História Psycho Monster 2 - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Drama, Exo, Família, Kai, Kris, Kyungsoo, Lay, Luhan, Mistério, Morte, Psicopatia, Revelaçoes, Romance, Sehun, Suho, Tao, Traição, Xiumin
Exibições 108
Palavras 2.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A rainha da madruga aparareceuuuu hehhe
Bem, eu ia postar esse capítulo de tarde, mas acabei perdendo a noção do horario e dormi o dia inteiro uahsuaha... Não é só por cansaço nao, eu sou dorminhoca mesmo auahauaha.

Acompanhem o capítulo :3

Capítulo 15 - Seu inferno


Fanfic / Fanfiction Psycho Monster 2 - Capítulo 15 - Seu inferno

Ah eu estava me sentindo tão insegura, com medo de que ela estivesse certa. Eu não imaginava que a volta de BaekHyun poderia me afetar de alguma forma ruim, não imaginava que eu teria tantos pressentimentos ruins me rodeando o tempo todo.

Mas ele havia mudado, não havia? Ele não parece mais tão perigoso, mas é como aquela mulher dizia.

Psicopatas mentem, eles sabem muito bem manipular as pessoas com o olhar e um jogo de palavras onde eles escondem seus verdadeiros perigos... Mas porque BaekHyun me manipularia?

~/~

Eu me olhei diante do espelho aprovando meu visual nada exagerado. 

Haveria uma festa de 60 anos da inauguração da clínica na enorme casa de Chung-Ho. Dizem que a clínica antes era um manicômio completamente assustador, um dia um serial killer botou fogo no último andar na intenção de queimar tudo e todos, inclusive sí mesmo.

Ele queria queimar no fogo do inferno. As vítimas, pacientes e médicos foram enterrados aonde hoje era o jardim. Definitivamente assustador, mas que ao mesmo me despertava a curiosidade imensa.

Cheguei à casa e logo ao longe eu vi Chung-Ho acenar para mim conversando com algumas pessoas em frente a porta com um sorriso em seus lábios. Eu me aproximei e ele me puxou logo me apresentando para seus amigos.

- Está é Park Yul Hye, mais conhecida como Aya, ela era minha paciente, viveu na clínica por 18 anos com esquizofrenia e hoje... É psicóloga – Me encarou com um olhar orgulhoso e eu retribui de forma gratificante.

Pensar naquilo me fazia lembrar no quanto as coisas passavam rapidamente pelos nossos olhos. Eu poderia muito bem me culpar e me sentir mal por perder toda minha infância e adolescência ali dentro, mas assim que pisei o pé para fora e pude finalmente sentir a liberdade percorrer minhas veias, eu sabia que eu não havia perdido nada.

E realmente eu não havia, pois BaekHyun e Kai simplesmente me viraram e reviraram do avesso, mas eu sabia que eu não seria nada sem eles, os dois me incentivaram de formas diferentes. 

- É uma grande reviravolta, sinal que você lutou para conseguir o que queria – Disse o homem que eu havia acabado de conhecer.

- Obrigada, não foi fácil, mas tive muito apoio, hoje acho que minha história serve de inspiração para algumas pessoas – Eram em momentos como aquele que eu relembrava de toda minha infância e adolescência vivida na clínica.

Não queria que as pessoas pensassem que tudo ao meu redor era sofrimento, atualmente eu percebia que mesmo que fossem poucas, existiam pessoas torcendo para que eu melhorasse. 

- Colocar na minha cabeça que a esquizofrenia é apenas uma doença, não foi fácil, algumas pessoas não sabem como é viver encurralado no próprio medo – Eu disse recebendo opiniões que concordavam com a minha.

~/~

Tudo havia ocorrido bem, eu me diverti e me socializei com as pessoas sem precisar da ajuda dos meninos para isso, era bom saber que eu não dependia mais de ninguém para esquecer a minha doença mental, a sensação de estar progredindo era ótima. 

Me despedi de todos meus amigos da clínica, de Chung-Ho e sua esposa a qual estava grávida. Meus olhos passaram diante da rua escura enquanto uma fina insegurança me cercava, mas tudo bem, eu não queria ter que pedir para Kai ou LuHan irem me buscar, eu tinha que depender de mim mesma.

