História Psycho Monster 2 - Capítulo 43


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekhyun, Chanyeol, Chen, Drama, Exo, Família, Kai, Kris, Kyungsoo, Lay, Luhan, Mistério, Morte, Psicopatia, Revelaçoes, Romance, Sehun, Suho, Tao, Traição, Xiumin
Visualizações 142
Palavras 2.962
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLAAAAAAAAAAA AMORES <3 Bem, vcs com certeza não devem saber, mas tudo bem. Eu tinha planos para hoje, planos para que a fic acabasse hoje. E por que eu queria isso? SIM, PSYCHO MONSTER ESTA FAZENDO 1 ANOOOOOOO AAAAAAAAAAAAAAAAA EU TO MUITO FELIZ
E eu queria finalizar a fic no dia q ela começou, mas eu estou muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito atrasada com o final dessa fic auhsauhsa mt mesmo, por causa da correria de tive no mês de maio por causa do colégio, pq meu cel quebrou esse mês (e ainda to sem celular, mas se deus quiser quarta ou quinta ja vou estar ~deus me ouça~)
Enfim, mas nao tem problema, pelo menos com esse "leve" atraso a fic demora mais pra acabar e a gente vai aproveitando aushaushah

Bem, eu queria muito mesmo agradecer vcs por me proporcionarem a sempre continuar e nunca desistir dessa historia. Agradeço todos os comentarios de apoio, a todos os leitores, desde os antigos que estão comigo desde o comecinho, até os mais recentes, serio... Tudo isso aqui, essa historia, nao seria nada sem vcs, nada mesmo, entao eu agradeço de todo meu coração todo amor e carinho que tenho recebido nesse 1 ANO DE PSYCHO MONSTER
mt mt mt mt mt obrigada mesmo, serio, eu chorei de emoção hj mais cedo so lembrando desse 1 ano e de como o tempo passa rápido. Vcs são incríveis e os melhores leitores do mundo <3

Capítulo 43 - Os olhos que tudo veem


Tantas pessoas ao meu redor, seu olhares me encaravam com pudor, outros com pena e alguns com ódio. Punhos que cerravam, mandíbulas que trincavam, olhos que fixavam, corações que disparavam. Era como tentar encontrar meu erro em meio a tanta culpa jogada em meus ombros.

Mas com tantas pessoas ali, tantos carros que passavam em alta velocidade e eu simplesmente estava ali entre eles, como um corpo vazio e quem poderia dizer onde eu iria parar? Quem poderia dizer aonde eu deveria ir? Quem poderia dizer... Onde eu estava.

Porque nem eu mesma sabia.

Pingos de sangue manchavam minha roupa branca, toquei em meu rosto e meu nariz sangrava como se eu fosse apenas feita de sangue e aquele líquido vermelho não parava de escorrer sobre mim e será que as pessoas viam isso de mim? Ou elas viam algo pior?

Elas observavam enquanto eu desmanchava.

~/~

“Afogue-se”

Eu não sabia mais por quanto tempo eu aguentaria ali, mas a respiração começou a faltar e por mais que eu insistisse, meu subconsciente sabia que aquilo não era certo, que aquela não era a minha saída. Eu tirei a cabeça da água e quando olhei para o meu redor, havia água misturada com sangue que escorria até por baixo da porta.

- Aya! O que pensa que está fazendo? – Ouvi a voz de meu primo e antes que eu pudesse respondê-lo, a porta foi arrombada com toda sua força, mas mesmo que eu estivesse ali, ciente de que o que eu estava fazendo era errado... Ao mesmo tempo eu não sabia que palavras dizer, meu corpo parecia não ter mais nenhum tipo de estrutura óssea para me manter de pé – Por favor... Não tente se matar outra vez – Sua voz soava como um eco para mim enquanto meus olhos teimavam em querer se fechar, mas eu me segurava em mantê-los abertos.

LuHan saiu e voltou com uma toalha a qual ele usava para eu limpar o sangue que ainda escorria do meu nariz, mas meu coração simplesmente se partiu outra vez no momento em que eu vi Jun Ho assistir aquela cena quase escondido com olhos curiosos e cabisbaixos, mas não como se eu tivesse outros corações e sim cada pedaço do meu coração já despedaçado se quebrar ainda mais em migalhas.

