História Psycho Monster 2 - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Drama, Exo, Família, Kai, Kris, Kyungsoo, Lay, Luhan, Mistério, Morte, Psicopatia, Revelaçoes, Romance, Sehun, Suho, Tao, Traição, Xiumin
Exibições 133
Palavras 2.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Só pra dizer: Eu amei essa foto e achei bem a cara do Baek de Psycho Monster auahauuaa

Eae? Como estão os corações ansiando pelo capítulo? Hehe, bem este capítulo vai acontecer uma coisa que alguns de vcs estavam esperando há MUITOOOOOOOOO TEMPOOO mesmo auahauauau

Não vejo a hora de ver a reação de vcs nos comentários então acompanhem ai :3

Capítulo 13 - Síndrome do Estocolmo


Fanfic / Fanfiction Psycho Monster 2 - Capítulo 13 - Síndrome do Estocolmo

- Eu estive pesquisando durante as tarde, encontrei alguns documentos de Soo Min que ela escondia embaixo de uma parte do piso quebrado – Eu voltei a prestar atenção nas palavras de Chung-Ho enquanto ainda investigávamos o caso de Soo Min. Ela era realmente atenta em cada detalhe, como uma versão feminina de BaekHyun.

Eu estava atenta aos documentos na mão de Chung-Ho, ele colocou foto por foto bem a minha frente para que eu analisasse com a devida atenção.

- O que é isso? – Nas fotos era possível ver imagens de câmeras de segurança, mas eu não conseguia entender exatamente o que continha naquelas imagens.

- Soo Min, aos 11 anos foi vítima de um sequestro o qual levou meses para que ela fosse encontrada. Este é o caso da primeira imagem, mas assim como esta, em todas as outras imagens mostra que ela foi violentada sexualmente. 

- Acho que não foi só isso, veja – Mostrei um dos papéis o qual eu lia – Está escrito que ela passou 4 vezes vivendo em cárcere privado durante meses. Uma quando ela tinha 11 anos, depois com 13, 15 e 17 – Aquelas imagens eram horríveis, pois era perceptível, depois de muito analisar cada detalhe, que ela era presa por correntes, apanhava de seus sequestradores e violentada sexualmente. Era como um filme de terror completamente insano. 

- Exatamente, mas não é esse ponto principal, Aya - Chung-Ho apoiou a mão sobre a mesa me encarando uma feição preocupada e um olhar aflito – Desde o primeiro sequestro dela, há 8 anos atrás, Soo Min criou uma relação, após os dois primeiros meses, de afeto com os sequestradores... Você me entende?

- Então quer dizer que ela gosta da atenção, mesmo que ruim, que recebeu dos sequestradores? – Ele concordou e eu senti todo o meu corpo se arrepiar até a nuca. Batuquei as unhas sobre a mesa mantendo meus pensamentos atentos em cada detalhe – Ela criou um laço afetivo por eles então, é como um vício, uma necessidade insana de querer ser mantida em cárcere privado, certo?  - Concordou mais uma vez – Mas o que seria isso então? 

- Síndrome do Estocolmo, Aya – Eu me senti levemente assustada, mesmo que aquele não fosse o pior distúrbio psicológico presente na clínica, era a primeira vez que eu via um caso de síndrome do Estocolmo em minhas mãos, naqueles documentos, naquela paciente – Pessoas com essa síndrome tendem a proteger seus sequestradores, criar um afeto por eles e não uma relação ódio. Houve casos em que o sequestrador foi defendido de balas pela vítima.

- Então você está querendo dizer que ela fugiu para...

- Para provavelmente manter sua sanidade vivendo algemada – Trinquei a mandíbula mantendo um suspiro carregado em meus pulmões. Soo Min era realmente louca, era como BaekHyun, mas ao contrário dele que procurava torturar as pessoas, ela procurava ser torturada.

~/~

Eu mantinha meus pés se balançando constantemente sobre a mesa de centro enquanto o livro era apoiado em minhas mãos. Ajeitei meus óculos de leitura sobre o nariz prestando atenção por cada mínimo detalhe das palavras. 

A tal síndrome do Estocolmo.

Dedilhei meus dedos por exatamente todas as fotos, as que Chung-Ho me deu e principalmente... Pelas fotos em que ela trabalhava para BaekHyun.