Caminhei até a esquina sentindo a péssima sensação de estar ali sozinha, até que acidentalmente eu esbarrei em um dos enfermeiros da clínica, suspirei aliviada por encontrar algum conhecido.

- Me desculpe – Falei sorrindo, mas eu percebi que ele não estava nada bem. O cheiro de bebida era evidente e os olhos vermelhos chamavam a atenção – Você está bem? Quer ajuda? – Eu me preocupei instantaneamente, mas em segundos me arrependi de perguntar aquilo quando fui puxada bruscamente para um beco qualquer.

- Nada que você não possa melhorar – Eu queria gritar, mas ele tapava minha boca com a mão enquanto com o outro braço me prendia na parede. Seus lábios desciam pelo meu pescoço e para mim aquilo só podia ser o pior pesadelo de todos. Minha mente e meu corpo violentados gritavam por socorro, mas ao mesmo tempo eu sabia que podia me virar sozinha. 

Era nojento a forma como ele me tocava, era horrível ter milhões de pensamentos na cabeça sobre o que fazer, mas no fim não ter uma resposta exata.

Eu agi por impulso acertando o meio de suas pernas e quando o enfermeiro caiu no chão eu o chutei outra vez. Nunca eu havia me sentido daquela maneira, ainda mais vindo de uma pessoa que eu conhecia, mesmo não sendo próxima eu conhecia. Ele havia agido de modo nojento comigo e eu jamais esperaria que aquilo iria acontecer. Eu só queria voltar para casa deixando os rastros de mãos daquele enfermeiro para trás... Mas era pior, pois estava preso em minha mente.

XxNarração em terceira pessoaxX

A festa havia acabado, a maioria dos convidados já haviam ido embora. A noite escura, com apenas algumas luzes da rua acesas davam um ar sombrio ao local.

Os passos dele, firmes e lentos podiam ser escutados de qualquer lugar. Manteve uma feição séria enquanto ajeitava a gravata e os cabelos vermelhos. Encostou-se sobre a árvore vendo o outro rapaz abrir a porta de seu carro, mas apenas um pigarro do ruivo fez com que o homem parasse completamente seus movimentos.

BaekHyun percebeu que o rapaz estava completamente sobre o efeito de bebidas alcoólicas, o canto da boca dele estava sangrando. As sobrancelhas franzidas indicavam que o rapaz estava irritado.

- O que você faria para chamar a atenção de uma mulher? – O tom de voz do ruivo soava tranquilo como quem não se importava com nada. O homem estremeceu ainda sem entender a pergunta de Byun.

- Quem é você? – Perguntou com raiva.

- Não sei... Algo semelhante ao diabo talvez, mas ai vai de sua escolha... Só responda minha pergunta – As mãos no bolso da calça eram clássico dele, era como uma tentativa de mostrar que ele não faria nada de ruim.

Mas era um truque.

- Bem – Começou, o rapaz sentia sua cabeça revirar devido a bebida – Eu poderia chama-la para o meu quarto – Era um olhar tão malicioso que o homem transmitia a BaekHyun, já este apenas manteve o mesmo sorriso cínico de sempre. Estalou a língua ainda sem tirar os olhos do rapaz. 

- E uma mulher comprometida, você teria coragem de toca-la? – A angústia e a dúvida começavam a crescer no rapaz. BaekHyun sentia seu sangue ferver de ódio, mas sabia que ele precisava manter o controle, ele ansiava por aquela resposta.

- Sabe, eu vou te contar um segredo – Cambaleou para o lado – Eu tenho um ponto fraco pela doutora Park, mas agora a pouco eu descobri que... Ela é como uma vadia qualquer, porém.. Eu poderia fazê-la gemer... – Se controlar não era o forte de BaekHyun, mesmo que sempre ele apresentasse um jeito tranquilo e calmo, quando usavam palavras sujas referindo-se à Aya, ele sentia como se sua mente virasse do avesso. BaekHyun trincou a mandíbula mudando completamente sua pose.