- Jun Ho, fique lá embaixo – Disse meu primo, mas o pequeno não se mexeu – Me obedeça! – LuHan nunca foi rude e não havia sido no momento que mandou Jun Ho descer, mas o desespero de meu primo era maior duas vezes, uma por minha causa, pelo meu estado e outra pelo meu filho, pelo medo que isso com certeza havia lhe garantido.

LuHan retirou toda minha roupa molhada e ensanguentada, deixou aquela água vermelha descer pelo ralo da banheira e ligou para enchê-la novamente em água quente, logo começou a secar todo o piso molhado que ia até o corredor.

Minha mente não conseguia formar palavras naquele instante, eu apenas tinha imagens de BaekHyun, imagens do seu sorriso diabólico tão conhecido por mim, eu via a sua insanidade em minha mente se misturar com meus pensamentos mais psicodélicos, eu me via me afogando em um oceano, em seu oceano onde antes eu parecia navegar tão bem.

E as vozes que não eram dele, pareciam me consolar quando me mandavam me afogar, quando pareciam me afundar ainda mais naquele oceano feito de sangue e da minha própria melancolia.

- Por que fez isso, Yul Hye? Que fim você esperava ter se eu não chegasse a tempo?

- Não foi uma escolha – Sussurrei com minha voz fraca torcendo para que meu primo tivesse escutado. Aos poucos eu retomava minha sanidade.

- Tem certeza? – Ele olhou para o chão e eu segui o caminho de seus olhos. Meus remédios estavam no chão – Você pareceu querer se desfazer deles.

- Eu... Não lembro de ter feito isso, juro – Choraminguei, mas logo tive suas carícias em meu rosto. Ele permanecia encostado na banheira, ao meu lado.

- Tudo bem, deixe os remédios por minha conta está bem? Mas você precisa, por um dia, esquecer a psicóloga que é para fazer uma sessão de exames – Por mais que eu quisesse e teimasse em dizer não, no fundo eu também sabia que era o certo. LuHan tinha razão.

Meu primo cuidou de mim como se eu fosse uma verdadeira criança. Meu corpo mole era secado por suas mãos delicadas, me ajudou a me vestir e logo secava meus cabelos com o secador.

- Obrigada por cuidar de mim, essa é a primeira vez que posso sentir como é um pouco do carinho de uma mãe, por mais que... Você não seja uma mulher – Ele deu um leve riso espontâneo – Eu preciso me desculpar com Jun Ho, não acho que ele vá esquecer aquela cena tão cedo. Sinto-me uma mãe tão irresponsável.

- Você não é uma mãe irresponsável, Aya, não tem culpa das ordens que sua mente da, você não tem culpa da doença, mas... Tente se controlar o máximo possível – Ele disse e eu afirmei – Prometo que também irei prestar mais atenção, está bem? – Assim que ele terminou de secar meus cabelos, eu me virei para encara-lo e por mais que meu corpo estivesse fraco, o abracei com a única força que me restava.

- Só te peço um favor... Não conte nada disso à Kai, eu te imploro – LuHan estreitou levemente os olhos pelo simples fato de achar meu favor uma atitude errada e de fato era, mas eu não queria preocupar Kai.

- Está bem, não contarei – Nós tínhamos nossos segredos, LuHan era meu confidente, mas na verdade... Eu apenas queria contar para Kai que eu e BaekHyun... Não existíamos mais.

Jun Ho fixava seus olhos na televisão, não piscavam e seus pensamentos pareciam tão avulsos enquanto os meus, gritantes.

- Não precisa fingir que não aconteceu nada, eu sei o que viu, Jun Ho e.... Perdoe-me por isso está bem? Um dia você irá entender ok? – Falei forçando meu melhor sorriso esperando uma reação positiva sua, mas o que recebi foi de longe algo negativo ou positivo, na verdade foi algo que eu apenas não esperava.