Foi então, que analisando este fato, eu percebi um detalhe importante. Em uma das fotos que Chung-Ho havia me dado, era perceptível as roupas de empregada de Soo Min, ela se encontrava na rua completamente descabelada e as roupas amarrotadas... Aquilo para mim era apenas uma dúvida.

Mas a certeza apareceu assim que eu reconheci aquele endereço. A casa de BaekHyun. Ele não mentiria para mim, mentiria? 

- Eu não tentaria quebrar minha cabeça com dúvidas sem respostas – Disse Kai analisando cada detalhe em mim – Apesar de que você faz isso constantemente não é? – Prendi um riso em meus lábios, Kai tinha razão, em segundos eu me encontrava em meio a mil hipóteses.

- Alguns pacientes fazem questão de querer me fazer montar um quebra cabeça – E aquelas palavras também se encaixavam perfeitamente à BaekHyun – Não é fácil quando você trabalha com mentes perigosas. 

- Eu te entendo bem.

- Só não sei como resolver certos problemas, alguns parecem fáceis e ao mesmo tempo complexos demais – Falei o vendo posicionar o copo em cima da mesa de centro. Kai se sentou ao meu lado retirando o livro de minhas mãos.

- Você é boa em estudar mentes, mas e olhares, você consegue? – Kai me encarava com um sorriso completamente perverso em seus lábios, seus dedos contraíam o tecido do sofá.

- Eu sou boa nisso também.

- Então tente analisar o meu – Me mantive firme encarando profundamente seus olhos vibrantes e castanhos. Sentia como se dentro de sua íris possuía toda uma essência cativante de um olhar penetrante e uma chama que pegava fogo intensamente – O que ele diz?

- Que você está quase me devorando com os olhos – Eu ri vendo mais um sorriso de canto, aquele alinhamento perfeito de lábios que seguiam uma feição excitante em seu rosto.

- Queria mentir dizendo que está errada – Mordeu levemente o lábio inferior e eu já senti todas as energias descarregarem sobre o meu corpo e sem que mais alguma palavra fosse dita eu encostei levemente meus lábios aos seus.

Não iniciamos um beijo, deixamos que apenas nossos desejos florescerem dentro de nós enquanto cada milímetro do meu corpo se arrepiava instantaneamente. Suas mãos firmes caminhavam uma trilha em minhas costas por baixo da blusa e assim que seus dedos encontraram o a abertura do meu sutiã, Kai abriu com facilidade fazendo sua língua encontrar a minha em um beijo excitante que parecia arder entre nós.

Sabia que não podíamos estar ali e Kai pareceu ler meus pensamentos e naquele instante me carregou até seu quarto. Me jogou em sua cama com cuidado e outra vez atacou meus lábios em beijos intensos. Suas mãos apertavam meus seios me fazendo suspirar para segurar um gemido que ansiava por sair da minha garganta. Seus lábios se deliciavam em meus pescoço me fazendo fechar os olhos para sentir cada mínimo detalhe de seu toque.

Era como se desejássemos aquilo por muito tempo, como se quando a chama se acendia entre nós, éramos forçados a apagar, mas naquele momento não, eu estava entregue à Kai sem peso na consciência algum, eu não deveria ter. 

As roupas jogadas ao chão entregavam todo nosso prazer constante, era como a física, onde toda ação possuí uma reação e nós estávamos ali, agindo e reagindo a cada toque mínimo de um anos e meses que desejávamos um ao outro, mas era como se alguém dentro da minha cabeça reprovasse minhas vontades e eu sabia que precisava de Kai para acabar com minha vontade de ter seu corpo ao meu, de me trazer ao êxtase.

E a única coisa que eu queria era acabar com todo aquele espaço que nos afastava, afastava nossas almas e nossos corações vibrantes.

Seus beijos que desciam da minha barriga até minha intimidade eram como tocar as estrelas no céu profundo e distante, não era apenas por estar excitada, por sentir prazer pelo seu corpo perfeitamente desenhado, mas sim prazer por sua essência, eu me excitava por sua magnitude que mesmo que eu não percebesse, me prendia a esse encanto infinito.

Eu sentia seus dedos me tocarem e mesmo no escuro eu podia perceber seu olhar penetrante me encarando com prazer em ouvir meus gemidos agudos e extensos. 

Logo eu o chupei, sentia que eu precisava devolver todo o favor que ele havia me feito. Seus dedos afundavam em meio aos meus fios de cabelos os segurando com força, eu não me importava, mesmo que doesse um pouco, era uma dor boa de ser sentida.