Naquele momento foi como se uma fera tomasse conta de si. Não esperava que o homem teria coragem de dizer aquelas palavras. O olhar do ruivo, de assustador se tornou enfurecido. Os punhos cerrados eram sinal de perigo enquanto seu coração batia aceleradamente. 

Segurou o rapaz pelo colarinho, era a fúria que podia claramente ser vista em seu olhar.

- Você vai se arrepender de ter feito o que fez.

- Wow! Ela é sua namorada? – BaekHyun pensou, seus olhos agora transmitiam incertezas, ele sabia que Aya não era sua namorada... Mas queria que fosse, desejava que fosse do fundo de seu coração impuro. 

- Não é minha namorada, mas é minha – Antes  que o rapaz pudesse de alguma forma se defender, seus olhos se apertaram deixando com que a dor enfraquecesse todo o seu corpo.

O corpo do homem caiu morto ao chão, completamente sem sinal de vida. O ruivo retirou a faca do abdômen do enfermeiro, mas não se conteve com apenas uma facada. Logo foram duas, três, quatro, cinco, seis, inúmeras facadas fortes e profundas. O sangue espirrava no rosto do ruivo, mas aquilo dava prazer a ele.

E há tanto tempo ele não fazia isso, há tanto tempo ele não sentia o prazer em matar, não sentia o gosto do sangue, as vibrações que percorriam pelo seu corpo. E como último toque, um tiro disparado na cabeça do enfermeiro foi escutado por toda vizinhança e o que não podia faltar era um sorriso satisfeito em seu rosto

---XXX---

Minha mente estava conturbada de pensamentos ruins, eu estava com medo de continuar andando sozinha e encontrar aquele rapaz outra vez. Meus olhos percorriam cada canto da rua escura e vazia e eu sentia o pressentimento ruim me invadir. Apertei o passo já sentindo todo meu corpo se estremecer de frio e de medo. 

Meus ombros foram ocupados por um terno quente e confortável que aqueceu todo o meu corpo e logo, pela primeira vez eu me senti segura por ele estar ali, pela primeira vez eu senti que todo o medo havia ido embora. 

- Eu não ia deixar você ir embora sozinha, não importa quantas vezes me mande ficar longe, eu sempre estarei por perto Aya – Eu suspirei não querendo demonstrar que eu estava feliz em vê-lo, BaekHyun, de vez em quando era orgulhoso demais.

Eu me virei para encara-lo e logo percebi um rastro de sangue em sua camisa social branca. Meus olhos pareciam gritar por mim enquanto minha mente procurava pelas palavras certas a serem pronunciadas. Ele agia como se nada tivesse acontecido, a feição tão tranquila e serena, mas eu logo pude interpretar cada linha do seu sorriso perfeito e orgulhoso de si.

- O que você fez BaekHyun?

- Acha mesmo que eu iria deixar aquele cara livre das minhas mãos depois do que ele fez? – Minhas mãos foram para minha boca em sinal de surpresa.

Eu não acreditava, não acreditava que BaekHyun havia matado o enfermeiro. Tudo bem que eu havia sido violentada por ele e eu queria que ele sofresse, mas... Morrer? Não! Eu jamais desejaria a morte de alguém.

BaekHyun continuou a andar calmamente com as mãos no bolsa da calça social e é claro que ele não se importava, seu prazer era matar e torturar pessoas.

- Por que? Quando BaekHyun? Quando vai parar de matar as pessoas? Quando? – Eu estava irritada, cansada de ter pessoas mortas ao meu redor por causa dele. Matar não era a solução.

E quem seria sua próxima vítima? Eu não queria nem imaginar. 

- Quando eu estiver ciente de que você está segura e que ninguém irá encostar um dedo em você.

Foi então que uma dúvida surgiu em minha mente, poderia ser arriscado demais perguntar aquilo, mas para mim não fazia sentido.

- Então porque não matou Kai até hoje? Você teve 4 anos pra isso, porque não fez? – BaekHyun parou de andar e novamente eu fui até ele. Me lançou um olhar frio e calculista como se estivesse planejando uma próxima vingança. 

- Quer que eu pense na proposta?

- Óbvio que não BaekHyun, até porque se você ousasse encostar um dedo nele, eu mesma acabaria com você – E era verdade, por mais que eu amasse BaekHyun, eu protegeria Kai com todas as minhas forças.