- Eu entendo mamãe, é por causa do papai, eu sei – Deixou suas palavras em meus pensamentos, levantou-se delicadamente do sofá e se retirou a passos lentos até o quarto. Em questão de segundos Kai havia chegado do trabalho, percebeu meu olhar e meu rosto que demonstrava toda minha insegurança, medo e incerteza.

- O que aconteceu? O que Jun Ho disse a você? – Arregalou seus olhos quase fora de órbita enquanto segurava meu corpo em um abraço dentro de seus braços.

- Eu e BaekHyun não estamos mais juntos e Jun Ho sabe sem eu mesma precisar dizer à ele e eu tenho medo que ele me culpe por isso – Minhas lágrimas quentes molhavam sua camisa e eu me perguntava o que eu havia feito para merecer toda aquela dor? – Eu não sei porquê isso está acontecendo, Kai... Eu... Eu quase me matei hoje, tentei me afogar, mas eu juro que foi fora de controle, por sorte LuHan havia acabado de chegar e me ajudou... Jun Ho viu tudo e eu... – Por mais que eu não quisesse contar aquilo e nem que LuHan contasse, minhas palavras saíam sem que eu pensasse se era certo ou errado em dizer. Eu apenas queria gritar tudo àquilo que estava me matando por dentro.

Perguntava-me se BaekHyun havia feito alguma visita às escondidas para Jun Ho, me perguntava se meu próprio filho tinha raiva de mim, me perguntava o que fazia Byun chegar a conclusão de que eu e Kai escondíamos um relacionamento.

E as coisas entre eu e BaekHyun se tornavam ainda mais complicadas.

Levei minhas mãos aos meus cabelos e não me importei em bagunça-los, eles não estariam mais bagunçados do que minha mente em constante choque elétrico.

E se tudo o que eu estivesse pensando fosse mentira? E se tudo fosse apenas uma paranoia qualquer? E se... BaekHyun na verdade realmente estivesse morto e eu tivesse vivendo até hoje a maior loucura da minha vida? BaekHyun ainda existia? Se é que um dia existiu. Mas se ele não existe, meus sentimentos eram reais? Quantas majestosas fantasias e loucuras eu poderia ter criado?

Certo... Eu estava enlouquecendo outra vez, como inúmeras outras vezes onde eu sentia tudo querer me virar do avesso, me desmoronar.

- Eu não aguento mais – Falei comigo mesmo enquanto minhas pernas tremiam.

- Você não para de sussurrar coisas sem sentido, Aya, o que deu em você? – Os olhos de Kai encaravam o fundo da minha alma enquanto eu me sentia afundar cada vez mais em mim mesma.

- O que ele está fazendo aqui, Kai?

- Ele quem, Aya?

- BaekHyun. Tire-o daqui, Kai, eu não posso vê-lo, eu não quero vê-lo, por favor! – Supliquei de joelhos, mas tudo piorava cada vez mais. Kai me abraçava, não me soltava por um instante se quer e da ponta da escada, com os mesmo olhos que eu conhecia cada detalhe... Eu via a imagem de Jun Ho se alternar para BaekHyun que me encarava com ódio, com desprezo, rancor e ciúme.

- Aya, BaekHyun não está aqui, acredite em mim.... Oh não, seu nariz está sangrando – Rapidamente meu primo buscou uma toalha e limpava meu nariz que não parava de sangrar.

- Vire a cabeça para cima, Park – Eu virei enquanto meu corpo tremia. LuHan segurava a toalha e novamente meus olhos se encontraram com os de Jun Ho que ao mesmo tempo eram os de BaekHyun.

- Ele está ali! – Gritei sentindo como minhas veias se apertarem como cordas dentro de mim. Ao fundo, bem distante de mim, mas perfeitamente nítido, eu escutava o choro de um bebê.

- Aya, quem está ali... É Jun Ho – Disse Kai que no começo pareceu soar tão óbvio, mas logo ele entendeu o que eu estava vendo, logo ele entendeu que em Jun Ho eu via BaekHyun.

Foi então, que ao mesmo tempo tudo pareceu fazer sentido para mim.

Eu entendia porque Jun Ho agia daquela maneira, como se tudo o que ele fizesse fosse a favor de Byun, meu filho tinha os olhos do pai adotivo e também tudo o que ele via, ele contava à BaekHyun.

