História Psycho Love II. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Ashley Benson, Justin Bieber, Lily Collins, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Drama, Hot, Jelena, Romance
Exibições 426
Palavras 1.396
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Qualquer errinho, ignorem.
Boa leitura <3

Capítulo 8 - A verdade também se esconde em Boston.


Fanfic / Fanfiction Psycho Love II. - Capítulo 8 - A verdade também se esconde em Boston.

Lily Collins Point Of View.

 

Massachusetts – Boston.


 

 Quando sua filha vai crescendo e começa a ter certa idade, perguntas sobre a sociedade, sobre os costumes, sobre o mundo começam a se fazer cada vez mais presente. Eu sempre fui sincera com Alice, praticamente sobre quase tudo. Exceto a historia do coelhinho da páscoa e o papai Noel, eu tentava ser honesta na maior parte do tempo.

 Alice andava estranha esses dias. Abatida, como se algo estivesse realmente a entristecendo. Levou quatro dias até ela finalmente vir ao meu quarto no meio da noite, se sentar em minha cama e me fazer uma das perguntas que eu mais temia.

– Mamãe… A onde está o meu papai?

 Eu me ajeito na cama pensando na melhor resposta que eu poderia dar a ela. Acho que Alice sempre se sentiu tentada a me fazer essa pergunta, mas ela nunca a fez. Talvez para não me magoar, não sei ao certo. Mas sabia que, para ela estar vindo me perguntar isso agora, com certeza chegou a um nível a onde sua curiosidade não aguentava mais. Sempre deixei claro para ela que seríamos apenas nós duas, para sempre. Mas óbvio que em algum momento ela iria questionar a onde estariam o resto da nossa “família”.

 Eu encarei os seus pequenos olhinhos castanhos e toquei em seu comprido cabelo escuro o levando para trás.

 Não conseguiria dar alguma desculpa. Não conseguiria mentir para ela. Não quando ela confiava em mim para que eu lhe dissesse a verdade.

– Seu pai mora em outro estado, filha. Ele vive com outra mulher e é muito feliz com ela. - conto.

– Então… O papai nunca virá morar com a gente? - pergunta ela cuidadosamente, e eu apenas assinto com a cabeça. – Por que? Ele não ama você?

– Não… Ela ama aquela outra mulher.

 Ela reprime os lábios meio pensativa antes de fazer outra pergunta.

– E eu, mamãe? Ele não me ama também? - Seus olhinhos começaram a atingir um tom marejado que me partiu o coração. – O que eu fiz de errado?

 Eu a coloco em meu colo e a abraço.

– Você não fez nada de errado, Alice. O seu pai ama você, ama muito. - asseguro a ela. – Ele só não pode estar aqui agora, sabe? Ele tem a vida dele em outro lugar.

 Ela suspira antes de levantar a cabeça para me olhar.

– Nós podemos ir até o papai? Podemos vê-lo?

 Eu penso em negar o pedido. Mas vê-la tão frágil e com o rostinho lamentável dessa forma só me partia o coração ainda mais. Não queria fazê-la sofrer dessa forma.

– É isso mesmo que você quer? - pergunto, vendo-a assentir com a cabeça em seguida. Eu respiro fundo antes de concordar e beijar sua cabeça. – Então… Tudo bem. Nós podemos ir até ele.

 

 

Illinois – Chicago.

 

 Quando chegamos em Chicago na manhã seguinte, o tempo parecia estar ao nosso favor. Ainda eram dez da manhã, mas o sol já estava forte e os ventos eram quentes. Alice andava animadamente ao meu lado, parecia um pouco nervosa, mas definitivamente muito ansiosa.

 Eu ainda não havia pensando direito no que diria assim que visse Justin. Talvez eu sequer fosse falar com ele. Talvez só mostrasse a distância para Alice quem era o seu pai, e diria que ele era uma pessoa muito ocupada e que não poderíamos vê-lo. Qualquer coisa que não fosse nos aproximar muito dele.

 Eu estava com a guarda de Alice. Tinha feito novos documentos para ela e todo o resto. Ela estava registrada como minha filha. Alice Collins.

 Sei que se Justin soubesse da existência dela tentaria tirá-la de mim. E mesmo ele sendo o pai biológico, eu não poderia permitir isso. Alice era tudo o que eu tinha. Era tudo o que me restava. Eu era meio coração sem ela.

 Eu e ela estávamos dentro de um táxi, em frente ao local a onde Justin trabalhava mas na calçada do outro lado da rua.

 Ele não demorou a surgir. Saiu de dentro de um grande carro preto.

– Está vendo aquele homem ali? - apontei para Isa ver, pelo vidro do táxi. – É ele, meu amor. Ele é o seu pai.