Eu não me importava se no dia seguinte fôssemos agir como se nada tivesse acontecido, pois eu me lembraria de cada detalhe sem nenhuma culpa. 

Kai esticou a mão até a escrivaninha para pegar algo e logo percebi que ele estava preparado para estar ainda mais próximo de mim. E ele me penetrou sem dó alguma me deixando escapar um gemido alto e eu sabia que ele gostava de me ouvir gemer seu nome. Seus dedos apertavam minha cintura enquanto a velocidade em seus quadris aumentava a cada instante, era como se fôssemos peças raras que se encaixavam perfeitamente naquele momento.

Eu apertava o tecido do lençol entre meus dedos e logo invertemos a posição. Kai seguia meu ritmo rapidamente me fazendo revirar os olhos de prazer enquanto minhas unhas arranhavam seu peito, eu precisava conter um pouco os gemidos altos. Kai se levantou enquanto eu ainda estava em seu colo e não deixamos o ritmo parar, mas eu já sentia minhas pernas tremerem enquanto seus dedos me apertavam cada vez mais. Eu o beijei pela última vez sentindo toda a energia ir diminuindo aos poucos e o limite havia chegado.

Eu repetiria aquele momento quantas vezes fosse possível

~/~

Novamente na clínica, eu sentia meu corpo cansado, acordei mais cedo devido a um pedido de emergência de Chung-Ho, cada dia ele encontrava coisas novas sobre o desaparecimento de Soo Min.

- Eu encontrei uma fita gravada por algum sequestrador de Soo Min, na rua, é de dois anos atrás – Disse Chung-Ho enquanto eu ainda mantinha algumas vagarosas lembranças de três noites atrás com Kai, mas assim que o psiquiatra reproduziu a fita, minha atenção se voltou completamente à aquilo.

Ela gemia loucamente enquanto barulhos de correntes soavam ao fundo era tão familiar. Soo Min pedia por mais, pedia para ser apanhada e seu sequestrador a batia sem medo a fazendo gritar. Não era nada excitante, era assustador.

- O que me chamou a atenção é que ela parece chamar seu sequestrador como senhor – Eu balancei a cabeça negativamente, não queria estar escutando, não queria imaginar em minha mente uma cena sexo selvagem entre BaekHyun e Soo Min, era como o pior filme de terror preso em minha mente, pior do que todas as alucinações que eu já havia visto em toda minha vida. 

Tudo bem, sei que BaekHyun não iria gostar nenhum pouco se soubesse que eu havia transado com Kai... Mas porque ele havia gravado aquele áudio? Será que ele gostava de ouvir aquilo durante a noite? Será que ele possuía outros áudios como aquele em que fodia garotas como um sádico? 

Não, eu não queria imaginar isso em hipótese alguma.

~/~

Segui o resto do dia trabalhando, foi o dia em que mais tive sessões com pacientes, mas um deles havia sido especial, havia tocado profundamente em meu peito.

Era um garotinho de 4 anos recém chegado a clínica que havia perdido os pais há alguns meses. Os tios que passaram a cuidar do garoto perceberam comportamentos estranhos vindo dele como surtos psicóticos, mas comigo ele sempre estava calmo. Ele não estava vivendo na clínica, mas duas vezes por semana ele ia até la para ter sessões comigo e em uma delas aconteceu algo que eu não esperava.

~flashback on~

O garotinho se aconchegou em meu colo do nada, uma atitude inesperada, mas eu não reprovei sua ideia, ele parecia carente, com um olhar vazio e entristecido. Minhas mãos acariciavam vagarosamente seus cabelos enquanto eu percebia alguns finas lágrimas molharem o tecido do meu vestido.

- Eu queria brincar como as outras crianças... Por que eu não posso? – Perguntou e eu já sentia meus olhos se amarrarem as profundezas de um oceano.

- E quem disse que não pode?

- A tia.

- E por que ela disse isso?

- Porque ela acha que eu irei matar todas as crianças – Ele disse se sentando e olhando em meus olhos. Eu compulsivamente o abracei entregando minhas lágrimas aos seus dolorosos sentimentos, sentimentos de apenas uma criança que não escolheu ter a vida que tinha – Sabia que você parece a minha mamãe? – Ao escutar aquilo eu senti todo o meu coração rachar, como se ele fosse explodir em milhões de pedaços.