Ele via uma relação forte entre eu e Kai e contava isso ao pai, contava seus pontos de vista a ele, seus medos durante visitas que BaekHyun fazia quando eu não estava por perto, mesmo que eu estivesse perto a todo tempo, BaekHyun era mais esperto, mais ágil e Jun Ho... Como o pai.

O pequeno se retirou da sala e eu pude me acalmar. Minha pressão antes alta foi voltando ao normal aos poucos, meus batimentos cardíacos se controlavam como se nada tivesse acontecido.

Mas eu sabia que não era só isso.

- Aonde você vai? Acabou de ter um surto psicótico e vai sair? – Kai reprovou minha atitude.

- Eu estou bem agora – Vesti um casaco por cima e os sapatos. Eu precisava e sentia que algo ainda poderia me provar outra coisa. Meu corpo estava reagindo bem aos meus passos rápidos assim como minha mente, como se definitivamente nada tivesse acontecido, como se na verdade aquilo fosse apenas algo momentâneo.

Entrei naquela casa tão sombria, eu sentia meus dentes rangendo não de frio, mas de ódio e tudo o que encontrei ali... Foram apenas cartas jogadas ao chão.

- O que é isso? – Perguntei a mim mesma e logo escutei uma voz soar atrás de mim.

- São cartas de tarot – Kai havia me seguido.

- Sabe o que isso significa? – Seu olhar não era nada bom, era de desconfiança e pela demora em me responder, parecia se lembrar de algo.

- Sei. A mãe de BaekHyun usava constantemente essas cartas quando ele era pequeno, ela usava para atrair a mente das pessoas para conseguir o que queria, mas ela nunca conseguiu atrair a mente dele, nem mesmo hipnoses haviam funcionado.

- Parece que dessa vez ela conseguiu.

- O que quer dizer?

- Ela usou essas cartas para atrair a mente dele, ela disse algo a ele que não deveria e BaekHyun simplesmente acreditou, ela fez isso para nos separar.

- E por quais motivos ela faria isso?

- Pelo simples fato dele ter destruído o coração da mãe quando ele matou o próprio pai – Meu coração doía, pois BaekHyun não teve total culpa, seu único erro foi acreditar em quem ele disse que jamais acreditaria.

- Então acho que foi essa carta que ele tirou – Kai pegou a única carta que estava na mesa. Chamava-se carta da lua e seu significado era simples, ou melhor, falsas ilusões e talvez, havia sido com isso que BaekHyun suspeitou ainda mais que eu tivesse escondendo uma traição com Kai – Eu lembro que ele dizia que a mãe usava essas cartas e que a favorita dela, era essa, da lua.

- Agora tudo parece fazer sentido para mim.

- Essa carta trouxe ilusões falsas para a mente dele e bem... BaekHyun acabou ficando louco com isso. Essa carta parece deixar qualquer um vulnerável em dúvidas

- Parece que ela o fez perder o contato com a realidade, como uma... Embriaguez da razão - Ele assentiu jogando a carta de volta para a mesa.

- Mas o que acha que ele esteja pensando, Aya?

- Eu não estava esperando visitas – A voz que eu menos desejava escutar soou em alto e bom som, convicto e orgulhoso cheio de pensamentos falsos.

- Eu quero acabar com você, BaekHyun!

- Vá em frente... Você é profissional nisso, Yul Hye – Eu trinquei minha mandíbula e tive que me segurar para não quebrar todos os seus dentes que sustentavam seu sorriso cínico e vingativo, mesmo que talvez eu não tivesse força para isso.

Seus olhos eram como grandes luas em um eclipse lunar.  As mãos no bolso da calça social era seu outro ponto de sua luxúria que despertava sua sensualidade tão misteriosa, mas que era tão pouco para me enganar.

Ele levantou uma de suas armas na direção de Kai e eu não tive tempo de se quer estremecer. Kim JongIn mostrava sua rapidez e agilidade em simplesmente tirar aquele objeto das mãos de BaekHyun e jogar longe ao chão.

