda... — Seus dedos acariciaram a bochecha agora molhada por lágrimas.


*Me desculpe. — Choramingou com a voz trêmula.


*Ah, sem desculpas, não estrague esse momento. — Segurou as nádegas da menina, as apertando, as estocadas voltaram ao pique antigo. Sans encostou sua testa na da menina, a beijando, foi quando gozou, sentindo seu membro engrossar e todo seu líquido escorrer dentro da jovem. Se retirou depressa arrumando suas roupas, Frisk deslizou as costas pela parede até se sentar no chão, chorando. — Ver você assim até me deixar cheio de tesão, dá até vontade de fazer tudo de novo. — Deu um beijo na testa da menina e se ergueu, entrando pela porta que antes passara para chegar ali. 


Frisk ficou sentada abraçando suas pernas, pensara em bilhões de coisas, mas cogitou que Sans a havia perdoado, até pelo fato de terem transado, algo que gostara muito, não negaria, fizera aquilo por vontade própria, só não esperava tais informações. Naquele momento só queria o perdão. Mas queria ouvir da boca dele que havia a perdoado por tal atrocidade. Se levantou ajeitando a roupa, sentia a dor das estocadas e os espasmos ainda a atingindo, com esforço andou para dentro da boate, estranhou assim que ouviu a música, que estava normal, sem nenhuma mixagem trabalhada ao vivo, nenhuma gritaria , passos ou bagunça. Um clima gelado estava no local, sabia que havia passado quase uma hora e alguma coisa lá atrás- contando com sua crise de choro e sua foda-, mas estava cedo para fecharem a boate, as costumeiras luzes piscavam, o salto alto de frente aberta foi molhado e aquele líquido invadiu o calçado, molhando os dedos de Frisk que abriu a boca perplexa com o que via. Sangue manchava-lhe os pés e nenhuma alma viva sequer estava ali , foi questão de segundo para que tudo acontecesse, estavam todos, humanos, híbridos e monstros deitados em suas próprias poças de sangues, alguns monstros já tinha se tornado pó, a cena era algo com que Frisk já estava acostumada, pelos menos em seu passado estava, rever algo assim agora era perturbador. Ela sentiu o peso em seu corpo a levar para o chão, seus olhos fecharam e a náusea chegou, caiu no chão semi-inconsciente, e a última coisa que conseguiu ver à sua frente foi um par de all-stars desamarrados e ensanguentados.


*A polícia já está vindo. — Ouviu a rouca voz dizer, calma e distante.


*Sans...— Foi a última coisa que disse após desmaiar por completo.



Uma forte luz tomou seus olhos, o canto dos pássaros invadia seus ouvidos e uma brisa leve esvoaçava as cortinas de seu quarto.


*Outra vez esse sonho. — Frisk esfregou os olhos, sabia que não era um simples sonho, eram lembranças de uma perturbadora noite.


 Se levantou, indo fazer sua higiene, e logo foi para a cozinha fazer o café da manhã, mesmo sem fome, afinal não era para ela que estava fazendo. Retirou um bolo de aniversário de dentro da geladeira, o embrulhando em uma caixa propicia. Suspirou preocupada ainda se lembrando. Após aquela noite a polícia chegara graças a Sans que ligou, este confessou seu crime com deboche e como prova as câmeras do local e a de Mettaton, que estava destroçado e irreconhecível. Frisk acordou no hospital sendo informada, segundo Sans o objetivo era matá-la, mas os planos mudaram, o genocídio ocorreu apenas para diverti-lo. Frisk ficou se perguntando "porque ele não havia a matado então?". Sua resposta chegou de forma inesperada apenas três meses depois...


*Mamãe, mamãe! — Uma criança correu animada, abraçando Frisk.


*Não vai tomar seu café?


*Não, eu vou deixar espaço na minha barriguinha, hoje nós vamos ver o papai, não vamos? — deu um fraco sorriso como resposta. — Ebaa!


*Pegue seu casaco, pode fazer frio. — A menina, - agora uma mulher -, pegou a chave do carro e o bolo empacotado. Seguida da criança, entrou no carro indo sentido ao presídio da cidade, fazia aquilo uma vez por ano no aniversário da criança.


Após conversar com um policial, este mandou que outro preparasse a sala privada e o fizera de imediato, Frisk junto do garotinho passou pelo pátio onde os presos tomavam banho de sol. Logo um homem de cabelos curtos, castanhos e olhos de um intenso vermelho se aproximou em uma pose sarcástica.


*Chara. — A menina sussurrou.


*Veja só se não é minha amada Frisk e "minha" criança!— Abraçou o garoto, o levantando. — Não me diga... Está fazendo sete aninhos hoje, não é?


*Como sabe?— o menino perguntou divertido.


*Sua mãe só dá as caras aqui nesse dia especial, não é mesmo?— O garoto deu de ombros.


*Certo, Chara, já chega. Nós temos horas.


*Se você tivesse escolhido ao menos alguém normal, acho que você e seu filho teriam uma vida normal, mas tem um gosto lindo por assassinos, não?


*Já chega, Chara!


*Pensei que me amava. — Ele ria exageradamente com deboche enquanto a menina se afastava com a criança, finalmente chegaram à sala que queriam. O menino entrou correndo, indo abraçar o esqueleto que estava sentado graças a uma corrente presa no chão a qual a ponta prendia as algemas em seus pulsos.


*Papai!!— O esqueleto afagou os cabelos do híbrido.


*Papyrus. — Sorriu de lado ao pronunciar o nome. — Feliz aniversário.


Frisk colocou a caixa com o bolo em cima da mesa a abrindo, tirou de sua bolsa alguns pratinhos descartáveis e talheres do mesmo, e assim seria, mais um aniversário de seu filho dentro da cadeia, pois era o único dia que Sans podia ter contato com o pequeno e ver a face de angústia de Frisk, deliciando-se por ter tomado a “escolha certa”. Vê-la trazer a criança todos os anos a um presídio era mil vezes pior do que uma rápida morte.


Podia ver o desgosto na face daquela que criava o bebê só, tinha um passado sujo, escolhera as pessoas erradas que a assombravam e ainda assim não podia explicar nada disso ao pequeno. Não que Sans não gostasse da criança, até escolhera o nome para tal, mas amava ver aquela situação toda para Frisk, sabendo o quão difícil tudo aquilo era.


Ao menos diferente de Chara, um dia ele seria solto, e quando esse dia chegasse Frisk já se preparava psicologicamente, pois sabia que seu inferno se iniciaria.


Notas Finais


Um beijo especial pra Liz , "minha" doce bebê azul(?) que se propôs a corrigir meus erroa de hue br e digitação, eu não tava muito animada pra fazer isso. Obrigado Liz, cê já sabe que vc mora aqui <3 !

E Obg a vc tbm que leu, se gostou já sabe o processo né? Caso comente deixe tbm aquela ★, que é a nota, sabe? a nota que você acha que a fic merece e tals. Wowie ! Caso queira mais é só entrar aqui no perfil , tem long, tem varias one-shots , e tudo hentai, fica o aviso (96% hentai) caso queira mais leves também tá por aqui, tá perdido, mas tá aqui.(?) beijos do tio Suke.


P.s: sobre meu esquilo que cometeu suicídio na boca gato e deixou a irmãzinha só, já comprei outro esquilo pra fazer companhia pra lá e já arrumamos a gaila deles. E RELAXA NAO E UM ALVIN QUE EU TENHO EM CASA, SAO ESQUILOS DOMÉSTICOS/DA MONGÓLIA. Obg pra qm tava na tl e se preocupou.


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