Foi então, que ao olhar nos olhos daquele garotinho outra vez, eu vi meu filho, ele tinha a idade que meu filho teria se eu não tivesse o perdido. E pensando nisso eu me dei conta que eu segurava fortemente a mão daquele pequeno garoto.

- Eu perdi meu filho, assim como você perdeu sua mãe, querido, não se sinta sozinho ok? Eu estarei aqui para você.

~flashback off~

Eu sorri ao me lembrar dele assim que abri o portão para ir embora da clínica. 

- Até amanhã senhorita Park – Disse um dos funcionários que estava limpando a área aberta da clínica.

- Até amanhã! – A noite de lua cheia caia bem, eu não tinha medo de estar sozinha, na verdade eu gostava de andar sozinha durante a noite, pois era um clima agradável, aquela parte da cidade ainda mais aquele horário não era muito movimentado.

Poucas pessoas seguiam o caminho de volta para casa assim como eu. Eu havia feito algumas horas extras de trabalho, mas nada que tenha me esgotado, eu amava meu trabalho.

Um vento levemente forte passou desfazendo o coque em meus cabelos e logo eu passei a escutar passos.

Passos que não eram meus, eu não senti medo, não me senti aflita, eu apenas sorri de canto de lábios parando de andar.

- Eu já disse que eu não tenho medo de você BaekHyun - Ouvi ele rir debochando de minhas palavras.

- Então eu devo desistir de tentar te assustar? 

- Não exatamente – Falei me virando e o vendo encostado sobre o muro – Você pode continuar tentando – Voltei a seguir meu caminho. Eu não estava querendo me fazer de difícil, eu apenas queria evitar qualquer contato visual com aquele homem depois da nossa discussão.

- O que é isso? Você está me ignorando? – Bufei, eu poderia estar ignorando, mas eu não queria nenhuma conversa afiada vindo dele.

- BaekHyun, diga logo o que quer.

- Você, é você que eu quero, eu vim te buscar – Eu logo senti seu olhar me analisar dos pés a cabeça – Belo vestido, mas você fica melhor sem ele – Tão pervertido e a forma como ele mordia os lábios e me encarava com o olhar fulminante parecia que seus olhos estavam queimando sobre mim.

Eu não o respondi, apenas continuei seguindo meu caminho escutando seus passos singelos atrás de mim. Meu coração começava a bater rapidamente e era difícil conter o sorriso que teimava aparecer em meus lábios.

Mas eu não iria dar essa liberdade para ele, eu tinha outros assuntos para resolver, mas não naquele momento.

- Se for preciso eu te seguirei a vida toda. 

- Não precisa, você deve ter mais o que fazer com sua prisioneira – Assim que eu disse aquelas palavras, BaekHyun sessou seus passos. Eu o encarei sentindo a vitória gritar em meus ouvidos – Não pense em mentir para mim, BaekHyun, você não é mais tão bom nisso.

- O que está querendo dizer? – Eu percebia, pelo tom de sua voz que ele estava mentindo.

- Soo Min, você sabe onde ela está e você está gostando de tê-la por perto, fazendo com ela o que quiser, pois é disso que você gosta, de ter uma mulher aos seus pés para te satisfazer e ela gosta disso, ela gosta e gostava de ser maltratada por você, BaekHyun. Você sabe que eu não sou assim, então precisou de alguém para pôr em meu lugar, eu entendo – Mais uma vez eu dei as costas, não queria desculpas ou explicações.

- Aya, não é isso que você está pensando, eu...

- Não pense em negar suas atitudes, Byun, eu te conheço melhor do que você mesmo.


Notas Finais


Eae? Como estão os corações? Batendo forte? Auahauahaa
Geeent oq falar sobre esse hot de Kaya? AH MEU DEUS auahauaha faço das palavras e vcs as minhas palavras pq eu não tenho mt oq dizer além de: ADOROOOOOOOO

E sobre BaekAya? Oq dizer? So sei q a Aya ta bem difícil dificilima de ser convencida pelo BaekHyun hein >< como será que esses dois vão ficar?

To mt mt mt mt mt ansiosa pra ver a reação de vcs :3 mt mt obg pelo carinho. Final dessa semana e a outra estarei fazendo prova, mas passa rapidinho (na vdd nem preciso de nota auahuaa então to bem tranquila haha), antes do dia 9 atualizarei a fic pq to doida pra escrever mais e postar mais, mas dia 9 mesmo já entro de férias FINALMENTE pq eu nao aguento mais auahauaua. Enfim, um big bjão e até o próximo capítulo


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