- Certo... Como quiser, mas por quanto tempo pensaram que iriam me esconder esse segredo de vocês? Por quanto tempo acharam que podia me fazer de idiota?

- Não existe nenhuma relação amorosa entre nós dois, BaekHyun, pare de ser tão doente da cabeça e supere o passado.

- Qual passado? Aquele que nem você mesmo conseguiu superar? – As palavras de BaekHyun eram como dentes afiados de um lobo líder, mas Kai parecia ter chegado sem ceder um limite para sua paciência onde sem demora seu punho acertava o rosto de Byun trazendo uma fúria ainda maior para este que logo agarrou Kai pelo colarinho – Eu confiei em você seu desgraçado e novamente você agiu pelas minhas costas se aproveitando da mulher que eu amo!

- Eu não tenho culpa se você é tão inseguro. Se eu ainda quisesse algo a mais com Aya, pode ter certeza que você já estaria muito longe.

- Mentiroso! E você ainda queria roubar o meu lugar como pai de Jun Ho? Eu posso acabar com você agora, JongIn.

- BaekHyun! Pare agora! Solte-o, eu estou mandando – Não obedeceu às minhas palavras e então me aproximei e separei os dois à força – Você é um idiota, BaekHyun. Além de acreditar nas cartas idiotas de sua mãe, você tentou fazer a cabeça de Jun Ho, eu sei, não precisa mentir, eu conheço seus olhos... Iguais aos dele e eu sei reconhecer o comportamento do meu filho, diferente de você que precisou usar isso a seu favor para comprovar coisas que você mesmo se deixou criar.

- Eu sei o que é verdade e o que é mentira. Jun Ho apenas tem a sã consciência de que eu sou o pai dele.

- Tem certeza? Então apenas comece a agir como um se quiser continuar a vê-lo – Seu olhar havia mudado completamente – Você só esqueceu-se de notar que sua mãe acabou de conseguir o que ela mais queria. Adeus Baekhyun.

~/~

Eu tive que agradecer muitas vezes por ter conseguido ser tão forte naquele dia, por ter mantido minha segurança e minha essência.

LuHan me encarou esperando o resultado dos meus exames, se eu estava bem, a causa dos meus dois surtos em um único dia e os remédios que eu teria que tomar.

Dessa vez não era na clínica onde eu estava passando, eu havia tirado três dias de folga do meu local de trabalho para recompor minha sanidade mental a qual eu na verdade sabia que já havia perdido há muito tempo.

- E então doutor? Eu vou precisar mudar os remédios?

- Vocês são namorados?

- Não – Eu e LuHan negamos rindo – Somos primos – Ele respondeu.

- Ah claro, perdoem-me, achei que eu pudesse oferecer meus parabéns de uma forma mais... Digamos que... Especial – Eu arqueei a sobrancelha recebendo a mesma reação desentendida de LuHan, mas havia outra sensação dentro de mim.

A sensação de que algo que já havia acontecido antes estava acontecendo outra vez de uma forma extremamente idêntica.

- O que eu tenho doutor?

- Seus surtos não foram por causa dos remédios, por mais que eu recomende que os troque devido à data de validade, mas bem o que aconteceu foi um desvio mental de estresse e alucinação, mas não somente devido à doença já diagnosticada, esquizofrenia, mas sim...

- Fale logo! – LuHan apressou e eu sentia meu coração bater mais forte dentro mim, mas pensando mais profundamente... Meu coração não estava batendo sozinho.

- Você está grávida, Park Yul Hye.


Notas Finais


AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA POR ESSA VC NAO ESPERAVA HEIN

Quantos de vcs imaginavam q isso fosse acontecer hã? Quantos? UHAUHSUAHSAH GENT EU AMO ISSO SERIO

Acho q a Aya merece mt essa gravidez, mesmo tendo o Jun Ho, ela merece mt, mas i ai? Como será que fica nosso casal principal dos nossos holofotes? Será q essa gravidez vai ajudar ou piorar? Ou será que algum outro acontecimento aproxime os dois hm?

Aguardo ansiosamente os comentários de vcs e muitíssimo obrigada por tudo, por esse 1 ANO DE PSYCHO MONSTER <3


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