Ele não pareceu se sentir ofendido com o que eu disse, agiu como se não se importasse e continuou a caminhar calmamente me deixando sozinha.

- Você vai ficar ai parada ou eu mesmo vou ter que ir te buscar a força? – Não hesitei em provoca-lo, por mais que eu quisesse, não continuei a andar porque ele mandou, mas sim porque tudo o que eu mais queria era estar em casa – Boa garota – Lhe dei um soco forte no braço e senti todos os meus dedos amolecerem. Me encarou com a sobrancelha arqueada logo emitindo um pequeno sorriso em seus lábios. Passou o braço por cima do meu ombro logo me dando um beijo calmo na testa.

Eu não me contive em sorrir também e eu odiava quando ele me fazia fazer isso.

Talvez aquele enfermeiro realmente tenha merecido a morte que teve, ele não iria fazer falta, certo? Bem, eu espero que não seja ruim pensar assim pelo menos uma vez na vida. Eu estava começando a me acostumar como BaekHyun, agir como se nada tivesse acontecido.

~/~

Paramos pouco antes do portão de casa, eu me mantive parada, assim como ele que apresentava um olhar superior.

- Bem, eu... 

- Sabe porque eu não matei Kai? – Estranhei o modo repentino que ele havia entrado naquele assunto outra vez. Eu pensava que era algo que ele não falaria, mas havia algo de estranho nele – Porque eu sei que ele cuida de você quando eu não estou por perto, ainda mais agora que ainda sou considerado morto e também porque... – Seus olhos evitavam olhar os meus, sua boca abria e fechava várias vezes procurando pela palavra certa. Suas mãos balançavam constantemente – Porque ele também fez muito por mim no passado, eu sei que errei com ele, eu só não sinto a culpa, mas eu tenho consciência. 

Comecei a me perguntar o que Kai já fez por BaekHyun, mas decidi não colocar aquele assunto em pauta naquele momento, eu apenas concordei.

- Boa noite, BaekHyun – Ele se aproximou para tentar me beijar, a sua respiração estava contra o meu rosto enquanto seus dedos apertavam minha cintura. 

Eu me sentia tão fraca por estar perto dele daquela maneira. Era diferente de 4 anos atrás porque eu havia sofrido com a falta que eu sentia. Ser atingida por uma dinamite não chegava aos pés dos efeitos que BaekHyun me causava, mas eu me perguntava...

Que sensações eu causava nele? Que sentimentos ele tinha quando estava perto de mim? Será que eram sinônimos dos meus? Ou será que seu sentimentos eram anônimos? Eu não sabia exatamente, mas eu queria saber. 

Talvez o adjetivo “anjo-caído” realmente caísse bem nele, eu conseguia decifrar seu olhar, mas as vezes seus mistérios eram enigmas para mim, pois mesmo que fossem invisíveis eu via suas asas negras, a sua beleza era realmente algo que me hipnotizava, pois esse era o maior truque de um anjo caído, era o maior truque dele, a sedução, a beleza, toda sua fisionomia encantadora que me acorrentava no seu próprio inferno e eu não tinha medo, eu não tinha vergonha, nem arrependimento por ter me apaixonado pelo diabo o qual prendia minha mente e minhas mãos. Eu havia caído completamente na íris de seus olhos, no conforto de suas asas e no fogo do seu inferno. Eu era o seu maior pecado, assim como ele era o meu.

“Assim como todo policial é um criminoso e todos os pecadores Santos. Como cara é coroa, basta me chamar de Lúcifer, pois estou precisando de alguma restrição”


Notas Finais


Bem pessoinhas, digam ai oq acharam do capitulo :3, favoritem tals e tudo auahauaua.

Agora q começou dezembro (finalmente) e eu fiz 3 atualizações em média de 2 dias (bem rápido), nao sei quando haverá a próxima atualização pois agr no final dessa semana e da próxima irei focar mais no especial de natal que esta MEGA maravilhoso e logo logo vcs vão poder conferir aqui no site, mas claro q nao vou deixar vcs e os leitores de Between Spells na mão neh ><.
Entao um big bjão e até o próximo capítulo <3


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