 Eu pude notar o grande sorriso nos lábios de Alice ao vê-lo. Seus olhos brilharam de uma forma que eu nunca havia visto antes.

– Ele é lindo, mamãe. - ela suspirou. – Eu quero falar com ele.

 Ela estava eufórica. Eu devia ter percebido que ela tentaria alguma coisa. Alice sempre agia por impulso quando ficava eufórica desse jeito.

 Mas não notei. Foi rápido demais.

 Ela apenas abriu a porta do carro e saiu correndo, em disparada em direção á Justin.

 Ela não olhou para os lados quando atravessou a rua.

 Meu coração pulou para fora do meu peito e eu gritei o seu nome em plenos pulmões quando um carro a atingiu.

 

 A pior coisa que uma mãe pode ver é o seu filho se acidentando. Minhas mãos tremiam e as lágrimas não paravam de descer pelos meus olhos enquanto eu me agachava contra o corpo de Alice no chão. Eu toquei em seu rosto enquanto observava o seu corpo sangrar. Gritei por ajuda. Gritei para que ligassem para uma ambulância. As pessoas estavam começando a fazer uma roda ao redor da cena.

 Foi quando Justin apareceu. Ele olhava para o corpo da menina e olhava para mim tentando notar alguma ligação.

– Quem é essa menina? - ele pergunta.

– É… É a minha filha. - respondo entre soluços, tocando no cabelo de Alice enquanto ouço uma pessoa entre várias a nossa volta ligar para a ambulância.

– Alice. - Justin sussurrou, se ajoelhando para o corpo da minha filha. – Você gritou Alice.

 Eu subi o olhar para encará-lo. Tentei controlar os meus soluços enquanto minhas lágrimas continuavam a surgir. Não tinha como mentir para ele agora. Eu precisava de ajuda.

 Alice precisava de ajuda.

– Sim… - eu sussurro. – É a Alice. Sua filha. Agora me ajude a salvá-la.

 

 

 (…)

 

 

 Eu pensava que as coisas não poderiam piorar ainda mais.

 Justin andava de um lado para o outro na sala de espera do hospital. Alice havia entrado na sala de emergência faziam poucos minutos. Eu estava sentada com as mãos no rosto tentando parar de chorar enquanto rezava para que Alice não morresse. Para que ficasse tudo bem com a minha filha.

 Em algum momento, Justin não aguentou a pressão. Me pegou pelos ombros me erguendo da cadeira e gritou comigo.

– Como pode fazer isso? Como pode levar minha filha para longe de mim? Eu achei que ela estava morta, porra! Eu achei que havia a perdido para sempre!

 Eu ainda tremia de medo. Mas não medo dele. Medo do que poderia acontecer a Alice.

– Justin, agora não é o melhor momento para isso. - murmuro.

 Ele me olhou de uma forma enfurecida. Iria voltar a gritar, mas no exato momento um médico chegou até nós.

 Eu me desvencilho de Justin e corro até ele.

– Minha filha… Como ela está? Ela vai sobreviver? Ela vai ficar bem?

 O olhar do médico quase me quebra ao meio. Antes mesmo de ele dizer, já consigo sentir as más noticias.

– Houve uma grande perda de sangue da paciente. Temos que repor para que possamos fazer a cirurgia. O tipo sanguíneo de Alice é muito raro. Infelizmente o hospital não tem como providenciar.

– Eu posso doar. Posso doar o meu sangue para ela. - digo, cortando-o na fala de forma ansiosa.

– Imaginei que pudesse contar com a mãe para fazer a transfuçao, geralmente as mães e as filhas tem o mesmo tipo sanguíneo, principalmente quando é O-, o caso da paciente. Se a senhora puder me acompanhar até a sala nós podemos começar a…

– O- … - eu repito, sentindo uma grande dor tomar conta do meu peito. Esse não era o meu tipo sanguíneo. Eu não poderia salvar Alice. Olho para Justin tentando ter alguma esperança de que ela possa salvar Alice.

– O único sangue O- é o da Selena. - diz ele, tirando o celular do bolso com pressa. – Eu vou precisar ligar para ela vir.

– Ah, Deus… - eu me sento de volta na cadeira e encosto minha cabeça na parede enquanto penso na confusão que armei vindo aqui, e na vida de Alice que acabei colocando em perigo.

 Estava tudo dando errado.

 E tinha certeza de que as coisas só iriam piorar ainda mais.


Notas Finais


Selena aparecerá no próximo capitulo, e claro, as devidas revelações serão feitas. Preparadas? hihihi

Para quem me quiser me seguir no wattpad e ler outras fanfics minhas (não são de Jelena) minha conta é: asweetdrug
Até o próximo sz


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